Questões de Concurso Público UFU-MG 2026 para Zootecnista

Questões Discursivas

Foram encontradas 10 questões

Q4193486 Português
   Muito provavelmente, os benefícios mais visíveis do avanço do conhecimento científico estejam na saúde. Uma pessoa nascida no final do século XVIII muito provavelmente morreria antes de completar 40 anos de idade. Alguém nascido hoje em um país desenvolvido deverá viver mais de 80 anos e, embora a desigualdade seja muita, mesmo nos países mais pobres da África subsaariana, a expectativa de vida, atualmente, é de mais de 50 anos.
   A ciência e a tecnologia são os fatores-chave para explicar a redução da mortalidade por várias doenças, como as infecciosas, e o consequente aumento da longevidade dos seres humanos. Até o primeiro quarto do século passado, doenças como pneumonia, tuberculose e diarreia eram as principais causas de morte, responsáveis por quase 30% da mortalidade nos Estados Unidos. Nos anos 1900, as doenças infecciosas matavam entre setecentas e oitocentas a cada 100 mil pessoas, todos os anos. Foi a descoberta da penicilina a principal responsável pela queda na mortalidade por esse tipo de doença, que, atualmente, mata menos de cinquenta em cada 100 mil habitantes.

Disponível em: https://tinyurl.com/4trav2kv. Acesso em: 27 maio 2026.

Analise os tempos e os modos verbais em negrito e assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q4193487 Português
Texto para a questão


Professora da UFU realiza pesquisa sobre substâncias tóxicas no leite

Presença do carrapaticida alfacipermetrina e de furfural em substâncias lácteas pode até causar câncer


   O projeto “Detecção de resíduos do carrapaticida alfacipermetrina e de furfural em leite in natura e derivados lácteos: aplicação de uma abordagem eletroanalítica”, orientado pela professora Djenaine de Souza, foi aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), no edital “Ciência por Elas: Fomento à participação feminina na ciência, inovação e colaboração internacional”. A pesquisa terá duração de 36 meses e contará com três alunos de mestrado e um de iniciação científica, todos estudantes do Campus Patos de Minas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O projeto vai receber o suporte financeiro no valor de R$ 87.344,00.

    Com base no controle de qualidade e priorizando os produtores de menor porte, Souza busca detectar a presença do carrapaticida e do furfural no leite in natura, que seria seu estado puro, para assim descartar lotes iniciais do produto que contenham doses excessivas dessas substâncias.

   O carrapaticida alfacipermetrina é um tipo de pesticida que é borrifado no couro das vacas para evitar que carrapatos e moscas infectem o gado por meio de picadas que causam lesões na pele do animal. Já o furfural é um subproduto gerado quando alguns tipos de açúcar são aquecidos a altas temperaturas, e que pode também ser obtido durante a produção de alguns produtos lácteos, tais como queijos e doces de leite.
Tanto o carrapaticida quanto o furfural, se ingeridos em menor quantidade, não são nocivos à saúde. Por outro lado, a coordenadora do projeto ressalta que o perigo está, a longo prazo, no consumo contínuo desse leite pela população. Isto porque essas substâncias são contaminantes e, caso se acumulem no organismo humano, podem causar danos gástricos, neurológicos e até resultar em alguns tipos de câncer.

   Considerado objetivo, efetivo e com custo mais acessível, o método utilizado na pesquisa, eletroanalítico, mede uma propriedade elétrica (como corrente, condução, resistência e condutividade) e oferece respostas para análise da quantidade de cada contaminante que pode estar presente no leite e derivados lácteos. A abordagem também é mais fácil e operacional, com a possibilidade de ser usada por um pesquisador que pode levar o equipamento na linha de produção, e conseguir analisar diretamente na amostra de leite, por exemplo, sem precisar eliminar toda sua gordura e proteína, diferentemente de outros métodos, como o cromatográfico.


Disponível em: https://comunica.ufu.br/noticias/2024/02/professora-da-ufu-realiza-pesquisa-sobre-substancias-toxicas-no-leite. Acesso em: 23 fev. 2026.
De acordo com o texto, o método eletroanalítico proposto consiste em  
Alternativas
Q4193488 Português
Texto para a questão


Professora da UFU realiza pesquisa sobre substâncias tóxicas no leite

Presença do carrapaticida alfacipermetrina e de furfural em substâncias lácteas pode até causar câncer


   O projeto “Detecção de resíduos do carrapaticida alfacipermetrina e de furfural em leite in natura e derivados lácteos: aplicação de uma abordagem eletroanalítica”, orientado pela professora Djenaine de Souza, foi aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), no edital “Ciência por Elas: Fomento à participação feminina na ciência, inovação e colaboração internacional”. A pesquisa terá duração de 36 meses e contará com três alunos de mestrado e um de iniciação científica, todos estudantes do Campus Patos de Minas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). O projeto vai receber o suporte financeiro no valor de R$ 87.344,00.

    Com base no controle de qualidade e priorizando os produtores de menor porte, Souza busca detectar a presença do carrapaticida e do furfural no leite in natura, que seria seu estado puro, para assim descartar lotes iniciais do produto que contenham doses excessivas dessas substâncias.

   O carrapaticida alfacipermetrina é um tipo de pesticida que é borrifado no couro das vacas para evitar que carrapatos e moscas infectem o gado por meio de picadas que causam lesões na pele do animal. Já o furfural é um subproduto gerado quando alguns tipos de açúcar são aquecidos a altas temperaturas, e que pode também ser obtido durante a produção de alguns produtos lácteos, tais como queijos e doces de leite.
Tanto o carrapaticida quanto o furfural, se ingeridos em menor quantidade, não são nocivos à saúde. Por outro lado, a coordenadora do projeto ressalta que o perigo está, a longo prazo, no consumo contínuo desse leite pela população. Isto porque essas substâncias são contaminantes e, caso se acumulem no organismo humano, podem causar danos gástricos, neurológicos e até resultar em alguns tipos de câncer.

   Considerado objetivo, efetivo e com custo mais acessível, o método utilizado na pesquisa, eletroanalítico, mede uma propriedade elétrica (como corrente, condução, resistência e condutividade) e oferece respostas para análise da quantidade de cada contaminante que pode estar presente no leite e derivados lácteos. A abordagem também é mais fácil e operacional, com a possibilidade de ser usada por um pesquisador que pode levar o equipamento na linha de produção, e conseguir analisar diretamente na amostra de leite, por exemplo, sem precisar eliminar toda sua gordura e proteína, diferentemente de outros métodos, como o cromatográfico.


Disponível em: https://comunica.ufu.br/noticias/2024/02/professora-da-ufu-realiza-pesquisa-sobre-substancias-toxicas-no-leite. Acesso em: 23 fev. 2026.
A aprovação do projeto em edital específico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) deve-se à 
Alternativas
Q4193489 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 
No texto, critica-se o uso indiscriminado de emagrecedores devido à(às) 
Alternativas
Q4193490 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 
De acordo com a intenção comunicativa do texto, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q4193491 Português
Texto para a questão


    O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e orienta que, diante do atual quadro epidemiológico do país, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. Do ponto de vista conceitual, tanto o sobrepeso quanto a obesidade se referem ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para outras enfermidades, como: doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. Isso sem falar da maneira como o problema é visto pela sociedade, podendo levar a estereótipos e discriminação. E é justamente nesse ponto que fica evidente como aspectos sociais e psicológicos do indivíduo podem ser afetados, para além da questão física.

    A prevalência de obesidade tem aumentado de maneira epidêmica, nas últimas décadas e, atualmente, representa um grande problema de saúde pública no mundo. No Brasil, o excesso de peso (que compreende o sobrepeso e a obesidade) também tem aumentado.

   Dados recentes indicam que o consumo de emagrecedores sem orientação médica aumentou 25% na última década, sendo mais prevalente entre mulheres jovens. As complicações mais comuns incluem arritmias cardíacas, transtornos de ansiedade e depressão. Observou-se também que a fiscalização sobre a venda desses medicamentos é insuficiente, permitindo sua ampla distribuição em mercados físicos e online. Além disso, as campanhas educativas voltadas para os riscos dessa prática ainda são escassas, dificultando a conscientização da população.


Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/17856/10218. Acesso em: 23 fev. 2026. 

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.instagram.com/p/DRu02eYCbIU/. Acesso em: 1 jun. 2026.



Relacione a charge com o texto sobre a obesidade como um problema de saúde pública e assinale a alternativa correta.  

Alternativas
Q4193492 Português
       Em 2014, 55 estudantes se inscreveram em um experimento em troca de créditos na faculdade. Seria moleza: cada participante deveria ficar 15 minutos sentado em uma cadeira sozinho, sem fazer nada, nem mesmo cochilar.
    O único objeto com o qual se poderia interagir nesse intervalo era um botão. Quando apertado, eletrodos conectados nos calcanhares dos voluntários disparavam um choque. Eles sabiam disso, e a decisão de apertar ou não o botão cabia a cada um.
      Os estudantes já haviam sentido a intensidade da descarga elétrica em uma fase anterior do estudo e aprenderam que ela não era nada agradável. A maioria deles disse que pagaria para não sentir a dor novamente. Não havia motivo, então, para apertar o botão de graça.
    O que aconteceu nesses 15 minutos surpreendeu os pesquisadores: 71% dos homens e 26% das mulheres participantes apertaram o botão pelo menos uma vez. Um voluntário fora da curva se deu o choque 190 vezes – média de um a cada cinco segundos. O Super Choque em pessoa. [...]
     O estudo ficou famoso não só pelo caráter cômico mas também porque revela algo sobre as pessoas: muitos de nós preferem sentir um estímulo negativo do que estímulo nenhum. Essa ideia é corroborada por outro experimento, em que os participantes também tinham a oportunidade de dar choques em si próprios enquanto assistiam a filmes classificados em três tipos: tristes, neutros ou entediantes. O último grupo foi o que mais sentou o dedo no botão.

Disponível em: https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-e-importante-sentir-tedio-e-como-usa-lo-a-seu-favor/. Acesso em: 21 fev. 2026.

No último parágrafo, a referência ao experimento envolvendo a exibição de filmes cumpre a função de 
Alternativas
Q4193493 Português
Texto I

    A morte brutal do cão Orelha, em Florianópolis, não surge como um fato isolado nem como um desvio inexplicável. Ela aparece como um sintoma visível de um fenômeno que cresce longe dos holofotes, mas à vista de quem frequenta certas comunidades da internet. Grupos organizados, muitos deles frequentados por crianças e adolescentes, transformam a tortura de animais em espetáculo, linguagem de pertencimento e ritual de iniciação. A crueldade deixa de ser exceção e passa a ser método.

Disponível em: https://tinyurl.com/ejuxy7zj. Acesso em: 15 fev. 2026.

Texto II 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/02/09/joao-montanaro.shtml. Acesso em: 15 fev. 2026.

Com base na articulação entre os textos I e II, bem como nos recursos linguísticos e visuais empregados, analise as asserções.

I. A eficácia comunicativa do texto II depende do reconhecimento intertextual entre um aviso de segurança convencional e o aviso que sinaliza o risco associado à conduta geracional descrita no texto I.
II. O texto I sustenta que as práticas de violência em comunidades digitais são fenômenos assistemáticos e desvinculados de intenções de integração social entre jovens.
III. O emprego da expressão “linguagem de pertencimento” no texto I explicita que a prática de atos cruéis funciona como um código de coesão e identidade em determinados grupos virtuais.
IV. No texto II, desloca-se o foco da crítica social ao enfatizar o animal como elemento central da cena, configurando a situação como um conflito restrito ao espaço doméstico.

Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas. 
Alternativas
Q4193494 Português
   Há momentos em que a história deixa de avançar aos poucos e passa a se mover por saltos. Não porque as notícias mudem, mas porque as potências decidem que já não podem adiar decisões. É isso que estamos vendo agora. Estados Unidos e China reorganizam silenciosamente os fundamentos da economia global. Cada lado com clareza, método e propósito.
   Os Estados Unidos tratam produção, comércio e agricultura como peças de um tabuleiro maior. Não se discute mais porcentagem de tarifa. A discussão é se uma cadeia produtiva fortalece ou enfraquece a segurança nacional. Centros de pensamento como a Heritage Foundation, que tem grande influência sobre o secretário de Estado Marco Rubio, defendem que chegou o fim da era da integração automática com a China. A ordem é reduzir riscos, diversificar dependências e recuperar o que foi perdido em décadas de deslocamento industrial. A tarifa virou instrumento de poder.
   A China, por sua vez, opera com uma disciplina única e invejável. Seu novo marco de segurança alimentar, os documentos anuais de orientação rural e o projeto de autossuficiência apontam para uma visão de longo prazo. Pequim investe em reservas estratégicas, terras raras, ciência aplicada ao campo, tecnologia verde, fertilizantes, máquinas e plataformas digitais que unificam produção, logística e crédito. Enquanto muitos países tratam agricultura como setor tradicional, a China a elevou ao centro de sua estratégia de sobrevivência e projeção.
     As duas maiores potências do planeta estão jogando xadrez.
    E o Brasil tenta ser vencedor jogando dominó.
   Não é por falta de talento ou potencial. É por ausência de projeto. Continuamos presos a debates de tarifa, acesso sanitário ou frases diplomáticas que dizem pouco. O mundo já está em outro ritmo. Agricultura, energia, tecnologia e finanças se tornaram ferramentas de afirmação nacional. Nosso lugar natural seria o de ator indispensável. Mas seguimos negociando sem saber onde estamos e como se tivéssemos pouco a oferecer.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/entre-o-xadrez-e-o-domino/. Acesso em: 20 jan. 2026.

Sobre o papel dos conectores destacados em negrito, assinale a alternativa incorreta
Alternativas
Q4193495 Português
   Você olha os vasos de planta, vira a garrafa d’água de cabeça para baixo, confere o ralo do quintal…

No Brasil, combater a dengue exige quase um ritual doméstico. Mas e se a solução não fosse acabar com o mosquito e sim transformá-lo em aliado? Foi exatamente isso que fez o cientista Luciano Moreira, único brasileiro a integrar a lista TIME100 Health 2026, divulgada nesta quarta-feira, 11, pela revista TIME, que reúne as cem pessoas mais influentes da área no mundo.
   Engenheiro agrônomo e entomologista, Moreira ficou conhecido por desenvolver o método Wolbachia. De forma bem resumida, a técnica usa os próprios mosquitos para reduzir a capacidade de transmissão de vírus como dengue, zika e chikungunya aos humanos. [...]
   A ideia é simples de explicar, mas engenhosa na prática: mosquitos Aedes aegypti são infectados, em laboratório, com a bactéria Wolbachia. Depois, são liberados no ambiente. Eles continuam vivendo e se reproduzindo normalmente. A diferença é que passam a carregar a bactéria e a transmiti-la para as próximas gerações.
   Com o tempo, a população local de mosquitos passa a ter Wolbachia. E é aí que ocorre o principal: o vírus da dengue encontra mais dificuldade para se estabelecer dentro do inseto. Sem conseguir se multiplicar direito, deixa de ser transmitido às pessoas com a mesma eficiência.

Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/o-brasileiro-que-colocou-a-dengue-na-defensiva-e-entrou-para-a-lista-de-100-influentesda-saude-no-mundo/. Acesso em: 23 fev. 2026.

A abertura do texto, destacada em negrito, contribui para 
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: B
4: D
5: A
6: C
7: A
8: B
9: A
10: C