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Q3676089 Matemática
Às 6h, um termômetro marcava −3 °C. Até as 10h a temperatura aumentou 5 °C e, até as 14h, diminuiu 7 °C. Qual a temperatura às 14h?
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Q3676088 Matemática
Numa promoção, uma camisa de R$ 120,00 recebeu 20% de desconto e, no caixa, ainda ganhou mais 10% sobre o valor já reduzido. Determine o valor que pago ao final.
Alternativas
Q3676087 Português
A Fonologia é a área da gramática encarregada de estudar como se comportam os sons em uma língua. Sabendo disso, indique o item que informa corretamente a quantidade fonemas exata da sua respectiva palavra.
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Q3676086 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
No período “Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados”, a vírgula destacada foi empregada 
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Q3676085 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Ao observar a acentuação das palavras - além, gênero, didáticos, bíblia – é correto afirmar que

I. “Além” - é oxítona terminada em “M”.
II. “Didáticos”- é paroxítona terminado em “O”(s).
III. “Bíblia” - é paroxítona terminada em ditongo crescente.
IV. “Gênero e didáticos” - são palavras proparoxítonas.
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Q3676084 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores...”, a expressão “em sintonia” significa
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Q3676083 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Sobre os encontros vocálicos presentes nas palavras “primeira - série – leem - conclui”, é correto afirmar que

I. Em “leem”, ocorre um hiato.
II. Em “primeira”, ocorre um tritongo.
III. Em “conclui”, ocorre um ditongo decrescente.
IV. Em “série”, ocorre o mesmo tipo de encontro vocálico da palavra “primeira”. 
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Q3676082 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024”, o pronome pessoal “ela” foi empregado no texto para fazer referência a que outro termo citado anteriormente?
Alternativas
Q3676081 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Marque a alternativa na qual todas as palavras são formadas por encontros consonantais:
Alternativas
Q3676080 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores”, a partícula “que” pode ser classificada como
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Q3676079 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
Em “O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos”, a locução conjuntiva destacada empregada no período tem a função de
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Q3676078 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
No trecho “A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro”, exercem função de adjetivo ou locução adjetiva as seguintes palavras:
Alternativas
Q3676077 Português
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O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
“A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.” Ao comparar os dados apresentados no trecho em destaque com o resultado final da pesquisa, pode-se concluir que 
Alternativas
Q3676076 Português
Texto


O Brasil que lê menos: pesquisa aponta perda de quase 7 milhões de leitores em 4 anos; veja raio X 6ª edição do levantamento "Retratos da Leitura no Brasil" aponta ainda que menos entrevistados apontam a escola como lugar de prática de leitura.


Por Emily Santos, g1 – Em 19/11/2024


      A leitura de livros está sendo praticada por menos pessoas no Brasil: divulgada nesta terça-feira (19), a 6ª edição da "Retratos da Leitura no Brasil" aponta que 53% dos entrevistados não leram nem mesmo parte de uma obra nos três meses anteriores à pesquisa.

     É a primeira vez na série histórica que o levantamento conclui que a maioria dos brasileiros não leem livros.

    O levantamento considera tanto a leitura de livros impressos quanto digitais, além de não restringir qualquer gênero, incluindo didáticos, bíblia e religiosos. (A pesquisa apontou quais obras e autores foram os preferidos dos entrevistados: a lista tem um livro religioso no topo e escritores famosos como os mais citados).

    "Se considerarmos somente livros inteiros lidos, no período de três meses anteriores à pesquisa, o percentual de leitores é ainda menor, de 27% dos brasileiros", afirma a pesquisa.

    O número de não leitores verificado em 2024 representa um aumento de cinco pontos percentuais em relação ao de 2019, que era a edição mais recente da pesquisa. Os dados deste ano são os que apresentam o maior total de "não-leitores" na série histórica do levantamento, que começou em 2007. 

    A "Retratos da Leitura" é considerada a pesquisa mais abrangente na tarefa de medir o comportamento do leitor brasileiro. Ela foi feita pelo Instituto Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria) e ouviu 5.504 entrevistados durante visitas domiciliares em 208 municípios entre 30 de abril e 31 de julho de 2024.

    Considerando a estimativa populacional brasileira, os dados apontam que o país tem atualmente 93,4 milhões de leitores (considerando a população com cinco anos ou mais). Nos últimos quatro anos, houve uma redução de 6,7 milhões de leitores no país, de acordo com os dados.

    A leitura motivada pelo gosto diminui quanto maior a faixa etária dos indivíduos. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 38% dizem ler por esse motivo. Durante a adolescência e até os 24 anos, esse índice varia de 31% a 34%.

    “Essa redução está em sintonia e pode explicar os demais resultados de queda no percentual de leitores e na média de livros lidos. (...) Esses dados revelam que estamos perdendo esses potenciais leitores, que disseram gostar muito ou gostar um pouco de ler. O que nos faz perguntar o que estamos deixando de fazer para manter esse interesse”, afirma Zoara Failla, coordenadora da pesquisa. (...)


Disponível em https://g1.globo.com/educacao/noticia/2024/11/19/obrasil-que-le-menos-pesquisa-aponta-que-pais-perdeu-quase-7- milhoes-de-leitores-em-4-anos-veja-raio-x.ghtml
De acordo com as informações contidas no texto em análise sobre a leitura no Brasil, é correto afirmar que
Alternativas
Q3675145 Direito Tributário
Em 2025, o governo federal editou um decreto para aumentar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Sobre esse assunto, assinale a alternativa com um fato correto acerca do tema. 
Alternativas
Q3675144 Legislação Municipal
De acordo com o Art. 45 da Lei Orgânica, o vereador poderá licenciar-se somente nas hipóteses abaixo listadas. Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3675143 Geografia
O estado de Santa Catarina, localizado na região Sul do Brasil, faz fronteira com outros estados brasileiros e também com um país vizinho. Assinale a alternativa que apresenta corretamente todos os seus limites territoriais.
Alternativas
Q3675142 História
Em relação à História do Brasil, no período da República Velha (1889-1930), assinale a alternativa que melhor descreve uma característica marcante desse período.
Alternativas
Q3675141 Saúde Pública
Em 2025, o Brasil avançou em medidas de combate à dengue, após registrar números alarmantes de casos nos anos anteriores. Uma das estratégias do Ministério da Saúde foi:
Alternativas
Q3675140 Português

O ChatGPT está nos deixando burros?



Em 2008, a revista americana The Atlantic provocou debate ao publicar uma matéria de capa que perguntava se o Google estava nos deixando burros. No artigo de quatro mil palavras, que depois se transformou em livro, o autor Nicholas Carr defendia que sim, sustentando que os mecanismos de busca prejudicavam a capacidade dos americanos de pensar de forma profunda e reter conhecimento.


A principal preocupação de Carr era a constatação de que as pessoas já não precisavam memorizar ou aprender fatos quando podiam simplesmente pesquisá-los online. Havia um fundo de verdade nesse receio, embora os buscadores ainda exigissem pensamento crítico para interpretar e contextualizar os resultados.


Hoje, a mudança tecnológica é ainda mais radical. Com o avanço das ferramentas de inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, não apenas terceirizamos a memória, mas também o próprio processo de pensar. Essas ferramentas não se limitam a resgatar informações: elas criam, analisam e resumem conteúdos. Trata-se de uma inovação crucial, pois é a primeira vez que uma tecnologia apresenta potencial para substituir o pensamento e a criatividade humanos. Surge, então, a questão inevitável: o ChatGPT está nos deixando burros?


À medida que mais pessoas delegam tarefas cognitivas às máquinas, é necessário refletir sobre o que se ganha e o que se perde.


A inteligência artificial generativa altera o modo como acessamos e processamos informação. Muitos a utilizam em substituição à análise de fontes, à comparação de pontos de vista e à resolução de ambiguidades, já que ela oferece respostas rápidas e elaboradas. A eficiência é indiscutível, ainda que nem sempre os resultados sejam precisos. Essa facilidade, contudo, cobra um preço: ao permitir que a IA pense por nós, corremos o risco de enfraquecer a capacidade de raciocinar criticamente, resolver problemas complexos e aprofundar nosso envolvimento com o conhecimento.


A diferença está, portanto, no modo de uso. Quem se apoia na IA sem questionamento acaba se acomodando intelectualmente, aceitando respostas prontas sem avaliar premissas, buscar alternativas ou aprofundar análises. Mas quem utiliza o ChatGPT como apoio complementar encontra nele um recurso poderoso para despertar curiosidade, gerar ideias, esclarecer temas complexos e fomentar debates.


A questão não é se a IA nos torna mais inteligentes ou mais limitados, mas como a utilizamos. A inteligência artificial generativa serve como parceira que potencializa a inteligência humana, e não como substituta. Isso implica usá-la como ferramenta de apoio a uma pesquisa, não como atalho. As respostas devem ser vistas como ponto de partida para o pensamento, nunca como conclusão definitiva.


O crescimento explosivo do ChatGPT, que atingiu cem milhões de usuários apenas dois meses após o lançamento, colocou a sociedade diante de uma encruzilhada. Um caminho conduz à decadência intelectual, em que deixamos de pensar por conta própria. O outro oferece a possibilidade de expandir nossas capacidades cognitivas por meio de uma colaboração produtiva com a IA, aproveitando sua força para ampliar a nossa.


É comum ouvir que a inteligência artificial não vai roubar empregos, mas alguém que sabe utilizá-la, sim. Este texto começou com a indagação: o ChatGPT está nos deixando burros? Mas convém terminá-lo com outra: como usaremos o ChatGPT para nos tornarmos mais inteligentes? Em última instância, a resposta não depende da ferramenta, mas de quem a utiliza.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwygyg3x62vo.adaptado.

O texto discute os impactos do ChatGPT na cognição humana, ponderando se a inteligência artificial generativa pode representar risco ou oportunidade, a depender da forma como é utilizada.

De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
14961: D
14962: B
14963: B
14964: D
14965: C
14966: A
14967: A
14968: C
14969: D
14970: B
14971: D
14972: B
14973: C
14974: A
14975: C
14976: D
14977: B
14978: A
14979: D
14980: A