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Q3907892 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No período "Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo", assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação sintática do termo "ao aquecimento global". 
Alternativas
Q3907891 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No período "Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade", assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação do termo "que". 
Alternativas
Q3907890 Português
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Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
Com base no texto, analise as proposições abaixo à luz de uma leitura crítica e inferencial, e assinale a alternativa que expressa, com maior exatidão e fidelidade, a articulação entre os argumentos apresentados ao longo do texto e a tese implícita do autor.
Alternativas
Q3907889 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No período "Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais", assinale a alternativa que identifica corretamente o valor semântico-discursivo da palavra "embora".
Alternativas
Q3907888 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
Com base no processo morfológico presente nas palavras do trecho: "Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.", assinale a alternativa que identifica corretamente o processo de formação da palavra "aquecimento".
Alternativas
Q3907887 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Regresso ou progresso


Quando compramos um produto, pensamos em preço, benefício e satisfação, raramente refletindo sobre a cadeia de ações, injustiças e sofrimentos envolvidos em sua produção. Mais recentemente, passou-se a considerar a pegada de carbono, associada ao aquecimento global, como critério de avaliação do consumo.

O consumo de carne ilustra bem essa lógica: valoriza-se o paladar e o teor de proteínas, mas ignora-se o custo ambiental, social e ético desse alimento. Embora difundida como indispensável, a proteína animal não é a única fonte nutritiva, pois as proteínas estão naturalmente presentes nos vegetais.

Pesquisas indicam que dietas vegetarianas e veganas podem promover ganhos de saúde e longevidade. Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta.

Ao mesmo tempo, a competitividade econômica tem ocultado práticas de trabalho degradantes e a supressão de direitos, tratadas como questões internas de soberania. Esses fatores não conduzem ao progresso, mas a um regresso civilizatório que já não pode ser ignorado.

Texto Adaptado

MEDIOLI, Vittorio. Regresso ou progresso. O Tempo, [s.l.], 18 jan. 2026. Disponível em:

https://www.otempo.com.br/opiniao/vittorio-medioli/2026/1/18/regressoou-progresso . Acesso em: 18 jan. 2026. 
No trecho "Além disso, é necessário considerar os impactos globais da cadeia produtiva, marcada por sofrimento humano e animal, exploração, poluição e emissões que afetam todo o planeta", analise a estrutura sintática da oração "considerar os impactos globais da cadeia produtiva" e assinale a alternativa que apresenta sua classificação correta, conforme a gramática normativa e funcional contemporânea.
Alternativas
Q3907761 Português
Se liga nessa, você, que está em casa!”

Mantendo a forma de tratamento “você” no período acima, como o enunciado destacado fica correto, pela norma-padrão da Língua Portuguesa?
Alternativas
Q3907760 Português
Imagem associada para resolução da questão


CAZO. Preparativos para virada. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-preparativos-paravirada/>.


Em “Para economizar”, empregada na charge acima, a preposição destacada tem o sentido de:
Alternativas
Q3907759 Português
Assinale a alternativa cuja conjunção destacada introduz o sentido de explicação.
Alternativas
Q3907758 Português
Preencha as lacunas abaixo com “a” ou “à”, de acordo com a norma-padrão em Língua Portuguesa. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
- Estou ___ espera de um milagre econômico. - Trouxe ___ você vários brindes da empresa. - Nem tudo condiz com ___ fala de ontem.
Alternativas
Q3907757 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3907756 Português
Assinale a alternativa cujo enunciado se apresenta totalmente correto em relação à pontuação.
Alternativas
Q3907755 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está empregada em seu sentido próprio. 
Alternativas
Q3907754 Português
Você já se acostumou com a biometria facial?


    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.

    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)

    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.

    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.


AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.

“empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas.”

A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q3907753 Português
Você já se acostumou com a biometria facial?


    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.

    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)

    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.

    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.


AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.
Em “Você se acostumou com a biometria facial?”, a palavra destacada tem natureza: 
Alternativas
Q3907752 Português
Você já se acostumou com a biometria facial?


    Essa semana fiz o cadastro de biometria facial para entrar na minha própria casa. Não preciso mais de chave, nem de senha, nem chamar o porteiro. Só meu rosto. Eu olho para a câmera e a porta se abre, como mágica – ou como num desses filmes futuristas. Ainda não me acostumei: sempre sorrio e digo “obrigada”. Não sei se por educação ou por medo de que a máquina fique ofendida e me deixe do lado de fora.

    Fiquei pensando no porteiro. Ele, que por tanto tempo foi o guardião das entradas e saídas, agora é coadjuvante de um sistema que reconhece rostos, mas não reconhece pessoas. Por trás dessa eficiência tecnológica, há uma cadeia de mudanças invisíveis: empregos que desaparecem, funções que se tornam obsoletas. (...)

    No fim de semana, fui ao clube. “Senhorita, pode encostar o carro? Vamos cadastrar sua biometria facial.” Lá estava eu de novo, frente à câmera. E, de presente, também me pediram o dedo – da mão esquerda, claro, que sai da janela do motorista. A vida virou uma sucessão de pequenos cadastros. Agora, na próxima visita, basta olhar, encostar o dedo e, como num passe de mágica, a cancela vai se abrir. Não faço mais carteirinhas: faço biometrias. Mas cada dado entregue é um voto de confiança cega – nem sempre consciente – em sistemas nem sempre transparentes.

    Vejo trabalhadores registrando seus próprios desaparecimentos em vídeos tristes. Uma funcionária de supermercado, diante de caixas de autoatendimento, desabafou: “Aos pouquinhos eu vou perdendo meu emprego”. Disse com a voz baixa, como quem já sabe o desfecho. Eu mesma ainda não me acostumei. Continuo sorrindo para a câmera e dizendo  “obrigada”, talvez como lembrete de que, no fim das contas, ainda sou humana.


AZENHA, Isabele. Você já se acostumou com a biometria
facial? Ciência e Tecnologia. Disponível em
<https://agenciadenoticias.uniceub.br/ciencia-etecnologia/cronica-voce-ja-se-acostumou-com-abiometria-facial/>.
No texto “Você já se acostumou com a biometria facial?”, a frase narrativa que introduz cada um dos parágrafos se apresenta na:
Alternativas
Q3907676 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por uma comunicação mais acessível


A acessibilidade das pessoas com deficiência não se limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial garantir também uma comunicação acessível. A falta de informações adequadas coloca pessoas com deficiência, especialmente visual e auditiva, em situação de desvantagem social, afetando sua autonomia e participação plena na sociedade.

Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete de Libras são fundamentais em meios de comunicação, serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais, embora essas garantias legais ainda sejam pouco cumpridas na prática.

A ausência de acessibilidade comunicacional também se estende às universidades, que raramente oferecem materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante de um país com milhões de pessoas com deficiência, assegurar comunicação acessível não é concessão, mas condição para a igualdade, o respeito aos direitos humanos e a inclusão efetiva de toda a população.

Texto Adaptado

MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível. Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:

https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
No trecho "A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais, embora essas garantias legais ainda sejam pouco cumpridas na prática", o termo "cumpridas" concorda com:
Alternativas
Q3907675 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por uma comunicação mais acessível


A acessibilidade das pessoas com deficiência não se limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial garantir também uma comunicação acessível. A falta de informações adequadas coloca pessoas com deficiência, especialmente visual e auditiva, em situação de desvantagem social, afetando sua autonomia e participação plena na sociedade.

Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete de Libras são fundamentais em meios de comunicação, serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais, embora essas garantias legais ainda sejam pouco cumpridas na prática.

A ausência de acessibilidade comunicacional também se estende às universidades, que raramente oferecem materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante de um país com milhões de pessoas com deficiência, assegurar comunicação acessível não é concessão, mas condição para a igualdade, o respeito aos direitos humanos e a inclusão efetiva de toda a população.

Texto Adaptado

MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível. Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:

https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
No trecho "A acessibilidade das pessoas com deficiência não se limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial garantir também uma comunicação acessível.", a forma verbal "não se limita" contribui para o sentido do texto ao indicar uma ação situada na seguinte noção de tempo:
Alternativas
Q3907673 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por uma comunicação mais acessível


A acessibilidade das pessoas com deficiência não se limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial garantir também uma comunicação acessível. A falta de informações adequadas coloca pessoas com deficiência, especialmente visual e auditiva, em situação de desvantagem social, afetando sua autonomia e participação plena na sociedade.

Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete de Libras são fundamentais em meios de comunicação, serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais, embora essas garantias legais ainda sejam pouco cumpridas na prática.

A ausência de acessibilidade comunicacional também se estende às universidades, que raramente oferecem materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante de um país com milhões de pessoas com deficiência, assegurar comunicação acessível não é concessão, mas condição para a igualdade, o respeito aos direitos humanos e a inclusão efetiva de toda a população.

Texto Adaptado

MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível. Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:

https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
No enunciado "A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível", qual substituição por sinônimo preserva o sentido e a força de obrigação do trecho?
Alternativas
Q3907672 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por uma comunicação mais acessível


A acessibilidade das pessoas com deficiência não se limita à adaptação de espaços físicos, sendo essencial garantir também uma comunicação acessível. A falta de informações adequadas coloca pessoas com deficiência, especialmente visual e auditiva, em situação de desvantagem social, afetando sua autonomia e participação plena na sociedade.

Tecnologias como audiodescrição, legendas e intérprete de Libras são fundamentais em meios de comunicação, serviços públicos, hospitais e instituições privadas. A Lei Brasileira de Inclusão assegura o direito à informação acessível na saúde, na mídia e nos ambientes digitais, embora essas garantias legais ainda sejam pouco cumpridas na prática.

A ausência de acessibilidade comunicacional também se estende às universidades, que raramente oferecem materiais em formatos alternativos ao impresso. Diante de um país com milhões de pessoas com deficiência, assegurar comunicação acessível não é concessão, mas condição para a igualdade, o respeito aos direitos humanos e a inclusão efetiva de toda a população.

Texto Adaptado

MOURA, Adailton. Por uma comunicação mais acessível. Observatório da Imprensa, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:

https://www.observatoriodaimprensa.com.br/interesse-publico/por-umacomunicacao-mais-acessivel/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
Com base no texto "Por uma comunicação mais acessível", assinale a alternativa que apresenta a melhor inferência sobre a ideia central defendida pelo autor.
Alternativas
Respostas
4581: D
4582: A
4583: D
4584: A
4585: D
4586: A
4587: D
4588: C
4589: D
4590: B
4591: A
4592: B
4593: E
4594: E
4595: A
4596: C
4597: C
4598: B
4599: A
4600: D