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I. A reconciliação medicamentosa reduz discrepâncias em transições de cuidado, sendo recomendada pela OMS no programa Medication Without Harm.
II. O seguimento farmacoterapêutico orienta-se exclusivamente pela prescrição médica, não contemplando análise crítica autônoma do farmacêutico.
III. A farmacovigilância hospitalar deve integrar notificações espontâneas com sistemas eletrônicos de prontuário, ampliando a detecção de eventos adversos. IV. As intervenções farmacêuticas em UTI incluem ajuste de doses em disfunções orgânicas e prevenção de interações medicamentosas de risco.
I. A bioequivalência se comprova pela sobreposição dos intervalos de confiança de 90% para Cmax e AUC dentro do intervalo 80–125%.
II. Estudos de bioequivalência podem ser dispensados (biowaiver) em fármacos BCS classe I e III com alta solubilidade e rápida dissolução.
III. Ensaios de bioequivalência devem sempre ser conduzidos em pacientes-alvo, visto que voluntários saudáveis não representam adequadamente a população clínica.
IV. A padronização estatística da bioequivalência utiliza modelos de efeito misto, com análise de variância para parâmetros log -transformados.
I. O agonismo parcial implica em eficácia intrínseca reduzida, impossibilitando atingir resposta máxima mesmo com saturação total dos receptores.
II. O antagonismo irreversível reduz a densidade de receptores funcionais, deslocando a curva doseresposta verticalmente para baixo.
III. O agonismo inverso é observado apenas em receptores sem atividade constitutiva basal, não modulando estados conformacionais alternativos.
IV. A dessensibilização ocorre por internalização ou fosforilação de receptores, reduzindo responsividade diante de estimulação persistente.