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Q3755640 Pedagogia
Tendo em vista as Diretrizes Curriculares Municipais de Uberlândia, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O Programa Municipal de Alfabetização de Jovens e Adultos (PMAJA) objetiva atender jovens e adultos que não tiveram acesso à escolarização em idade “própria” e utiliza um ensino não formal equivalente aos primeiros anos do ensino fundamental.
( ) A educação inclusiva se afigura como substituta do ensino comum, com uma proposta de adaptação curricular ao público com deficiência, devendo ser adotada em escolas e classes especiais.
( ) As Diretrizes Curriculares Municipais de Uberlândia são documentos construídos por grupo da alta gestão da secretaria municipal de educação, com orientações exclusivas aos docentes da rede, organizadas em dois volumes: educação infantil e ensino fundamental.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3755639 Pedagogia
Em uma escola pública municipal de Uberlândia, a equipe docente planeja uma proposta de intervenção pedagógica que valo rize a diversidade cultural dos estudantes, especialmente os de comunidades quilombolas e indígenas. Com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), qual princípio deverá nortear esse trabalho educativo? 
Alternativas
Q3755638 Pedagogia
Considerando a função da avaliação no contexto educacional contemporâneo, assinale, a seguir, uma perspectiva coerente com as práticas pedagógicas comprometidas com a inclusão e a transformação social. 
Alternativas
Q3755637 Pedagogia
Considerando os desafios da docência na contemporaneidade e o papel do professor como mediador da aprendizagem, ana lise as afirmativas a seguir.

I. O professor deve buscar constantemente a atualização de sua prática, reinventando-se diante das transformações sociais e tecnológicas.
II. É papel do professor conhecer seus alunos e adaptar as estratégias de ensino para promover aprendizagens significativas.
III. A formação docente está completa quando o professor domina plenamente os conteúdos disciplinares e os transmite com clareza.
IV. A mediação docente requer o estímulo à ação crítica dos estudantes, por meio de metodologias que rompam com a lógica da memorização.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3755636 Pedagogia
Um professor dos anos finais do ensino fundamental na rede municipal de Uberlândia está planejando uma sequência didá tica interdisciplinar com foco em habilidades de argumentação oral e produção textual. Entre as atividades propostas estão debates regrados, rodas de conversa e produção colaborativa de textos. Para isso, o docente pretende reorganizar o espaço da sala, substituindo temporariamente a disposição tradicional das carteiras por um arranjo em semicírculo e agrupamentos móveis. Ao justificar a alteração, encontra resistência de alguns colegas que afirmam que mudanças na disposição do mobi liário comprometem a disciplina e a atenção dos alunos. Com base na situação hipotética descrita e, ainda, nas orientações pedagógicas da rede municipal de Uberlândia, qual argumento o professor poderá utilizar para fundamentar pedagogica mente sua proposta de reorganização do espaço?
Alternativas
Q3755635 Pedagogia
Durante uma formação de professores da rede municipal de Uberlândia, um formador destaca que as práticas pedagógicas devem ser coerentes com a concepção de competência apresentada na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Com base nesse conceito, qual das situações relacionadas a seguir representa uma prática pedagógica efetivamente alinhada à BNCC?
Alternativas
Q3755634 Pedagogia

Considerando que o currículo escolar é influenciado por diferentes vertentes filosóficas e científicas, assinale a alternativa que melhor relaciona tais influências com o processo de elaboração curricular. 

Alternativas
Q3755633 Pedagogia
Em uma escola pública, o professor observa que alguns alunos utilizam as redes sociais para zombar de um colega de forma sistemática. Considerando a caracterização do bullying como um fenômeno que exige ações interdisciplinares, qual das con dutas a seguir representa a atuação docente mais adequada frente a essa situação?
Alternativas
Q3755632 Pedagogia
A formação docente é um processo que ultrapassa a simples aquisição de conteúdos acadêmicos, exigindo do professor a capacidade de refletir criticamente sobre a sua prática e sobre os contextos em que atua. Nesse sentido, considerando a articulação entre teoria e prática na formação de professores, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3755631 Pedagogia
Ao considerar o Projeto Político-Pedagógico (PPP) como um processo permanente, com intencionalidade “não descritiva ou constatativa, mas sim constitutiva” (Veiga, 1991), pode-se apontar como uma concepção do PPP aquela que: 
Alternativas
Q3755630 Pedagogia
Considerando o art. 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), analise as afirmativas a seguir.

I. O dever do Estado com a educação escolar pública inclui a garantia de atendimento educacional especializado gratuito para educandos com deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
II. A educação básica obrigatória e gratuita abrange a faixa etária dos 4 aos 17 anos de idade, organizada em pré-escola, ensino fundamental e ensino médio.
III. É dever do Estado garantir a vaga em escola pública de ensino fundamental ou médio mais próxima da residência da criança ou do adolescente a partir dos 6 anos de idade.
IV. O Estado deve garantir padrões mínimos de qualidade de ensino, incluindo a provisão de mobiliário, equipamentos e mate riais pedagógicos adequados à idade e às necessidades específicas de cada estudante.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3755629 Matemática
Torna-se necessário cercar e gramar um jardim retangular no pátio de determinada escola. Sabe-se que o jardim mede 6 m de comprimento por 4 m de largura. Quantos metros de tela serão necessários para cercar o jardim e quantos metros quadrados de grama serão usados, respectivamente? 
Alternativas
Q3755628 Matemática
Certa editora de livros didáticos aplicou um desconto de 20% sobre o preço de capa de determinado livro. Para estimular as vendas, decidiu aplicar um segundo desconto sucessivo de X% sobre o preço já com desconto, resultando em um preço final que corresponde a 75% do preço original do livro. Considerando tais informações, qual o valor de X? 
Alternativas
Q3755627 Matemática
Um professor de matemática planeja comprar kits de material escolar para seus alunos. Cada kit custa R$ 48,00, mas a papelaria oferece um desconto de 15% para compras acima de 30 unidades. Se o professor comprar 40 kits, qual será o valor total pago?
Alternativas
Q3755626 Estatística
As idades dos alunos de um curso preparatório são:
17, 18, 18, 19, 20, 20, 20, 21, 23 e 24
A média, a mediana e a moda dessas idades, respectivamente, são: 
Alternativas
Q3755625 Matemática
Durante uma feira de ciências apresentada para a comunidade, o número de visitantes aumentou 25% em relação ao ano anterior. Se no ano anterior o evento recebeu 3.200 visitantes, quantas pessoas participaram este ano?
Alternativas
Q3755624 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
De acordo com as ideias e informações apresentadas no texto, os termos destacados em “A desumanização que quer ser normalizada (parte do título) podem ser compreendidos como: 
Alternativas
Q3755623 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
A partir da explicitação do agente da passiva é possível identificar estratégia argumentativa em:
Alternativas
Q3755622 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Referente ao gênero textual, pode-se afirmar que o texto apresentado se classifica como:
Alternativas
Q3755621 Português
A desumanização que quer ser normalizada: o que pensar disso?


        Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Toronto mostrou que a brincadeira com os bebês reborn vai muito além de um simples resquício da infância. Os cientistas apontam que a interação dos adultos com as bonecas busca estabelecer vínculos emocionais, dar vazão à expressão criativa e vivenciar benefícios terapêuticos significativos.

     Colecionar bonecos, ter brinquedos queridos e especiais e até dinâmicas para fins terapêuticos etc., tudo bem e faz parte, mas aqui destacamos aspectos que nos levam para o contexto das disfuncionalidades, que merecem reflexão.

        A conexão humana está morrendo? É um questionamento necessário no atual momento social. Quando se fala em comportamento humano, nem o céu é o limite, definitivamente.

     Bebês reborn, bebês robôs (lovots), cachorros robôs, bonecos de acompanhamento/sexuais, IAs criadas pelas próprias pessoas para se relacionar são algumas das tecnologias que estão surgindo em todos os cantos do mundo, em especial, no Oriente.

      Outro dia me deparei com uma notícia envolvendo um casal que estava disputando a guarda de um bebê reborn na justiça, após o divórcio. Eles afirmavam brigar pela boneca em virtude do “apego emocional”.

     Não obstante e indo mais a fundo na notícia do tal caso, havia interesse financeiro envolvido, porém o ponto que se quer destacar aqui é que sob o ponto de vista jurídico o bebê reborn não é membro da família, e portanto não está vinculado ao direito de família e suas consequências legais. A questão é que o Judiciário já está lotado de demandas e está recebendo outras com esta temática e que representam claramente o cenário atual, com mais uma dose de insanidade envolvendo a sociedade.

     Quanto ao bebê reborn, há ainda notícias dizendo existir parto simulado, pessoas levando esses bebês no hospital, Dia das Mães de tais bebês que parecem gente etc. Profissionais explicando que essa fuga da realidade distorce o que é real e que essas pessoas ficam na ilusão, na fantasia, colocam vida em algo que não existe, tratando-se de pessoas devastadas emocionalmente, carentes, com problemas psicológicos graves.

     As notícias mostram ainda que há projeto de lei para proibir o atendimento de bebês reborn no SUS, com penalidade que pode chegar a dez vezes o valor do serviço.

         Bebês robots, os lovots, fofinhos, que fazem barulhinho bonitinho etc. e que seduzem muitas pessoas leva-nos ao questio namento: será solidão que faz pessoas despenderem uma quantia de aproximadamente R$ 16 mil para obter um exemplar desses?

       E as várias crianças de carne e osso, que não conseguem um lar adotivo? Por que não são vistas e apoiadas pelos seus semelhantes carentes e solitários?

     Parece-nos que as pessoas querem comodidade, pouco desgaste, envolvimento e exposição, ficando cada vez mais cen tradas em si e em suas bolhas particulares convenientes.

      Pessoas solitárias, pessoas entendendo que outras não valem a pena, estão substituindo o humano pelo que não é hu mano, ou seja, substituindo seres vivos por máquinas.

      Temos necessidades da conexão com outros seres em qualquer idade, e do diferente até para evoluir. O homem é um ser social, sempre foi e será. (Viviane Gago. Hoje em dia, publicado em: junho de 2025. Adaptado.) 
Considerando as informações apresentadas no texto, pode-se afirmar que bebês reborn
Alternativas
Respostas
1221: B
1222: A
1223: C
1224: D
1225: D
1226: A
1227: C
1228: D
1229: A
1230: A
1231: B
1232: B
1233: B
1234: A
1235: C
1236: B
1237: D
1238: D
1239: B
1240: B