Considerando-se a amofinação com a
perda de peso, característica da sociedade
contemporânea, podem-se explorar segmentos
em que esta condição ganha contornos atinentes.
O problema da obesidade turgesceu-se na
sociedade ocidental, e de forma congênere, na
brasileira, em que o arquétipo feminino está
tácito em imagens de mulheres magras, esguias e
sensuais. Observou a pesquisadora Joana Novaes
do Núcleo de Doenças da Beleza, da PUC – Rio:
“Os problemas com a má aparência e,
certamente, a gordura figuram entre os piores
tipos de incúrias com o corpo. São concebidos
como uma quebra das regras e convenções
estabelecidas pela sociedade em determinado
contexto, traduzindo um modo inadequado de
relacionamento com o corpo, no qual estão
excluídos exercícios físicos regulares, esforço,
disciplina, contumácia e autoestima. Aos poucos,
a obesidade assume lugar de discriminação,
chegando aos dias atuais como uma das mais
radicais formas de exclusão que já não é mais
descriminada [...]”.
Fonte: Adaptado de Rocha, A.; Ferreira, J. B.; Silva, J. F.
Administração de marketing. São Paulo: Atlas, 2012.
Dentro dos ponderamentos de Joana Novaes, a
má aparência e a gordura apresentam uma
relação com o corpo feminino. Assim, como
essas variáveis são consideradas?
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