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Sinal para Ajuda – Combate à violência doméstica

Sinal para Ajuda é uma forma de mulheres pedirem socorro.
Para fazê-lo: 1- abra a palma da mão; 2- leve o dedão ao
centro da mão; 3- feche os outros dedos em volta do
polegar.
Imagem: ArteUOL.
Levar o polegar ao centro da mão e, depois, fechar os outros dedos em torno dele. Para muitas pessoas, esse gesto pode não chamar a atenção, mas é capaz de salvar a vida de mulheres em risco.
O Sinal para Ajuda é uma iniciativa de combate à violência doméstica, lançada em abril de 2020 pela Fundação de Mulheres Canadenses.
A ideia era usá-lo em reuniões on-line, dado o aumento da violência em casa na pandemia. Ele foi escolhido por ser simples e não deixar rastros digitais.
O gesto ganhou sucesso com a ajuda das redes sociais, que concentram um público mais jovem. O obstáculo é popularizá-lo entre os mais velhos. Um caminho é a divulgação em locais em que essas pessoas buscam informação (como na TV) e no transporte público.
O Brasil trabalha outro gesto para coibir a violência contra mulheres: o Sinal Vermelho. Desde 2021, ele é uma iniciativa do Governo Federal para pedir socorro de forma discreta. A orientação é desenhar um X na palma da mão e mostrá-lo preferencialmente em farmácias, onde os atendentes são treinados para ajudar a vítima.
Sarah Alves Moura – Universa. “Este gesto pode salvar
mulheres em risco no Carnaval, mas é pouco conhecido”.
Sinal para Ajuda – Combate à violência doméstica

Sinal para Ajuda é uma forma de mulheres pedirem socorro.
Para fazê-lo: 1- abra a palma da mão; 2- leve o dedão ao
centro da mão; 3- feche os outros dedos em volta do
polegar.
Imagem: ArteUOL.
Levar o polegar ao centro da mão e, depois, fechar os outros dedos em torno dele. Para muitas pessoas, esse gesto pode não chamar a atenção, mas é capaz de salvar a vida de mulheres em risco.
O Sinal para Ajuda é uma iniciativa de combate à violência doméstica, lançada em abril de 2020 pela Fundação de Mulheres Canadenses.
A ideia era usá-lo em reuniões on-line, dado o aumento da violência em casa na pandemia. Ele foi escolhido por ser simples e não deixar rastros digitais.
O gesto ganhou sucesso com a ajuda das redes sociais, que concentram um público mais jovem. O obstáculo é popularizá-lo entre os mais velhos. Um caminho é a divulgação em locais em que essas pessoas buscam informação (como na TV) e no transporte público.
O Brasil trabalha outro gesto para coibir a violência contra mulheres: o Sinal Vermelho. Desde 2021, ele é uma iniciativa do Governo Federal para pedir socorro de forma discreta. A orientação é desenhar um X na palma da mão e mostrá-lo preferencialmente em farmácias, onde os atendentes são treinados para ajudar a vítima.
Sarah Alves Moura – Universa. “Este gesto pode salvar
mulheres em risco no Carnaval, mas é pouco conhecido”.
A diarreia é definida formalmente como uma produção fecal de >200g/dia e uma dieta pobre em fibras (tipo ocidental); entendida, também, como fezes moles ou aquosas. Sobre isso, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.
(1) Diarreia osmótica.
(2) Diarreia secretória.
(3) Diarreia exsudativa.
( ) A eliminação ativa de íons causa perda obrigatória de água; geralmente a diarreia é aquosa, na maioria das vezes profusa, não sendo afetada pelo jejum; Na+ e K+ nas fezes se mostram elevados.
( ) A inflamação, a necrose e a descamação da mucosa colônica estão presentes nessa diarreia; em geral, as fezes contêm leucócitos, polimorfonucleares, assim como sangue oculto e macroscópico. As causas incluem infecções bacterianas.
( ) As causas incluem deficiências das dissacaridases (por exemplo: lactase), insuficiência pancreática, crescimento bacteriano excessivo, ingestão de lactulose ou sorbitol, abuso de laxativos polivalentes, síndrome do intestino curto, dentre outras.
Define-se como desidratação a contração do volume extracelular devido a perdas hidroeletrolíticas, e sua gravidade dependerá da proporção do déficit em relação às reservas corpóreas e da relação entre o déficit de água e de eletrólitos, sobretudo do sódio (Na+). A avaliação do estado de hidratação é fundamental e deve ser realizada na abordagem inicial da criança com doença diarreica aguda (DDA) por ser primordial para definição de tratamento. Sobre o exposto, analisar os itens.
I. Os sinais clínicos melhor associados à desidratação moderada-grave são enchimento capilar lentificado, redução no turgor da pele e padrão respiratório alterado.
II. A escala da Organização Mundial da Saúde (OMS) para avaliar desidratação, por sua vez, baseia-se na avaliação de nível de consciência, olhos e mucosas, sede e sinal da prega em abdome.
III. Criança de 1 a 3 anos de idade, quando desidratada por DDA, pode apresentar-se sonolenta, hipotônica, fria ou sudorética, mais ou menos comatosa.
Está CORRETO o que se afirma:
Sobre o desenvolvimento neuropsicomotor, analisar os itens.
I. O aumento da sobrevida e da prevalência das afecções crônicas trouxe maior risco para as alterações no desenvolvimento neuropsicomotor.
II. A avaliação deve ser feita de acordo com cada marco do desenvolvimento e com a faixa etária; caso aconteça falha, deve-se antecipar a consulta seguinte para iniciar a investigação.
III. Os desenvolvimentos analisados nas consultas pediátricas são desenvolvimento motor, desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento socioemocional e desenvolvimento da linguagem e comunicação.
Está CORRETO o que se afirma:
Em relação ao atendimento da criança vítima de traumatismo cranioencefálico (TCE), avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) A classificação quanto à gravidade do TCE baseia-se na Escala de Coma de Glasgow (ECG), adaptada quanto à faixa etária. Considera-se TCE grave quando ECG igual ou menor que 8; TCE moderado quando ECG entre 9 e 14; TCE leve quando ECG de 15.
( ) As fraturas na base do crânio cursam com sinais clínicos específicos, que incluem equimose retroauricular (sinal da batalha) e equimose periorbital sem trauma orbital direto (sinal de guaxinim).
( ) Todo paciente classificado com TCE moderado possui indicação de observação e monitorização em Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Uma das complicações mais comuns da primeira metade da gestação é a interrupção da gravidez antes de sua viabilidade, com feto pesando menos do que 500 gramas. Em relação ao abortamento, analisar a sentença.
O abortamento deve ser suspeitado em toda mulher em idade fértil que se apresente com sangramento via vaginal anormal (1ª parte). A associação do exame físico com a avaliação ultrassonográfica e a dosagem sérica da β-hCG permitem definir o diagnóstico e, posteriormente, classificar o quadro clínico (2ª parte). É interessante atentar para a presença de lesões no colo uterino, como lacerações ou perfurações, que possam sugerir tentativa de instrumentalização do útero com o objetivo de abortar uma gestação em curso (3ª parte).
A sentença está:
Sobre intervenções médicas na gestação que devem ser indicadas por ter benefício comprovado, analisar os itens.
I. Uso de corticoterapia antenatal entre 24 e 34 semanas de gestação em pacientes com risco de parto pré-termo.
II. Uso de sulfato de magnésio durante o trabalho de parto em gestações com menos de 32 semanas para neuroproteção fetal.
Está CORRETO o que se afirma:
O diagnóstico de diabetes mellitus gestacional (DMG) está associado a desfechos adversos da gestação. Em relação ao manejo intraparto, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.
A hiperglicemia materna durante o parto está associada à __________ neonatal, motivo pelo qual o controle glicêmico deve ser mantido durante todo o parto. Existem vários protocolos de manejo, mas o consenso é empregar insulina de curta ação e monitorizar a glicemia capilar a cada ________ horas, objetivando glicemias capilares entre ________ mg/dL.
Considerando-se a etiologia, os fatores de risco, o diagnóstico e o prognóstico das neoplasias do corpo uterino, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Em algumas circunstâncias, sobretudo em pacientes obesas, o sangramento pode não ocorrer, devido à estenose cervical, gerando a formação de hematometra ou piometra. Nesses casos, o toque vaginal e o exame abdominal eventualmente revelam massa amolecida na região hipogástrica, devido ao aumento do volume uterino. Em casos de doença avançada, pode ocorrer distensão abdominal secundária à ascite.
( ) O sangramento uterino anormal é o sintoma principal, mais comumente pós-menopáusico, estando presente em 75 a 90% dos casos, o que facilita a suspeição diagnóstica e seu reconhecimento precoce. O exame físico abdominal e pélvico geralmente é normal em pacientes nos estádios iniciais, já que não costumam apresentar útero aumentado ou doloroso.