Questões de Concurso Público Câmara de Guatambu - SC 2024 para Controlador Interno

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Q4378642 Atualidades
A cúpula do G20 de 2024, sob a presidência do Brasil, destacou temas prioritários para enfrentar os desafios globais. Assinale a alternativa que corretamente apresenta um dos principais focos da cúpula realizada no Rio de Janeiro:
Alternativas
Q4378643 Direito Constitucional
O Brasil adota o regime de governo presidencialista, em que o Presidente da República exerce a chefia de Estado e de Governo. Considerando o atual sistema político brasileiro, qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma característica do presidencialismo?
Alternativas
Q4378644 Legislação Federal
O saneamento básico é um tema de extrema importância para a saúde pública no Brasil. A falta de infraestrutura adequada para o tratamento de esgoto e abastecimento de água afeta milhões de brasileiros, especialmente em regiões mais pobres e periféricas. De acordo com o Novo Marco Legal do Saneamento Básico (Lei nº 14.026/2020), qual é a meta estabelecida pelo novo marco legal do saneamento para que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável?
Alternativas
Q4378645 Atualidades
Considerando o cenário político-econômico global, identifique a alternativa que corretamente explica o impacto da adesão de novos membros ao BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) anunciada em 2024:
Alternativas
Q4378646 Sociologia
A cultura de um povo está profundamente ligada à sua história e contexto social. As manifestações culturais, como literatura, música, arquitetura e artes plásticas, desempenham um papel fundamental na preservação da identidade cultural de uma sociedade. Essas manifestações não são apenas produtos internos, mas também sofrem influências externas, como imigração, trocas comerciais e globalização. Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta sobre o papel da cultura na formação da identidade de um povo:
Alternativas
Q4378647 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Com base no texto de Lya Luft, responda à questão a seguir: O termo "feminicídio" é introduzido e analisado no texto em função de um contexto social específico. Considerando os argumentos apresentados, assinale a alternativa que melhor expressa o motivo pelo qual a autora decide incluir o termo em seu vocabulário:
Alternativas
Q4378648 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Considere o parágrafo final do texto: "Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário". A partir da análise desse trecho e de sua relação com o desenvolvimento argumentativo do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4378649 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Leia o trecho abaixo, retirado do texto Feminicídio, de Lya Luft:
"Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo 'moda efêmera'. Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres".
Quanto à tipologia textual, o trecho acima deve ser classificado como:
Alternativas
Q4378650 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Em um texto, os diversos mecanismos de coesão textual desempenham um papel essencial na construção do sentido e na articulação das ideias. Ela pode ocorrer por meio de diferentes recursos, como a coesão referencial, a coesão lexical, e/ou a coesão sequencial. No texto "Feminicídio", a autora lança mão desses diversos recursos para garantir a fluidez do texto e conduzir o leitor pelos argumentos apresentados.
Analise as afirmações abaixo sobre o uso de elementos coesivos no texto e identifique quais estão corretas. Em seguida, marque a alternativa correspondente:
I. A expressão "Essa realidade" retoma a ideia de novidade. (Localizada no 1º parágrafo).
II. A conjunção "Porém" introduz uma oposição entre ideias. (Localizada no 2º parágrafo).
III) A conjunção "Assim" é utilizada para introduzir uma ideia de oposição. (Localizada no 2º parágrafo).
IV. A conjunção "Mas" estabelece uma relação de oposição. (Localizada no 5º parágrafo).
V. O pronome “ela” retoma, de forma correta, palavra anteriormente usada no parágrafo. (Localizada no 5º parágrafo). 
Alternativas
Q4378651 Português
Feminicídio


    Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais (sim, isso existe), de vez em quando sei que implico com alguma novidade. Não deveria: ex-professora de linguística, conhecendo a língua como ser vivo, em constante mutação, essa realidade me apaixona.
    Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso, nem sempre útil, pouco interessante, tipo "moda efêmera". Assim, escrevi alguma coisa criticando esse novo termo: feminicídio. Supérfluo, pois homicídio já incluiria assassinato de mulheres.
     Prestando mais atenção nos horríveis noticiosos sobre assassinatos de mulheres especialmente, argumentei comigo mesma que, se já havia infanticídio, matricídio, parricídio, poderíamos bem usar feminicídio. Pois o crime se expande e se afirma de maneira espantosa.
     Homens sempre mataram mulheres mais do que mulheres mataram homens? Possivelmente, sim. Gosto de antropologia, de história, da história da humanidade, a nossa história tão intrincada, esquisita, às vezes gloriosa, outras vergonhosa. Já entre os trogloditas (uso o termo generalizando homens da pré-história), o macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família – para perpetuação da espécie – e para colocar no maior número de fêmeas jovens e saudáveis a sua semente – também para perpetuação da espécie. Então, segundo meu bom-senso (na vida, como nas leis e no mundo, o bom-senso nem sempre predomina), desde sempre mais homens maltrataram fisicamente mulheres. Tamanho às vezes é documento.
     Mas quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau, a faca, a tiro, pela frente, pelas costas, jogadas de andares altos, afogadas em banheira e tudo o mais, pergunto por que isso parece tão fácil, tão trivial. Quase sinistramente natural, pois a toda hora se matam mulheres por ciúme, loucura, droga, frustração, maldade mesmo, simplesmente vontade de acabar com ela.
      E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso? Por que tão raramente – embora já com mais frequência – fazemos queixa às delegacias? Por que temos tanto medo dos nossos homens? Ou vergonha dos filhos, da família, da dita "sociedade" e preferimos apanhar, e um dia morrer, em escandaloso e gritante silêncio?
    Há cursos, estudos, seminários, psiquiatras e médicos que analisam essa questão, e as respostas são muitas. Acho que nenhuma muito satisfatória. Ainda há muitas franjas de sombra nesse assunto. Sei apenas que depende de nós, mulheres, não permitir que nada, nunca, passe do primeiro gesto da primeira mão levantada, porque depois virão o tapa, o soco, a surra, a repetição desses abusos vergonhosos e a nossa melancólica resignação. Quando vamos ver, estamos na lista dos feminicídios neste país, e no mundo inteiro, em todas as classes sociais, raças, religiões, culturas, humanidades diversas.
      Então, com tristeza e sem mais comentários, incluo feminicídio no meu vocabulário.
Analise as afirmativas abaixo quanto ao uso da vírgula, com base em excertos do texto de Lya Luft:

I. Em "Profissional das palavras, amante das palavras e da linguagem, curiosa pela comunicação entre pessoas, animais, pessoas e animais [...]" (parágrafo 1), as vírgulas são utilizadas para separar elementos com a mesma função sintática, caracterizando uma enumeração.

II. Em "Porém, aqui e ali sei que implico, sim, com algum vocábulo que me soa modernoso [...]" (parágrafo 2), o advérbio sim está corretamente isolado por vírgulas, destacando-se como uma expressão enfática intercalada.

III. Em "O macho, dominante pelo tamanho e força, saía a caçar comida para a família [...]" (parágrafo 4), as vírgulas isolam uma expressão explicativa, mas poderiam ser omitidas sem prejuízo ao sentido principal da frase e sem violar normas gramaticais.

IV. Em "E por que nós, mulheres, ainda tornamos isso tão fácil para o macho criminoso?" (parágrafo 6), as vírgulas isolam o termo mulheres, que exerce a função de vocativo.

V. Em "[...] quando leio e vejo notícias desses crimes específicos, mulheres mortas diariamente a pau [...]" (parágrafo 5), a vírgula é usada corretamente, pois separa a oração subordinada adverbial da oração principal.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas:
Alternativas
Q4378652 Português
As concordâncias verbal e nominal desempenham um papel central ao garantir que a mensagem seja compreendida de maneira inequívoca, evitando ambiguidades que possam comprometer a interpretação.
Analise as frases abaixo quanto à concordância verbal e nominal:
I. Fazem décadas que se discutem políticas públicas sobre feminicídio. II. Deve haver medidas mais eficazes para combater a violência contra as mulheres. III. Alugam-se imóveis para mulheres em situação de vulnerabilidade. IV. Precisa-se de voluntários comprometidos com a causa. V. Os índices de feminicídio permanece alarmantes. VI. Decisões político-administrativa foram tomadas rapidamente. VII. Faz muitos anos que se estudam as causas da violência de gênero. VIII. Existem soluções, mas falta vontade política para aplicá-las.

Assinale a alternativa que apresenta todas as frases corretas gramaticalmente:
Alternativas
Q4378653 Português
Basicamente, a acentuação gráfica está relacionada com a ortografia e com a prosódia. Assim sendo, analise as alternativas abaixo e assinale a opção em que todas as palavras são acentuadas com base na mesma regra de acentuação gráfica: 
Alternativas
Q4378654 Português
Na língua portuguesa, há quatro formas de escrever os porquês: por que, porque, por quê e porquê, cada uma com uma função específica. Considere os trechos fictícios abaixo, inspirados no texto da autora, e analise o uso dos porquês:

I. Por que nós, mulheres, ainda aceitamos tantas formas de violência? II. Não houve um motivo claro porquê ela preferiu não denunciar o agressor. III. Ainda me pergunto porque tantas mulheres sofrem em silêncio. IV. Porém, aqui e ali, reflito sobre o tema, porque é necessário discutir a violência de gênero. V. Por quê? Porque ainda temos medo.

Assinale a alternativa que analisa corretamente o uso dos porquês:
Alternativas
Q4378655 Português
O uso da crase é regido por regras específicas que indicam a fusão da preposição "a" com o artigo definido "a" ou com pronomes e palavras que aceitam esse fenômeno. Considere os trechos abaixo e analise o uso da crase:

I. Após o estudo detalhado, concluiu-se que os dados levaram à uma conclusão inevitável. II. O número de denúncias chegou àquele ponto em que ações concretas se tornam inevitáveis. III. É necessário prestar socorro à vítimas de violência doméstica. IV. O combate à violência de gênero deve ser uma prioridade em todas às esferas sociais. V. A mobilização ocorreu de terça à sexta-feira, com debates e oficinas temáticas.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4378656 Português
A colocação pronominal na língua portuguesa segue regras específicas, considerando fatores como a presença de palavras atrativas e o tipo de oração. Analise os trechos abaixo no que diz respeito à colocação pronominal

I. Infelizmente o feminicídio tornou-se um problema estrutural no país.
II. Ainda que se denuncie o agressor, muitas vezes, ele não é punido.
III. A legislação deveria proteger as mulheres, mas, na prática, os direitos lhes são negados constantemente.
IV. Se tornarão mais evidentes, nos próximos anos, as políticas públicas de proteção às mulheres.
V. O Estado costuma se comprometer com a proteção das mulheres.

Com base nas regras de colocação pronominal, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4378657 Matemática
Considere o intervalo A: [7, 14] e o intervalo B: [9, 20[. Analise as questões a seguir:

I. O intervalo A tem 7 elementos; II. O intervalo B possui o elemento 20; III. A união dos intervalos possui 13 elementos; IV. A intersecção dos intervalos possui 6 elementos; V. O intervalo A possui 3 números primos.

Estão corretas as assertivas:
Alternativas
Q4378658 Matemática

O seguinte sistema de equações possui um valor para a constante x e um valor para a constante y.


20x - 3y = 23

4x - y = 5



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q4378659 Matemática
Um jardineiro precisa organizar seu jardim que tem o formato retangular que mede 8 m de comprimento e 3 m de largura, em dois canteiros triangulares iguais que possuam a maior área possível. Quanto medirá um dos canteiros triangulares?
Alternativas
Q4378660 Matemática
Considere uma caixa de água cilíndrica com 3 metros de altura e um raio de 0,5 metros. Considerando também que 1 m³ equivale a 1000 litros, qual a capacidade máxima dessa caixa?
Alternativas
Q4378661 Matemática
Em um plano cartesiano, marque os pontos: L(2, 3), M(2, -3), N(-2, -3) e O(-2, 3). Qual é área da figura geométrica resultante da união dos pontos traçados?
Alternativas
Respostas
1: C
2: C
3: C
4: D
5: C
6: C
7: E
8: A
9: E
10: C
11: B
12: E
13: D
14: B
15: A
16: D
17: E
18: B
19: A
20: C