Questões de Concurso

Foram encontradas 50.115 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3985360 Matemática
Um matemático está criando um calendário especial para um projeto de pesquisa. Ele decide que a data de cada evento será representada por um número de 1 a 31. Para garantir a exclusividade e a segurança dos eventos, ele estabelece a seguinte regra de codificação: A data de um evento só pode ser codificada, se for um número que, ao ser dividido por 3, 5, 7 e 11, o resto da divisão seja sempre diferente de zero. Com base nessas regras, qual é a quantidade de datas, de 1 a 31, que o matemático pode escolher para marcar seus eventos? 
Alternativas
Q3985359 Matemática
Em uma pesquisa escolar, foi registrado que o número de livros lidos pelos alunos em um ano foi 36.482. Um professor pediu aos seus estudantes que analisassem esse número, pensando no valor posicional de cada algarismo. Um dos alunos fez cinco afirmações para o professor que são apresentadas nas alternativas abaixo. Qual delas está CORRETA? 
Alternativas
Q3985358 Matemática
Uma família de quatro pessoas tem como meta economizar para comprar uma geladeira nova que custa R$ 2.400,00. Só um casal trabalha e recebe salário mensal nessa família. O salário mensal combinado do casal é de R$ 6.500,00. Eles já têm uma poupança de R$ 400,00. No último mês, as despesas fixas e variáveis da família totalizaram R$ 6.250,00. O saldo restante do salário é o valor que a família pode adicionar à poupança. Assumindo que essa rotina financeira se mantenha e que não haja imprevistos, em quantos meses a família conseguirá comprar a geladeira? 
Alternativas
Q3985357 Português
Com base no objetivo de sua produção e nos elementos que os constituem, identifique a qual gênero textual os Textos 4 e 5 pertencem. 
Alternativas
Q3985356 Português
Assinale a alternativa cuja relação de sentido indicada entre colchetes está CORRETA acerca do trecho transcrito dos Textos 4 e 5. 
Alternativas
Q3985355 Português

Texto 3


Txt._8.png (802×244)


Disponível em: https://artedafisicapibid.blogspot.com/. Acesso em: 14 set. 2025. 

Observando os elementos não verbais da tirinha (Texto 3), é CORRETO afirmar que a expressão “temperatura indefinida” se relaciona com 


Alternativas
Q3985354 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

Levando em conta as ideias apresentadas e o propósito de sua produção, é CORRETO afirmar que o Texto 2 exerce uma função principalmente 
Alternativas
Q3985353 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A seguir, são transcritos trechos do Texto 2, com alguns pares de palavras e/ou expressões grifadas. Assinale a alternativa em que o par grifado tem uma relação de sinonímia, isto é, de equivalência nesse texto. 
Alternativas
Q3985352 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

No início do Texto 2, é apresentado Paulo Moutinho, que será entrevistado pelo Portal Lunetas. Qual é o objetivo principal dessa apresentação? 
Alternativas
Q3985351 Português

Texto 2 



       Você sabia que a governança climática é um conceito fundamental para compreender nosso passado, presente e futuro? Ela nos desafia a estender nosso olhar, sobretudo, para as próximas gerações. O mergulho nesse tema nos ajuda a aterrissar na discussão e desvendar uma série de outros assuntos interligados como educação, democracia e cidadania climática.



        Para esclarecer essa “teia” tão importante quando pensamos em caminhos e soluções para privilegiar uma educação que promova a preservação do meio ambiente, o Lunetas convidou Paulo Moutinho, ecologista e cofundador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM Amazônia), para uma conversa sobre governança climática. Moutinho é um dos poucos cientistas do Brasil que traz ativamente a pauta da participação da infância e juventude como peça-chave para alavancar a governança climática.




Lunetas – Por que a governança climática é fundamental para entendermos a cidadania climática, ambos conceitos ainda um pouco nebulosos até para ambientalistas?


Paulo Moutinho – Há uma fragmentação de informações e há também informações desencontradas sobre o debate histórico em volta da mudança do clima. Ao longo da história, acordos, decisões e arranjos de governança vêm sendo feitos com parte de informações científicas do processo. Isso é uma característica muito específica da Convenção do Clima da ONU, por exemplo. Você tem o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), grupo de cientistas que monitora as mudanças climáticas, suas implicações e riscos, e tem o pessoal tomando as decisões. Esse caminhar paralelo entre política e ciência é um dos grandes problemas, pois as informações e os resultados dessas decisões chegam na sociedade de uma maneira muito confusa. E, além de confusa, muito dinâmica também, porque é uma coisa que vai mudando rapidamente, e você não consegue acompanhar.



A governança climática nos provoca a pensar transparência e participação social nas decisões. Nesse sentido, você sempre traz a pauta da inclusão de crianças e adolescentes para o protagonismo decisório. Como essa inclusão pode se dar?


PM – Inclusão é fundamental, especialmente de crianças e adolescentes. Mas essa participação tem sido conseguida à força, porque, literalmente, não há nem o espaço tradicional, por exemplo, para povos indígenas ou para os movimentos ambientalistas. Então, aquilo que deveria ser inclusivo para preparar as próximas gerações para debater o problema de mudança do clima, a crise de biodiversidade, de direitos, por exemplo, não acontece. Se o assunto é muito complexo, ninguém (você, eu, as crianças, os jovens) vai conseguir contribuir a contento. Portanto, há o discurso “deixa com a gente, a gente entende e depois vamos achar a melhor opção”. Só que a realidade mostra que os líderes mundiais têm tomado as piores decisões até agora.




Em linhas gerais, afinal, o que significa cidadania climática na teoria e na prática? Como foram os caminhos e inquietações que te levaram a criar esse conceito?


PM – O que temos feito no IPAM é construir essa ideia de cidadania climática baseada na participação de grupos fundamentais, como crianças e adolescentes. Estamos há três décadas discutindo a questão climática e só temos insucessos no processo. Embora haja muita informação acumulada, temos uma crise enorme de oportunidades para acessar essas informações. A gente trabalha aumentando a quantidade de informações empilhadas em livros, mas sem mecanismos que permitam o acesso a essas informações de uma maneira inclusiva. E quem mais sofre com isso são as crianças e os jovens porque não há formatação para que eles tenham acesso. 



Disponível em: https://lunetas.com.br/paulo-moutinho/. Acesso em: 15 set. 2025. Excertos adaptados.

A partir da leitura do Texto 2, assinale a alternativa CORRETA a respeito das ideias e dos recursos que o compõem. 


Alternativas
Q3985350 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
O final da história em quadrinhos busca provocar o riso a partir de uma quebra de expectativa, uma vez que se espera que o café esteja quente, porém ele está frio.
Analisando contexto do Texto 1, o que ocasionou essa situação? 
Alternativas
Q3985349 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.

No 5º quadrinho do Texto 1, Garfield expressa: “Estou derretendo!”.

Uma outra forma de dizer isso, mantendo a mesma intenção no significado da expressão, seria:


Alternativas
Q3985348 Português
Você já parou para pensar em como o calor e o aquecimento global afetam nosso cotidiano? Nesta avaliação, vamos ler alguns textos que nos mostram os impactos do aumento das temperaturas e poderemos refletir sobre a nossa responsabilidade em relação ao meio ambiente.


Texto 1 

Txt._1 a 3.png (679×473)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/824862487993811195/. Acesso em: 14 set. 2025.
Com base na leitura do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA sobre as ideias e os elementos que o compõem.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888521 Direitos Humanos
O Brasil ratificou a Convenção Americana sobre Direitos Humanos (CADH – Pacto de San José da Costa Rica) em 1992, após aprovação pelo rito ordinário. Em 2020, o Congresso Nacional aprovou e o Presidente sancionou uma Lei (Lei X) que restringe um direito fundamental previsto na CADH e que não possui previsão no texto constitucional originário. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888520 Direito Constitucional

Nos termos da Constituição Federal de 1988, acerca do processo legislativo, assinale a alternativa CORRETA:


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888519 Legislação Estadual
São penas disciplinares previstas na Lei Complementar Estadual 46/1994, que institui o Regime Jurídico Único dos servidores públicos civis da administração direta, das autarquias e das fundações públicas do Estado do Espírito Santo, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888518 Direito Processual Penal
Jonas foi preso preventivamente por suspeita de participação em crime de furto qualificado. Ele foi recolhido em um presídio estadual que apresenta superlotação e infraestrutura precária. Durante a custódia, Jonas é colocado em uma cela junto com detentos que já foram condenados por crimes graves e com um adolescente infrator que aguarda vaga em estabelecimento socioeducativo. Além disso, seu irmão sofre um grave acidente, e o Diretor do presídio nega a Jonas o direito de ser informado ou de tentar visitá-lo, alegando "motivos de segurança máxima e falta de recursos humanos para escolta". Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888517 Direito Administrativo
Acerca dos atos administrativos, marque a alternativa que indica corretamente aqueles que, em princípio e potencialmente, podem ser revogados:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888516 Direito Penal

À luz do Estatuto do Desarmamento, é CORRETO afirmar que:


Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDCAP Órgão: SEJUS-ES Prova: IDCAP - 2025 - SEJUS-ES - Policial Penal |
Q3888515 Direito Penal
O réu Caio foi condenado em primeira instância, em janeiro de 2024, na pena mínima do crime X, que era de 5 (cinco) anos de reclusão. Em março de 2024, enquanto o recurso de apelação ainda estava pendente de julgamento e antes do trânsito em julgado da sentença, entrou em vigor uma Lei Federal que diminuiu a pena mínima do crime de X para 2 (dois) anos de reclusão. Em agosto de 2024, após o trânsito em julgado da condenação, uma nova lei (Lei Zeta) revogou o crime de X. Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
3221: B
3222: C
3223: C
3224: B
3225: D
3226: E
3227: B
3228: B
3229: E
3230: A
3231: C
3232: C
3233: D
3234: E
3235: C
3236: D
3237: B
3238: A
3239: E
3240: C