Questões de Concurso Comentadas para iv - ufg

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Q2369336 Conhecimentos Gerais
Um exemplo de fator que favorece a existência de conflitos sociais urbanos é 
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Q2369335 Conhecimentos Gerais
Leia o trecho a seguir. 

El Niño atual é um dos mais intensos dos últimos 50 anos.

Disponível em: <https://metsul.com>. Acesso em: 27 nov. 2023. 

O fenômeno climático El Niño está associado principalmente
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Q2369334 Conhecimentos Gerais
As guerras do século XXI apresentam desafios para a humanidade, com desdobramentos profundos para a sociedade contemporânea, tais como: 
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Q2369333 Conhecimentos Gerais
Consiste em política pública criada pelo governo federal durante a gestão de Getúlio Vargas, que protege os trabalhadores de baixa renda e pode ser considerada como instrumento de combate à pobreza o(a) 
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Q2369332 Conhecimentos Gerais
O aumento da representatividade da população negra nas mídias brasileiras tem como consequência 
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Q2369331 Ciência Política
O Brasil adota a forma de governo republicana, que se caracteriza 
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Q2369326 Matemática
Observe a tabela a seguir.

Imagem associada para resolução da questão



A série histórica acima refere-se à precipitação média, em mm, durante o ano em Anápolis. A mediana dessas precipitações é igual a

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Q2369320 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.



Texto 4

Dupla dinâmica 


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos. 


Sociologia, ciência & vida. 

No período “Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas”, a palavra “ambas” é importante para o estabelecimento da coesão textual, funcionando morfologicamente como  
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Q2369319 Português

Leia o Texto 4 para responder a questão.



Texto 4

Dupla dinâmica 


No dicionário, a Sociologia está definida como uma ciência que pretende pesquisar e estudar a organização e funcionamento das sociedades humanas e as leis fundamentais que regem as relações sociais. Já a Economia se preocupa em estudar os fenômenos relacionados com a obtenção e a utilização dos recursos materiais necessários a uma população. Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas. Filhas da mesma mãe, a Filosofia, as duas disciplinas vieram ao mundo praticamente na mesma época. Em razão de algumas diferenças, porém, estão sem dialogar entre si há quase três séculos. 


Sociologia, ciência & vida. 

No período “Embora o campo de estudos de ambas as disciplinas seja parecido, na prática há um abismo separando as duas áreas”, a oração em destaque apresenta o valor semântico de  
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Q2369318 Português

Leia o Texto 3 para responder a questão.



Texto 3 


O professor deve ser um guia seguro, muito senhor de sua língua; se outra for a orientação, vamos cair na “língua brasileira”, refúgio nefasto e confissão nojenta de ignorância do idioma pátrio, recurso vergonhoso de homens de cultura falsa e de falso patriotismo. Como havemos de querer que respeitem a nossa nacionalidade se somos os primeiros a descuidar daquilo que exprime e representa o idioma pátrio?


ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Prefácio. Gramática metódica da língua portuguesa.

São Paulo: Saraiva, 1999. [Adaptado].


Nos sintagmas “de cultura falsa” e “de falso patriotismo”, a mudança de posição do adjetivo não altera o sentido por ele assumido. Situação análoga ocorre nos sintagmas  
Alternativas
Q2369317 Português

Leia o Texto 3 para responder a questão.



Texto 3 


O professor deve ser um guia seguro, muito senhor de sua língua; se outra for a orientação, vamos cair na “língua brasileira”, refúgio nefasto e confissão nojenta de ignorância do idioma pátrio, recurso vergonhoso de homens de cultura falsa e de falso patriotismo. Como havemos de querer que respeitem a nossa nacionalidade se somos os primeiros a descuidar daquilo que exprime e representa o idioma pátrio?


ALMEIDA, Napoleão Mendes de. Prefácio. Gramática metódica da língua portuguesa.

São Paulo: Saraiva, 1999. [Adaptado].


As afirmações feitas no texto fundamentam-se sobre o pressuposto de que a língua é 
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Q2369316 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

A lógica do humor

    Piada racista termina com polícia em casa de shows. É engraçado gozar de minorias? Até onde se pode chegar para fazer os outros rirem? Aliás, do que rimos?

    De um modo geral, achamos graça quando percebemos um choque entre dois códigos de regras ou de contextos, todos consistentes, mas incompatíveis entre si. Um exemplo: “O masoquista é a pessoa que gosta de um banho frio pelas manhãs e, por isso, toma uma ducha quente”. 

   Cometo agora a heresia de explicar a piada. Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser um masoquista subverte a lógica normal: ele faz o contrário do que gosta, porque gosta de sofrer. É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria. Uma variante no mesmo padrão é: “O sádico é a pessoa que é gentil com o masoquista”.

    Essa “gramática” dá conta da estrutura intelectual das piadas, mas há também dinâmicas emocionais. Kant, na Crítica do juízo, diz que o riso é o resultado da “súbita transformação de uma expectativa tensa em nada”. Rimos porque nos sentimos aliviados. Torna-se plausível rir de desgraças alheias. Em alemão, há até uma palavra para isso: “schadenfreude”, que é o sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. Não necessariamente estamos felizes pelo infortúnio do outro, mas sentimo-nos aliviados com o fato de não sermos nós a vítima. 

    Mais ou menos na mesma linha vai o filósofo francês Henri Bergson. Em “O riso”, ele observa que muitas piadas exigem “uma anestesia momentânea do coração”. Ou seja, pelo menos as partes mais primitivas de nosso eu acham graça em troçar dos outros. Daí os inevitáveis choques entre humor e adequação social. 

    Como não podemos dispensar o riso nem o combate à discriminação, o conflito é inevitável. Resta torcer para que seja autolimitado. Não deixaremos de rir de piadas racistas, mas não podemos esquecer que elas colocam um problema moral. 


Disponível em: <https://avaranda.blogspot.com/2012/03/logica-do-
humor-helio-schwartsman.html>. Acesso em: 30 nov. 2023.

No período “É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria”, a oração destacada exerce a função sintática de 
Alternativas
Q2369315 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

A lógica do humor

    Piada racista termina com polícia em casa de shows. É engraçado gozar de minorias? Até onde se pode chegar para fazer os outros rirem? Aliás, do que rimos?

    De um modo geral, achamos graça quando percebemos um choque entre dois códigos de regras ou de contextos, todos consistentes, mas incompatíveis entre si. Um exemplo: “O masoquista é a pessoa que gosta de um banho frio pelas manhãs e, por isso, toma uma ducha quente”. 

   Cometo agora a heresia de explicar a piada. Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser um masoquista subverte a lógica normal: ele faz o contrário do que gosta, porque gosta de sofrer. É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria. Uma variante no mesmo padrão é: “O sádico é a pessoa que é gentil com o masoquista”.

    Essa “gramática” dá conta da estrutura intelectual das piadas, mas há também dinâmicas emocionais. Kant, na Crítica do juízo, diz que o riso é o resultado da “súbita transformação de uma expectativa tensa em nada”. Rimos porque nos sentimos aliviados. Torna-se plausível rir de desgraças alheias. Em alemão, há até uma palavra para isso: “schadenfreude”, que é o sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. Não necessariamente estamos felizes pelo infortúnio do outro, mas sentimo-nos aliviados com o fato de não sermos nós a vítima. 

    Mais ou menos na mesma linha vai o filósofo francês Henri Bergson. Em “O riso”, ele observa que muitas piadas exigem “uma anestesia momentânea do coração”. Ou seja, pelo menos as partes mais primitivas de nosso eu acham graça em troçar dos outros. Daí os inevitáveis choques entre humor e adequação social. 

    Como não podemos dispensar o riso nem o combate à discriminação, o conflito é inevitável. Resta torcer para que seja autolimitado. Não deixaremos de rir de piadas racistas, mas não podemos esquecer que elas colocam um problema moral. 


Disponível em: <https://avaranda.blogspot.com/2012/03/logica-do-
humor-helio-schwartsman.html>. Acesso em: 30 nov. 2023.

No quarto e no quinto parágrafo, com o objetivo de convencer o interlocutor da validade de suas proposições, o locutor do texto utiliza argumentos de 
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Q2369314 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

A lógica do humor

    Piada racista termina com polícia em casa de shows. É engraçado gozar de minorias? Até onde se pode chegar para fazer os outros rirem? Aliás, do que rimos?

    De um modo geral, achamos graça quando percebemos um choque entre dois códigos de regras ou de contextos, todos consistentes, mas incompatíveis entre si. Um exemplo: “O masoquista é a pessoa que gosta de um banho frio pelas manhãs e, por isso, toma uma ducha quente”. 

   Cometo agora a heresia de explicar a piada. Aqui, o fato de o sujeito da anedota ser um masoquista subverte a lógica normal: ele faz o contrário do que gosta, porque gosta de sofrer. É claro que a lógica normal não coexiste com seu reverso, daí a graça da pilhéria. Uma variante no mesmo padrão é: “O sádico é a pessoa que é gentil com o masoquista”.

    Essa “gramática” dá conta da estrutura intelectual das piadas, mas há também dinâmicas emocionais. Kant, na Crítica do juízo, diz que o riso é o resultado da “súbita transformação de uma expectativa tensa em nada”. Rimos porque nos sentimos aliviados. Torna-se plausível rir de desgraças alheias. Em alemão, há até uma palavra para isso: “schadenfreude”, que é o sentimento de alegria provocado pelo sofrimento de terceiros. Não necessariamente estamos felizes pelo infortúnio do outro, mas sentimo-nos aliviados com o fato de não sermos nós a vítima. 

    Mais ou menos na mesma linha vai o filósofo francês Henri Bergson. Em “O riso”, ele observa que muitas piadas exigem “uma anestesia momentânea do coração”. Ou seja, pelo menos as partes mais primitivas de nosso eu acham graça em troçar dos outros. Daí os inevitáveis choques entre humor e adequação social. 

    Como não podemos dispensar o riso nem o combate à discriminação, o conflito é inevitável. Resta torcer para que seja autolimitado. Não deixaremos de rir de piadas racistas, mas não podemos esquecer que elas colocam um problema moral. 


Disponível em: <https://avaranda.blogspot.com/2012/03/logica-do-
humor-helio-schwartsman.html>. Acesso em: 30 nov. 2023.

De acordo com a estrutura composicional, com os objetivos comunicativos e com sua função social, o texto acima concretiza o gênero textual  
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Q2369313 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão


Texto 1

Quem procura a essência de um conto no espaço que fica entre a obra e seu autor comete um erro: é muito melhor procurar não no terreno que fica entre o escritor e sua obra, mas justamente no terreno que fica entre o texto e seu leitor.

OZ, Amós. De amor e trevas. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.
Na oração “Quem procura a essência de um conto no espaço”, o sujeito da forma verbal destacado classifica-se como  
Alternativas
Q2369312 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão


Texto 1

Quem procura a essência de um conto no espaço que fica entre a obra e seu autor comete um erro: é muito melhor procurar não no terreno que fica entre o escritor e sua obra, mas justamente no terreno que fica entre o texto e seu leitor.

OZ, Amós. De amor e trevas. São Paulo: Cia. das Letras, 2005.
Ao tratar sobre a identificação da “essência de um conto”, o texto refere-se à atividade de leitura. Com base no que Oz (2005) expõe no texto, infere-se que o sentido de um conto 
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Q2369311 Português
Leia a charge a seguir. 

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.otempo.com.br>. Acesso em: 24 nov. 2023. 

O gênero textual charge é marcado pelo caráter humorístico e crítico. Na charge acima, a crítica é construída com base na polissemia de um 
Alternativas
Q2350837 Pedagogia
A Educação Básica é composta por três níveis, a saber:
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Q2350836 Pedagogia
Quais são os benefícios das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) na educação?
Alternativas
Q2350835 Pedagogia
Refere-se à capacidade de uma pessoa usar e compreender as tecnologias digitais de forma significativa e eficaz. É a habilidade de navegar, acessar informações, comunicar-se, criar conteúdo e resolver problemas usando dispositivos eletrônicos, softwares e recursos online:  
Alternativas
Respostas
14841: B
14842: D
14843: A
14844: D
14845: B
14846: C
14847: B
14848: C
14849: B
14850: D
14851: C
14852: C
14853: A
14854: B
14855: D
14856: A
14857: B
14858: C
14859: C
14860: A