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Sobre português nível médio
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Fonte: https://www.dicio.com.br/meme/ Acesso em 06 mar 2026
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
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A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
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Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
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A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
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A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
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A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro.
Por Unifor - 15/07/2025 12h20
A inteligência artificial (IA) já deixou de ser um conceito do futuro e passou a fazer parte da realidade de diversas profissões. No mercado de trabalho, seu impacto é crescente, e tende a aumentar nos próximos anos.
Para o professor Marcos Blaque, coordenador de vestibulares e olimpíadas do colégio Darwin, entender como a IA transforma a lógica das carreiras é um passo fundamental para quem está planejando o próprio futuro profissional.
“Todas as profissões que sejam mais burocráticas ou administrativas tendem a sofrer com inovações tecnológicas porque são mais facilmente substituíveis, já vimos isso com força em áreas como telemarketing e atendimento ao consumidor”, afirma.
Por outro lado, funções que exigem reflexão crítica, criatividade ou resolução de problemas complexos se beneficiam da tecnologia como ferramenta, e não como ameaça.
Substituir ou transformar?
De acordo com Blaque, o avanço da IA não significa o fim de todas as profissões, mas sim uma profunda transformação. “Certamente isso acontecerá, na verdade já está acontecendo. Toda nova tecnologia altera o panorama do mercado de trabalho”, pontua.
Para ele, quem souber identificar essas mudanças poderá se especializar nos novos nichos que surgem, e conquistar melhores posições no futuro.
Preparação começa na escola
Na visão do professor, um dos papéis da escola atual é ensinar os alunos a ler o mercado e se preparar para ele. “Aprender o funcionamento e ler o mercado para compreender os rumos é uma tarefa da escola não somente na aplicação das disciplinas tradicionais, mas uma função primordial do Projeto de Vida – disciplina recém-implementada pela BNCC”, explica.
Ele destaca que habilidades como escolha profissional e empreendedorismo, frequentemente debatidas nesse componente, serão diretamente influenciadas pela presença da IA.
Flexibilidade será essencial
Com as mudanças constantes e a ausência de carreiras “fixas”, a flexibilidade se torna uma competência indispensável. “O profissional deve estar pronto para desenvolver habilidades além da sua área de atuação, bem como realizar transições de carreira quando necessário”, afirma.
Para ilustrar, Blaque cita o conceito de “modernidade líquida”, do sociólogo Zygmunt Bauman, como forma de compreender a fluidez atual das relações de trabalho.
IA e educação: um caminho sem garantias
Embora a inteligência artificial seja apontada por alguns como uma forma de democratizar o acesso à educação de qualidade, o professor pondera:
“Acho que essa visão não é necessariamente correta. O uso de IA pode ser benéfico, mas escolas de ponta investem pesado em trabalhos em grupo, resolução de conflitos e habilidades socioemocionais. Estas são habilidades que não possuem vínculo direto com a IA e são grandemente valorizadas pelo mercado”.
Ele lembra que outras tecnologias, como a própria internet, também foram vistas como soluções democráticas, mas nem sempre são utilizadas com esse fim.
“Creio que quem utilizar de forma adequada pode sim aprender a fazer uma melhor seleção das informações,uma visão propagada pelo professor Mário Sérgio Cortella e pelo jornalista Gilberto Dimenstein em sua obra A era da curadoria”.
Fonte: Inteligência artificial e a transformação das profissões do futuro | G1 Acesso em 06 mar. 2026.
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: Cazo
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: Cazo
I. Ao utilizar a forma verbal PREOCUPE associada ao pronome oblíquo SE, o personagem adota uma forma de tratamento direcionada à terceira pessoa (você), o que marca adequadamente o diálogo com o seu ouvinte.
II. O termo NÃO classifica-se morfologicamente como um advérbio de negação, atuando ativamente no período para alterar e inverter o sentido afirmativo original do verbo.
III. Para garantir o nível extremo de linguagem formal, as regras da Língua Portuguesa determinam que o pronome de tratamento Vossa Majestade seja utilizado de forma obrigatória em qualquer conversa com animais na natureza.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: Cazo
( ) O vocábulo PREOCUPE possui a sua separação silábica oficial estabelecida como PRE - O - CU - PE, apresentando a penúltima sílaba como a mais forte e intensa na pronúncia.
( ) A palavra BRASIL apresenta um nítido dígrafo na sua primeira sílaba, visto que as consoantes B e R formam de maneira obrigatória um único e inseparável fonema na fala.
( ) A correta separação em sílabas da palavra ARTÍSTICA divide-a normativamente em AR - TÍS - TI - CA, sendo classificada pelas regras gramaticais como uma palavra polissílaba.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: Cazo
(1a parte): Organizando esses três substantivos em estrita ordem alfabética, a sequência oficial exigida será: BRASIL, DESMATAMENTO E INCÊNDIO.
(2a parte): Os vocábulos DESMATAMENTO e INCÊNDIO são classificados na língua como substantivos do gênero masculino e, por serem terminados em vogal, formam o seu plural de modo regular com o simples acréscimo da consoante S no final.
Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.
Para responder à questão, leia a charge abaixo.

Fonte: Cazo
(1a parte): O personagem utiliza uma linguagem atenuada e irônica para minimizar a gravidade do seu ato destrutivo, classificando o fogo criminoso que consome a árvore apenas como uma intervenção da arte.
(2a parte): O símbolo do cifrão monetário estampado em sua gravata evidencia para o leitor que a verdadeira motivação para esse desmatamento não é a cultura, mas sim a profunda ganância e a busca pelo lucro financeiro.
Acerca disso, pode-se afirmar que:
Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A primeira força
O tempo voa
descabelado
olhando para chuvas
e paredes esverdeadas.
O tempo é porto
de cidades que
nunca mais se erguerão
depois de janeiros
e fomes de amanhã.
O tempo é uma tampa
de ferro lançada
violentamente
contra a dor
e a esperança.
O tempo é um livro
anfíbio de saudades
e silabas tonificadas
por dissabor
e quintais incendiados.
O tempo se perde
no tato e olfato
de uma tela arquitetada
para barcos
e beijos de amantes.
O tempo é um canhoto
entardecer iluminado
por solidões
reencharcadas
de frutos, futuros e fins
(Adaptado de: MIRAGAIA Júlio. Disponível
em: https://www.blogderocha.com.br)
Atenção: Para responder à questão, leia o texto abaixo.
A primeira força
O tempo voa
descabelado
olhando para chuvas
e paredes esverdeadas.
O tempo é porto
de cidades que
nunca mais se erguerão
depois de janeiros
e fomes de amanhã.
O tempo é uma tampa
de ferro lançada
violentamente
contra a dor
e a esperança.
O tempo é um livro
anfíbio de saudades
e silabas tonificadas
por dissabor
e quintais incendiados.
O tempo se perde
no tato e olfato
de uma tela arquitetada
para barcos
e beijos de amantes.
O tempo é um canhoto
entardecer iluminado
por solidões
reencharcadas
de frutos, futuros e fins
(Adaptado de: MIRAGAIA Júlio. Disponível
em: https://www.blogderocha.com.br)