Questões de Concurso Para univasf - concursos

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Q3699747 Português
O uso adequado do verbo implica em diferentes atos de organização de um texto. Assinale a alternativa que preenche os espaços, adequadamente: _________ bilhetes em prol da formatura dos discentes de Astronomia, que _________ o entusiasmo pela leitura em função das greves que ________ durante os cinco anos do curso. 
Alternativas
Q3699746 Português
A frase “Eu nasci há dez mil anos atrás” apresenta um erro gramatical que não prejudica a comunicação e pode ser utilizado como recurso linguístico por artistas e escritores. Assinale a alternativa em que a correção gramatical legitima a norma padrão.
Alternativas
Q3699745 Português
Marque a alternativa que expressa o valor causal da conjunção “como”:
Alternativas
Q3699744 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão


Andorinha
(Manuel Bandeira)


Andorinha lá fora está dizendo:

— "Passei o dia à toa, à toa!"

Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!

Passei a vida à toa, à toa...
A respeito das normas gramaticais da sintaxe, no poema “Andorinha” a alternativa correta é:
Alternativas
Q3699743 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão


Andorinha
(Manuel Bandeira)


Andorinha lá fora está dizendo:

— "Passei o dia à toa, à toa!"

Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!

Passei a vida à toa, à toa...
A vírgula no início do verso em destaque na segunda estrofe demarca:
Alternativas
Q3699742 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão


Andorinha
(Manuel Bandeira)


Andorinha lá fora está dizendo:

— "Passei o dia à toa, à toa!"

Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!

Passei a vida à toa, à toa...
Sobre o poema, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3699741 Português
De acordo com a regra de acentuação, assinale a alternativa que apresenta uma ambiguidade, uma vez que o acento diferencial deixou de existir com a reforma ortográfica. 
Alternativas
Q3699740 Português
A condição dos agricultores quilombolas denuncia uma omissão histórica:

• A dificuldade em garantir a titulação das terras revela a lentidão do Estado em efetivar direitos constitucionais.
• A exclusão nos programas de apoio à agricultura familiar reflete o preconceito estrutural.
• O racismo ambiental se manifesta com clareza: são territórios quilombolas os mais impactados por barragens, mineração, expansão de fronteiras agrícolas e ausência de infraestrutura básica.

O segmento em destaque após os dois pontos no excerto acima, cumpre a função de:
Alternativas
Q3699739 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão


Agricultores quilombolas: a ferida da marginalização histórica

Por Afonso Peche Filho


    A história dos agricultores quilombolas é inseparável da escravidão. Durante séculos, seus ancestrais foram explorados como mão de obra fundamental para o desenvolvimento econômico do país. Após a abolição formal, não houve entrega de terras, reparação financeira ou políticas efetivas de reintegração. O vazio deixado pelo Estado perpetuou um ciclo de exclusão, empurrando comunidades inteiras para territórios disputados, quase sempre invisíveis no debate público.

    Essa herança pesa até hoje: os descendentes daqueles que construíram materialmente a base econômica e cultural da nação continuam enfrentando a falta de acesso a recursos, direitos territoriais e reconhecimento social.

    A marginalização aparece na forma de preconceito racial, desvalorização cultural e ausência de políticas públicas adequadas. Agricultores quilombolas, frequentemente, são retratados como “atrasados” ou como “ocupantes ilegítimos” de terras, quando, na verdade, são guardiões de um patrimônio ancestral de manejo da terra e de organização comunitária.

O Estado, ao invés de garantir proteção, muitas vezes atua de forma ambígua, favorecendo interesses de grandes proprietários, mineradoras ou grileiros. Essa situação transforma os quilombolas em “estranhos” dentro de seu próprio território, como se não fossem parte legítima do país que ajudaram a construir.

O peso do conhecimento e da tradição

    O conhecimento agrícola quilombola nasceu da necessidade de sobrevivência em condições adversas. Trata-se de um saber construído coletivamente, que alia práticas de cultivo à preservação ambiental, muitas vezes alinhadas às premissas contemporâneas da agroecologia e da agricultura regenerativa.

    É preciso reconhecer que a hoje tão badalada técnica dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) tem sua origem prática e cultural nas experiências quilombolas e indígenas, que há séculos combinam cultivos agrícolas com espécies arbóreas de forma integrada e sustentável. Essa herança, porém, foi em grande medida apropriada por setores acadêmicos e técnicos majoritariamente brancos, que sistematizaram conceitos, transformaram práticas em manuais e passaram a difundi-las sem o devido reconhecimento de suas raízes históricas.

     Esse processo representa uma traição ética: a apropriação de um conhecimento que não nasceu nos centros de pesquisa, mas na luta cotidiana de comunidades que resistiram à escravidão e ao abandono. A deslealdade está não apenas em negar a autoria quilombola, mas também em lucrar e ganhar prestígio em cima de saberes desenvolvidos no contexto da resistência cultural e produtiva.

    A condição dos agricultores quilombolas denuncia uma omissão histórica:

    • A dificuldade em garantir a titulação das terras revela a lentidão do Estado em efetivar direitos constitucionais.

    • A exclusão nos programas de apoio à agricultura familiar reflete o preconceito estrutural.

     • O racismo ambiental se manifesta com clareza: são territórios quilombolas os mais impactados por barragens, mineração, expansão de fronteiras agrícolas e ausência de infraestrutura básica.

    Esses agricultores, mesmo diante de tantas barreiras, continuam produzindo, preservando a biodiversidade, mantendo tradições e oferecendo contribuições fundamentais para a segurança alimentar do país.

    A marginalização dos agricultores quilombolas é uma ferida aberta no tecido social brasileiro. São descendentes de pessoas escravizadas que, em vez de reparação histórica, seguem enfrentando preconceito, violência e negação de direitos.

    A sociedade brasileira precisa reconhecer que não se trata apenas de uma questão de terras ou de agricultura, mas de justiça social, de reparação histórica e de valorização cultural. Manter essas comunidades à margem significa perpetuar a contradição de um país que foi erguido pelo trabalho de seus antepassados, mas insiste em negar a seus descendentes dignidade e pertencimento.

    O futuro exige mais do que discursos: requer políticas públicas firmes, reconhecimento da diversidade cultural e social e, sobretudo, a coragem de reparar erros históricos. Entre esses reparos, está o reconhecimento explícito de que práticas hoje valorizadas como inovadoras, como os SAFs, têm raízes quilombolas e que o apagamento dessa origem constitui uma atitude desleal. Somente com esse resgate ético será possível construir uma agricultura verdadeiramente justa, sustentável e inclusiva.

Afonso Peche Filho é pesquisador Científico do Instituto Agronômico de Campinas. Disponível em:

https://www.brasildefato.com.br/2025/09/17/agricultoresquilombolas-a-ferida-da-marginalizacao-historica/. Acesso em 17/09/2025. (adaptado)
Na organização do texto, assinale a alternativa que representa a sequência linguística predominante.
Alternativas
Q3699738 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão


Agricultores quilombolas: a ferida da marginalização histórica

Por Afonso Peche Filho


    A história dos agricultores quilombolas é inseparável da escravidão. Durante séculos, seus ancestrais foram explorados como mão de obra fundamental para o desenvolvimento econômico do país. Após a abolição formal, não houve entrega de terras, reparação financeira ou políticas efetivas de reintegração. O vazio deixado pelo Estado perpetuou um ciclo de exclusão, empurrando comunidades inteiras para territórios disputados, quase sempre invisíveis no debate público.

    Essa herança pesa até hoje: os descendentes daqueles que construíram materialmente a base econômica e cultural da nação continuam enfrentando a falta de acesso a recursos, direitos territoriais e reconhecimento social.

    A marginalização aparece na forma de preconceito racial, desvalorização cultural e ausência de políticas públicas adequadas. Agricultores quilombolas, frequentemente, são retratados como “atrasados” ou como “ocupantes ilegítimos” de terras, quando, na verdade, são guardiões de um patrimônio ancestral de manejo da terra e de organização comunitária.

O Estado, ao invés de garantir proteção, muitas vezes atua de forma ambígua, favorecendo interesses de grandes proprietários, mineradoras ou grileiros. Essa situação transforma os quilombolas em “estranhos” dentro de seu próprio território, como se não fossem parte legítima do país que ajudaram a construir.

O peso do conhecimento e da tradição

    O conhecimento agrícola quilombola nasceu da necessidade de sobrevivência em condições adversas. Trata-se de um saber construído coletivamente, que alia práticas de cultivo à preservação ambiental, muitas vezes alinhadas às premissas contemporâneas da agroecologia e da agricultura regenerativa.

    É preciso reconhecer que a hoje tão badalada técnica dos Sistemas Agroflorestais (SAFs) tem sua origem prática e cultural nas experiências quilombolas e indígenas, que há séculos combinam cultivos agrícolas com espécies arbóreas de forma integrada e sustentável. Essa herança, porém, foi em grande medida apropriada por setores acadêmicos e técnicos majoritariamente brancos, que sistematizaram conceitos, transformaram práticas em manuais e passaram a difundi-las sem o devido reconhecimento de suas raízes históricas.

     Esse processo representa uma traição ética: a apropriação de um conhecimento que não nasceu nos centros de pesquisa, mas na luta cotidiana de comunidades que resistiram à escravidão e ao abandono. A deslealdade está não apenas em negar a autoria quilombola, mas também em lucrar e ganhar prestígio em cima de saberes desenvolvidos no contexto da resistência cultural e produtiva.

    A condição dos agricultores quilombolas denuncia uma omissão histórica:

    • A dificuldade em garantir a titulação das terras revela a lentidão do Estado em efetivar direitos constitucionais.

    • A exclusão nos programas de apoio à agricultura familiar reflete o preconceito estrutural.

     • O racismo ambiental se manifesta com clareza: são territórios quilombolas os mais impactados por barragens, mineração, expansão de fronteiras agrícolas e ausência de infraestrutura básica.

    Esses agricultores, mesmo diante de tantas barreiras, continuam produzindo, preservando a biodiversidade, mantendo tradições e oferecendo contribuições fundamentais para a segurança alimentar do país.

    A marginalização dos agricultores quilombolas é uma ferida aberta no tecido social brasileiro. São descendentes de pessoas escravizadas que, em vez de reparação histórica, seguem enfrentando preconceito, violência e negação de direitos.

    A sociedade brasileira precisa reconhecer que não se trata apenas de uma questão de terras ou de agricultura, mas de justiça social, de reparação histórica e de valorização cultural. Manter essas comunidades à margem significa perpetuar a contradição de um país que foi erguido pelo trabalho de seus antepassados, mas insiste em negar a seus descendentes dignidade e pertencimento.

    O futuro exige mais do que discursos: requer políticas públicas firmes, reconhecimento da diversidade cultural e social e, sobretudo, a coragem de reparar erros históricos. Entre esses reparos, está o reconhecimento explícito de que práticas hoje valorizadas como inovadoras, como os SAFs, têm raízes quilombolas e que o apagamento dessa origem constitui uma atitude desleal. Somente com esse resgate ético será possível construir uma agricultura verdadeiramente justa, sustentável e inclusiva.

Afonso Peche Filho é pesquisador Científico do Instituto Agronômico de Campinas. Disponível em:

https://www.brasildefato.com.br/2025/09/17/agricultoresquilombolas-a-ferida-da-marginalizacao-historica/. Acesso em 17/09/2025. (adaptado)
Todas as alternativas expressam o argumento do autor do texto, exceto: 
Alternativas
Q3699737 Química

Considere as espécies a seguir:


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Com base na teoria da ligação de valência e no modelo clássico de hibridização dos orbitais do átomo central, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3699736 Química
A água é uma espécie anfótera e pode atuar como ácido ou base segundo a teoria de Brønsted-Lowry, desempenhando papel fundamental em reações químicas e bioquímicas. Considere as reações abaixo:

I. HClO + H₂O → ClO⁻ + H₃O⁺
II. NH₃ + H₂O → NH₄⁺ + OH⁻
III. S²⁻ + H₂O → HS⁻ + OH⁻

De acordo com a teoria de Brønsted-Lowry, a água atua como:
Alternativas
Q3699735 Química
A titulação ácido-base é uma técnica clássica em laboratórios de química para determinar concentrações desconhecidas de soluções. Um estudante realizou a titulação de 25,0 mL de HCl com NaOH 0,200 mol L⁻¹ e observou que foram consumidos 30,0 mL de NaOH até o ponto de equivalência. Assinale a alternativa que indica a molaridade da solução de HCl:
Alternativas
Q3699734 Química
Encanamentos de ferro no solo estão sofrendo corrosão, para proteger encanamentos costuma-se ligá-los a barras de outros metais, que são corroídos ao invés dos canos de ferro. Conhecendo os potenciais padrões de redução: Fe (E° = -0,44 V), Cu (E° = +0,34 V), Zn (E° = -0,76 V), Ni (E° = -0,25 V), Ag (E° = +0,80 V), Pb (E° = -0,13 V) e dispondo-se de barras de cobre, zinco, prata, chumbo, níquel qual metal deve ser utilizado para proteger o encanamento?
Alternativas
Q3699733 Química
A partir das reações e dos potenciais apresentados, identifique qual dos materiais é mais resistente a corrosão. 
Alternativas
Q3699732 Química
O lapachol é uma substância natural extraída do cerne da Tabebuia avellanedae com solução aquosa de NaOH ou Na₂CO₃. Com base em sua estrutura, explique a razão pela qual essa substância é extraída com tais reagentes.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3699731 Química
No preparo de soluções concentradas de ácidos fortes, a segurança do operador e a técnica correta são essenciais para evitar acidentes. Um estudante precisa preparar 100 mL de solução 1,0 mol L⁻¹ de H₂SO₄ a partir do ácido concentrado. Considerando as orientações:

I. Usar equipamento de proteção individual e levar o frasco de ácido concentrado para a bancada.
II. Transferir o ácido diretamente do frasco concentrado para o balão volumétrico e completar com água.
III. Adicionar lentamente o ácido concentrado à água, com agitação e, se necessário, resfriamento.

Está correto apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q3699730 Química
A dissolução do cloreto de amônio (NH4Cl) em água é um processo endotérmico (ΔH > 0), mas ainda assim ocorre de forma espontânea. Qual alternativa explica corretamente esse fenômeno?
Alternativas
Q3699729 Química
Durante a separação de uma mistura contendo areia, sal e água, qual a sequência mais adequada de técnicas de separação a serem aplicadas?
Alternativas
Q3699728 Química
A energia interna de um determinado sistema gasoso obedece à equação U = (5PV) J. Esse gás então sofre um processo cíclico descrito por ABCD, partindo do ponto A. 

Imagem associada para resolução da questão

Para as transformações AB e DA, foram propostos os seguintes valores para a variação de energia interna (∆U), calor (q) e trabalho (w), todos em J.

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Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa que mostra os valores que completam corretamente a tabela: 
Alternativas
Respostas
41: E
42: B
43: B
44: A
45: C
46: C
47: E
48: D
49: E
50: C
51: E
52: B
53: C
54: D
55: E
56: B
57: C
58: A
59: B
60: D