“A categoria profissional dos assistentes sociais não constitui
um bloco homogêneo, em que todos possuem a mesma
concepção de direitos, cidadania e política social, mas não
podemos negar que teve e tem uma participação indiscutível
na construção e na defesa dos direitos sociais, econômicos,
políticos e culturais, nesse país onde o termo direito não faz
parte do cotidiano daqueles que não tem acesso a ele por meio
das políticas sociais” (BEHRING & BOSCHETTI, 2007, p. 192). Nas
reflexões das autoras, para viabilizar o projeto ético-político
profissional, é necessário incorporar três dimensões estratégicas: