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I. O Behaviorismo, com destaque para os estudos de John B. Watson, apresenta significativamente para a compreensão do desenvolvimento infantil, enfatizando a influência do ambiente e a observação do comportamento observável.
II. A Teoria Psicossocial de Erik Erikson propõe uma abordagem pioneira ao destacar a importância dos conflitos emocionais e sociais em diferentes fases do desenvolvimento humano.
III. A Psicanálise, desenvolvida por Sigmund Freud, teve pouca influência na Psicologia do Desenvolvimento, focando principalmente nos aspectos conscientes da mente.
IV. A Abordagem Cognitiva, representada por Jean Piaget, revolucionou a compreensão do desenvolvimento infantil ao destacar a importância das estruturas mentais e dos processos cognitivos na construção do conhecimento.
I. A escola deve focar exclusivamente na transmissão de conteúdos disciplinares, preparando os alunos para a inserção no mercado de trabalho.
II. A função social da escola vai além da transmissão de conhecimentos, incluindo o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, a formação de cidadãos críticos e a promoção da inclusão e equidade.
III. A escola deve ser um ambiente neutro, sem interferências nas questões sociais e políticas, concentrando-se apenas na educação técnica e científica.
IV. A função social da escola é limitada à preparação dos alunos para exames padronizados, sendo a avaliação quantitativa o indicador principal de seu desempenho.
I. A abordagem pedagógica construtivista destaca a importância da construção ativa do conhecimento pelo aluno, enfatizando a aprendizagem por meio da resolução de problemas e da interação social.
II. A teoria behaviorista, fundamentada nos princípios de estímulo e resposta, sugere que a aprendizagem ocorre por meio da observação e imitação de modelos, sendo pouco relevante a consideração das experiências individuais.
III. A pedagogia crítico-social dos conteúdos defende a transmissão de conhecimentos socialmente relevantes, promovendo a reflexão crítica sobre a realidade e a busca por transformações sociais.
IV. A abordagem humanista preconiza a centralidade do professor como detentor do conhecimento, sendo seu papel principal transmitir informações de forma objetiva e direta.
I. A Lei nº.13.257/2016, conhecida como Marco Legal da Primeira Infância, estabelece diretrizes para a proteção integral à criança, incluindo medidas específicas para prevenção e combate à violência.
II. A Convenção sobre os Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), ratificada pelo Brasil, assegura que a criança tem o direito à proteção contra todas as formas de negligência, exploração e violência.
III. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº. 8.069/90, não aborda especificamente a proteção à criança, focando principalmente em aspectos jurídicos relacionados à infância.
IV. A Resolução nº. 46/15 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) define diretrizes para a promoção da cultura de paz e prevenção da violência contra crianças e adolescentes.
I. O PPP da Educação Infantil deve ser fielmente cumprido conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº. 9.394/96, que estabelece os princípios e normas para a educação nacional.
II. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) da Educação Infantil deve ser tomada como orientadora da estrutura curricular do PPP da Educação Infantil, indicando os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento a serem alcançados.
III. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº. 8.069/90, não possui relação direta com o PPP da Educação Infantil, sendo aplicável apenas ao ensino fundamental.
IV. O Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº. 13.005/14, não tem influência sobre o PPP da Educação infantil, pois se destina principalmente ao ensino médio.
I. Direitos civis: teriam sido os primeiros a surgir, no século XVIII. São os direitos que se referem à liberdade individual, tais como: direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei.
II. Direitos políticos: surgiram no século XIX, conferem legitimidade à organização política da sociedade e dizem respeito à participação do cidadão no governo da sociedade, a exemplo do direito de votar e ser votado, de criar partidos políticos etc.
III. Direitos sociais: conquistados no século XX, esses direitos têm como fundamento a justiça social e permitem reduzir as desigualdades sociais. É o caso dos direitos à saúde, à educação, à moradia, ao trabalho, dentre outros.
I. Planejamento familiar.
II. Cuidado, carinho e supervisão na educação dos filhos.
III. Punição física. IV. Orientações e limites no processo de formação de crianças e adolescentes.
V. Visitações domiciliares, sistemáticas e continuadas, com profissionais de saúde ou agentes comunitários de saúde, no acompanhamento de gestantes em comunidades carentes e no acompanhamento dos primeiros anos de vida das crianças.
VI. Programas que promovam o diagnóstico precoce em sala de aula.
I. Todos(as) profissionais de saúde devem notificar. A notificação é compulsória em conformidade com a legislação. Ela não se restringe a uma ou outra categoria profissional.
II. O ideal é que o(a) profissional que fez o atendimento também faça a notificação. Todavia, a equipe ou o serviço de saúde tem autonomia para definir qual profissional preencherá a ficha de notificação de violência interpessoal e autoprovocada, de acordo com o contexto de cada caso.
III. Recomenda-se que as comunicações exigidas por lei às instâncias de proteção e responsabilização sejam feitas com a cópia da ficha de notificação que identifique o profissional ou o serviço que notificou.
I. O cuidador social é o profissional responsável pelo apoio e recepção de usuários das unidades de acolhimento, sejam eles idosos, crianças ou pessoas com deficiência. O objetivo é promover a restrição social, autonomia e autoestima desses atendidos.
II. As atividades que o cuidador vai realizar devem ser planejadas junto aos profissionais de saúde e com os familiares. Nesse planejamento deve ficar claro para todos as atividades que o cuidador pode e deve desempenhar. As ações serão planejadas e executadas de acordo com as necessidades da pessoa a ser cuidada e dos conhecimentos e disponibilidade do cuidado.
III. A parceria entre os profissionais e os cuidadores deverá possibilitar a sistematização das tarefas a serem realizadas no próprio domicílio, privilegiando-se aquelas relacionadas à promoção da saúde, à prevenção de incapacidades e à manutenção da capacidade funcional da pessoa cuidada e do seu cuidador, evitando-se assim, na medida do possível, hospitalização, asilamentos e outras formas de segregação e isolamento.
I. Formulação, gestão, monitoramento e avaliação das políticas públicas para a pessoa com deficiência e para identificar as barreiras que impedem a realização de seus direitos.
II. Realização de estudos e pesquisas.
III. Realização de inspeções e de auditorias pelos órgãos de controle interno e externo.
O preenchimento correto da lacuna está em: