Questões de Concurso Público Prefeitura de Cornélio Procópio - PR 2021 para Professor Educação Básica 1º ao 5º Ano e/ou Educação Infantil

Foram encontradas 30 questões

Q4329992 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Assinale a alternativa correta de acordo com a ideia central do texto.
Alternativas
Q4329993 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Assinale a alternativa que explica o uso das aspas no primeiro parágrafo.
Alternativas
Q4329994 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


Disponível em https://www.terra.com.br/noticias/a-falta-de-emocao-dohome-office,db3c64c3ab4372f0f3003cc1d4373886bjiea3rv.html



Assinale a alternativa que apresenta um verbo no Pretérito Imperfeito do Indicativo.
Alternativas
Q4329995 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


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Analise: “De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo...” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4329996 Português
A falta de emoção do home office
Alice Ferraz*


       Meu primeiro emprego, aos 17 anos, foi como vendedora de loja de uma conhecida marca de moda em São Paulo, na década de 1980. Lembro-me da sensação de liberdade que, a partir de então, começou a fazer parte da minha vida: depois do colégio, eu ia ao trabalho. A liberdade não era só pelo dinheiro que, claro, fazia parte do pacote, mas da enorme gama de possibilidades que se abriam na minha “pequena” vida até então cercada de cuidados e de um inabalável cerco familiar.

       Como vendedora, tive que aprender mais sobre paciência com clientes, a resistência física para se manter em pé por horas e a controlar impulsos de compras, afinal, estava o dia todo em um oásis de consumo. Depois disso, fui trabalhar no escritório de uma confecção no extremo oposto de onde eu morava em São Paulo. Nesse momento, conhecer a cidade com meu guia no colo (sim, não existia Waze) tornou-se um desafio e motivo de satisfação diária. Estava mais longe de casa, mais solta no mundo que se abria muitas vezes com certa violência, mostrando-me faces até então escondidas por uma vida cheia de limites rígidos e cuidados de uma família tradicional.

      De emprego em emprego, acordar pela manhã e sair de casa para exercer meu papel como parte integrante da sociedade me fazia (e faz até hoje) sentir um “frio no estômago”, um entusiasmo que está ligado ao desconhecido, ao imprevisível que o dia pode e certamente irá trazer. Durante a semana passada, em um desses encontros fortuitos que sempre se mostram como a “cereja” do meu dia, encontrei uma jovem de 22 anos no escritório. Ela estava passando em frente e entrou para visitar a irmã, minha colaboradora há mais de uma década. Animada, cheia de atitude, cabelos molhados soltos em um descompromisso proposital com a imagem, lembrou-me de mim mesma nessa idade.

       Estava a caminho de uma consulta médica de rotina, feliz ao andar na rua e me disse algo que, apesar de intuir, não tinha ainda tido o contato para sentir. “A vida de home office não tem emoção.” A frase “pulou” da sua boca em um encontro em pé no meio da empresa. “Fui contratada e, uma semana depois, estava em home office. Não conheço meu chefe pessoalmente, nem os diretores. Passo os dias sentada em Zoom e calls. Já soube que será assim por prazo indeterminado e estou procurando outro emprego”, explicou. Olhando para trás, não posso me imaginar nessa idade sem a emoção do dia a dia na rua em uma grande cidade como São Paulo. Os encontros casuais no trânsito, na rua, na copa dos escritórios para um café, os almoços com colegas, as reuniões presenciais e seu rito, a escolha do que vestir para o dia e quem sabe um happy hour, tudo fazia parte do experimentar. Experimentar a vida.

     A pandemia nos transformou e dar um próximo passo nas regras e modelos de trabalho é necessário. Pensar em como não tirar e sim somar para que a experiência de viver a aventura profissional seja melhor do que era parece ser agora o grande desafio das empresas. Estar em casa o dia todo em frente ao computador não pode ser a melhor solução. A convivência física e o sentimento que ela gera é primordial para nosso desenvolvimento emocional em sociedade.

*ALICE FERRAZ É ESPECIALISTA EM MARKETING DE INFLUÊNCIA E ESCRITORA, AUTORA DE “MODA À BRASILEIRA”


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Analise: “Passo os dias sentada em Zoom e calls.” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4329997 Noções de Informática
Usando como referência o Windows 10, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa que representa a ação que ocorrerá se o usuário pressionar simultaneamente as teclas função Ctrl + Esc. (Obs.: o sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)
Alternativas
Q4329998 Noções de Informática
No MS-Word 2016 (em português e em sua configuração padrão), existe uma opção que permite inserir Citação, ou seja, dar o crédito de uma fonte de informação citando o livro, artigo ou outro material de onde ela se origina. Assinale a alternativa que apresenta o nome da opção na barra de menu que dá acesso a opção Inserir Citação. 
Alternativas
Q4329999 Noções de Informática
Sobre o tema Microsoft Office 2016 e alguns dos principais recursos da versão 2016 da suíte da Microsoft, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O Excel é uma das ferramentas mais utilizadas nos mundos acadêmico e corporativo para a criação de gráficos. A versão 2016 do aplicativo ganhou novidades neste aspecto, permitindo que você crie gráficos de previsão utilizado dados históricos com apenas um único clique.
II. Se você está usando o Word, o Excel ou o PowerPoint, através do recurso de pesquisa inteligente e integrada, pode iniciar uma busca de forma ágil a partir de algo que você digitou no texto. O resultado aparece em um menu lateral exclusivo, de forma organizada e precisa e com imagens que podem ser adicionadas rapidamente ao documento.
III. O pacote Microsoft Office 2016, na sua versão para desktop, disponibiliza o recurso de trabalhos colaborativos e permite reunir sua equipe de trabalho para que todos tenham acesso ao mesmo documento e tudo é integrado com o OneDrive, o serviço de armazenamento nas nuvens da Microsoft. 
Alternativas
Q4330000 Noções de Informática
Considerando o pacote Microsoft Office, MSExcel 2016, versão em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa que não representa uma fórmula e sua respectiva aplicação.
Alternativas
Q4330001 Noções de Informática
 A URL é o endereço eletrônico que permite que o seu site ou blog seja encontrado na rede. A sigla URL significa: Uniform Resource Locator, e pode ser traduzida para o português como: Localizador Uniforme de Recursos. Considerando o tema URL, assinale a alternativa que não corresponde a uma URL com a sintaxe correta, ou seja, que está com todos os seus atributos corretos.
Alternativas
Q4330117 Pedagogia
No tocante à Leitura e à Escrita na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A linguagem desempenha um papel crucial na formação do sujeito, possibilitando as interações sociais.
( ) A linguagem e a escrita são condição dispensável para a inserção do indivíduo no meio sociocultural.
( ) Por meio da linguagem e da escrita, o sujeito consegue ressignificar a cultura.
( ) A criança, como cidadã, apropria-se da linguagem na fase adulta, estabelecendo relações com o mundo, comunicando-se de formas diversas e por diversos meios.
( ) A criança, como centro do processo de educação e sujeito que requer cuidados, precisa que lhes sejam disponibilizadas situações de usufruto das múltiplas linguagens, de modo que possa expressar-se somente por meio da fala. 
Alternativas
Q4330118 Pedagogia
A avaliação diagnóstica tem por objetivo:
Alternativas
Q4330119 Pedagogia
Vygotsky demarca muito bem que o mecanismo da compensação é tarefa da educação, que consiste em introduzir o indivíduo com deficiência na vida, e criar compensações, mas não no plano biológico, visto que a natureza não compensa automaticamente uma grande perda. De acordo com o autor, não seria uma relação______________, de substituição das funções comprometidas de alguns órgãos por outras funções ou órgãos. Assinale a alternativa que completa a ideia do autor corretamente.
Alternativas
Q4330120 Não definido
A concepção de criança enquanto sujeito social e histórico, em meados dos anos 90, passou por uma ampliação sobre a concepção de criança. Agora se procura entender a criança como um ser sócio-histórico, onde a aprendizagem se dá pelas __________ entre a criança e seu entorno social. Essa perspectiva __________ tem como principal teórico Vygotsky, que enfatiza a criança como sujeito __________, que faz parte de uma cultura concreta (OLIVEIRA, 2002). Assinale a opção que completa a ideia corretamente. 
Alternativas
Q4330121 Pedagogia
A atenção desempenha papel fundamental em toda a atividade do indivíduo, principalmente no desenvolvimento escolar. Sua ausência ou insuficiência faz com que o conteúdo acadêmico seja não apropriado para o sujeito. O silêncio ou a disciplina não é garantia de que a atenção do aluno esteja voltada ao objeto de estudo. São necessários questionamentos e contraposição e atividades dinâmicas e variadas. Nesse sentido, faz-se necessária uma aprendizagem:
Alternativas
Q4330122 Pedagogia
O fato de todo o processo de ensinoaprendizagem ser mediado pelo professor garante que os alunos se apropriem do conhecimento elaborado e sistematizado, por outras pessoas. Nesse sentido, Saviani (2000, p. 19) adverte: “[...] não se trata, pois de qualquer tipo de saber. Portanto, a escola diz respeito ao conhecimento elaborado e não ao conhecimento espontâneo; ao saber sistematizado e não ao saber fragmentado; à cultura erudita e não à cultura popular”. Assinale a opção que não condiz com essa ideia. 
Alternativas
Q4330123 Pedagogia
A linguagem, além de ser fundamental para a transmissão do conhecimento, teve, e continua tendo, importância decisiva para a posterior reorganização da atividade consciente do homem, pois permite lidar com objetos ou situações que não estão presentes, conservando-os na:
Alternativas
Q4330124 Pedagogia
Segundo Vygotsky (2007), a memória desenvolve-se juntamente com outras funções, que durante a infância, em sua fase inicial, torna-se uma das funções psicológicas centrais, pois em torno dela são formadas as demais funções. Assinale quais são essas outras funções 
Alternativas
Q4330125 Pedagogia
Em Vygotsky, tem-se o entendimento de que a aprendizagem é um processo contínuo, no qual a educação passa por etapas de aprendizagem mediadas pelas relações sociais. Para ele, a aprendizagem inicia-se antes do ingresso da criança na escola e vai se complementando à medida em que são introduzidos novos elementos ao seu desenvolvimento. Para tanto, o letramento acontece
Alternativas
Q4330126 Pedagogia
A escola procura concretizar sua missão educativa, sem negligenciar de também realizar a missão educativa estabelecida para a escola pela sociedade nacional representada pelas leis e determinações educacionais do país, Assim, a missão da escola se realiza por meio de prioridades coletivas e pelas operações setoriais que podem ser ou fazer parte dele. Esse projeto é chamado na instituição de:
Alternativas
Respostas
1: B
2: D
3: E
4: D
5: A
6: A
7: E
8: C
9: C
10: X
11: E
12: D
13: A
14: D
15: C
16: B
17: E
18: B
19: C
20: E