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As rochas magmáticas, como o próprio nome sugere, são aquelas que surgem a partir do resfriamento e da solidificação do magma. Esse processo pode ocorrer abaixo da superfície (processo lento) e sobre a superfície (processo rápido), tendo, assim, características diferenciadas conforme o seu tipo de formação.
Os processos lento e rápido, descritos no texto acima, originam, respectivamente, rochas magmáticas do tipo:
I – Em 1999, o geógrafo e professor Milton Santos propôs uma regionalização considerando as diferenças e semelhanças, de acordo com a concentração espacial e densidade técnica do território brasileiro. Identificou, então, cinco regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
II – Pará, Tocantins e Maranhão são estados que compõem a região Norte do país, segundo a divisão oficial adotada pelo governo federal.
III – Roberto Lobato Correa, seguindo como único critério a densidade populacional, propôs que o Brasil fosse dividido em três regiões: Amazônica, Nordeste e Centro-Sul. Essas regiões foram determinadas em observância aos limites territoriais dos estados da federação.
(CORDI et al. Para filosofar. São Paulo: Scipione, 2007 - adaptado)
Os países, no Século XX, tiveram que repensar a ética para enfrentar novos problemas oriundos de diferentes crises sociais, conflitos ideológicos e contradições da realidade. E não foi diferente com o Brasil, que tem a Constituição da República de 1988 como um marco dessa mudança. Sob esse enfoque, a partir do texto e dos seus conhecimentos acerca da Constituição de 1988 e dos avanços da cidadania nela expressos, assinale a alternativa correta:
I – Com a proclamação da independência, em 1822, realizada pelo Imperador Dom Pedro I, o Brasil viu-se diante da necessidade de estruturar o funcionamento de seus poderes políticos e organizar-se enquanto Estado soberano e independente. Em 25 de março de 1824, então, foi outorgada a Constituição do Império, fruto dos trabalhos do Conselho de Estado.
II – A produção de seu texto não sofreu nenhuma influência do liberalismo clássico, ideologia fruto das revoluções ocorridas no decorrer dos séculos XVII e XVIII que simbolizaram a superação do Estado absolutista através da luta pela liberdade e pela ampliação da participação política.
III – Foi a única constituição do Brasil monárquica (quanto à forma de governo, éramos uma monarquia hereditária constitucional).
Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.
Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas
27 novembro 2015
A todos os líderes mundiais:
Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.
Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.
Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.
Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.
Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.
Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.
Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.
Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.
(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)
Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.
Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas
27 novembro 2015
A todos os líderes mundiais:
Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.
Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.
Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.
Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.
Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.
Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.
Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.
Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.
(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)
( ) Em linhas gerais, a carta reivindica que os líderes mundiais atuem na Conferência de Paris em prol do uso sustentável da terra.
( ) A carta apresenta dados referentes ao potencial do setor da Terra para acentuar as alterações climáticas e as emissões de gases de efeito estufa.
( ) Na carta, ressalta-se a importância de combater o desmatamento e a degradação de florestas, assim como digerir as florestas como sumidouros de carbono.
( ) A carta faz referências a pesquisas do painel intergovernamental sobre mudanças climáticas, mas não há outras negociações ambientais ou ao setor privado e a sociedade civil.
I – A aurora antecede o dia.
II – Desfrutemos os bens da vida.
III – José não tarde em chegar.