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Q3542314 Pedagogia
A Lei nº 10.639/2003 estabelece que nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira, bem como que o seu conteúdo programático incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. Nesse sentido, o professor de Geografia não deve:
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Q3542313 Pedagogia
“Fazer a educação geográfica requer o esforço de superar o simples ensinar geografia ‘passando conteúdos’, e, procurar com que os alunos consigam fazer as suas aprendizagens tornando significativos para as suas vidas estes mesmos conteúdos” (CALLAI, 2011, p. 15) 

Acerca da Educação Geográfica, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A educação geográfica deve ir além do ensino de fatos geográficos e se esforçar para capacitar os alunos a entender o mundo ao seu redor, reconhecendo a dimensão espacial dos fenômenos sociais.
( ) A educação geográfica moderna incorpora tecnologias que facilitam o acesso a informações e a compreensão significativa do espaço, acompanhando os avanços da modernidade.
( ) Quanto ao docente, a ênfase deve recair na construção do conhecimento por meio de mediação didática, argumentação e desafios pedagógicos, promovendo, através da abordagem geográfica, a aprendizagem baseada na interação social.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é 
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Q3542308 Noções de Informática
O Microsoft Outlook é um aplicativo de João, um estudante de História prestes a concluir sua graduação, enfrentava desafios ao tentar utilizar um software para escrever seu trabalho de conclusão de curso. Com pouca experiência em informática, ele contou com a ajuda de sua amiga Ana, que o orientou no uso de uma ferramenta de processamento de texto do Pacote Office.

Diante do contexto narrado, é possível afirmar que Ana indicou qual software para João escrever seu trabalho de conclusão de curso? 
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Q3542293 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
A palavra ‘ora’, no excerto “Ora você diz uma coisa, ora outra.”, classifica-se gramaticalmente como:
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Q3542292 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.” No contexto dado, a regência do verbo “exaltar” é: 
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Q3542291 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
No excerto “Pois então vamos fazer um cálculo…”, a palavra ‘pois’ é empregada com a função de:
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Q3542290 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
O sarcasmo que se exprime no excerto “O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva.” é decorrente apenas:
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Q3542288 Português
Texto para responder à questão


Muito calor


    Ontem, com aquele calor todo, apareceu um homem disposto a discutir comigo. Eu discuto muito mal, principalmente no verão. O homem defendia os agiotas. Isto é, não defendia. O que ele dizia era que, afinal de contas, os agiotas não sei o que têm, porque é preciso não esquecer que, de um certo ponto de vista, é preciso encarar a questão, aliás, não sei o quê... Era mais ou menos isso o que o homem dizia. Ele citou vários exemplos e de vez em quando me perguntava:

    — Você não acha que eu tenho razão?

    Eu não achava nem deixava de achar, de maneira que não dizia nada. Aí o homem insistia:

    — Vamos, diga, isso é ou não é um fato?

    — É...

    — Pois bem. Agora você precisa ver outra coisa. Aqui no Rio de Janeiro há não sei quantas casas de penhor. Muito bem. Pois então vamos fazer um cálculo...

    Aí o homem fazia um cálculo. Depois perguntava se eu não concordava com o cálculo, se não achava justo, se achava exagerado — aí teve uma hora que não sei o que foi que eu disse que o homem gritou:

    — Mas então é você que defende os usurários! Esse argumento seu...

    E ele me provou por a mais b que o meu argumento era uma grande arma na mão dos usurários. Aliás, reparando bem, uma arma de dois gumes. Eu, a bem dizer, não me lembrava mais qual era o meu argumento, nem mesmo sabia que tinha dado um argumento. O homem falou sobre taxas de juros, avaliação, leilão e monte de socorro, fiscalização, prazo e outras coisas desse gênero. Confesso que fiquei um pouco desorientado. O homem então se exaltou não sei por que e perguntou se eu queria que os usurários me emprestassem dinheiro a um por cento ao mês.

    — É isso que você quer, não é?

    — Eu, não… — Então o que é que você quer?

    Respondi que eu não queria nada. Ele disse que "não quero nada" era um modo de dizer. E perguntou outra vez, ameaçador:

    — Mas então o que é que você acha? Eu não compreendo você! Ora você diz uma coisa, ora outra. Vamos, me explique, o que é que você acha?

    Respondi com a máxima sinceridade:

    — Eu acho que está fazendo muito calor.

    O homem ficou um pouco zangado e disse que comigo não se podia discutir. Não valia a pena discutir. Para que ele não ficasse mais zangado, concordei:

     — Pois é isso o que eu sempre digo.

    O leitor me desculpe, mas não sei o que falamos mais nessa palestra tão interessante e instrutiva. O que sei é que estava fazendo muito calor, e que no momento em que escrevo continua fazendo muito calor.


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Tanto a linguagem quanto a estrutura do texto per se refletem o gênero textual:
Alternativas
Q3498805 Engenharia Ambiental e Sanitária
Como Agente de Defesa Civil, é essencial compreender os processos que afetam os ecossistemas aquáticos e a gestão de recursos hídricos. Complete a lacuna com a alternativa CORRETA.

“O _________ é um fenômeno que ocorre quando sedimentos e detritos se acumulam nos leitos dos rios, alterando sua topografia e reduzindo a capacidade hídrica, o que pode levar a inundações durante períodos de chuva intensa. Este processo pode ser exacerbado por atividades humanas e fenômenos naturais, como erosão e ação do vento.” 
Alternativas
Q3498804 Segurança e Transporte
Durante uma operação de resposta a enchentes, um agente de defesa civil se depara com uma situação em que precisa evacuar rapidamente uma área residencial com seu veículo. Considerando as práticas recomendadas e os riscos associados, assinale a alternativa que contenha uma ação CORRETA a ser tomada na situação descrita. 
Alternativas
Q3498803 Noções de Primeiros Socorros
É fundamental ter conhecimento sobre os procedimentos adequados de primeiros socorros em casos de insolação, uma condição grave que pode ocorrer devido à exposição prolongada ao calor. Com base nisso, assinale a alternativa INCORRETA sobre início do tratamento de insolação. 
Alternativas
Q3498802 Segurança Pública
Considerando o papel crucial dos Agentes de Defesa Civil na identificação e classificação de desastres naturais para a implementação de estratégias de resposta eficazes, é fundamental que estes profissionais estejam bem-informados sobre as características distintas de cada tipo de desastre. Com base nisso, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3498801 Direito Ambiental
A legislação brasileira estabelece uma série de crimes contra a flora, com penas variadas dependendo da natureza e gravidade do ato. Considerando as disposições legais, avalie as seguintes afirmativas e assinale a alternativa CORRETA.

I. Impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação é um crime que pode resultar em detenção de seis meses a um ano e multa.
II. A destruição ou danos a florestas nativas ou plantadas, ou vegetação fixadora de dunas, não está sujeita a penalidades se realizada em terras de domínio público ou devolutas.
III. A utilização de motosserra em florestas e demais formas de vegetação sem licença ou registro da autoridade competente pode acarretar detenção de três meses a um ano e multa.
IV. Nos crimes contra a flora, a pena é aumentada de um sexto a um terço se o crime for cometido durante a noite, em domingo ou feriado. 
Alternativas
Q3498800 Segurança Pública
Na execução de tarefas de manutenção urbana, como a poda de árvores, os Agentes de Defesa Civil devem seguir rigorosos procedimentos de segurança para garantir a ordem e a limpeza, bem como a integridade física dos trabalhadores e da população. Com base nas diretrizes estabelecidas para a poda de árvores, assinale a alternativa que CORRETAMENTE descreve uma etapa essencial do processo de Análise de Riscos (AR). 
Alternativas
Q3498799 Direito do Trabalho
Considerando as responsabilidades da organização em relação aos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3498797 Direito Urbanístico
De acordo com a legislação vigente sobre loteamentos urbanos, um agente de defesa civil deve estar ciente das normas que regem a infraestrutura urbana. Desse modo, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3498796 Segurança e Saúde no Trabalho
As normas regulamentadoras estabelecem medidas de prevenção contra incêndios nos ambientes de trabalho. Com base nas diretrizes apresentadas pela NR-23, identifique e assinale a alternativa INCORRETA relacionada às medidas de prevenção contra incêndios. 
Alternativas
Q3498795 Mecânica
Considere as seguintes afirmações sobre prevenção e controle de riscos em máquinas, com base nas normas técnicas oficiais vigentes, marque V para as afirmações verdadeiras ou F para as falsas.

( ) As ligações e derivações dos condutores elétricos devem ser realizadas com dispositivos que garantam resistência mecânica e contato elétrico adequado.
( ) É permitido o uso de chave geral como dispositivo de partida e parada das máquinas.
( ) Dispositivos protetores contra sobretensão são dispensáveis em máquinas e equipamentos.
( ) A falta ou inversão de fases da alimentação elétrica não deve ser motivo de preocupação em relação à segurança das máquinas.

Agora assinale a alternativa que possua a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3498794 Sistemas de Informação
No contexto do georreferenciamento e registro de imagens em um Sistema de Informações Geográficas (SIG), um Agente de Defesa Civil deve compreender os processos envolvidos na integração de dados geoespaciais. Considerando as informações sobre transformações polinomiais e modelos de transformação geométrica, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3498793 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em um cenário de atuação como Agente de Defesa Civil, é crucial compreender os conceitos relacionados às Áreas de Preservação Permanente (APPs) em meio urbano. Com base nisso, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
16821: D
16822: E
16823: B
16824: B
16825: A
16826: C
16827: D
16828: E
16829: B
16830: C
16831: E
16832: D
16833: E
16834: A
16835: D
16836: D
16837: C
16838: A
16839: C
16840: C