Questões de Concurso Público Prefeitura de União do Oeste - SC 2026 para Professor de Língua Estrangeira – Inglês
Foram encontradas 20 questões
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
Post category: Artigos https://jornal.usp.br/? p=808419
24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das frases abaixo, considerando as exigências da norma-padrão da língua portuguesa quanto ao uso do sinal indicativo de crase:
1. [...] que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ____ vida humana.
2. A análise sobre os limites do processamento de dados estendeu-se ____ várias reuniões do conselho.
3. As diretrizes éticas para o uso de IA aplicam-se tanto a modelos novos quanto ____ que já estão em operação.
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
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24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
No seguinte fragmento: …”ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações.” Analise os vocábulos: mão de obra e infraestrutura e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) O Novo Acordo Ortográfico determinou que as locuções substantivas, adjetivas ou pronominais ligadas por preposição não levam mais hífen, sendo o caso da palavra mão de obra, essa mesma regra vale para o vocábulo pé de moleque.
( ) A grafia sem hífen do vocábulo infraestrutura justifica-se pelo fato de as vogais do prefixo e da palavra seguinte serem diferentes (a + e).
( ) O uso do hífen com o prefixo infra- depende da letra com que a palavra seguinte começar, se a segunda palavra iniciar com a vogal "a" ou com a consoante "h" a forma correta seria grafada com hífen (ex.: infra-assinado, infra-hepático).
Assinale a alternativa que completa corretamente os parênteses:
Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos
Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
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Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
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Por Lucas Vilalta, pesquisador da Cátedra Oscar Sala do Instituto de Estudos Avançados da USP
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24/09/2024 - Publicado há 2 anos
Após publicar artigo neste mesmo canal sobre a possibilidade de termos transparência de algoritmos para os sistemas de Inteligência Artificial (IA), o diretor executivo do Instituto Vladimir Herzog, Rogério Sottili, convidou-me para dialogar com as preocupações e trabalhos que a equipe tem desenvolvido sobre o impacto das big techs e da IA para a democracia e os direitos humanos. Como a conversa foi muito boa, decidi compartilhar um pouco do que debatemos naquele dia, então, com um público mais amplo.
Minha fala inicial ali abordou três pontos centrais:
1. o que são os sistemas de IA de um ponto de vista técnico e social;
2. seus impactos para a democracia; e
3. ameaças aos direitos humanos e caminhos para enfrentá-las.
Em relação ao ponto 1, remeto o leitor ou a leitora ao que apresentei no artigo anterior. De modo geral, tratava-se de mostrar, como o fez Kate Crawford em seu livro Atlas da IA, que “a IA não é artificial nem inteligente. Na verdade, ela existe de forma corpórea, como algo material, feito de recursos naturais, combustíveis, mão de obra, infraestrutura, logística, histórias e classificações. Os sistemas de IA não são autônomos, racionais, tampouco capazes de discernir algo sem um treinamento extenso e computacionalmente intensivo, com enormes conjuntos de dados ou regras e recompensas pré-definidas. De fato, tal como a conhecemos, a IA depende totalmente de um conjunto muito mais vasto de estruturas políticas e sociais”.
É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Se ela nasceu com o propósito de imitar a inteligência humana, hoje, a IA certamente se caracteriza muito mais como sistemas sociotécnicos de captura e processamento da inteligência social para que as big techs possam fornecer assistência algorítmica como algo indispensável ______ vida humana. A IA 2.0 é a promessa de um serviço de assistência em que os usuários vão poder ser manipuladores de algoritmos (a partir de prompts), automatizando processos de trabalho e linguagem em suas rotinas ou negócios. A IA não é uma máquina separada da sociedade, é a própria sociedade sendo processada de modo maquínico pelas plataformas. É mais urgente nos preocuparmos não com uma superinteligência ou com indivíduos autônomos (robôs) que irão nos dominar, mas com os impactos ambientais, econômicos, sociais e humanos que já estão em curso. [...]
VILALTA, Lucas. Jornal da USP. Impactos estruturais da inteligência artificial na democracia e nos direitos humanos. Adaptado. Disponível em: https://jornal.usp.br/artigos/Impactos-estruturais-dainteligência-artificial-na-democracia-e-nos-direitoshumanos/. Acesso em:30 set. 2024.
No fragmento: É preciso afastar as mistificações que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA. Analise as afirmações sobre o termo destacado “que” e marque (V) para Verdadeiro e (F) para Falso:
( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de um pronome relativo.
( ) Ele substitui e se refere ao termo antecedente ("as mistificações"), evitando a sua repetição ("as mistificações têm dominado...").
( ) Em relação à Classificação Gramatical (Classe de palavras) a palavra destacada “que” trata-se de uma conjunção integrante.
( ) Em relação a análise sintática classificamos este fragmento: “que têm dominado a cobertura midiática e boa parte do debate público sobre a IA” como uma oração subordinada substantiva.
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf
The Tragedy of Romeo and Juliet - Synopsis by William Shakespeare
The prologue of Romeo and Juliet calls the title characters “star-crossed lovers”—and the stars do seem to conspire against these young lovers.
Romeo is a Montague, and Juliet a Capulet. Their families are enmeshed in a feud, but the moment they meet—when Romeo and his friends attend a party at Juliet’s house in disguise—the two fall in love and quickly decide that they want to be married.
A friar secretly marries them, hoping to end the feud. Romeo and his companions almost immediately encounter Juliet’s cousin Tybalt, who challenges Romeo. When Romeo refuses to fight, Romeo’s friend Mercutio accepts the challenge and is killed. Romeo then kills Tybalt and is banished. He spends that night with Juliet and then leaves for Mantua.
Juliet’s father forces her into a marriage with Count Paris. To avoid this marriage, Juliet takes a potion, given her by the friar, that makes her appear dead. The friar will send Romeo word to be at her family tomb when she awakes. The plan goes awry, and Romeo learns instead that she is dead. In the tomb, Romeo kills himself. Juliet wakes, sees his body, and commits suicide. Their deaths appear finally to end the feud.
SHAKESPEARE, William. Romeo and Juliet from The Folger Shakespeare. Eds. Barbara Mowat, Paul Werstine, Michael Poston, and Rebecca Niles. Folger Shakespeare Library, Accessed on: 27 Sept. 2026. Available at: https://www.folgerdigitaltexts.org/PDF/Rom.pdf