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( ) No ciclo de organização da identidade dos dados da realidade, cabe ao professor organizar a identificação dos dados constatados e descritos pelo aluno para que este possa formar sistemas e encontrar as relações entre as coisas, identificando as semelhanças e as diferenças.
( ) No ciclo de consolidação da identificação dos dados da realidade, o aluno começa a estabelecer classificações e generalizações conceituais a partir das relações de semelhança e diferença.
( ) No ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento, o aluno vai adquirindo a consciência de sua atividade mental e suas possibilidades de abstração, confrontando os dados da realidade com as representações do seu pensamento sobre eles.
( ) No ciclo de ampliação da sistematização do conhecimento, o aluno toma consciência da atividade teórica e dá um salto qualitativo quando reorganiza a identificação dos dados da realidade através do pensamento teórico.
( ) No ciclo de aprofundamento da sistematização do conhecimento, os estudantes do ensino médio apreendem as características especiais dos objetos, percebendo, compreendendo e explicando que há propriedades comuns e regulares nos objetos. O aluno lida com a regularidade científica.
( ) Quatro são os objetivos da Educação Física na infância: introduzir as crianças na cultura corporal de movimento; compreender e vivenciar o significado de saúde integral; compreender o significado de lazer e suas possibilidades; e entender a linguagem corporal como forma de interação.
( ) De acordo com o princípio pedagógico de aumento da complexidade, é verdadeiro afirmar que se a exigência da atividade proposta for além das possibilidades das crianças, sua motivação tende a diminuir.
( ) A teoria de Erik Erikson para o desenvolvimento psicossocial é imprópria para se conhecer o ser humano ao longo da vida afetiva e social. Essa teoria assinala uma fase normal versus uma atípica, bem como as influências para o aparecimento dessas fases.
( ) Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo tanto influencia quanto é influenciado pelo movimento. Esse desenvolvimento envolve a memória, a formação de símbolos, a hipótese e a dedução, chegando à compreensão de regras e à resolução de problemas.
( ) Ao lançar e receber um objeto, desenvolve-se a coordenação olho-mão. Para Gallahue e Ozmun, o desempenho motor pode inibir ou melhorar significativamente o desenvolvimento das habilidades perceptivas de crianças.
I. Há uma crítica de que a Educação Física se subordina aos códigos/sentidos da instituição esportiva, fazendo com que exista, então, o esporte na escola e não o esporte da escola, o que significa que a influência do esporte não foi/é filtrada por um código próprio da Educação Física, demonstrando a falta de autonomia da área na determinação do sentido das ações em seu interior (Bracht, 1997).
II. O esporte, como instituição social, deve ser analisado a partir de suas manifestações sociais, que são condicionadas reciprocamente. São elas: esporte-educação; esporte-participação; e esporterendimento (Tubino, 2001).
III. O papel da Educação Física ultrapassa o ensinar esporte em seus fundamentos e técnicas (dimensão procedimental), mas inclui também os seus valores subjacentes (dimensão atitudinal) e quais conceitos estão ligados àqueles procedimentos (dimensão conceitual) (Darido, 2001).
IV. Para ensinar esporte é preciso considerar que as habilidades fechadas são utilizadas para dar resposta a situações de envolvimento estável, o qual permite que os executantes planejem seus movimentos antecipadamente e que as habilidades abertas aconteçam em ambientes com elevada interferência contextual, os quais requerem que os executantes adaptem seus movimentos em resposta às propriedades dinâmicas do ambiente (Schmidt, 2001).
( ) A Educação Física deve implementar as leis nº 10.639/03 e nº 11.645/08, que alteram a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96 – e instituem a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena em todo o currículo nacional.
( ) As práticas corporais, como as danças afro-brasileiras e indígenas, por exemplo, não devem ser apresentadas como conteúdos descontextualizados, mas como expressões artísticas que têm história e enraizamento socioeconômico e cultural específico.
( ) Huka-Huka, Jogo da onça, Kopu-Kopu e Uatá são práticas corporais de matrizes africanas.
( ) Marrabenta, Terra mar e Ampe são práticas corporais de matrizes indígenas.
( ) O intento da Educação Intercultural é desenvolver pensamentos, ações e relações dialógicas com/sobre os diferentes grupos humanos, em especial, compreendendo-os a partir de suas matrizes epistemológicas e culturais diferenciadas, considerando os processos históricos que os constituíram e tendo por referência os povos autóctones dos quais se originaram.
I. Os professores da educação especial são os únicos responsáveis pela inclusão escolar.
II. O ensino colaborativo apresenta resultados positivos como metodologia didática inclusiva na educação escolar.
III. O ensino colaborativo é uma perspectiva específica da Educação Física.
IV. O ensino colaborativo se mostra potente na formação inicial de professores.
V. O coensino produz parcerias significativas entre os professores de sala de aula e os de educação especial.
I. Limita-se a oferecer fundamentos para a Educação Física de modo a atender a criança em suas necessidades de movimento.
II. Preocupa-se com a educação pelo movimento, porque está fundamentada basicamente na psicologia do desenvolvimento.
III. A tarefa da Educação Física escolar é a educação para a saúde.
IV. Indica a coparticipação dos alunos nas decisões didáticas que configuram diferentes possibilidades de experiências nas aulas.
V. Propõe que o conhecimento seja abordado de modo historicizado.
VI. Utiliza a noção de sujeito capaz de crítica e de atuação autônoma.
I. A Educação Física traz diversas propostas para o debate em educação. Uma delas questiona a imobilidade corporal dos alunos em sala de aula.
II. O ensino da Educação Física, assim como de qualquer outra disciplina, deve respeitar mais as diferenças entre as crianças do que considerar as teorias de desenvolvimento pertinentes às crianças.
III. Ter sete anos não significa, necessariamente, ter as mesmas características de outras crianças dessa idade. Assim, para que os diversos ritmos de desenvolvimento das crianças sejam respeitados, as atividades propostas em um currículo devem ser flexíveis.
IV. Se a habilidade de representação mental é tão importante, a escola deve investir no exercício dessa habilidade por meio de uma atividade simbólica por excelência: o esporte.
Coluna 1
I. Fazer
II. Fruir
III. Contextualizar
Coluna 2
( ) Teatro como apreciação
( ) Teatro como comunicação e produção coletiva
( ) Teatro como produto histórico-cultural
Coluna 1
I. Jogos Teatrais
II. Jogos Dramáticos
Coluna 2
( ) Foco na resolução de problemas de atuação
( ) Liberdade investigativa
( ) Reflexão sobre a vida social
( ) Avaliação a partir do foco
( ) Instrução pela/pelo coordenadora/coordenador de fora do jogo
( ) Descobrir teatralidades na vida cotidiana.
( ) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais.
( ) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço e ritmos de movimento.
( ) Exercitar a imitação e o faz de conta.
( ) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral.
I. A produção intelectual de ativistas e de intelectuais não brancas (mulheres negras, afroamericanas, chicanas, latinas, indígenas e asiáticas) entre 1960 e 1980 passou a defender que gênero, raça e classe não operam em separado.
II. O patriarcado, o racismo e o capitalismo, como sistemas de opressão, dominação e exploração, existem e operam de forma articulada, influenciando-se mutuamente.
III. Fatores como sexualidade, geração, deficiência, nacionalidade, idioma e religião são considerados sistemas de subordinação imbricados e relevantes à análise social, a depender do contexto.
IV. O termo “interseccionalidade” foi cunhado em 1989 pela jurista estadunidense Kimberlé Crenshaw.
V. A metáfora do cruzamento entre ruas (em inglês, intersection) é empregada na configuração do conceito de interseccionalidade.