Questões de Concurso
Sobre português nível médio
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“Pode ser que o objeto não tenha valor sentimental algum – e isso basta”.

“nem sempre a vida oferece essa gentileza”.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.



1. “são esquecidos sem alarde” (l. 01).
2. “Talvez porque funcionem bem como ausências” (l. 03).
3. “Ou seja, nem tudo o que cai precisa avisar” (l. 18).

“seguimos caminhos distintos, tornando-nos, pouco a pouco, parte da vida de outros”.

• “___ vezes, lembramos tarde demais”.
• “o livro passa a cumprir outra função: ___ de testemunha”.
• “___ partir dali, seguimos caminhos distintos”.

• “deixamos um guarda-chuva para trá....”.
• “as perdas tra....em um recado valioso”.
• “Não por desintere....e, mas porque permanecer”.



ATENÇÃO: o texto a seguir refere-se à questão.
O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
https://exame.com/brasil/total-de-mulheres-responsaveis por-domicilios-cresce-revela-censo-2022/
ATENÇÃO: o texto a seguir refere-se à questão.
O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
https://exame.com/brasil/total-de-mulheres-responsaveis por-domicilios-cresce-revela-censo-2022/
Em “De 2010 para cá, houve uma redução na diferença...”,
o elemento destacado é
ATENÇÃO: o texto a seguir refere-se à questão.
O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
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ATENÇÃO: o texto a seguir refere-se à questão.
O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
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O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
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O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
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O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou uma mudança significativa na composição familiar do Brasil: pela primeira vez, 34,1% das mulheres aparecem como responsáveis pelos domicílios, superando o percentual de 25% que ocupa a posição de cônjuge ou companheira. Em 2010, o cenário era inverso, com 29,7% das mulheres como cônjuges e apenas 22,9% como responsáveis pelos lares.
Em termos gerais, os homens ainda são a maioria (50,9%) no comando das residências, somando 37 milhões. Entretanto, as mulheres já representam 49,1% das chefes de domicílios, que correspondem a cerca de 36 milhões de lares. De 2010 para cá, houve uma redução na diferença: naquele ano, 61,3% dos domicílios eram liderados por homens, contra 38,7% por mulheres.
Em termos de idade, a maioria dos responsáveis pelos lares é mais velha do que em 2010, o que reflete um envelhecimento geral da população. Os estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul apresentaram as maiores proporções de domicílios unipessoais, com 23,4% e 22,3%, respectivamente, indicando uma população envelhecida.
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