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( ) Tanto as teorias da construção do conhecimento como as teorias da aprendizagem, com raras exceções, são desencarnadas – é o intelecto que aprende.
( ) Hoje é interessante perceber um movimento no sentido de recuperar a dignidade do corpo no que diz respeito aos processos de aprendizagem.
( ) Para as teorias crítico-superadora e crítico-emancipatória, as formas culturais dominantes do movimentar-se humano reproduzem os valores e princípios da sociedade capitalista.
( ) Até o advento das ciências do esporte nos anos 1970, o teorizar no campo da Educação Física era sobretudo de perspectiva dialógica, isto é, voltado para a intervenção ginástica sobre o corpo.
( ) A dimensão que a cultura corporal ou de movimento assume na vida do cidadão atualmente é tão significativa que a escola é chamada não a reproduzi-la simplesmente, mas a permitir que o indivíduo se aproprie dela criticamente.
I. Tem como referência a obra Metodologia do Ensino de Educação Física, do Coletivo de Autores, que considera a cultura corporal o objeto de estudo da Educação Física.
II. O conhecimento da cultura corporal deve ser apresentado ao aluno considerando o desenvolvimento da noção de plasticidade.
III. Os autores formuladores do conceito de cultura corporal buscam, com ele, sistematizar uma proposta superadora do modelo hegemônico da aptidão física na Educação Física escolar.
IV. Seus referenciais teóricos são encontrados no materialismo histórico-dialético, na pedagogia histórico-crítica e na psicologia histórico-cultural.
V. Sua proposição se orienta pela perspectiva omnilateral de formação humana.
( ) No ciclo de organização da identidade dos dados da realidade, cabe ao professor organizar a identificação dos dados constatados e descritos pelo aluno para que este possa formar sistemas e encontrar as relações entre as coisas, identificando as semelhanças e as diferenças.
( ) No ciclo de consolidação da identificação dos dados da realidade, o aluno começa a estabelecer classificações e generalizações conceituais a partir das relações de semelhança e diferença.
( ) No ciclo de iniciação à sistematização do conhecimento, o aluno vai adquirindo a consciência de sua atividade mental e suas possibilidades de abstração, confrontando os dados da realidade com as representações do seu pensamento sobre eles.
( ) No ciclo de ampliação da sistematização do conhecimento, o aluno toma consciência da atividade teórica e dá um salto qualitativo quando reorganiza a identificação dos dados da realidade através do pensamento teórico.
( ) No ciclo de aprofundamento da sistematização do conhecimento, os estudantes do ensino médio apreendem as características especiais dos objetos, percebendo, compreendendo e explicando que há propriedades comuns e regulares nos objetos. O aluno lida com a regularidade científica.
( ) Quatro são os objetivos da Educação Física na infância: introduzir as crianças na cultura corporal de movimento; compreender e vivenciar o significado de saúde integral; compreender o significado de lazer e suas possibilidades; e entender a linguagem corporal como forma de interação.
( ) De acordo com o princípio pedagógico de aumento da complexidade, é verdadeiro afirmar que se a exigência da atividade proposta for além das possibilidades das crianças, sua motivação tende a diminuir.
( ) A teoria de Erik Erikson para o desenvolvimento psicossocial é imprópria para se conhecer o ser humano ao longo da vida afetiva e social. Essa teoria assinala uma fase normal versus uma atípica, bem como as influências para o aparecimento dessas fases.
( ) Para Piaget, o desenvolvimento cognitivo tanto influencia quanto é influenciado pelo movimento. Esse desenvolvimento envolve a memória, a formação de símbolos, a hipótese e a dedução, chegando à compreensão de regras e à resolução de problemas.
( ) Ao lançar e receber um objeto, desenvolve-se a coordenação olho-mão. Para Gallahue e Ozmun, o desempenho motor pode inibir ou melhorar significativamente o desenvolvimento das habilidades perceptivas de crianças.
I. Os professores da educação especial são os únicos responsáveis pela inclusão escolar.
II. O ensino colaborativo apresenta resultados positivos como metodologia didática inclusiva na educação escolar.
III. O ensino colaborativo é uma perspectiva específica da Educação Física.
IV. O ensino colaborativo se mostra potente na formação inicial de professores.
V. O coensino produz parcerias significativas entre os professores de sala de aula e os de educação especial.
I. A Educação Física traz diversas propostas para o debate em educação. Uma delas questiona a imobilidade corporal dos alunos em sala de aula.
II. O ensino da Educação Física, assim como de qualquer outra disciplina, deve respeitar mais as diferenças entre as crianças do que considerar as teorias de desenvolvimento pertinentes às crianças.
III. Ter sete anos não significa, necessariamente, ter as mesmas características de outras crianças dessa idade. Assim, para que os diversos ritmos de desenvolvimento das crianças sejam respeitados, as atividades propostas em um currículo devem ser flexíveis.
IV. Se a habilidade de representação mental é tão importante, a escola deve investir no exercício dessa habilidade por meio de uma atividade simbólica por excelência: o esporte.
Coluna 1
I. Fazer
II. Fruir
III. Contextualizar
Coluna 2
( ) Teatro como apreciação
( ) Teatro como comunicação e produção coletiva
( ) Teatro como produto histórico-cultural
( ) Descobrir teatralidades na vida cotidiana.
( ) Explorar diferentes tecnologias e recursos digitais.
( ) Experimentar diferentes formas de orientação no espaço e ritmos de movimento.
( ) Exercitar a imitação e o faz de conta.
( ) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral.
I. A produção intelectual de ativistas e de intelectuais não brancas (mulheres negras, afroamericanas, chicanas, latinas, indígenas e asiáticas) entre 1960 e 1980 passou a defender que gênero, raça e classe não operam em separado.
II. O patriarcado, o racismo e o capitalismo, como sistemas de opressão, dominação e exploração, existem e operam de forma articulada, influenciando-se mutuamente.
III. Fatores como sexualidade, geração, deficiência, nacionalidade, idioma e religião são considerados sistemas de subordinação imbricados e relevantes à análise social, a depender do contexto.
IV. O termo “interseccionalidade” foi cunhado em 1989 pela jurista estadunidense Kimberlé Crenshaw.
V. A metáfora do cruzamento entre ruas (em inglês, intersection) é empregada na configuração do conceito de interseccionalidade.
Coluna 1
I. Acessibilidade atitudinal
II. Acessibilidade física
III. Acessibilidade comunicacional
Coluna 2
( ) Presença de rampas no espaço
( ) Peças teatrais com audiodescrição
( ) Maquetes táteis dos cenários
( ) Respeito no trato para com as pessoas com deficiência
( ) Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direito, são dotadas de razão e consciência e devem agir umas em relação às outras com espírito de fraternidade.
( ) Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos na referida Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
( ) Em determinados lugares, nem todas as pessoas têm o direito de ser reconhecidas como tal perante a lei.