Questões de Concurso Público Prefeitura de Jundiaí - SP 2025 para Professor II - Geografia

Questões Discursivas

Foram encontradas 50 questões

Q4197031 Pedagogia
O ensino de história e geografia deve ter um cenário avaliativo diferente da prática tradicional, no sentido de que as tarefas avaliativas propostas deverão privilegiar e valorizar, principalmente, expressões singulares de noções de tempo e lugar, construídas pelos estudantes, o aprender a ser e conviver em determinado espaço de pertencimento, a formação de identidades, da própria cidadania.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


Considerando o texto, a melhor forma de acompanhar os(as) estudantes em processos avaliativos deve ocorrer
Alternativas
Q4197032 Pedagogia
Cabe ao professor ter parâmetros claros de aprendizagem frente a tarefas e trabalhos, sem cair no risco das tarefas avaliativas desarticuladas de propostas pedagógicas multidimensionais, como testes objetivos, que não lhe permitirão obter indicadores qualitativos necessários para o acompanhamento da evolução de saberes diversos e complexos construídos pelos alunos.

(ESTEBAN, Maria Teresa. HOFFMANN, Jussara. SILVA, Janssen Felipe. (ORGs). Práticas Avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Capítulo 3, p. 53 a 64. Mediação. 2013. Adaptado)


A respeito do assunto, Hoffmann cita o relato de um professor, o qual diz que ao solicitar aos alunos de 6a série (hoje 7o ano) que narrassem as histórias de suas famílias, percebeu a grande dificuldade que tinham em realizar tal tarefa. Nesse contexto, para evitar as tarefas objetivas, de acordo com Hoffmann, é necessário que as tarefas avaliativas
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Q4197033 Geografia

Um mapa dá uma imagem incompleta do terreno. Ele nunca é uma reprodução tão fiel como pode sê-lo, por exemplo, uma fotografia aérea. Mesmo o mais detalhado dos mapas é uma simplificação da realidade. Ele é uma construção seletiva e representativa que implica o uso de símbolos e de sinais apropriados. Há muito tempo sabe-se construir globos terrestres e mapas do mundo inteiro. Mas para que sejam cômodos, eles devem ter dimensões reduzidas. Então perdem, em riqueza de detalhes, o que ganham em manuseabilidade. É por isso que, para o uso corrente, preferem-se mapas que tratem apenas de uma parte restrita da superfície terrestre: planos de municípios ou de cidades, cartas topográficas de base ou derivadas, mapas de conjunto de um país ou de um continente.


(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)



As considerações presentes no texto acentuam a importância primordial, nos mapas,

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Q4197034 Geografia

Conforme o Glossário Francês de Cartografia, um símbolo é a “representação gráfica de um objeto ou de um fato sob uma forma sugestiva, simplificada ou esquemática, sem implantação rigorosa”. De acordo com suas características específicas, os símbolos dividem-se em várias categorias:



Símbolos cartográficos


Imagem associada para resolução da questão


1. sinais convencionais;


2. sinais simbólicos; 


3. pictogramas; 

 

4. ideogramas;


5. símbolos regulares;  


6. símbolos proporcionais.


(JOLY, F. A Cartografia. 10 ed. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)



Pictogramas e ideogramas significam, respectivamente:

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Q4197035 Geografia

Os dois terços da superfície da terra submersa nas águas oceânicas eram praticamente desconhecidos até duas décadas atrás. As pesquisas geológicas e de oceanografia física permitiram grande avanço no conhecimento a respeito do relevo, da litologia e da dinâmica geotectônica do fundo oceânico. O entendimento do relevo do fundo oceânico, tal como hoje se apresenta, deve levar em conta dois fatores importantes: a profundidade e as formas predominantes. Desse modo, divide-se o relevo em três grandes unidades.


(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.

São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)



As três grandes unidades do relevo oceânico referidas por Ross, são:

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Q4197036 Geologia

A extração de minerais nobres concentra-se principalmente nos Estados de Minas Gerais, Goiás, Pará, Mato Grosso e Rondônia.


(ROSS, Jurandyr L. Sanches (Org.) Geografia do Brasil. 5.ed.

São Paulo: EDUSP, 2005. Adaptado)



A geologia antiga e estável do Brasil está relacionada à distribuição de minerais nobres como ouro, prata, platina e diamante, entre outros, e explica por que essas jazidas se concentram em certos estados e não em outros. A extração de minerais nobres está associada basicamente às áreas de

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Q4197037 Geografia
Sem dúvida, o espaço é formado de objetos; mas não são os objetos que determinam os objetos.
(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo; razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008)

De acordo com Milton Santos, um objeto não é determinado por outro objeto, isto é, não é a mera presença de um objeto que define a presença do outro. O que determina os objetos
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Q4197038 Geografia

Com a modernização contemporânea, todos os lugares se mundializam. Mas há lugares globais simples e lugares globais complexos. Nos primeiros apenas alguns vetores da modernidade atual se instalam. Nos lugares complexos, há profusão de vetores: desde os que diretamente representam as lógicas hegemônicas, até os que a elas se opõem. São vetores de todas as ordens, buscando finalidades diversas, às vezes externas, mas entrelaçadas pelo espaço comum.


(SANTOS, Milton. A Natureza do espaço: técnica e tempo;

razão e emoção. São Paulo: EDUSP, 2008. Adaptado)



De acordo com Milton Santos, os lugares complexos geralmente coincidem com

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Q4197039 Pedagogia
A geografia crítica escolar não consiste na mera reprodução nas escolas elementar e média daquilo que foi anteriormente elaborado pela produção universitária crítica. Isso até pode ocorrer, mas não é – e nunca foi – o essencial ou mesmo a regra geral.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)


De acordo com José Willian Vesentini, existe uma ideia de que a geografia, na educação básica, deve simplificar e reproduzir os conteúdos produzidos nas universidades, o que acaba por gerar currículos que são, muitas vezes, impraticáveis. Para esse autor, o fundamental para a geografia que se ensina nas escolas é
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Q4197040 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) foram elaborados em 1997 – 1998 pelo governo federal que se instalou em Brasília em 1995 e ficou até 2002. Esse governo procurou centralizar uma série de procedimentos e decisões no sistema escolar. Como exemplos dessa centralização, tem-se os PCNs e o Enem, o Exame Nacional para o Ensino Médio.
(VESENTINI, José Willian (Org.). Ensino de geografia no século XXI. Campinas: Papirus, 2007. Adaptado)

Os PCNs acabaram por se sobrepor a guias ou propostas curriculares estaduais ou municipais, e seu grande mérito foi
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Respostas
21: B
22: A
23: D
24: E
25: C
26: C
27: B
28: D
29: E
30: A