Questões de Concurso Público Prefeitura de Catuípe - RS 2024 para Professor - Língua Portuguesa

Foram encontradas 30 questões

Q3414497 Psicologia
Psicólogo canadense, contribui no campo da psicologia social e cognitiva, da psicoterapia e da pedagogia. Desenvolveu observações experimentais em que crianças e adultos eram colocados em uma sala de brinquedos, e os adultos reagiam de formas diferentes ao boneco João-bobo. Alguns deles batiam e insultavam o boneco, enquanto outros representavam um modelo passivo. O resultado mostrou que as crianças expostas aos adultos cujo comportamento era agressivo tendiam a repeti-lo e, por sua vez, também agrediam e insultavam o boneco. Quem realizou o experimento descrito acima? 
Alternativas
Q3414498 Pedagogia
À Pedagogia, enquanto ciência da Educação, cabe conhecer e explicitar as diferentes manifestações da educação enquanto prática social, bem como contribuir para a direção de sentido que se quer conferir ao ser humano. Uma das áreas da Pedagogia trabalha, na sua especificidade, essa finalidade prática da educação, o que, por sua vez, é um dos determinantes do processo de ensino-aprendizagem, essência da atividade docente. Assinalar a alternativa CORRETA quanto a essa área: 
Alternativas
Q3414499 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) apresenta as dez competências gerais que devem acompanhar os estudantes desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Assinalar a alternativa que contém estas competências gerais: 
Alternativas
Q3414589 Português
A Missão

O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez. Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.

(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
Sobre o emprego verbal do trecho “O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente”, analisar os itens abaixo:

I. O verbo “brilhava” está conjugado em modo/tempo típico de gêneros narrativos.
II. Os verbos “esfolara”, “cobrira”, “era”, “dissera”, “respondera” e “resolvera” indicam uma ação no passado ocorrida antes de outra ação também no passado.
III. O verbo “esfolara” pode ser substituído sem qualquer prejuízo gramatical pela locução verbal “havia esfolado”.
IV. Verbos no pretérito mais-que-perfeito são amplamente utilizados na linguagem coloquial de gêneros orais.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3414590 Português
A Missão

O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante dissera a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera: — Somos dezesseis. Ficaremos catorze. Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo. À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. Pangu-Akitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar. Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago. Eu, o Narrador, sou Teoria. Nasci na Gabela, na terra do café. Da terra recebi a cor escura de café, vinda da mãe, misturada ao branco defunto do meu pai, comerciante português. Trago em mim o inconciliável e é este o meu motor. Num Universo de sim ou não, branco ou negro, eu represento o talvez. Talvez é não, para quem quer ouvir sim e significa sim para quem espera ouvir não. A culpa será minha se os homens exigem a pureza e recusam as combinações? Sou eu que devo tornar-me em sim ou em não? Ou são os homens que devem aceitar o talvez? Face a este problema capital, as pessoas dividem-se aos meus olhos em dois grupos: os maniqueístas e os outros. É bom esclarecer que raros são os outros, o Mundo é geralmente maniqueísta.

(Fonte: Pepetela — Adaptado.)
Assinalar a alternativa que expressa uma EXCEÇÃO à ótica irônica do narrador quanto às diferentes perspectivas sociais sobre sua identidade: 
Alternativas
Q3414591 Português
Sobre o preconceito linguístico, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3414592 Linguística
Considerando-se a filosofia da linguagem, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Significado.
(2) Significante.
(3) Signo.

( ) Combinação de duas partes separadas da linguagem, e a conexão entre essas duas partes é arbitrária, ou seja, não é motivada pela natureza da coisa referida.
( ) Parte material ou perceptível do signo, como a sequência de sons, letras ou gestos que compõem uma palavra.
( ) Parte conceitual ou mental do signo, que representa o conceito associado à palavra. 
Alternativas
Q3414593 Português
Na frase “As matérias às quais me dedico são de física e química.”, o sinal indicativo de crase justifica-se: 
Alternativas
Q3414594 Pedagogia
Em relação aos agentes de leitura, analisar os itens abaixo:

I. Para ser um agente de leitura, a pessoa tem que gostar de ler, ter vontade e compromisso social de compartilhar esse gosto e sua experiência de leitura com outras pessoas.
II. Atuam integrados às bibliotecas públicas municipais, dinamizando seus acervos e realizando programações culturais, como rodas de leituras e oficinas literárias.
III. Estão inseridos nas escolas, contribuindo na formação leitora de crianças e jovens, atuando articulado com os professores em projetos pedagógicos de incentivo à leitura, voltados para a comunidade escolar.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3414595 Português
Na frase “Todos ficaram em silêncio, e ninguém entendia o motivo, por quê?”, o uso de “por quê” (separado e com acento) justifica-se: 
Alternativas
Respostas
11: D
12: B
13: A
14: B
15: A
16: C
17: D
18: C
19: A
20: D