Questões de Concurso Para objetiva

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Q3676789 Noções de Informática
Com relação às funcionalidades presentes no Microsoft Word 2019, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Alternativas
Q3676788 Conhecimentos Bancários
Uma nova forma de realizar pagamentos e transferências foi introduzida nos últimos anos pelo Banco Central do Brasil, a qual já representa cerca de 30% das transações financeiras realizadas no país. Essa tecnologia é chamada de:
Alternativas
Q3676786 Meio Ambiente
O dióxido de enxofre (SO2) é um poluente atmosférico emitido em processos industriais e de combustão. Nas áreas urbanas, qual das seguintes é a principal fonte de emissão desse gás?
Alternativas
Q3676785 Português
Às vezes, diferenciar uma expressão preposicionada em adjunto adnominal ou complemento nominal não é tão simples, pois pode haver duplicidade de sentido, se não houver um contexto explicativo. Nesse sentido, assinalar a alternativa na qual NÃO é possível distinguirmos o termo sublinhado em adjunto adnominal ou complemento nominal:
Alternativas
Q3676784 Português
Em relação à frase “Os melhores conselhos são os que me dão os meus avós.”, analisar os itens abaixo:
I. “Os melhores conselhos” é o sujeito.
II. “Melhores” é o núcleo do sujeito.
III. “Os melhores conselhos” cumpre função de adjunto adnominal.
Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3676783 Português
Só se pode alcançar um grande êxito quando nos mantemos fiéis a nós mesmos.” (Nietzsche)
Sobre a estruturação desse pensamento, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3676782 Português
De acordo com o gramático Celso Cunha, os “adjetivos de relação são de natureza classificatória objetiva e não admitem variação de grau.” Adjetivos de relação, então, não expressam subjetividade e não são de natureza qualificadora. Por exemplo, temos “vinho chileno”, em que “chileno” determina a origem do vinho, classificando-o como tal. Com base nisso, assinalar a alternativa em que temos a presença de um adjetivo de relação:
Alternativas
Q3676780 Português
Assinalar a alternativa na qual a regência nominal está CORRETA: 
Alternativas
Q3676779 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
No 1º parágrafo, no trecho: “[...] Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área [...]”, o verbo sublinhado só NÃO poderia ser trocado por: 
Alternativas
Q3676778 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Uma outra maneira de reescrevermos o trecho: “[...] Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. [...]” (3º parágrafo), respeitando-se a lógica textual e as normas gramaticais, é:
Alternativas
Q3676777 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Pela estruturação do texto, observa-se que ele foi organizado em quatro parágrafos. Tendo em vista a leitura dos segmentos textuais, com relação à informação apresentada, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3676776 Português
    Até cerca de 8000 a.C., as pessoas viveram como nômades, sem separar o trabalho das outras instâncias da vida. Andar de lá para cá, caçando, pescando e coletando alimentos, como frutas e raízes, era a vida e a vida era trabalho. Não se trabalhava além do necessário para a alimentação, já que ninguém pensava em acumular bens e não era possível armazenar nem transportar excedentes. Tudo era feito em comunidade. Socialização, trabalho e lazer formavam um fluxo integrado de atividades, incluindo a fabricação de armas e ferramentas muito simples. Os bandos de caçadores e coletores, que tinham de 15 a 20 pessoas, esgotavam os recursos de uma área e moviam-se para outra, de forma circular, sempre retornando aos mesmos lugares. O conteúdo lúdico nessas andanças, embora suposição, é muito provável, a julgar pelo que ocorre quando hoje as pessoas vão pescar ou fazer trilha.
    Esse estilo de vida não está tão longe de nós. Os nativos brasileiros, quando os portugueses chegaram, viviam desse jeito. Os caçadores-coletores andavam na natureza, comiam, conversavam e brincavam, apesar dos riscos oferecidos pelo terreno, pelos animais e por outros grupos. Nunca mais a vida da humanidade foi simples assim — e nem tão divertida, apesar de perigosa.
    O trabalho era dividido entre homens e mulheres. Com a expectativa de vida muito curta, as mulheres passavam a maior parte dela cuidando da reprodução, o que prejudicava sua mobilidade e capacidade de participar das atividades de caça. No entanto, elas eram mais eficientes. Especializando-se em apanhar frutas e pequenos animais, que formavam a maior parte da dieta, contribuíam mais para a sobrevivência do grupo do que a caça de grandes animais, que era praticada pelos homens. Se os homens de sua família se organizassem, seriam capazes de caçar mamutes ou javalis de vez em quando e haveria churrasco.
    Nesses bandos, a desigualdade entre os sexos era decorrente dos papéis. Os homens eram fornecedores da carne dos grandes animais, representantes nas trocas e guerreiros nos conflitos com outros grupos. Os mais velhos, com dificuldades físicas, dedicavam-se a fabricar armas e ferramentas. O insucesso de um grupo ou família em um dia não impedia que participasse do que outros haviam conseguido. A desigualdade tinha muito mais a ver com biologia do que qualquer outro critério. Não havendo acumulação de excedentes, não havia classes sociais baseadas no critério da distribuição da riqueza. O compartilhamento e a solidariedade eram precondições para a sobrevivência desses grupos. A diferenciação em classes só veio a ocorrer quando esses grupos de nômades se estabilizaram e transformaram-se em agricultores e moradores de cidades.

(Fonte: Maximiano, Amaru. 2014 — adaptado.)
Sobre os aspectos gerais do texto lido, analisar os itens:
I. Até cerca de 8000 a.C., o trabalho tinha como propósito a alimentação.
II. O nomadismo dos caçadores e coletores é associado, hoje, às atividades de pesca e de fazer trilha.
III. A desigualdade entre os sexos existente há milhares de anos era decorrente da acumulação de excedentes entre grupos.
Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3674410 Nutrição
A imagem abaixo ilustra o seguinte equipamento profissional de cozinha: 
20.png (203×231)
Alternativas
Q3674409 Nutrição
São hábitos de higiene que devem ser adotados pelo profissional da cozinha/cozinheiro:

I. Proteger devidamente o cabelo com barrete ou touca ao preparar os alimentos.
II. Usar farda própria, limpa e em boas condições.
III. Provar os cozinhados com os dedos ao preparar os alimentos.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3674408 Saúde Pública
A aquisição e a armazenagem dos produtos para alimentação escolar é uma etapa importante para garantir que os mantimentos sejam consumidos em condições seguras. Sobre os procedimentos adequados de armazenagem, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3674407 Nutrição
Ao escolher um peixe fresco para preparar alimentos, qual é a característica da cor que indica que ele está em boas condições para consumo humano? 
Alternativas
Q3674364 Eletricidade
De acordo com as informações constantes no circuito elétrico abaixo, o valor da resistência elétrica de R3 é de, aproximadamente: 
20.png (355×168)
Alternativas
Q3674362 Noções de Primeiros Socorros
Com relação aos incidentes com vítimas envolvendo eletricidade no ambiente de trabalho, analisar os itens abaixo:

I. Ao prestar os primeiros socorros em situações envolvendo vítimas de choques elétricos, uma das ocorrências possíveis nesse tipo de incidente é a alteração do ritmo cardíaco da vítima, cabendo ao socorrista ter atenção especial para essa avaliação.
II. As vítimas de choques elétricos podem apresentar sensação de formigamento no corpo.
III. As queimaduras por choques elétricos ocorrem apenas na parte externa do corpo, sendo facilmente identificadas pelos socorristas para as devidas providências.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3674360 Eletricidade
A imagem abaixo ilustra o esquema de uma instalação elétrica:
16.png (297×277)
Considerando-se a simbologia utilizada, qual dos seguintes elementos NÃO está previsto para instalação? 
Alternativas
Q3674359 Eletricidade
Nas instalações elétricas em geral, o termo “aterramento” consiste: 
Alternativas
Respostas
19201: B
19202: A
19203: B
19204: A
19205: A
19206: D
19207: A
19208: D
19209: C
19210: A
19211: B
19212: A
19213: A
19214: C
19215: C
19216: B
19217: B
19218: C
19219: D
19220: D