Questões de Concurso Público Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS 2026 para Psicopedagogo

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Q4376749 Português
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Os livros gerados por IA pecam apenas na qualidade literária.
( ) Um pouco menos de 30% dos trabalhadores brasileiros utilizam IA diariamente no trabalho.
( ) Os livros gerados por IA não representam riscos à saúde. 
Alternativas
Q4376750 Não definido
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores [...]” (1º parágrafo), a palavra destacada poderia ser substituída, nesse contexto, por: 
Alternativas
Q4376751 Não definido
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
Se a palavra “problema” fosse flexionada para o plural na frase “O problema vai além da qualidade literária.” (2º parágrafo), quantas outras palavras sofreriam alteração? 
Alternativas
Q4376752 Não definido
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?


     O avanço da inteligência artificial no mercado editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de publicação. A proliferação de livros gerados automaticamente por algoritmos já forçou grandes empresas a adotarem medidas restritivas para conter o fenômeno.

    O problema vai além da qualidade literária. Foram identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados nessas plataformas de autopublicação, que indicavam espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis, influenciando a forma como as pessoas pensam e o que consomem. 

    Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a necessidade de rotular claramente o que foi produzido por inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige que empresas identifiquem o que é ou não gerado por algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da literatura, a questão ganha outra dimensão.

    Os dados sobre o uso da inteligência artificial no Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é apontada como um ponto central da discussão. Com o avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve, será possível identificar se um texto foi escrito por um humano ou por uma máquina?


Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
No trecho “O episódio ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão adequada podem representar riscos concretos à saúde e à segurança das pessoas.” (3º parágrafo), os termos destacados são, respectivamente: 
Alternativas
Q4376753 Não definido
Assinalar a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical nas duas frases.
Alternativas
Q4376754 Português
Considerando as regras de colocação pronominal, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4376755 Não definido
Assinalar a alternativa em que há um substantivo empregado no grau aumentativo.
Alternativas
Q4376756 Não definido
Considerando o número de fonemas e grafemas das palavras, assinalar a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4376757 Português
Considerando a regência verbal das palavras, analisar os itens.

I. A criança escorregou pelo tobogã.
II. O técnico interferiu o trabalho da equipe.
III. A filha dele noivou do amigo.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q4376758 Não definido
Considerando as figuras de linguagem, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Metáfora.
(2) Hipérbole.
(3) Eufemismo.
(4) Metonímia.

( ) Li Machado de Assis durante as férias.
( ) Estou morrendo de sono.
( ) Aquela aluna é uma flor.
( ) Ele partiu desta para melhor.
Alternativas
Q4376759 Raciocínio Lógico
Em uma atividade de raciocínio lógico, um estudante deve identificar a relação existente entre duas palavras e aplicar o mesmo raciocínio à segunda situação. Considerando isso, assinalar a alternativa que completa CORRETAMENTE a analogia “LIVRO está para LEITURA assim como MAPA está para”:
Alternativas
Q4376760 Estatística
Segundo a Caixa Econômica Federal, desde sua 1ª edição, em 2009, a Mega da Virada já premiou 130 apostas que tentaram a sorte e acertaram as seis dezenas milionárias. Os números que mais saíram foram:

• 10: cinco vezes;
• 5; 33 e 36: quatro vezes cada;
• 3; 17; 20; 29; 34; 41; 56 e 58: três vezes cada.
Fonte: BBC. Adaptado.

Considerando a série estatística formada pelos números que mais saíram na Mega da Virada, assinalar a alternativa que corresponda ao valor da moda.
Alternativas
Q4376761 Matemática
Três sócios, ao final do ano, dividiram proporcionalmente um lucro de R$ 48.000,00. Sabe-se que o investimento inicial da sociedade foi na proporção 2, 3 e 5. Qual foi o valor recebido pelo sócio que investiu na maior proporção?
Alternativas
Q4376762 Não definido
Uma loja de artigos esportivos lançou uma promoção de fim de semana. Com isso, um tênis que custava R$ 320,00 recebeu um desconto de 22% para pagamento à vista. Qual é o valor que o cliente deverá pagar pelo tênis nessa condição?
Alternativas
Q4376763 Não definido
Considerando o critério de formação do padrão de letras abaixo, assinalar a alternativa que apresenta a 9ª combinação.

AAAA – AAAB – AABB – ABBB – BBBB – BBBC – ...
Alternativas
Q4376764 Atualidades
Em julho de 2026, uma tarifa contra produtos brasileiros, chamada popularmente de “tarifaço”, foi anunciada pelos Estados Unidos e está entre as maiores tarifas atualmente aplicadas pelos EUA a um país. Diante disso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4376765 Gestão de Pessoas
Sobre o trabalho em equipe, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4376766 Noções de Informática
Sobre download, upload e armazenamento em nuvem, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4376767 Não definido
No Microsoft Outlook, a utilização do campo CCO permite:
Alternativas
Q4376768 Noções de Informática

No editor de texto Microsoft Word, o botão destacado possui a função de:


Q20.png (335×147)

Alternativas
Respostas
1: B
2: C
3: B
4: D
5: C
6: D
7: C
8: A
9: A
10: C
11: B
12: D
13: C
14: D
15: C
16: D
17: B
18: B
19: A
20: C