Questões de Concurso Público Prefeitura de Jundiaí - SP 2025 para Professor II - Geografia
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(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)
Considerando o texto, a melhor forma de acompanhar os(as) estudantes em processos avaliativos deve ocorrer
(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)
A respeito do assunto, Hoffmann cita o relato de um professor, o qual diz que ao solicitar aos alunos de 6a série (hoje 7o ano) que narrassem as histórias de suas famílias, percebeu a grande dificuldade que tinham em realizar tal tarefa. Nesse contexto, para evitar as tarefas objetivas, de acordo com Hoffmann, é necessário que as tarefas avaliativas
Um mapa dá uma imagem incompleta do terreno. Ele nunca é uma reprodução tão fiel como pode sê-lo, por exemplo, uma fotografia aérea. Mesmo o mais detalhado dos mapas é uma simplificação da realidade. Ele é uma construção seletiva e representativa que implica o uso de símbolos e de sinais apropriados. Há muito tempo sabe-se construir globos terrestres e mapas do mundo inteiro. Mas para que sejam cômodos, eles devem ter dimensões reduzidas. Então perdem, em riqueza de detalhes, o que ganham em manuseabilidade. É por isso que, para o uso corrente, preferem-se mapas que tratem apenas de uma parte restrita da superfície terrestre: planos de municípios ou de cidades, cartas topográficas de base ou derivadas, mapas de conjunto de um país ou de um continente.
(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
As considerações presentes no texto acentuam a importância primordial, nos mapas,
Conforme o Glossário Francês de Cartografia, um símbolo é a “representação gráfica de um objeto ou de um fato sob uma forma sugestiva, simplificada ou esquemática, sem implantação rigorosa”. De acordo com suas características específicas, os símbolos dividem-se em várias categorias:
Símbolos cartográficos

1. sinais convencionais;
2. sinais simbólicos;
3. pictogramas;
4. ideogramas;
5. símbolos regulares;
6. símbolos proporcionais.
(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
Pictogramas e ideogramas significam, respectivamente:
Os dois terços da superfície da terra submersa nas águas oceânicas eram praticamente desconhecidos até duas décadas atrás. As pesquisas geológicas e de oceanografia física permitiram grande avanço no conhecimento a respeito do relevo, da litologia e da dinâmica geotectônica do fundo oceânico. O entendimento do relevo do fundo oceânico, tal como hoje se apresenta, deve levar em conta dois fatores importantes: a profundidade e as formas predominantes. Desse modo, divide-se o relevo em três grandes unidades.
(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.
São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)
As três grandes unidades do relevo oceânico referidas por Ross, são:
A extração de minerais nobres concentra-se principalmente nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Pará, Mato Grosso e Rondônia.
(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.
São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)
A geologia antiga e estável do Brasil está relacionada à distribuição de minerais nobres como ouro, prata, platina e diamante, entre outros, e explica por que essas jazidas se concentram em certos estados e não em outros. A extração de minerais nobres está associada basicamente às áreas de
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008)
De acordo com Milton Santos, um objeto não é determinado por outro objeto, isto é, não é a mera presença de um objeto que define a presença do outro. O que determina os objetos
Com a modernização contemporânea, todos os lugares se mundializam. Mas há lugares globais simples e lugares globais complexos. Nos primeiros apenas alguns vetores da modernidade atual se instalam. Nos lugares complexos, há profusão de vetores: desde os que diretamente representam as lógicas hegemônicas, até os que a elas se opõem. São vetores de todas as ordens, buscando finalidades diversas, às vezes externas, mas entrelaçadas pelo espaço comum.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo;
razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008. Adaptado)
De acordo com Milton Santos, os lugares complexos geralmente coincidem com
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
De acordo com José Willian Vesentini, existe uma ideia de que a geografia, na educação básica, deve simplificar e reproduzir os conteúdos produzidos nas universidades, o que acaba por gerar currículos que são, muitas vezes, impraticáveis. Para esse autor, o fundamental para a geografia que se ensina nas escolas é
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)
Os PCNs acabaram por se sobrepor a guias ou propostas curriculares estaduais ou municipais, e seu grande mérito foi