Questões de Concurso Público Prefeitura de Lucas do Rio Verde - MT 2026 para Professor de Língua Portuguesa/Inglesa - Secretaria de Educação

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Q4340129 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A informação de que o alargamento de Itapoá constitui “o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento” (1º parágrafo) é posteriormente sustentada, no texto, pela comparação com o(a):
Alternativas
Q4340130 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

Ao informar que a dragagem integra investimentos destinados a receber navios de até 366 metros de comprimento (3º parágrafo), o texto evidencia que essa intervenção está vinculada, principalmente, à: 
Alternativas
Q4340131 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

No período “A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama” (6º parágrafo), o emprego do pronome em destaque contribui para a coesão textual ao retomar:
Alternativas
Q4340132 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

“A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla” (2º parágrafo). Em seu contexto de uso, a forma verbal em destaque está flexionada na:
Alternativas
Q4340133 Português

Leia o texto a seguir:


Cidade de SC conclui maior alargamento de praias do Brasil



    Foi concluída a obra de expansão da orla de Itapoá, no litoral norte de Santa Catarina, o maior alargamento de praias feito no Brasil até o momento.

    A faixa de areia foi ampliada entre 50 e 200 metros ao longo de 8,8 km da orla. Segundo a Administração do Porto de São Francisco do Sul, um dos financiadores da obra, foram utilizados cerca de 6 milhões de m³ de areia retirada da dragagem na baía da Babitonga.

    A dragagem é parte de um investimento amplo dos portos para poder receber navios de até 366 metros de comprimento.

    O empreendimento custou R$ 333 milhões, com aportes de R$ 300 milhões do Porto de Itapoá e de R$ 33 milhões do Porto de São Francisco do Sul.

    O alargamento supera em 2,5 km o maior já realizado no país até então, feito no litoral de Matinhos (PR), onde 3,2 milhões de metros cúbicos de areia foram usados para ampliar um trecho de 6,3 km.

    A conclusão da expansão encerra uma etapa antes da entrega total da nova orla, que ainda precisa atender a critérios estabelecidos pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

    "Durante 36 meses, continuará ainda o monitoramento do perfil da praia para acompanhamento da linha de costa, e o plantio de restinga nas dunas que foram implantadas para fixá-las", disse em comunicado o secretário municipal de Meio Ambiente de Itapoá, Rafael Brito Silveira.

    Está prevista a edificação de um sistema de dunas de 1 a 1,5 metro de altura e 26 metros de largura ao longo do trecho expandido. Segundo informações da prefeitura, mais de 180 mil mudas de seis espécies foram plantadas em 31 áreas diferentes até esta semana.

    Outra etapa futura é o acompanhamento da pesca artesanal no município para verificar possíveis impactos do alargamento na subsistência.



Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2026/09/cidade-de-santa-catarinaamplia-88-km-de-praias-e-conclui-maior-obra-de-alargamento-de-orla-no-brasil. shtml. Acesso em 01/09/2026. Excerto. 

A função da linguagem predominante no texto é a: 
Alternativas
Q4340134 Pedagogia
A Lei n.º 9.394/1996, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), estabelece, entre as garantias do dever do Estado com a educação escolar pública, a oferta da educação básica obrigatória e gratuita. Nos termos da LDB, essa garantia compreende o(a): 
Alternativas
Q4340135 Pedagogia
A Lei n.º 9.394/1996 (LDB) estabelece a gestão democrática como um dos princípios do ensino público e define diretrizes para sua efetivação na educação básica. De acordo com a referida lei, a gestão democrática caracteriza-se pela:
Alternativas
Q4340136 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
A Lei Municipal n.º 3.379/2022, que reestrutura o Plano Municipal de Educação de Lucas do Rio Verde (MT), dispõe sobre implementação de tal Plano e define atribuições relacionadas à atuação do Fórum Municipal de Educação. De acordo com essa lei, compete ao Fórum Municipal de Educação:
Alternativas
Q4340137 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Durante a análise dos resultados de uma avaliação, um estudante questiona os critérios utilizados para a atribuição de sua nota e solicita que sua situação seja revista. Considerando o direito à educação assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a escola deve:
Alternativas
Q4340138 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC), ao orientar as aprendizagens essenciais da Educação Básica, define competência como a mobilização de diferentes recursos para responder às demandas da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Nessa perspectiva, esses recursos correspondem a:
Alternativas
Q4369712 Inglês

Leia o texto a seguir:


How Teachers Feel About Adapting Instruction for Students

With Disabilities


    School leadership and teaching experience strongly infl uence educators’ confi dence in their ability to adapt instruction for students with disabilities, according to a new survey. But most teachers, regardless of tenure, don’t feel prepared to diff erentiate lessons.


    General education teachers were markedly less likely to feel confi dent in their ability to diff erentiate instruction than special educators. This confi dence gap exists despite most students with learning disabilities spending the majority of their school day in general education classrooms, according to a new nationally representative survey of 1,654 general and special educators by the National Center for Learning Disabilities and West Ed. 


    The State of Learning Disabilities survey explored educators’ confi dence in adapting instruction and the school-level factors that shape that confi dence.


    Less than half of all general educators (42%) felt completely confi dent in their ability to adapt instruction for students with learning disabilities. That number drops to 17% for novice teachers with fewer than three years of experience, compared with 60% of novice special education teachers who felt completely confi dent in their abilities.


Fonte: Revista Education Week. Disponível em: https://www.edweek.org/ teaching-learning/how-teachers-feel-about-adapting-instruction-for-students-with-disabilities/2026/08. Excerto Adaptado. Acesso em: 25 de agosto de 2026. 

A partir da análise do texto acima, observa-se um antagonismo enfático presente na pesquisa entre professores:
Alternativas
Q4369713 Inglês

Leia o texto a seguir:


How Teachers Feel About Adapting Instruction for Students

With Disabilities


    School leadership and teaching experience strongly infl uence educators’ confi dence in their ability to adapt instruction for students with disabilities, according to a new survey. But most teachers, regardless of tenure, don’t feel prepared to diff erentiate lessons.


    General education teachers were markedly less likely to feel confi dent in their ability to diff erentiate instruction than special educators. This confi dence gap exists despite most students with learning disabilities spending the majority of their school day in general education classrooms, according to a new nationally representative survey of 1,654 general and special educators by the National Center for Learning Disabilities and West Ed. 


    The State of Learning Disabilities survey explored educators’ confi dence in adapting instruction and the school-level factors that shape that confi dence.


    Less than half of all general educators (42%) felt completely confi dent in their ability to adapt instruction for students with learning disabilities. That number drops to 17% for novice teachers with fewer than three years of experience, compared with 60% of novice special education teachers who felt completely confi dent in their abilities.


Fonte: Revista Education Week. Disponível em: https://www.edweek.org/ teaching-learning/how-teachers-feel-about-adapting-instruction-for-students-with-disabilities/2026/08. Excerto Adaptado. Acesso em: 25 de agosto de 2026. 

Depreende- se do texto acima que:
Alternativas
Q4369714 Inglês

Leia o texto a seguir:


How Teachers Feel About Adapting Instruction for Students

With Disabilities


    School leadership and teaching experience strongly infl uence educators’ confi dence in their ability to adapt instruction for students with disabilities, according to a new survey. But most teachers, regardless of tenure, don’t feel prepared to diff erentiate lessons.


    General education teachers were markedly less likely to feel confi dent in their ability to diff erentiate instruction than special educators. This confi dence gap exists despite most students with learning disabilities spending the majority of their school day in general education classrooms, according to a new nationally representative survey of 1,654 general and special educators by the National Center for Learning Disabilities and West Ed. 


    The State of Learning Disabilities survey explored educators’ confi dence in adapting instruction and the school-level factors that shape that confi dence.


    Less than half of all general educators (42%) felt completely confi dent in their ability to adapt instruction for students with learning disabilities. That number drops to 17% for novice teachers with fewer than three years of experience, compared with 60% of novice special education teachers who felt completely confi dent in their abilities.


Fonte: Revista Education Week. Disponível em: https://www.edweek.org/ teaching-learning/how-teachers-feel-about-adapting-instruction-for-students-with-disabilities/2026/08. Excerto Adaptado. Acesso em: 25 de agosto de 2026. 

O verbo destacado no fragmento “60% of novice special education teachers who felt completely confi dent in their abilities.” (3º parágrafo) está flexionado no:
Alternativas
Q4369715 Inglês

Leia o texto a seguir:


How Teachers Feel About Adapting Instruction for Students

With Disabilities


    School leadership and teaching experience strongly infl uence educators’ confi dence in their ability to adapt instruction for students with disabilities, according to a new survey. But most teachers, regardless of tenure, don’t feel prepared to diff erentiate lessons.


    General education teachers were markedly less likely to feel confi dent in their ability to diff erentiate instruction than special educators. This confi dence gap exists despite most students with learning disabilities spending the majority of their school day in general education classrooms, according to a new nationally representative survey of 1,654 general and special educators by the National Center for Learning Disabilities and West Ed. 


    The State of Learning Disabilities survey explored educators’ confi dence in adapting instruction and the school-level factors that shape that confi dence.


    Less than half of all general educators (42%) felt completely confi dent in their ability to adapt instruction for students with learning disabilities. That number drops to 17% for novice teachers with fewer than three years of experience, compared with 60% of novice special education teachers who felt completely confi dent in their abilities.


Fonte: Revista Education Week. Disponível em: https://www.edweek.org/ teaching-learning/how-teachers-feel-about-adapting-instruction-for-students-with-disabilities/2026/08. Excerto Adaptado. Acesso em: 25 de agosto de 2026. 

Observe o fragmento abaixo:


“But most teachers, regardless of tenure, don’t feel prepared to diff erentiate lessons.” (1º parágrafo).


Os termos destacados são classificados, respectivamente, como:

Alternativas
Q4369716 Inglês
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), no ensino da língua inglesa, com análise na proposição do eixo "Dimensão Intercultural", pode-se afirmar que o(a): 
Alternativas
Q4369717 Português

Leia o texto a seguir.



Nova IA adapta correção de redação

às neurodivergências dos estudantes


Ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro

condições específicas: transtorno do espectro autista, transtorno do

déficit de atenção com hiperatividade, dislexia e disgrafia



    Uma inteligência artificial (IA) educacional foi desenvolvida para corrigir redações de estudantes neurodivergentes adaptando suas dificuldades às notas. A ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro condições específicas — transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e disgrafia — e não os considera para a pontuação final dos alunos.


    A nova função foi implementada na Red1000, uma plataforma de correção de texto automática do grupo Cogna. Atualmente, há 2,3 mil estudantes com neurodivergências cadastrados. Isso corresponde a 5% do total de alunos que utilizam a plataforma.


        Em meia década, o número de diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas quadruplicou, passando de 294.394, em 2021, para 1.298.637 no ano passado. Os dados do Censo Escolar 2025, promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam a primeira vez em que os matriculados com TEA superaram aqueles com deficiência intelectual, respondendo por mais da metade do total de alunos da chamada educação especial. Neste novo cenário, diferentes ferramentas educacionais têm sido criadas ou adaptadas para atender esses estudantes.


    Algumas escolas que utilizam a plataforma, segundo a Red1000, chegam a ter registrados com alguma neurodivergência mais de 20% dos estudantes. No Distrito Federal, um colégio privado que utiliza a ferramenta chegou a ter 26% dos alunos apenas com uma das quatro condições (TEA, TDAH, dislexia e disgrafia) que têm adaptações na IA de correção de redações.


    De acordo com Carolina Siequeroli, gerente sênior de produto e fundadora da Red1000, os alunos atípicos acabavam se desestimulando em usar a plataforma por conta das baixas notas geradas pela correção padronizada. Com a nova função, a IA identifica os tipos de problemas causados pela neurodivergência, mas não desconta a pontuação.


    — O aluno não utilizava a plataforma e deixava de treinar a redação. A ferramenta possibilitou que cada vez mais os alunos praticassem para fazer o Enem mais preparado — conta Siequeroli.


    De acordo com os desenvolvedores, as escolas precisam cadastrar os alunos apontando suas neurodivergências para ativar a correção adaptada. Para isso, ela não exige laudo ou qualquer tipo de comprovação.


    — Respeitamos a autonomia das instituições de ensino nesse processo: cabe à escola definir quando uma redação deve ser avaliada considerando necessidades educacionais específicas. Assim, mesmo que o estudante não tenha um diagnóstico formal, se a escola entender que esse tipo de avaliação é o mais adequado ao seu contexto pedagógico, ela pode solicitar essa configuração na plataforma, sem necessidade de apresentar um documento ou laudo — diz Siequeroli.


    Em alguns casos, ela pode até identificar padrões de escritas compatíveis com características frequentemente observadas em estudantes neurodivergentes. No entanto, isso não permite inferir qualquer diagnóstico — o que também não é a finalidade da tecnologia, de acordo com os idealizadores.


    Cada uma das quatro neurodivergências possuem adaptações específicas para os alunos na plataforma. Os que estão no transtorno do espectro autista, por exemplo, têm sinalizados no máximo 15 desvios de ortografia, gramática, sintaxe ou vocabulário. Caso passe disso, apenas os mais relevantes são apresentados.


    Para esse grupo, também há maior tolerância para organização textual não convencional, repetição de palavras, textos em blocos únicos, fuga ao tema ou tangenciamento.


    Já as adaptações para estudantes com TDAH procuram “reduzir o impacto de dificuldades relacionadas à atenção sustentada, revisão textual e organização da escrita, sem comprometer a avaliação do conteúdo desenvolvido”, segundo o documento Red1000 com as adaptações programadas.


    Na prática, isso significa que erros ortográficos possuem peso reduzido, pequenas distrações não geram penalizações desproporcionais e erros isolados recebem tratamento mais leve do que erros recorrentes. Além disso, transições abruptas; pequenas falhas de sequência lógica; e organização menos fluida, recebem penalizações leves quando o conteúdo principal está preservado.


    Já transtornos específicos de aprendizagem, como dislexia e disgrafia, possuem adaptações como menores punições gramaticais; marcações deixam de ser penalizadoras e passam a funcionar apenas como sinalização pedagógica; e erros repetitivos deixam de ser punidos diversas vezes. Em vez disso, quando um mesmo padrão ocorre repetidamente, ele é explicado apenas uma vez ao estudante.


    Outra adaptação aos alunos neurodivergentes é a forma como seus erros são explicados. Para eles, os comentários enfatizam mais estratégias de revisão, evolução da escrita e aspectos positivos do texto do que os erros. Os textos também passam a ter linguagem mais objetiva e orientações concretas.


    Na avaliação de Jucélia Linhares, coordenadora do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Tecnologia Assistiva (Lepta) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), a IA pode ser uma ferramenta efetiva de inclusão ao identificar padrões de escrita relacionados às neurodivergências e oferecer feedback imediato e personalizado, promovendo autonomia e reduzindo a exposição do aluno.


    — Mas, para que seja efetiva, é fundamental que seja usada como ferramenta de apoio ao professor, e não como substituta, com formação docente adequada para a interpretação dos relatórios — afirmou a especialista.


    De acordo com ela, a adaptação da correção, não punindo desvios da redação que são característicos das neurodivergências, permite uma avaliação mais justa. Segundo Linhares, a ferramenta não configura “facilitação”, mas sim uma adaptação razoável ao desconsiderar na correção aspectos que são manifestações diretas da neurodivergência.


    — Ela passa a medir o conhecimento e o potencial do aluno, e não o sintoma. Isso valoriza o aprendizado, aumenta a autoestima e a motivação do estudante, evitando a desmotivação causada por notas baixas recorrentes que não refletem sua capacidade intelectual. Mas também é essencial que a plataforma e a escola utilizem um “modo simulado Enem”, sem as compensações, para que o aluno treine e desenvolva estratégias de revisão e adaptação para a prova. O objetivo da IA deve ser ainda preparar o aluno para a realidade da avaliação externa.


Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/08/03/nova-ia-adap-ta-correcao-de-redacao-as-neurodivergencias-dos-estudantes.ghtml. Acesso em 30/08/2026. Texto adaptado.

No título do texto “Nova IA adapta correção de redação às neurodivergências dos estudantes”, o termo em destaque classifica-se como:
Alternativas
Q4369718 Português

Leia o texto a seguir.



Nova IA adapta correção de redação

às neurodivergências dos estudantes


Ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro

condições específicas: transtorno do espectro autista, transtorno do

déficit de atenção com hiperatividade, dislexia e disgrafia



    Uma inteligência artificial (IA) educacional foi desenvolvida para corrigir redações de estudantes neurodivergentes adaptando suas dificuldades às notas. A ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro condições específicas — transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e disgrafia — e não os considera para a pontuação final dos alunos.


    A nova função foi implementada na Red1000, uma plataforma de correção de texto automática do grupo Cogna. Atualmente, há 2,3 mil estudantes com neurodivergências cadastrados. Isso corresponde a 5% do total de alunos que utilizam a plataforma.


        Em meia década, o número de diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas quadruplicou, passando de 294.394, em 2021, para 1.298.637 no ano passado. Os dados do Censo Escolar 2025, promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam a primeira vez em que os matriculados com TEA superaram aqueles com deficiência intelectual, respondendo por mais da metade do total de alunos da chamada educação especial. Neste novo cenário, diferentes ferramentas educacionais têm sido criadas ou adaptadas para atender esses estudantes.


    Algumas escolas que utilizam a plataforma, segundo a Red1000, chegam a ter registrados com alguma neurodivergência mais de 20% dos estudantes. No Distrito Federal, um colégio privado que utiliza a ferramenta chegou a ter 26% dos alunos apenas com uma das quatro condições (TEA, TDAH, dislexia e disgrafia) que têm adaptações na IA de correção de redações.


    De acordo com Carolina Siequeroli, gerente sênior de produto e fundadora da Red1000, os alunos atípicos acabavam se desestimulando em usar a plataforma por conta das baixas notas geradas pela correção padronizada. Com a nova função, a IA identifica os tipos de problemas causados pela neurodivergência, mas não desconta a pontuação.


    — O aluno não utilizava a plataforma e deixava de treinar a redação. A ferramenta possibilitou que cada vez mais os alunos praticassem para fazer o Enem mais preparado — conta Siequeroli.


    De acordo com os desenvolvedores, as escolas precisam cadastrar os alunos apontando suas neurodivergências para ativar a correção adaptada. Para isso, ela não exige laudo ou qualquer tipo de comprovação.


    — Respeitamos a autonomia das instituições de ensino nesse processo: cabe à escola definir quando uma redação deve ser avaliada considerando necessidades educacionais específicas. Assim, mesmo que o estudante não tenha um diagnóstico formal, se a escola entender que esse tipo de avaliação é o mais adequado ao seu contexto pedagógico, ela pode solicitar essa configuração na plataforma, sem necessidade de apresentar um documento ou laudo — diz Siequeroli.


    Em alguns casos, ela pode até identificar padrões de escritas compatíveis com características frequentemente observadas em estudantes neurodivergentes. No entanto, isso não permite inferir qualquer diagnóstico — o que também não é a finalidade da tecnologia, de acordo com os idealizadores.


    Cada uma das quatro neurodivergências possuem adaptações específicas para os alunos na plataforma. Os que estão no transtorno do espectro autista, por exemplo, têm sinalizados no máximo 15 desvios de ortografia, gramática, sintaxe ou vocabulário. Caso passe disso, apenas os mais relevantes são apresentados.


    Para esse grupo, também há maior tolerância para organização textual não convencional, repetição de palavras, textos em blocos únicos, fuga ao tema ou tangenciamento.


    Já as adaptações para estudantes com TDAH procuram “reduzir o impacto de dificuldades relacionadas à atenção sustentada, revisão textual e organização da escrita, sem comprometer a avaliação do conteúdo desenvolvido”, segundo o documento Red1000 com as adaptações programadas.


    Na prática, isso significa que erros ortográficos possuem peso reduzido, pequenas distrações não geram penalizações desproporcionais e erros isolados recebem tratamento mais leve do que erros recorrentes. Além disso, transições abruptas; pequenas falhas de sequência lógica; e organização menos fluida, recebem penalizações leves quando o conteúdo principal está preservado.


    Já transtornos específicos de aprendizagem, como dislexia e disgrafia, possuem adaptações como menores punições gramaticais; marcações deixam de ser penalizadoras e passam a funcionar apenas como sinalização pedagógica; e erros repetitivos deixam de ser punidos diversas vezes. Em vez disso, quando um mesmo padrão ocorre repetidamente, ele é explicado apenas uma vez ao estudante.


    Outra adaptação aos alunos neurodivergentes é a forma como seus erros são explicados. Para eles, os comentários enfatizam mais estratégias de revisão, evolução da escrita e aspectos positivos do texto do que os erros. Os textos também passam a ter linguagem mais objetiva e orientações concretas.


    Na avaliação de Jucélia Linhares, coordenadora do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Tecnologia Assistiva (Lepta) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), a IA pode ser uma ferramenta efetiva de inclusão ao identificar padrões de escrita relacionados às neurodivergências e oferecer feedback imediato e personalizado, promovendo autonomia e reduzindo a exposição do aluno.


    — Mas, para que seja efetiva, é fundamental que seja usada como ferramenta de apoio ao professor, e não como substituta, com formação docente adequada para a interpretação dos relatórios — afirmou a especialista.


    De acordo com ela, a adaptação da correção, não punindo desvios da redação que são característicos das neurodivergências, permite uma avaliação mais justa. Segundo Linhares, a ferramenta não configura “facilitação”, mas sim uma adaptação razoável ao desconsiderar na correção aspectos que são manifestações diretas da neurodivergência.


    — Ela passa a medir o conhecimento e o potencial do aluno, e não o sintoma. Isso valoriza o aprendizado, aumenta a autoestima e a motivação do estudante, evitando a desmotivação causada por notas baixas recorrentes que não refletem sua capacidade intelectual. Mas também é essencial que a plataforma e a escola utilizem um “modo simulado Enem”, sem as compensações, para que o aluno treine e desenvolva estratégias de revisão e adaptação para a prova. O objetivo da IA deve ser ainda preparar o aluno para a realidade da avaliação externa.


Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/08/03/nova-ia-adap-ta-correcao-de-redacao-as-neurodivergencias-dos-estudantes.ghtml. Acesso em 30/08/2026. Texto adaptado.

“Já as adaptações para estudantes com TDAH procuram ‘reduzir o impacto de dificuldades relacionadas à atenção sustentada, revisão textual e organização da escrita, sem comprometer a avaliação do conteúdo desenvolvido’, segundo o documento Red1000 com as adaptações programadas” (12º parágrafo). O termo em destaque contribui para a progressão textual ao:
Alternativas
Q4369719 Português

Leia o texto a seguir.



Nova IA adapta correção de redação

às neurodivergências dos estudantes


Ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro

condições específicas: transtorno do espectro autista, transtorno do

déficit de atenção com hiperatividade, dislexia e disgrafia



    Uma inteligência artificial (IA) educacional foi desenvolvida para corrigir redações de estudantes neurodivergentes adaptando suas dificuldades às notas. A ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro condições específicas — transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e disgrafia — e não os considera para a pontuação final dos alunos.


    A nova função foi implementada na Red1000, uma plataforma de correção de texto automática do grupo Cogna. Atualmente, há 2,3 mil estudantes com neurodivergências cadastrados. Isso corresponde a 5% do total de alunos que utilizam a plataforma.


        Em meia década, o número de diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas quadruplicou, passando de 294.394, em 2021, para 1.298.637 no ano passado. Os dados do Censo Escolar 2025, promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam a primeira vez em que os matriculados com TEA superaram aqueles com deficiência intelectual, respondendo por mais da metade do total de alunos da chamada educação especial. Neste novo cenário, diferentes ferramentas educacionais têm sido criadas ou adaptadas para atender esses estudantes.


    Algumas escolas que utilizam a plataforma, segundo a Red1000, chegam a ter registrados com alguma neurodivergência mais de 20% dos estudantes. No Distrito Federal, um colégio privado que utiliza a ferramenta chegou a ter 26% dos alunos apenas com uma das quatro condições (TEA, TDAH, dislexia e disgrafia) que têm adaptações na IA de correção de redações.


    De acordo com Carolina Siequeroli, gerente sênior de produto e fundadora da Red1000, os alunos atípicos acabavam se desestimulando em usar a plataforma por conta das baixas notas geradas pela correção padronizada. Com a nova função, a IA identifica os tipos de problemas causados pela neurodivergência, mas não desconta a pontuação.


    — O aluno não utilizava a plataforma e deixava de treinar a redação. A ferramenta possibilitou que cada vez mais os alunos praticassem para fazer o Enem mais preparado — conta Siequeroli.


    De acordo com os desenvolvedores, as escolas precisam cadastrar os alunos apontando suas neurodivergências para ativar a correção adaptada. Para isso, ela não exige laudo ou qualquer tipo de comprovação.


    — Respeitamos a autonomia das instituições de ensino nesse processo: cabe à escola definir quando uma redação deve ser avaliada considerando necessidades educacionais específicas. Assim, mesmo que o estudante não tenha um diagnóstico formal, se a escola entender que esse tipo de avaliação é o mais adequado ao seu contexto pedagógico, ela pode solicitar essa configuração na plataforma, sem necessidade de apresentar um documento ou laudo — diz Siequeroli.


    Em alguns casos, ela pode até identificar padrões de escritas compatíveis com características frequentemente observadas em estudantes neurodivergentes. No entanto, isso não permite inferir qualquer diagnóstico — o que também não é a finalidade da tecnologia, de acordo com os idealizadores.


    Cada uma das quatro neurodivergências possuem adaptações específicas para os alunos na plataforma. Os que estão no transtorno do espectro autista, por exemplo, têm sinalizados no máximo 15 desvios de ortografia, gramática, sintaxe ou vocabulário. Caso passe disso, apenas os mais relevantes são apresentados.


    Para esse grupo, também há maior tolerância para organização textual não convencional, repetição de palavras, textos em blocos únicos, fuga ao tema ou tangenciamento.


    Já as adaptações para estudantes com TDAH procuram “reduzir o impacto de dificuldades relacionadas à atenção sustentada, revisão textual e organização da escrita, sem comprometer a avaliação do conteúdo desenvolvido”, segundo o documento Red1000 com as adaptações programadas.


    Na prática, isso significa que erros ortográficos possuem peso reduzido, pequenas distrações não geram penalizações desproporcionais e erros isolados recebem tratamento mais leve do que erros recorrentes. Além disso, transições abruptas; pequenas falhas de sequência lógica; e organização menos fluida, recebem penalizações leves quando o conteúdo principal está preservado.


    Já transtornos específicos de aprendizagem, como dislexia e disgrafia, possuem adaptações como menores punições gramaticais; marcações deixam de ser penalizadoras e passam a funcionar apenas como sinalização pedagógica; e erros repetitivos deixam de ser punidos diversas vezes. Em vez disso, quando um mesmo padrão ocorre repetidamente, ele é explicado apenas uma vez ao estudante.


    Outra adaptação aos alunos neurodivergentes é a forma como seus erros são explicados. Para eles, os comentários enfatizam mais estratégias de revisão, evolução da escrita e aspectos positivos do texto do que os erros. Os textos também passam a ter linguagem mais objetiva e orientações concretas.


    Na avaliação de Jucélia Linhares, coordenadora do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Tecnologia Assistiva (Lepta) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), a IA pode ser uma ferramenta efetiva de inclusão ao identificar padrões de escrita relacionados às neurodivergências e oferecer feedback imediato e personalizado, promovendo autonomia e reduzindo a exposição do aluno.


    — Mas, para que seja efetiva, é fundamental que seja usada como ferramenta de apoio ao professor, e não como substituta, com formação docente adequada para a interpretação dos relatórios — afirmou a especialista.


    De acordo com ela, a adaptação da correção, não punindo desvios da redação que são característicos das neurodivergências, permite uma avaliação mais justa. Segundo Linhares, a ferramenta não configura “facilitação”, mas sim uma adaptação razoável ao desconsiderar na correção aspectos que são manifestações diretas da neurodivergência.


    — Ela passa a medir o conhecimento e o potencial do aluno, e não o sintoma. Isso valoriza o aprendizado, aumenta a autoestima e a motivação do estudante, evitando a desmotivação causada por notas baixas recorrentes que não refletem sua capacidade intelectual. Mas também é essencial que a plataforma e a escola utilizem um “modo simulado Enem”, sem as compensações, para que o aluno treine e desenvolva estratégias de revisão e adaptação para a prova. O objetivo da IA deve ser ainda preparar o aluno para a realidade da avaliação externa.


Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/08/03/nova-ia-adap-ta-correcao-de-redacao-as-neurodivergencias-dos-estudantes.ghtml. Acesso em 30/08/2026. Texto adaptado.

Considerando as normas da variedade padrão da língua portuguesa, a reescrita de um trecho do texto apresenta inadequação de regência em:
Alternativas
Q4369720 Português

Leia o texto a seguir.



Nova IA adapta correção de redação

às neurodivergências dos estudantes


Ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro

condições específicas: transtorno do espectro autista, transtorno do

déficit de atenção com hiperatividade, dislexia e disgrafia



    Uma inteligência artificial (IA) educacional foi desenvolvida para corrigir redações de estudantes neurodivergentes adaptando suas dificuldades às notas. A ferramenta identifica os erros mais comuns cometidos por quatro condições específicas — transtorno do espectro autista (TEA), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), dislexia e disgrafia — e não os considera para a pontuação final dos alunos.


    A nova função foi implementada na Red1000, uma plataforma de correção de texto automática do grupo Cogna. Atualmente, há 2,3 mil estudantes com neurodivergências cadastrados. Isso corresponde a 5% do total de alunos que utilizam a plataforma.


        Em meia década, o número de diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas quadruplicou, passando de 294.394, em 2021, para 1.298.637 no ano passado. Os dados do Censo Escolar 2025, promovido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), indicam a primeira vez em que os matriculados com TEA superaram aqueles com deficiência intelectual, respondendo por mais da metade do total de alunos da chamada educação especial. Neste novo cenário, diferentes ferramentas educacionais têm sido criadas ou adaptadas para atender esses estudantes.


    Algumas escolas que utilizam a plataforma, segundo a Red1000, chegam a ter registrados com alguma neurodivergência mais de 20% dos estudantes. No Distrito Federal, um colégio privado que utiliza a ferramenta chegou a ter 26% dos alunos apenas com uma das quatro condições (TEA, TDAH, dislexia e disgrafia) que têm adaptações na IA de correção de redações.


    De acordo com Carolina Siequeroli, gerente sênior de produto e fundadora da Red1000, os alunos atípicos acabavam se desestimulando em usar a plataforma por conta das baixas notas geradas pela correção padronizada. Com a nova função, a IA identifica os tipos de problemas causados pela neurodivergência, mas não desconta a pontuação.


    — O aluno não utilizava a plataforma e deixava de treinar a redação. A ferramenta possibilitou que cada vez mais os alunos praticassem para fazer o Enem mais preparado — conta Siequeroli.


    De acordo com os desenvolvedores, as escolas precisam cadastrar os alunos apontando suas neurodivergências para ativar a correção adaptada. Para isso, ela não exige laudo ou qualquer tipo de comprovação.


    — Respeitamos a autonomia das instituições de ensino nesse processo: cabe à escola definir quando uma redação deve ser avaliada considerando necessidades educacionais específicas. Assim, mesmo que o estudante não tenha um diagnóstico formal, se a escola entender que esse tipo de avaliação é o mais adequado ao seu contexto pedagógico, ela pode solicitar essa configuração na plataforma, sem necessidade de apresentar um documento ou laudo — diz Siequeroli.


    Em alguns casos, ela pode até identificar padrões de escritas compatíveis com características frequentemente observadas em estudantes neurodivergentes. No entanto, isso não permite inferir qualquer diagnóstico — o que também não é a finalidade da tecnologia, de acordo com os idealizadores.


    Cada uma das quatro neurodivergências possuem adaptações específicas para os alunos na plataforma. Os que estão no transtorno do espectro autista, por exemplo, têm sinalizados no máximo 15 desvios de ortografia, gramática, sintaxe ou vocabulário. Caso passe disso, apenas os mais relevantes são apresentados.


    Para esse grupo, também há maior tolerância para organização textual não convencional, repetição de palavras, textos em blocos únicos, fuga ao tema ou tangenciamento.


    Já as adaptações para estudantes com TDAH procuram “reduzir o impacto de dificuldades relacionadas à atenção sustentada, revisão textual e organização da escrita, sem comprometer a avaliação do conteúdo desenvolvido”, segundo o documento Red1000 com as adaptações programadas.


    Na prática, isso significa que erros ortográficos possuem peso reduzido, pequenas distrações não geram penalizações desproporcionais e erros isolados recebem tratamento mais leve do que erros recorrentes. Além disso, transições abruptas; pequenas falhas de sequência lógica; e organização menos fluida, recebem penalizações leves quando o conteúdo principal está preservado.


    Já transtornos específicos de aprendizagem, como dislexia e disgrafia, possuem adaptações como menores punições gramaticais; marcações deixam de ser penalizadoras e passam a funcionar apenas como sinalização pedagógica; e erros repetitivos deixam de ser punidos diversas vezes. Em vez disso, quando um mesmo padrão ocorre repetidamente, ele é explicado apenas uma vez ao estudante.


    Outra adaptação aos alunos neurodivergentes é a forma como seus erros são explicados. Para eles, os comentários enfatizam mais estratégias de revisão, evolução da escrita e aspectos positivos do texto do que os erros. Os textos também passam a ter linguagem mais objetiva e orientações concretas.


    Na avaliação de Jucélia Linhares, coordenadora do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Tecnologia Assistiva (Lepta) da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS), a IA pode ser uma ferramenta efetiva de inclusão ao identificar padrões de escrita relacionados às neurodivergências e oferecer feedback imediato e personalizado, promovendo autonomia e reduzindo a exposição do aluno.


    — Mas, para que seja efetiva, é fundamental que seja usada como ferramenta de apoio ao professor, e não como substituta, com formação docente adequada para a interpretação dos relatórios — afirmou a especialista.


    De acordo com ela, a adaptação da correção, não punindo desvios da redação que são característicos das neurodivergências, permite uma avaliação mais justa. Segundo Linhares, a ferramenta não configura “facilitação”, mas sim uma adaptação razoável ao desconsiderar na correção aspectos que são manifestações diretas da neurodivergência.


    — Ela passa a medir o conhecimento e o potencial do aluno, e não o sintoma. Isso valoriza o aprendizado, aumenta a autoestima e a motivação do estudante, evitando a desmotivação causada por notas baixas recorrentes que não refletem sua capacidade intelectual. Mas também é essencial que a plataforma e a escola utilizem um “modo simulado Enem”, sem as compensações, para que o aluno treine e desenvolva estratégias de revisão e adaptação para a prova. O objetivo da IA deve ser ainda preparar o aluno para a realidade da avaliação externa.


Fonte: https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2026/08/03/nova-ia-adap-ta-correcao-de-redacao-as-neurodivergencias-dos-estudantes.ghtml. Acesso em 30/08/2026. Texto adaptado.

“Algumas escolas que utilizam a plataforma, segundo a Red1000, chegam a ter registrados com alguma neurodivergência mais de 20% dos estudantes. No Distrito Federal, um colégio privado que utiliza a ferramenta chegou a ter 26% dos alunos apenas com uma das quatro condições [...]” (4º parágrafo). Nesse trecho, os dois elementos em destaque, responsáveis por introduzir orações subordinadas, são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q4369721 Pedagogia
“Analisar informações, argumentos e opiniões manifestados em interações sociais e nos meios de comunicação, posicionando -se ética e criticamente em relação a conteúdos discriminatórios que ferem direitos humanos e ambientais”. De acordo com a BNCC, essa é uma:
Alternativas
Respostas
1: B
2: A
3: A
4: D
5: C
6: C
7: B
8: A
9: D
10: A
11: D
12: A
13: B
14: C
15: D
16: B
17: D
18: C
19: A
20: C