Questões de Concurso Público Prefeitura de Rodeiro - MG 2025 para Auditor de Vigilância Sanitária

Foram encontradas 10 questões

Q4112297 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho "Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono.", avalie as afirmativas abaixo quanto ao uso do pronome "isso". Em seguida, assinale a alternativa correta, conforme os princípios da norma-padrão.
Alternativas
Q4112298 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
Em "A luavezinha", a autora utiliza palavras e expressões com sentidos que vão além do seu significado literal, contribuindo para a construção do clima poético e simbólico da narrativa. Com base no contexto e nos efeitos de sentido produzidos, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada da expressão "um brilho preso a um medo antigo", atribuída à lua.
Alternativas
Q4112299 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho "Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.", o uso das duas vírgulas cumpre diferentes funções na organização do período. Assinale a alternativa que explica corretamente o valor sintático de cada uma delas.
Alternativas
Q4112300 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
Considerando o processo de formação e à classificação morfológica da palavra "canto" no enunciado "Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo", pode-se afirmar que trata-se de um substantivo:
Alternativas
Q4112301 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No texto "A luavezinha", a menina sonha com a lua e vive uma experiência cheia de símbolos e sentimentos. A partir da leitura cuidadosa do texto, assinale a alternativa que apresenta a interpretação correta do papel simbólico da "ave feita de ecos da própria lua".
Alternativas
Q4112302 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho do texto "A luavezinha" − "Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela" −, há duas orações subordinadas introduzidas pela conjunção "que". Com base na análise sintática e na relação entre as orações, assinale a alternativa que classifica corretamente cada uma delas.
Alternativas
Q4112303 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho "Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece.", o vocábulo "lua" aparece precedido do artigo definido feminino "a". Apesar disso, não há uso do acento indicativo de crase antes desse termo. Com base nas regras de regência e crase da norma-padrão, assinale a alternativa que justifica corretamente a ausência do acento grave.
Alternativas
Q4112304 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho "Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela", o vocábulo "se" desempenha papel fundamental na construção da oração. Assinale a alternativa que apresenta corretamente a classificação gramatical dessa ocorrência da palavra "se".
Alternativas
Q4112305 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
Com base na norma culta e nas regras do Acordo Ortográfico vigente, analise o uso do acento na palavra "silêncio", conforme empregado no trecho "A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio." Assinale a alternativa que apresenta corretamente a justificativa gramatical para sua acentuação.
Alternativas
Q4112306 Português
A luavezinha

Minha filha tem um adormecer difícil. Sempre imagina algo antes de dormir e me pede histórias. Certa noite, quis saber se o mundo inteiro dormia com ela. Disse-lhe que muitos fazem isso: procuram um sonho e o encontram no sono. A menina decidiu que queria ver a lua; as tradições antigas diziam que ela lamenta a perda da luz solar, e isso a encantou.

Deitada, pediu que eu soprasse um sonho para ela. Encostou a cabeça no meu peito e adormeceu. Sonhou que buscava a lua e que, ao alcançá-la, ambas se olhavam como quem se reconhece. Mas algo a assustou: a lua não tinha nome, apenas um brilho preso a um medo antigo. Ao ouvir o choro da menina, a lua também chorou, revelando que temia ser esquecida.

No sonho, choraram juntas, e uma pequena ave surgiu, feita de ecos da própria lua. A ave pediu que a menina cantasse para espantar o silêncio. A menina cantou, e a lua, aos poucos, recuperou sua luz. Era o canto mais lindo que alguém já ouvira em todo o universo. Então, libertou a ave que saíra dela mesma e que agora voava sobre a noite renovada.

Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo. Disse que a canção que sonhara ainda ecoava dentro dela. Sorriu com a certeza simples das crianças: a de que algumas belezas só aparecem para quem as sonha primeiro.


COUTO, Mia. A luavezinha. Texto adaptado a partir de: COUTO, Mia. Contos do nascer da Terra. 1. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 
No trecho "Quando acordou, minha filha me contou que tinha visto a lua mais bonita do mundo", o verbo "contar" é empregado com um uso típico da norma-padrão. Considerando a estrutura da oração, a transitividade verbal e a função sintática dos termos pode-se afirmar que esse verbo é:
Alternativas
Respostas
1: D
2: A
3: A
4: B
5: B
6: D
7: A
8: A
9: D
10: C