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O MS Windows 7 em português fornece uma biblioteca de documentos, semelhante à pasta “Meus documentos”, que existia em versões anteriores desse sistema operacional. A respeito deste assunto, pode-se afirmar que a:
O MS Windows 7 permite a manipulação de arquivos e pastas de maneira bem simples, pois nele há
diversos ícones bastante autoexplicativos. Um desses ícones é , que representa uma pasta que:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
O fato de a diferença entre nós e os chimpanzés, no que diz respeito ao código genético, ser pouca, segundo Marcelo Gleiser, não deixa de ser importante. Tal relação entre quantidade e grau de importância pode ser observada no texto por meio do uso da palavra/expressão:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
“...Como eu disse antes, qualquer semelhança não é mera coincidência...”
É possível classificar a oração em destaque como subordinada adverbial:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
“Mais de três milhões de anos se passaram até que os primeiros primatas...”
A expressão em destaque tem, no contexto, valor semântico de:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
Há, no texto de Gleiser, uma estratégia discursiva que se define por uma referência direta ao leitor. Essa interlocução tem como objetivo:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
“... macacos não estudam Biologia...”
O termo sublinhado exerce função sintática igual àquela da oração destacada em:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
"No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo carrega uma quantidade enorme de informação...”
A reescritura do fragmento em destaque só NÃO fere a norma padrão da Língua Portuguesa em:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
“... os primeiros primatas que andavam sobre duas pernas...”
No fragmento em destaque, o pronome relativo exerce, na oração que introduz, função sintática de:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
“No século XX, descobriu-se que cada célula do seu corpo...”
O termo sublinhado tem igual classificação em:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
O texto de Marcelo Gleiser, em termos de modo de organização, predominantemente, apresenta-se como:
Dize-me os teus genes que te direi quem és
Sobre o primeiro parágrafo do texto, é possível afirmar que:
Sob o argumento da proteção ambiental, 13 comunidades, 11 delas localizadas na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, serão cercadas por muros de 3,4 metros de altura, em média. É mais que óbvio para todos a importância que protegera Mata Atlântica tem nos dias atuais. É claro que o poder público deve se apropriar dessa pauta, a fim de resolver problemáticas como as do desmatamento. Entretanto, ao analisarmos a eficácia e a legitimidade desse projeto, podem-se concluir alguns equívocos, que contribuem para a formação de limites sociais, e não ecológicos.
Tomando como referência a formação desses limites sociais, pode-se aferir a exasperação dos conflitos entre os moradores dessas comunidades e os moradores de classe média, já que a sensação de “segurança" é relacionada diretamente à construção do muro, que, por sua vez, pode aprofundar diversos estigmas que são projetados à população das favelas.
Quando um muro é construído para separar pessoas, nenhuma outra questão está colocada, a não ser a produção de segregação social e espacial. Não podemos esquecer as políticas de sanitarização do século 19, que contribuíram para a visão da pobreza como doença, sujeira e outras coisas mais. Essas políticas, além de moverem os moradores de baixa renda para locais distantes, no caso os subúrbios, estão diretamente relacionadas ao empreendedorismo imobiliário cujo público alvo era as elites emergentes.
A inquietação com o crescimento das favelas deve ter como centro o combate à pobreza, o acesso a direitos e uma política habitacional adequada. Não deve, de forma alguma, ser tratada de forma imediatista, expressando assim o caráter eleitoreiro de nossas políticas públicas. Além do mais, todas as pesquisas relacionadas ao tema nunca contam com a participação de associações de moradores e plebiscitos que são realizados nas comunidades.
(http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/05/26/os-muros-nas-favelas-a-segregacao-social-916696630.asp)
Das construções abaixo apresentadas, aquela em que a forma verbal destacada poderia ser empregada no singular, sem contrariara língua portuguesa padrão, é:
Qual a medida adequada para o deslinde desta questão que tenha por objetivo preservar a competência e autoridade das decisões do Supremo Tribunal Federal?
(Arnaldo Antunes)
O pulso ainda pulsa O pulso ainda pulsa... Peste bubônica Câncer, pneumonia Raiva, rubéola Tuberculose e anemia Rancor, cisticircose Caxumba, difteria Encefalite, faringite Gripe e leucemia... E o pulso ainda pulsa E o pulso ainda pulsa Hepatite, escarlatina Estupidez, paralisia Toxoplasmose, sarampo Esquizofrenia Úlcera, trombose Coqueluche, hipocondria Sífilis, ciúmes Asma, cleptomania... E o corpo ainda é pouco E o corpo ainda é pouco Assim... Reumatismo, raquitismo Cistite, disritmia Hérnia, pediculose Tétano, hipocrisia Brucelose, febre tifóide Arteriosclerose, miopia Catapora, culpa, cárie Câimba, lepra, afasia... O pulso ainda pulsa E o corpo ainda é pouco Ainda pulsa Ainda é pouco Pulso (4x) Assim...
( http://letras.terra.com.br/arnaldo-antunes/1114673/ )
“...E o pulso ainda pulsa / E o pulso ainda pulsa...”
Nos versos acima, o conectivo e apresenta o seguinte valor semântico:
O Distrito Federal detém as competências legislativas previstas em sua lei orgânica, respeitadas as normas da Constituição Federal que sejam de reprodução obrigatória