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A regulamentação e o controle dos serviços públicos e de utilidade pública competem sempre ao poder público
Os serviços de utilidade pública, a exemplo dos serviços de transporte coletivo, visam proporcionar aos seus usuários mais conforto e bem-estar.
Os agentes políticos cujos atos puderem configurar crimes de responsabilidade não se submetem ao regime da Lei de Improbidade Administrativa.
Os vencimentos dos servidores públicos podem ser objeto de arresto, sequestro e penhora para pagamento de dívidas comerciais
O dever de obediência impõe ao servidor a obrigação de cumprir as ordens de seus superiores e de, caso suspeite da legalidade dessa ordem, provocar novo pronunciamento da autoridade que a expediu. Nesse caso, se confirmada, a ordem deverá ser cumprida sem que isso gere qualquer responsabilidade para o servidor.
O provimento de cargos do Poder Executivo é da competência exclusiva do chefe desse poder.
Quando o juiz de direito prolata uma sentença, nada mais faz do que praticar um ato administrativo.
O erro material em decreto expropriatório constitui vício de forma do ato administrativo e determina a sua nulidade.
A construção de uma ponte pela administração pública caracteriza um fato administrativo, pois constitui uma atividade pública material em cumprimento de alguma decisão administrativa.
O conceito de ato administrativo não se confunde com o conceito legal de ato jurídico.
Os costumes, a jurisprudência, a doutrina e a lei constituem as principais fontes do direito administrativo.
A administração pratica atos de governo, pois constitui todo aparelhamento do Estado preordenado à realização de seus serviços, visando à satisfação das necessidades coletivas.
Na sua acepção formal, entende-se governo como o conjunto de poderes e órgãos constitucionais.
Os poderes do Estado são independentes e harmônicos entre si e suas funções são reciprocamente indelegáveis
As entidades que integram a administração direta e indireta do governo detêm autonomia política, administrativa e financeira.
Qualquer modificação no edital de uma licitação exige divulgação pela mesma forma que se deu o texto original, reabrindo-se o prazo inicialmente estabelecido.
Qualquer autoridade de menor grau hierárquico em uma organização pública pode iniciar um processo administrativo, desde que não tenha sido definida competência legal específica para esse fim.
Órgãos colegiados podem delegar a seus respectivos presidentes a edição de atos de caráter normativo.
O recebimento ou a percepção de vantagem econômica indevida pelo agente público no exercício de suas funções na administração pública configura ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito.
Para fixação das penas a que se sujeita o responsável pelo ato de improbidade administrativa, a autoridade judicial deve considerar a extensão do dano causado bem como o proveito patrimonial obtido pelo agente público