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Q3400493 Português

Assinalar a alternativa que apresenta a figura de linguagem contida na tirinha abaixo:



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Alternativas
Q3400492 Português

Considerando-se as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:



I. Palavras que têm duas vogais juntas em sílabas diferentes continuam sendo acentuadas, como nas palavras: crêem, dêem e lêem.


II. O acento diferencial só é obrigatório no verbo “pôr” (colocar) e na forma verbal “pôde” (passado do verbo “poder”).


III. As paroxítonas com “i” e o “u” tônicos são acentuadas, como nas palavras: baiúca, bocaiúva e feiúra.



Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q3400491 Português

Da leitura do trecho abaixo, é CORRETO afirmarmos que:



“De madrugada começava pela missa da Lapa; apenas acabava ia (a/à) das 8 na Sé, e daí saindo pilhava ainda (a/à) das 9 em Santo Antônio.” (Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida). 

Alternativas
Q3400490 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400489 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3400488 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto: 


 “[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo) 

“Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo) 

Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo)




Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

Alternativas
Q3400487 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Como já explicitado no título, o autor trata do uso do celular como um vício, que atrapalha as relações interpessoais. Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3400363 Auditoria
Considerando-se que os procedimentos de auditoria são um aglomerado de técnicas utilizadas para encontrar as evidências que respaldem a opinião do auditor sobre as demonstrações contábeis, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Inspeção de documentos.
(2) Contagem física.
(3) Confirmação externa.

( ) Utilizado para confirmar bens, direitos e obrigações da empresa em poder de terceiros.
( ) Utilizado para averiguar de forma física o bem declarado no ativo das demonstrações contábeis.
( ) Utilizado para averiguar os comprovantes dos lançamentos contábeis do ativo, passivo e contas de resultado.
Alternativas
Q3400359 Legislação Municipal
Sobre a arrecadação dos tributos, em conformidade com a Lei Municipal nº 2.112/2002 — Código Tributário do Município, ela será feita por meio de:

I. Boca de cofre.
II. Cobrança amigável.
III. Rifa.
IV. Mediante ação executiva.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3400358 Direito Tributário
Sobre a imunidade ao pagamento dos impostos municipais, em concordância com a Lei Municipal nº 2.112/2002 — Código Tributário do Município, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Estabelecimentos de entretenimento.
( ) Indústria automobilística.
( ) Templos de qualquer culto.
( ) Bens e serviços da União e Estado.
Alternativas
Q3400357 Regimento Interno
No que diz respeito ao procedimento incompatível com o decoro parlamentar, de acordo com a Resolução nº 002/2015 — Regime Interno da Câmara Municipal de Vereadores, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Respeito à Mesa Diretora e prática de atos que abrangem à dignidade de seus membros.
( ) Comportamento glorificador ou decente capaz de honrar a dignidade do Poder Legislativo do Município.
( ) Uso, em discursos ou em pareceres, de expressões ofensivas a membros do Legislativo Municipal.
Alternativas
Q3400356 Regimento Interno
No que diz respeito às comissões permanentes, temporárias e externas, baseando-se na Resolução Municipal nº 002/2015 — Regime Interno da Câmara Municipal de Vereadores, assinalar as alternativas que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
As comissões _____________ são os órgãos de representação da Câmara em atos e solenidades a que deva comparecer e se extinguem com o cumprimento de sua missão.
As comissões _____________ são os órgãos normais de estudo da matéria submetida a apreciação da Câmara.
As comissões _____________ são os órgãos constituídos para estudos especializados, para inquéritos ou investigações especiais ou ainda, para representação da Câmara, no período de recesso parlamentar, e terão a duração prefixada nas resoluções que as constituírem.
Alternativas
Q3400355 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Em relação aos deveres e proibições dos servidores, em conformidade com a Lei Municipal nº 1.363/1991 — Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Deveres.
(2) Proibições.

( ) Recusar fé a documentos públicos.
( ) Representar contra a ilegalidade, omissão ou abuso de poder.
( ) Praticar usura sob qualquer de suas formas.
( ) Promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição. 
Alternativas
Q3400354 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Conforme a Lei Orgânica do Município, dependerá de voto favorável de 2/3 da Câmara de Vereadores a deliberação sobre as seguintes matérias:

I. Rejeição do parecer prévio do Tribunal de Contas do Estado sobre as contas do prefeito.
II. Pedido de intervenção no município.
III. Julgamento do prefeito e do vice-prefeito, com vistas à cassação do mandato.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3400353 Direito Administrativo
Sobre os institutos de contratação direta, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Dispensa de licitação.
(2) Inexigibilidade.

( ) Não surgiram licitantes interessados ou não foram apresentadas propostas válidas.
( ) Contratação de profissional do setor artístico, diretamente ou por meio de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.
( ) Objetos que devam ou possam ser contratados por meio de credenciamento.
( ) Bens ou serviços produzidos ou prestados no País que envolvam, cumulativamente, alta complexidade tecnológica e defesa nacional. 
Alternativas
Q3400351 Administração Financeira e Orçamentária
Em conformidade com a Lei Complementar nº 101/2000 — Lei de Responsabilidade Fiscal, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3400349 Noções de Informática
Ao revisar um documento no Word 2016, um usuário precisa adicionar comentários a algumas partes específicas. Ele conseguirá inserir comentários no texto por meio da seguinte ação:
Alternativas
Q3400348 Redes de Computadores
Qual protocolo de e-mail permite que o cliente de e-mail baixe e armazene mensagens do servidor de e-mail no dispositivo do usuário?
Alternativas
Q3400347 Pedagogia
A Tecnologia da Informação pode abranger e ser usada em vários contextos, e a sua definição pode ser bastante complexa e ampla. Porém, é utilizada para fazer o tratamento da informação, auxiliando o usuário a alcançar um determinado objetivo. Assim, ela pode ser dividida de acordo com as seguintes áreas, EXCETO:
Alternativas
Q3400346 Administração Pública
A finalidade do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) é: 
Alternativas
Respostas
8181: B
8182: B
8183: C
8184: B
8185: A
8186: B
8187: D
8188: B
8189: C
8190: B
8191: C
8192: C
8193: A
8194: D
8195: D
8196: D
8197: B
8198: D
8199: C
8200: A