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Q3709246 Regimento Interno
Durante uma sessão ordinária da Câmara Municipal de Cerquilho, o cidadão João, interessado em registrar as discussões, entrou no plenário com seu celular e começou a gravar o áudio dos debates. Ao perceber a situação, o presidente da Câmara solicitou que João interrompesse imediatamente a gravação, uma vez que não havia sido concedida autorização para tal. Inconformado, João alegou que se tratava de um ato público e que, portanto, teria direito irrestrito de registrar a sessão.

Diante da situação hipotética apresentada e considerando o disposto no Regimento Interno da Câmara Municipal de Cerquilho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3709240 Português
Leia recorte de artigo a seguir publicado na revista Super Interessante, em agosto de 2025:

Resistência ______dor.
Ossos mais duros que o normal.
Músculos que crescem sem parar.
          primeira vista, isso soa como a descrição de um super-herói. Mas não é bem assim.
          seguir, conheça condições raras que podem ajudar (ou atrapalhar bastante a vida de quem as tem).

Com base na norma-padrão do emprego do acento indicativo de crase, as lacunas das frases devem ser preenchidas com:
Alternativas
Q3709239 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão de emprego do pronome e sua colocação, a expressão em destaque na frase está corretamente substituída na alternativa: 
Alternativas
Q3709238 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
Na frase – Não o colher. (4o parágrafo) – a palavra em destaque assume a mesma classe gramatical que a destacada na frase da alternativa:
Alternativas
Q3709237 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   Um rei seguia pela estrada com sua comitiva, quando viu um homem velho plantando uma arvorezinha.

     Achou aquela atitude muito estranha, já que a árvore demoraria em crescer e, quando pudesse dar frutos, o velho, na certa, não estaria mais lá para aproveitar.

    E então, o rei perguntou ao velho plantador de árvores por que insistia numa tarefa tão inútil. Ao que o homem respondeu:

    – Fico feliz em plantar, mesmo não sendo eu quem vai colher. Não estamos aproveitando hoje as árvores que foram plantadas há muitos anos? Plantar é o que importa. Não o colher.

    O rei considerou sábia a atitude do homem e, comovido, entregou um saco com muitas moedas de ouro como prêmio à sabedoria do plantador de árvores.

    E ele agradeceu dizendo:

    – Viu como são as coisas?


(Disponível em: http://www.meusonhonaotemfim.org.br/ reflexoes_view.asp?editid1=249, 04.08.2025. Adaptado)
A ideia central do texto pode ser resumida na seguinte frase popular:
Alternativas
Q3709236 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a circunstância expressa pela palavra em destaque está corretamente apresentada.
Alternativas
Q3709235 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
A alternativa em que a palavra em destaque está substituída, nos colchetes, corretamente, sem alterar o sentido do texto, é:
Alternativas
Q3709234 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta a frase de acordo com a norma-padrão de concordância e/ou de regência.
Alternativas
Q3709233 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
Para Anne, justificava-se a rigidez de horário diante da seguinte situação:
Alternativas
Q3709232 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com o texto, o desentendimento de Anne com seu parceiro acontecia, principalmente,
Alternativas
Q3709231 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Por que alguns são pontuais e outros não?


     No início do relacionamento, antes de se casarem, Anne Kelsh trabalhava de casa e gostava de preparar o jantar para o parceiro – o que ela descrevia como “o prazer do papel doméstico”.

      Ele disse que gostava de jantar às 18 horas. Para Anne, esse horário era um pouco cedo, mas ela estava disposta a se adaptar – até que percebeu que “quando ele dizia 18 horas, era 18 horas em ponto”.

      Para ela, o horário era mais uma sugestão. “Oito da noite é o horário em que a cortina sobe num espetáculo, e você precisa estar lá nesse horário”, disse. “Mas o jantar é só o jantar. É o jantar na nossa própria casa. Eu não conseguia entender esse senso de rigidez.”

     A pontualidade, após o casamento, tornou-se uma fonte constante de atrito. Anne, que sempre teve dificuldades em cumprir horários, costumava dizer: “Eu me casei com você, não entrei para o Exército.”

   Enquanto isso, o marido frequentemente se irritava com a incapacidade dela de chegar pontualmente a compromissos e encontros, um hábito que ele considerava grosseiro.

      Discussões sobre pontualidade são comuns, mas especialistas dizem que, muitas vezes, elas são apenas um reflexo de algo mais profundo: as diferentes formas de como nos relacionamos com o tempo.

     Na década de 1950, o antropólogo Edward T. Hall cunhou os termos “monocrônico” e “policrônico” para descrever diferentes atitudes culturais em relação à gestão do tempo.

  Nos países do norte da Europa e nos Estados Unidos – que Hall chamou de sociedades “monocrônicas” –, ele observou que as pessoas tendem a enfatizar prazos e a realizar tarefas de forma sequencial, completando uma antes de iniciar outra. Já na América Latina, na África e no Oriente Médio – que ele classificou como sociedades “policrônicas” –, percebeu que as pessoas se sentem mais à vontade em mudar de foco no meio de uma tarefa e são menos rígidas com horários.

    Estudos mostram que as pessoas são mais criativas, motivadas e produtivas quando trabalham em seu estilo preferido – quer alternando entre várias tarefas quer focando intensamente em uma só. Compreender sua própria relação com o tempo pode facilitar sua vida e ajudar a evitar conflitos com as pessoas ao seu redor.


(O Estado de S.Paulo, agosto de 2025. Adaptado)
De acordo com estudos realizados, sabe-se que a criatividade se manifesta de maneira mais perceptível nas pessoas que
Alternativas
Q3705910 Química
A determinação de oxigênio dissolvido (OD) pode ser feita pelo método Winkler, em que a quantidade de oxigênio presente na água é determinada indiretamente, por titulometria. Esse método se baseia nas reações químicas que são representadas pelas equações químicas do quadro, em ordem aleatória:
Imagem associada para resolução da questão
O algarismo que corresponde à reação que ocorre na etapa da titulação e o indicador usado nessa titulação são, respectivamente:
Alternativas
Q3705909 Engenharia Ambiental e Sanitária
Nas Estações de Tratamento de Efluentes (ETEs) são realizadas diferentes etapas de purificação da água residuária, combinando processos físicos, químicos e biológicos. Essas etapas são denominadas como tratamento preliminar, primário, secundário e terciário.

O tratamento secundário consiste na
Alternativas
Q3705907 Segurança e Saúde no Trabalho
O conjunto de sinalização dos ambientes de trabalho do químico são parte dos equipamentos de proteção coletiva (EPC) e seguem normas técnicas (NBR e NR).
Há um padrão de cores para cada tipo de sinalização. Considere as sinalizações presentes nos laboratórios químicos para as finalidades a seguir:

1 – Localização de caixas de primeiros socorros e equipamentos de proteção individual.
2 – Determinação do uso de equipamentos de proteção individual.

As sinalizações para 1 e 2 apresentam, respectivamente, as cores
Alternativas
Q3705905 Engenharia Ambiental e Sanitária
No contexto da toxicologia ambiental e humana, a _____ indica a quantidade de uma substância administrada diretamente ao organismo que causa a morte de 50% dos indivíduos do grupo teste.
Já a _____ representa a quantidade de uma substância presente em um meio, como ar ou água, capaz de provocar a morte de 50% dos organismos expostos a essa substância por determinado tempo.
Ambos os parâmetros são utilizados como indicadores de _____ .
Alternativas
Q3705897 Química
Um estudo da cinética reacional da formação do NO2 F a partir da interação entre os gases dióxido de nitrogênio e flúor empregou misturas reacionais e condições controladas da reação descrita na equação a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
A tabela apresenta os dados desse estudo: 
Imagem associada para resolução da questão
Essa reação é de 
Alternativas
Q3705892 Química
Em um laboratório químico, foram misturados 50 mL de uma solução de NaOH 0,8 mol/L e 50 mL de uma solução de HCl 0,6 mol/L, conforme representado na figura:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Considerando que Kw = 1 x 10–14, a 25 ºC, o pH da solução resultante após a mistura, a 25 ºC, é igual a
Alternativas
Q3705891 Química

A equação química e a constante do equilíbrio de formação da amônia a uma dada temperatura são:


Imagem associada para resolução da questão


Nessa mesma condição de temperatura, para a reação inversa dada pela equação a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


O valor numérico para a constante de equilíbrio da equação (II), K2, nessa mesma condição de temperatura, é igual a:

Alternativas
Q3705888 Química
A ilustração mostra os cilindros 1, 2 e 3, de volumes iguais, sob a mesma temperatura, contendo os gases: argônio (Ar) – cilindro 1, hélio (He) – cilindro 2 e nitrogênio (N2) – cilindro 3:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

A pressão dos gases no cilindro 1 e no cilindro 3 é igual a 1,0 atm; a pressão do gás cilindro 2 é igual a 10 atm.
Considerando que esses três gases podem ser estudados usando-se a equação do gás ideal, a comparação das suas densidades dAr, dHe e dN2, nesses cilindros, é dada por:
Alternativas
Q3705885 Noções de Informática
Um servidor público que está prestes a começar uma palestra necessita alterar a sequência dos slides de uma apresentação criada no MS-PowerPoint 2016, em sua configuração padrão.

O recurso presente no programa que permite visualizar miniaturas de todos os seus slides em uma única janela e realizar esse ajuste de forma rápida, sem precisar editar o conteúdo dos slides, é o modo
Alternativas
Respostas
5761: C
5762: A
5763: D
5764: E
5765: B
5766: A
5767: C
5768: E
5769: B
5770: D
5771: C
5772: B
5773: C
5774: B
5775: A
5776: D
5777: E
5778: C
5779: E
5780: B