Questões de Concurso Sobre português nível médio

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Q3967403 Português
TEXTO I


Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais


     Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.

     Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas aoenvelhecimentosão universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos: “Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença e o luto/ São somente meus”.

       A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.

       Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.

        Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”

     Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos atrás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.

        Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva”.

        Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Ó, coração, ó, coração atormentado — esta caricatura/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”

      Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.

      Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência às recomendações médicas de “fazer repouso”, o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.

        É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?

     Bernard Shaw escreveu aos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável”.

        Em mais de 50 anos de oncologia, adquiri a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.

        Feliz Ano-Novo.


VARELLA, Drauzio. Folha de S. Paulo. 31 dez. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
drauziovarella/2025/12/certos-medos-e-angustias-nao-tem-relacao-com-a-idade-e-sao-universais.shtml. Acesso em: 21 jan. 2026. (Adaptado)





TEXTO II


CONSOADA


Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.


BANDEIRA, Manuel. In: Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 223.




Assinale a alternativa em que é apresentada incorretamente a relação entre o trecho citado e a sua finalidade.
Alternativas
Q3967402 Português
TEXTO I


Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais


     Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.

     Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas aoenvelhecimentosão universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos: “Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença e o luto/ São somente meus”.

       A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.

       Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.

        Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”

     Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos atrás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.

        Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva”.

        Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Ó, coração, ó, coração atormentado — esta caricatura/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”

      Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.

      Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência às recomendações médicas de “fazer repouso”, o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.

        É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?

     Bernard Shaw escreveu aos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável”.

        Em mais de 50 anos de oncologia, adquiri a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.

        Feliz Ano-Novo.


VARELLA, Drauzio. Folha de S. Paulo. 31 dez. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
drauziovarella/2025/12/certos-medos-e-angustias-nao-tem-relacao-com-a-idade-e-sao-universais.shtml. Acesso em: 21 jan. 2026. (Adaptado)





TEXTO II


CONSOADA


Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.


BANDEIRA, Manuel. In: Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 223.




Identifique a alternativa que parafraseia corretamente o ponto de vista central do texto I. 
Alternativas
Q3967401 Português
TEXTO I


Certos medos e angústias não têm relação com a idade e são universais


     Anos atrás, eu achava que os 80 anos me encontrariam num estado de serenidade plena. Claro que não tinha a pretensão de resolver as contradições do mundo, muito menos a de decifrar os mistérios da condição humana, mas achava que estaria livre das angústias e dos desacertos existenciais que me atormentavam.

     Eu estava enganado. Os medos, a ansiedade, as frustrações e perdas atribuídas aoenvelhecimentosão universais, não importa se você tem 40 ou 70, ou 90 anos. Lord Byron escreveu aos 36 anos: “Meus dias estão nas folhas amarelas/ As flores e frutos do amor se foram/ O verme, a doença e o luto/ São somente meus”.

       A preocupação com o envelhecimento aflige a mulher e o homem moderno, muito mais do que inquietava nossos ancestrais. Eles viviam cercados por tantos perigos, que pensar nos problemas da velhice não fazia o menor sentido. Assolados por doenças graves, guerras, fome e epidemias, completar 30 anos era privilégio de poucos no tempo das cavernas.

       Embora sempre tenha havido mulheres e homens com 70 ou 80 anos, eles costumavam atingir essa idade em condições tão deploráveis que se referiam à velhice como fonte inesgotável de dores, limitações cognitivas, prazeres perdidos e decadência física.

        Montaigne escreveu há mais de 450 anos: “Que fantasia inútil esperar a morte causada pela perda dos poderes trazida pela idade avançada... Uma vez que essa é a mais rara das mortes... Nós a chamamos de natural, como se fosse contrário à natureza ver um homem quebrar o pescoço numa queda, afogar-se num naufrágio, ser dizimado pela peste ou pleurisia... Morrer em idade avançada é um evento raro, singular e extraordinário, portanto menos natural do que os outros.”

     Desde Montaigne, a expectativa de vida aumentou devagar. Num de seus textos, Machado de Assis se refere a um “velho gaiteiro de 50 anos”. Anos atrás, quem chegava aos 60 anos era sexagenário. No início da carreira, ao ouvir uma paciente dizer que tinha 70 anos, mas não se considerava velha, julguei que lhe faltasse autocrítica.

        Em meados do século 20, o crítico literário Irving Howe escreveu: “Já tendo chegado aos 60 anos, penso com frequência na morte... Algumas vezes em resposta às mensagens do corpo: uma flechada no peito, um ranger nos ossos da bacia. Outras vezes penso no desejo de mais tempo: para terminar outro livro, o fim de outro tirano para ser celebrado. As pessoas se iludem supondo que a fome de viver tenha alguma validade objetiva”.

        Com a mesma idade, William Yeats publicou o poema: “O que farei com este absurdo/ Ó, coração, ó, coração atormentado — esta caricatura/ Idade decrépita que foi amarrada a mim/ Como a cauda num cachorro?”

      Howe e Yeats morreram sem saber que, no século seguinte, os brasileiros com mais de 60 anos constituiriam a faixa etária que mais cresce. Se eles tivessem chegado a essa idade no Brasil de hoje, teriam a expectativa de viver mais 22 anos, em média.

      Ao contrário dos que se retiravam da vida ativa aos 50, em obediência às recomendações médicas de “fazer repouso”, o desafio agora é envelhecer com sabedoria, o que implica aceitar as limitações impostas pelo corpo, sem abandonar a atividade física e o desejo de experimentar o novo. É combater a vontade de desistir, de isolar-se, de achar que não vale a pena viver, de se queixar de tudo e de todos, o tempo inteiro.

        É não se irritar quando se referem a nós, velhos, com eufemismos: terceira idade, melhor idade e idoso, palavras que nos infantilizam. Você compraria um vinho idoso ou da terceira idade? Pior ainda quando dizem que temos cabeça de jovem. Como você se sentiria aos 30 se lhe dissessem que sua cabeça é de 15?

     Bernard Shaw escreveu aos 92 anos: “É mais difícil lidar com o envelhecimento do que com a morte... Acreditar na imortalidade genuína é acreditar no horror inimaginável”.

        Em mais de 50 anos de oncologia, adquiri a impressão de que quem passou a existência sem fé religiosa, como eu, aceita com mais naturalidade a ideia do eterno não-ser. Enquanto não recebo a visita da indesejável senhora, procuro conduzir a minha vida seguindo a filosofia do poeta: “Que não seja imortal posto que é chama, mas que seja infinita enquanto dure”. Ou, de acordo com a linguagem simples de seu José Araújo, carcereiro do antigo Carandiru: “Sabendo levar, doutor, a vida é uma festa”.

        Feliz Ano-Novo.


VARELLA, Drauzio. Folha de S. Paulo. 31 dez. 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/
drauziovarella/2025/12/certos-medos-e-angustias-nao-tem-relacao-com-a-idade-e-sao-universais.shtml. Acesso em: 21 jan. 2026. (Adaptado)





TEXTO II


CONSOADA


Quando a Indesejada das gentes chegar
(Não sei se dura ou caroável),
talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
— Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com os seus sortilégios.)
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta,
Com cada coisa em seu lugar.


BANDEIRA, Manuel. In: Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 223.




Com base na noção de gênero textual, o texto I classifica-se como 
Alternativas
Q3967380 Português
A concordância nominal deve ser observada rigorosamente na redação oficial. Assinale a alternativa em que o plural das cores está empregado corretamente, de acordo com a norma culta: 
Alternativas
Q3967379 Português
Leia o texto abaixo:
A água é um recurso natural essencial à vida. Apesar disso, muitas pessoas ainda desperdiçam esse recurso em atividades diárias, como lavar calçadas com mangueira ou deixar torneiras abertas. A adoção de hábitos simples pode evitar a escassez de água no futuro.
É correto afirmar, segundo o texto, que:
Alternativas
Q3967378 Português
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de frase redigida sem redundância:
Alternativas
Q3967377 Português
Leia o texto abaixo:
O consumo consciente consiste em utilizar produtos e serviços de forma responsável, evitando excessos e desperdícios. Ao escolher produtos duráveis e reduzir o consumo desnecessário, as pessoas contribuem para a diminuição da geração de lixo e para a preservação dos recursos naturais.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3967376 Português
Texto de apoio: Aviso no Mural da Fábrica
"Prezados funcionários, informamos que os novos uniformes deverão ser retirados no setor de almoxarifado após o horário de almoço. Lembramos que a entrega será feita apenas para quem apresentar o crachá de identificação."
No texto acima, as palavras destacadas (após e para) estabelecem, respectivamente, relações de: 
Alternativas
Q3967375 Português
Texto de apoio: Aviso na Recepção de um Hospital
"É terminantemente __________ a entrada de pessoas sem identificação. Solicitamos que as fotos para o crachá sejam enviadas __________ ao formulário de inscrição. Ficamos __________ agradecidos pela compreensão de todos."
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas, seguindo as normas da concordância nominal da língua portuguesa: 
Alternativas
Q3967374 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente acentuadas graficamente, de acordo com as regras da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3967373 Português
Assinale a alternativa que apresenta a concordância verbal de acordo com a norma culta da língua portuguesa:
Alternativas
Q3967371 Português
O meio ambiente é fundamental para a sobrevivência de todos os seres vivos. Sabe-se que a poluição do ar, da água e do solo causa prejuízos à saúde humana e à natureza. Logo, pequenas atitudes do dia a dia, como economizar água, separar o lixo e evitar o desperdício, contribuem para a preservação ambiental. Quando cada pessoa faz a sua parte, é possível garantir um futuro melhor para as próximas gerações.
De acordo com o texto, qual atitude ajuda a preservar o meio ambiente?
Alternativas
Q3967260 Português
Analise as frases abaixo:

I. No ano passado, ocorreram muitos transtornos no cenário político.
II. Faz dois anos que o aluno Pedro Alcântara tenta ingressar na Faculdade.
III. O pessoal perderam o horário do ônibus e tentaram pegar o trem.
IV. O ano mal começou e já foi noticiado muitos assassinatos.

Marque a alternativa correta quanto à concordância verbal na frase:
Alternativas
Q3967259 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Analise o fragmento: “Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme...”.

Marque a alternativa que apresenta a regência do verbo “necessita” nesse contexto:
Alternativas
Q3967258 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Leia a frase com atenção: “Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical das palavras sublinhadas, respectivamente:
Alternativas
Q3967257 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Todas as palavras recebem a mesma classificação no que diz respeito ao número de sílabas, na alternativa:
Alternativas
Q3967256 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Analise as alternativas abaixo e marque aquela na qual todas as palavras são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo:
Alternativas
Q3967255 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Assinale a alternativa em que as palavras, extraídas do texto, apresentam, em sequência, um dígrafo consonantal, um ditongo crescente e um ditongo decrescente:
Alternativas
Q3967254 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
O vocábulo “autoprogramar” é um exemplo de palavra formada pelo processo de:  
Alternativas
Q3967253 Português
TEXTO 01

Quanto tempo falta até as IAs criarem as próximas IAs?

    Na semana passada, o pesquisador de inteligência artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
    Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente. Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar esse processo de forma completamente autônoma.
    O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...) argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de chegarmos a esse nível.
    Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não significa necessariamente o fim do trabalho humano em ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre como ele é realizado.

(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto- -tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26. Texto adaptado.) 
Considere os elementos de comunicação empregados na construção do texto e marque a função de linguagem predominante nele:
Alternativas
Respostas
4581: B
4582: C
4583: D
4584: D
4585: A
4586: B
4587: C
4588: D
4589: B
4590: A
4591: B
4592: C
4593: A
4594: C
4595: B
4596: D
4597: C
4598: A
4599: B
4600: C