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Q3889520 Noções de Informática
Um servidor municipal compartilha fotos de patrulhamento em plataforma online, acessível de qualquer dispositivo com internet, sem precisar instalar programas no computador. Essa forma de armazenamento e acesso é chamada de:
Alternativas
Q3889519 Noções de Informática
Um profissional de segurança registra o número de ocorrências diárias em uma planilha, com cada dia em uma linha e o tipo de ocorrência em uma coluna. A célula onde se encontra o registro da ocorrência do dia 5, na coluna B, é identificada como:
Alternativas
Q3889518 História
“O governo que já vinha reprimindo as atividades da ANL obteve uma excelente razão para fechá-la. Isso ocorreu por um decreto de 11 de julho de 1935. Daí para a frente, enquanto se sucediam muitas prisões, o PCB começou os preparativos para uma insurreição. Eles resultaram na tentativa do golpe militar de novembro de 1935. O levante de 1935 — que lembra as revoltas tenentistas da década de 1920 — [...] começou a 23 de novembro no Rio Grande do Norte, antecipando-se a uma iniciativa coordenada a partir do Rio de Janeiro.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 361.)
Considerando o caráter singular do denominado “Levante Comunista” de 1935 no Rio Grande do Norte e o projeto da Aliança Nacional Libertadora (ANL), avalie criticamente as afirmativas a seguir e identifique aquela que evidencia a especificidade potiguar no contexto desse acontecimento.
Alternativas
Q3889517 História e Geografia de Estados e Municípios
“Os conflitos entre tapuias e colonos no interior do nordeste, entre fins do século XVII e inícios do XVIII, tornaram-se conhecidos, na historiografia, como Guerra dos Bárbaros. De origem tupi, a denominação tapuia se referia a vários grupos que não possuíam uma unidade linguística e cultural [...].”
(VAINFAS, Ronaldo (Org.). Dicionário do Brasil Colonial: 1500-1808. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 269.)
A chamada “Guerra dos Bárbaros” envolveu múltiplos povos indígenas e colonos em áreas que compõem o atual Rio Grande do Norte. Considerando esse processo e analisando criticamente as afirmativas a seguir, identifique aquela que expressa, de modo historicamente consistente, uma característica estrutural da formação histórica potiguar relacionada ao conflito.
Alternativas
Q3889516 Matemática

A figura abaixo ilustra um triângulo retângulo e três quadrados A, B e C de áreas, respectivamente, iguais a  A, B e C.


Imagem associada para resolução da questão


Em relação a esses quadrados, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3889512 Matemática Financeira
Considere que a inflação da cesta básica tenha sido de 2% no primeiro semestre e 3% no segundo semestre de 2025. Nestas condições, a inflação acumulada que incidiu sobre a cesta básica no ano de 2025 foi de:
Alternativas
Q3889507 Matemática
Uma equipe de 4 Guardas Municipais consegue fiscalizar 60 estabelecimentos comerciais irregulares em 5 dias, trabalhando 6 horas por dia. Sabe-se que a equipe foi reduzida para 2 Guardas e precisa fiscalizar 80 estabelecimentos, trabalhando 8 horas por dia. O total de dias que serão necessários para finalizar o trabalho é igual a:
Alternativas
Q3889506 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela [...]”
A partir da acentuação gráfica dos vocábulos assinalados, é correto dizer que:
Alternativas
Q3889505 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] continuei firme onde estava, talvez pensando assim


O termo destacado se trata de um(a):

Alternativas
Q3889504 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Acerca das conjunções em destaque, aponte a alternativa correta.
I. “[...] encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo [...]”
II. “Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer é acender a sua lâmpada.” 
Alternativas
Q3889503 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Atente-se aos verbos realçados, em I e em II, de modo a assinalar o item correto tendo por base as regras de concordância verbal.


I. “[...] enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado.”


II. “[...] por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor [...]”

Alternativas
Q3889502 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo”. Assim como em pobre-diabo, há um vocábulo formado corretamente, por hifenização, destacado na alternativa:
Alternativas
Q3889501 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Analise o tempo e modo dos verbos em destaque para demarcar o item correto.
“Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos1 o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos2 fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.”
Alternativas
Q3889500 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”


No trecho antecedente, a regência do verbo encarregar-se é:

Alternativas
Q3889499 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

O verbo demarcado em “[...] eu teria uns quatorze anos [...]” indica:
Alternativas
Q3889498 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Em se tratando das classes de palavras enumeradas, é verdadeiro afirmar que:
• “Lembro-me de que1 certa noite encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”
• “[...] fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que2 sobre ele caia a escuridão [...]” 
Alternativas
Q3889497 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Tendo por base o vocábulo destacado, nos excertos I e II, aponte a alternativa correta a seguir.
I. “Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações [...]”
II. “[...] o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo [...]” 
Alternativas
Q3916902 Saúde Pública
Atuando em conjunto com os demais profissionais, os ACE fortalecem o trabalho multidisciplinar, promovendo uma abordagem mais abrangente para a promoção da saúde e o controle de fatores de risco ambientais que afetam diretamente a saúde da população. Assinale a alternativa que corresponde às atividades típicas do ACE na vigilância e identificação de riscos à saúde.
Alternativas
Q3916901 Saúde Pública
O Programa Mais Saúde com Agente busca fortalecer a Vigilância em Saúde (VS) ao qualificar Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE). Marque a alternativa que versa sobre uma das metas do Programa Mais Saúde com Agente.
Alternativas
Q3916900 Saúde Pública
A Lei nº 13.059, de 22 de dezembro de 2014, institui o “Dia Nacional dos Agentes de Combate às Endemias”, com o objetivo de homenagear esses profissionais que compõem a equipe multiprofissional nos serviços de atenção básica à saúde. Indique a afirmativa que apresenta o dia nacional do ACE.
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: B
84: A
85: C
86: B
87: D
88: D
89: A
90: A
91: B
92: D
93: B
94: D
95: C
96: B
97: C
98: A
99: D
100: C