Questões de Concurso Comentadas para quadrix

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Q3534760 Noções de Informática
Vírus e malwares são problemas para a segurança de informação. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta a melhor combinação de ferramentas para proteção contra pragas virtuais, como vírus e Worms.
Alternativas
Q3534759 Noções de Informática
O Microsoft Word do Office 365 permite que vários usuários editem, simultaneamente, um mesmo documento salvo na nuvem. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta essa funcionalidade.
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Q3534756 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
No quinto parágrafo, sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido original do texto, a expressão “pelos circunlóquios com que lhe venero” poderia ser reescrita como
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Q3534755 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Quanto ao contexto e ao emprego da oração “para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos” no texto, é correto afirmar que 
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Q3534754 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
O fragmento de texto trata de um(uma)
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Q3534753 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Depreende‑se do fragmento em análise que o autor apresenta
Alternativas
Q3505465 Administração Geral

Em relação à função administrativa controle, julgue o item a seguir.


À medida que o tempo avança e os setores evoluem, novas formas de controle são adotadas nas organizações, como o sistema compliance, que estabelece padrões voltados ao cumprimento de rotinas administrativas e de normas internas.

Alternativas
Q3505464 Administração Geral

Em relação à função administrativa controle, julgue o item a seguir.


Enquanto metodologia, somente o ciclo PDCA tem por finalidade controlar todas as rotinas ou todos os processos de uma organização.

Alternativas
Q3505463 Administração Geral

Em relação à função administrativa controle, julgue o item a seguir.


O ciclo PDCA é composto das etapas planejar, dirigir, corrigir e analisar, com o objetivo de acompanhar continuamente o desempenho da organização.

Alternativas
Q3505462 Administração Geral

Em relação à função administrativa controle, julgue o item a seguir.


O controle administrativo possui a característica da maleabilidade, o que significa que ele deve permitir a introdução de mudanças nas ordens e nos planos quando necessário, adaptando‑se às alterações nas condições da organização.

Alternativas
Q3505461 Administração Geral

Em relação à função administrativa controle, julgue o item a seguir.


O controle verifica se tudo está sendo feito conforme o planejamento e as ordens previamente definidas, o que permitirá identificar e corrigir as falhas.

Alternativas
Q3505460 Arquivologia

No que concerne aos tipos de arquivos e aos métodos de arquivamento, julgue o item a seguir.


No método duplex, a documentação é dividida em classes, conforme os assuntos, partindo do gênero para espécie e desta para a minúcia. 

Alternativas
Q3505458 Arquivologia

No que concerne aos tipos de arquivos e aos métodos de arquivamento, julgue o item a seguir.


O método alfabético de arquivamento combina nomes e números. 

Alternativas
Q3505457 Arquivologia

No que concerne aos tipos de arquivos e aos métodos de arquivamento, julgue o item a seguir.


No método alfabético de ordem dicionária, o elemento principal é o local, seja o país, o estado ou a cidade.

Alternativas
Q3505456 Arquivologia

No que concerne aos tipos de arquivos e aos métodos de arquivamento, julgue o item a seguir.


Os arquivos permanentes são constituídos de documentos frequentemente consultados como ponto de partida ou para prosseguimento de planos, assim como para fins de controle e para tomada de decisões das administrações. 

Alternativas
Q3505455 Administração de Recursos Materiais

Acerca da administração de materiais, julgue o item a seguir.


A construção da curva ABC, normalmente, é complexa, pois, além de ser necessário ter disponíveis os consumos dos itens de estoque e seus respectivos preços de aquisição, é necessário, também, compreender o comportamento de compra do cliente sobre cada um desses itens.

Alternativas
Q3505454 Administração de Recursos Materiais

Acerca da administração de materiais, julgue o item a seguir.


A construção da curva ABC exige sistemas avançados de automação industrial e softwares complexos, sendo inviável com ferramentas simples como planilhas eletrônicas.

Alternativas
Q3505453 Administração de Recursos Materiais

Acerca da administração de materiais, julgue o item a seguir.


A regra prática conhecida como lei dos 20/80 aplica‑se à curva ABC, indicando que cerca de 20% dos itens respondem por aproximadamente 80% do consumo, embora esse percentual possa variar conforme o perfil da organização.

Alternativas
Q3505452 Administração de Recursos Materiais

Acerca da administração de materiais, julgue o item a seguir.


A análise ABC busca priorizar os itens com menor valor de demanda, pois são eles os que mais impactam no capital investido e os que exigem maior controle gerencial.

Alternativas
Q3505451 Administração de Recursos Materiais

Acerca da administração de materiais, julgue o item a seguir.


A classificação ABC baseia‑se na ideia de que uma pequena parcela dos itens representa a maior parte do valor total movimentado no estoque, princípio este que é derivado dos estudos de Vilfredo Pareto sobre distribuição desigual.

Alternativas
Respostas
3581: C
3582: D
3583: E
3584: A
3585: D
3586: B
3587: C
3588: E
3589: E
3590: C
3591: C
3592: C
3593: E
3594: E
3595: E
3596: E
3597: E
3598: C
3599: E
3600: C