De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas ...
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Ano: 2026
Banca:
OBJETIVA
Órgão:
Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS
Provas:
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Administrador
|
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Advogado |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Assessor de Comunicação Social |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Bibliotecário |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Engenheiro Ambiental |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Engenheiro Civil |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Engenheiro Elétrico |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Engenheiro Florestal |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Geólogo |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Psicopedagogo |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Arquiteto |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Tecnólogo em Gestão Pública |
OBJETIVA - 2026 - Prefeitura de Cachoeira do Sul - RS - Contador |
Q4376749
Português
Texto associado
Livros escritos por inteligência artificial: qual o limite do uso?
O avanço da inteligência artificial no mercado
editorial deixou de ser uma questão futurista e tornou-se um
desafio concreto para leitores, editoras e plataformas de
publicação. A proliferação de livros gerados
automaticamente por algoritmos já forçou grandes
empresas a adotarem medidas restritivas para conter o
fenômeno.
O problema vai além da qualidade literária. Foram
identificados e-books sobre coleta de cogumelos, publicados
nessas plataformas de autopublicação, que indicavam
espécies venenosas como se fossem comestíveis. O episódio
ilustra como conteúdos gerados por IA sem supervisão
adequada podem representar riscos concretos à saúde e à
segurança das pessoas. A preocupação é que esse tipo de
erro não fique restrito a guias de cogumelos, mas se
expanda para obras de saúde e outros temas sensíveis,
influenciando a forma como as pessoas pensam e o que
consomem.
Diante desse cenário, cresce a discussão sobre a
necessidade de rotular claramente o que foi produzido por
inteligência artificial. A União Europeia já aprovou uma lei de
regulamentação de IA que entra em vigor em agosto e exige
que empresas identifiquem o que é ou não gerado por
algoritmos. A proposta é que o leitor tenha o direito de
escolher, sendo informado sobre a origem do conteúdo que
consome. Para livros mais técnicos ou manuais, a presença
da IA pode ser menos incômoda, mas no campo da
literatura, a questão ganha outra dimensão.
Os dados sobre o uso da inteligência artificial no
Brasil reforçam a urgência do debate: 70% dos brasileiros
afirmam utilizar IA no trabalho, índice superior à média
global de 54%. Quase 30% dos colaboradores no país a
utilizam diariamente. A distinção entre usar a IA como
ferramenta de apoio — para corrigir erros ou auxiliar na
escrita — e delegar a ela a criação integral de uma obra é
apontada como um ponto central da discussão. Com o
avanço tecnológico, surge ainda outra questão: em breve,
será possível identificar se um texto foi escrito por um
humano ou por uma máquina?
Fonte: CNN Brasil. Adaptado.
De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas
(C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Os livros gerados por IA pecam apenas na qualidade literária.
( ) Um pouco menos de 30% dos trabalhadores brasileiros utilizam IA diariamente no trabalho.
( ) Os livros gerados por IA não representam riscos à saúde.
( ) Os livros gerados por IA pecam apenas na qualidade literária.
( ) Um pouco menos de 30% dos trabalhadores brasileiros utilizam IA diariamente no trabalho.
( ) Os livros gerados por IA não representam riscos à saúde.