Questões de Concurso Público Prefeitura de Cornélio Procópio - PR 2021 para Médico Clínico Geral

Foram encontradas 30 questões

Q4321754 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


A nova era nuclear Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos 1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e um torpedo capaz de provocar tsunamis.

Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.

    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta. 

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

    [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/
Assinale a alternativa incorreta de acordo com o texto.
Alternativas
Q4321755 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


A nova era nuclear Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos 1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e um torpedo capaz de provocar tsunamis.

Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.

    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta. 

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/
Assinale a alternativa que apresenta a explicação para o uso de advérbios de lugar no texto.
Alternativas
Q4321756 Não definido
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A nova era nuclear Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos 1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e um torpedo capaz de provocar tsunamis.

Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.

    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta. 

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram utilizadas para sequenciar itens.
Alternativas
Q4321757 Não definido
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A nova era nuclear Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos 1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e um torpedo capaz de provocar tsunamis.

Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.

    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta. 

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/
Analise: “Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas” e assinale a alternativa que classifica o vocábulo em destaque.
Alternativas
Q4321758 Não definido
Leia o texto para responder a questão.


A nova era nuclear Os EUA reativaram seu maior bunker – e estão desenvolvendo a primeira ogiva nuclear desde os anos 1980. A China pretende triplicar seu arsenal. E os russos apresentam novas armas: o míssil manobrável e um torpedo capaz de provocar tsunamis.

Texto: Bruno Garattoni e Tiago Cordeiro


    Se você entrar na floresta de Bardufoss, na Noruega, encontrará algo bem estranho: uma rede de 960 canos finos e rentes ao chão, que correm por entre as árvores numa área de 1,5 km² e parecem grandes teias de aranha. Eles formam uma rede de medição infrassônica, que detecta sons de frequência inferior a 20 hertz – inaudíveis ao ouvido humano. No dia 8 de agosto de 2019, às 9h da manhã no horário local, o sistema registrou uma onda de choque atípica. Exatamente ao mesmo tempo, a estação meteorológica de Severodinsk, na Rússia, detectou níveis de radioatividade 16 vezes acima do normal. Os dois eventos, como viria a ser revelado depois, tinham a mesma causa: a explosão de um míssil 9M730 Burevestnik, que os russos estavam testando numa base militar em Nyonoska, no noroeste do país. Cinco pessoas morreram, três ficaram feridas e a população da cidade correu para comprar iodo (que, tomado de forma preventiva, evita o envenenamento radioativo da tireoide). É que o Burevestnik não era um míssil qualquer. Além de carregar ogivas nucleares, ele possui o próprio reator nuclear, que gera energia para mantê-lo no ar.

    Os níveis de radiação voltaram ao normal em algumas horas (o reator do míssil é pequeno, com muito menos combustível nuclear do que uma usina), mas o cenário geopolítico não. O mundo constatou que os russos estavam testando um novo tipo de arma: capaz de ficar no ar por anos, driblar todos os sistemas antimísseis – e atacar de surpresa qualquer ponto do planeta. 

    No dia 25 de março deste ano, duas semanas depois que a OMS classificou a onda de coronavírus como pandemia, os militares americanos fizeram uma manobra profunda. Literalmente: anunciaram que os oficiais da Norad e da Northcom, as divisões que controlam seu arsenal nuclear, iriam se mudar para o Cheyenne Mountain Complex: o maior bunker militar do mundo, escavado sob 610 metros de rocha dentro da montanha Cheyenne, no Colorado. Ele foi construído nos anos 1960, é formado por 15 prédios subterrâneos de três andares, com capacidade para abrigar 2 mil pessoas por até dois anos, e foi projetado para suportar uma explosão nuclear de até 30 megatons (2 mil vezes a potência da bomba de Hiroshima). Foi sendo desocupado após o fim da Guerra Fria e estava praticamente abandonado, com 70% de capacidade ociosa. Não mais. Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93. Praticamente todos os detalhes a respeito são confidenciais – exceto que ela fará parte de um programa de US$ 1 trilhão para renovar o arsenal nuclear dos EUA.

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Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/a-nova-era-nuclear/
Analise: “Os americanos também anunciaram que, pela primeira vez desde os anos 1980, vão desenvolver uma nova ogiva: a W93.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4321759 Não definido
Usando como referência o Windows 10 e seus aplicativos, instalação padrão, português do Brasil, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4321760 Não definido
Considerando o MS-Word 2016, em português e em sua configuração padrão, assinale a alternativa correta.

I. Se o usuário, usando o Word 2016, clicar na guia “Referências”, na opção Pesquisar, o painel de busca será aberto do lado direito da tela com todos resultados da pesquisa na internet, conforme o tipo de conteúdo que estiver selecionado no texto.
II. No Word 2016, o usuário poderá facilmente adicionar citações ao escrever um documento em que precise citar suas fontes, como um artigo de pesquisa. Para encontrar esse recurso, clique na guia “Inserir” na barra de ferramentas do Word 2016 e depois em Inserir citação. Um pequeno menu aparecerá com duas opções: Adicionar Nova Fonte Bibliográfica e Adicionar Novo Espaço Reservado.
III. No Word 2016, uma referência cruzada permite criar vínculos com outras partes do mesmo documento. Por exemplo, você pode usar uma referência cruzada para criar vínculo com um gráfico que aparece em algum lugar no documento. A referência cruzada aparece como um link que leva o leitor até o item referenciado.
IV. Se o usuário estiver fazendo um documento no Word 2016 e precisar inserir uma fórmula matemática, poderá contar com a ferramenta Equação que o Word 2016 oferece na guia “inserir”. O usuário terá a possibilidade de escolher entre diferentes modelos de fórmulas para inserir no seu documento conforme a sua necessidade.
Alternativas
Q4321761 Não definido
Trabalhando com a planilha eletrônica do pacote Microsoft Office, MS-Excel 2016, (versão em português e em sua configuração padrão), assinale a alternativa que descreve o resultado da fórmula: =PROCV( )
Alternativas
Q4321762 Não definido
O conceito de Segurança da Informação se aplica a todos os aspectos de proteção das informações e dos dados. Assinale a alternativa que apresenta o princípio que melhor representa a definição: “Está relacionado com a preservação da precisão, consistência e confiabilidade das informações e sistemas pela empresa ao longo dos processos ou de seu ciclo de vida. É importante que os dados circulem ou sejam armazenados do mesmo modo como foram criados, ou seja, sem que haja interferência externa que possa corrompê-los ou danificálos”.
Alternativas
Q4321763 Não definido
Considerando as definições de Internet, Intranet, E-mail e seus protocolos, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A intranet é uma rede de computadores privada que assenta sobre a suíte de protocolos da Internet, porém, de uso exclusivo de um determinado local, como, por exemplo, a rede de uma empresa, que só pode ser acessada pelos seus utilizadores ou colaboradores internos.
II. A Intranet por ser uma rede de computadores privada, nunca poderá ser acessada através de uma conexão de Internet. Esta restrição é importante para garantir a segurança de acesso da Intranet.
III. SMTP é um protocolo utilizado pelos clientes de e-mail para enviar mensagens para o provedor através da Internet. 
IV. POP é um protocolo da série TCP/IP utilizado para receber mensagens. Este protocolo é utilizado por clientes de e-mails, e permite o download (transferência) das mensagens do provedor para o computador do usuário.
Alternativas
Q4326618 Não definido
A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais amplamente adotada para o rastreamento do câncer do colo do útero. Associe as colunas baseado na conduta inicial frente aos resultados alterados de exames citopatológicos nas unidades de atenção básica, considerando que as pacientes nunca haviam realizado o exame.
A. Encaminhar para colposcopia. B. Repetir a citologia em 3 anos. C. Repetir a citologia em 6 meses.
( ) Células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas (ASC-US) em mulher de 22 anos.
( ) Lesão de Baixo Grau (LSIL) em mulher de 28 anos.
( ) Lesão de Alto Grau (HSIL) em mulher de 40 anos.
( ) Células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásicas (ASC-US) em mulher de 32 anos.
( ) Células escamosas atípicas de significado indeterminado, não se podendo afastar lesão de alto grau (ASC-H) em mulher de 18 anos. 
Alternativas
Q4326620 Não definido
Há situações em que a indicação de um ou outro grupo anti-hipertensivo ganha destaque, de acordo com a comorbidade presente. Diante de situações específicas, como a associação de arritmias supraventriculares, enxaqueca, insuficiência cardíaca e coronariopatia, a preferência de fármaco inicial será a classe dos:
Alternativas
Q4326622 Não definido
Assinale a alternativa que apresenta corretamente as principais metas de controle glicêmico e de hemoglobina glicada (HbA1C) adotadas pela Sociedade Brasileira de Diabetes para adultos com DM. 
Alternativas
Q4326624 Não definido
Em pacientes com suspeita ou confirmação de infecção por influenza, além das precauções padrão, devem ser implantadas as precauções para gotículas. Sobre essas últimas, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Recomenda-se uso de máscara cirúrgica no paciente durante transporte.
II. Recomenda-se uso de dispositivos de sucção fechados.
III. Limitar procedimentos indutores de aerossóis (intubação, sucção, nebulização).
IV. Quando em enfermaria, respeitar a distância mínima de 1 metro entre os leitos durante o tratamento com oseltamivir.
Alternativas
Q4326626 Não definido
Atenção especial deve ser dada ao tratamento da tuberculose dos grupos considerados de alto risco para toxicidade, constituído por pessoas com mais de 60 anos, em mau estado geral, alcoolistas, infectadas por HIV, em uso concomitante de medicamentos anticonvulsivantes e pessoas que manifestem alterações hepáticas. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, os prováveis fármacos responsáveis pela coloração avermelhada do suor/urina e neurite óptica.
Alternativas
Q4326628 Não definido
A partir da interpretação dos resultados sorológicos no diagnóstico da hepatite B, associe as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.
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( ) Imune após infecção pelo HBV.
( ) Infecção recente pelo vírus da Hepatite B (HBV) há menos de seis meses.
( ) Imune após vacinação contra o HBV
( ) Infecção pelo HBV.
Alternativas
Q4326630 Não definido
O sarampo é uma doença prevenível por vacinação. Os critérios de indicação da vacina são revisados periodicamente pelo Ministério da Saúde e levam em conta: características clínicas da doença, idade, ter adoecido por sarampo durante a vida, ocorrência de surtos, além de outros aspectos epidemiológicos. Assinale a alternativa que apresenta um indivíduo que não precisa ser vacinado.
Alternativas
Q4326632 Não definido

O exame de líquido cefalorraquidiano é de extrema utilidade, tanto para o diagnóstico quanto para o controle evolutivo das meningites. Sobre as características do exame nas infecções do sistema nervoso central, assinale a alternativa que apresenta uma alteração não sugestiva de infecção bacteriana.

Alternativas
Q4326634 Não definido
Recomenda-se tratamento para pacientes com níveis séricos de vitamina D < 20ng/mL. Assinale a alternativa que apresenta um esquema inicial de tratamento adequado para pacientes com quadros de deficiência grave (<12ng/mL).
Alternativas
Q4326636 Não definido
De acordo com a Lei 8.080, de 19 de setembro de 1990, a respeito da participação complementar no Sistema Único de Saúde (SUS), analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do SUS.
II. Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do SUS, mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.
III. Na fixação dos critérios, valores, formas de reajuste e de pagamento da remuneração aludida neste artigo, a direção nacional do SUS deverá fundamentar seu ato em demonstrativo econômico-financeiro que garanta a efetiva qualidade de execução dos serviços contratados.
IV. Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exceder em mais de 20% a participação em cargo de chefia ou função de confiança no SUS.
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: A
4: E
5: D
6: E
7: B
8: A
9: C
10: B
11: B
12: E
13: C
14: E
15: A
16: D
17: A
18: B
19: D
20: C