Questões de Concurso Público IF-MT 2024 para Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico - Educação Especial
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FERNANDES, W. L.; COSTA, C. S. L. da. Possibilidades da Tutoria de Pares para Estudantes com Deficiência Visual no Ensino Técnico e Superior. Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Especial, Marília, v. 21, n. 1, p; 39-56, 2015. Disponível em: < https://scielo.br/j/rbee/a/NdbbF87fYFSTdrRwwLB8hWP/?format=pdf&lang= pt>. Acesso em: 11 nov. 2023.
MARINS, K.-H. C.; LOURENÇO, G. F. Avaliação de um Programa de Tutoria por Pares na Perspectiva da Educação Inclusiva. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, v. 51, 2021. Disponível em: <https://www.scielo. br/j/cp/a/QDZrqpxh6rFQHrzq94znBFk/?format =pdf&lang=pt>. Acesso em: 06/12/2023.
Brasil. Resolução nº 4, de 02 de outubro de 2009, institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica. Diário Oficial da União, Brasília, 2009. Disponível em: < http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/rceb004_09.pdf>. Acesso em: 13 nov. 2023.
MAHL, E.; OLIVEIRA, P. de; ZUTIÃO, P. Estratégias utilizadas por três professoras do Atendimento Educacional Especializado (AEE) do IF Baiano: relatando experiências. Revista Transmutare, Curitiba – PR, v.5, p. 1-19, 2020. Disponível em: < https://periodicos.utfpr.edu.br/rtr/article/view/12981/8211 >. Acesso em: 04 nov. 2023.
BERSCH, R. Introdução à Tecnologia Assistiva. Assistiva – Tecnoogia e Educação, Porto Alegre – RS, 2017. 20p. Disponível em: < https://www.assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf>. Acesso em: 06 dez. 2023.
CALHEIROS, D. dos S.; MENDES, E. G.; LOURENÇO G. F. Considerações Acerca da Tecnologia Assistiva no Cenário Educacional Brasileiro. Revista Educação Especial, v. 31, n. 60, p. 229-244, jan. / mar. 2018. Disponível em: < https://periodicos.ufsm.br/educacaoespecial/article/view/18825/pdf> Acesso em: 06 dez. 2023
I - A Tecnologia Assistiva é uma área de conhecimento com característica interdisciplinar, permitindo o envolvimento de diferentes profissionais.
II - Toda tecnologia educacional é uma tecnologia assistiva.
III - As órteses e próteses são exemplos de tecnologia assistiva.
IV - A consultoria colaborativa tem sido uma forma de maximizar a utilização da Tecnologia Assistiva nas escolas comuns, devido à falta de formação dos professores na área.
V - O processo de seleção da tecnologia assistiva deve envolver a equipe multiprofissional, a família e o usuário.
VI - A comunicação aumentativa e alternativa não pode ser considerada exemplo de tecnologia assistiva.
Assinale a alternativa que contém as afirmações FALSAS:
BRASIL. Lei nº 9394/1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Conselho Nacional de Educação, 1996.
FLEITH, D. de S. A Construção de Práticas Educacionais para Alunos com Altas Habilidades / Superdotação. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial, 2007. 80p. Disponível em: < http:// portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/altasha b2.pdf>. Acesso em 06 dez. 2023.
I - O estudante com altas habilidades / superdotação tem recursos intelectuais suficientes para desenvolver sozinho o seu potencial superior.
II - Caso o estudante com altas habilidades / superdotação opte por acelerar os estudos na Educação Básica e Superior, conforme garantido em legislação, ele perde o direito ao Atendimento Educacional Especializado.
III - Para Renzulli, um dos mais importantes estudiosos da área, as pessoas com altas habilidades / superdotação têm três elementos principais característicos: habilidades acima da média, envolvimento com a tarefa e criatividade.
IV - Há diversas formas de aceleração, como: saltar séries escolares; aceleração por disciplina; cursos especiais fora da escola em áreas específicas.
V - São exemplos de atividades de enriquecimento curricular: realizar oficinas de invenções; promover programas que instiguem o pensamento crítico e produtivo; desenvolver projetos em pequenos grupos; organizar atividades embasadas nos interesses dos estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA:
Brasil. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Presidência da República, Casa Civil, Subchefia para Assuntos Jurídicos. Brasília, 2005. Disponível em: < https:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm>. Acesso em: 04 nov. 2023.
I - Pessoa surda é aquela que utiliza aparelho auditivo e utiliza a Linguagem de Sinais ou a mímica para se comunicar.
II - A Língua Brasileira de Sinais - Libras é disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia.
III - As instituições federais não são obrigadas a ofertar o ensino bilíngue, que tem como proposta a Língua Brasileira de Sinais - Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa escrita como segunda.
IV - Os estudantes com deficiência auditiva e apenas os surdos que tenham domínio da Língua Brasileira de Sinais - Libras têm direito ao Atendimento Educacional Especializado.
V - As instituições federais de ensino devem garantir que seus professores reconheçam e respeitem a singularidade linguística do estudante surdo, adotando formas de avaliação coerentes com a sua especificidade.
Assinale a alternativa que contém as afirmações CORRETAS: