Questões de Concurso Sobre psiquiatria

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Q3606070 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 37 anos, técnica de enfermagem, há 12 anos deu entrada em um centro de trauma, com apresentação de múltiplas perfurações por arma branca em hemitóraх direito e esquerdo, em face direita, membro superior direito e membros inferiores; lesão em vulva; fratura de 5 dentes: queimadura de primeiro e segundo graus em 20% da superfície corporal. Após estabilização do quadro clínico, passou por diversas cirurgias e permaneceu internada por 3 meses no hospital. Nos dois anos seguintes viveu em outro estado da federação, com uma identidade alterada, no Programa de Proteção à Vítimas e Testemunhas, até que seu agressor e ex-marido, pai de uma de suas filhas, e ex-policial fosse detido. Na ocasião, o agressor não havia suportado o término da relação conjugal. Desde então, a paciente passou por diversos tratamentos psiquiátricos e psicológicos, com melhora relativa de seu estado mental e persistência de sintomas de: hipervigilância (medo, ansiedade, insônia); evitação (da casa em que moravam e de quaisquer relacionamentos amorosos); e revivência (lembranças recorrentes involuntárias do trauma e pesadelos relacionados ao evento traumático). Manteve-se em uso de venlafaxina 300 mg/dia e apresentou boa resposta terapêutica. Passados 10 anos, após cumprimento parcial da pena e bom comportamento, seu agressor pleiteia judicialmente progressão no regime. Desde então, paciente vem apresentando piora progressiva dos sintomas.
Quais os principais elementos que contribuem para о diagnóstico do paciente?
Alternativas
Q3606069 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Durante o seguimento do caso, o paciente questionou o médico acerca do planejamento terapêutico de longo prazo. A resposta mais apropriada para o paciente neste caso é
Alternativas
Q3606068 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Dentre os abaixo qual é o comentário mais conveniente acerca do tratamento instituído para o paciente?
Alternativas
Q3606067 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Comecei a ter problemas há nove meses, quando passava férias, com amigos no litoral. Numa tarde, depois de vários passeios, quando retornávamos ao nosso alojamento, no carro de um amigo, repentinamente e sem nenhum motivo comecei a sentir uma enorme insegurança. Meu coração disparou e o sentia martelando em meu peito. Sentia minha cabeça formigando, estava com muito calor e comecei a suar abundantemente. Ao mesmo tempo, minhas mãos e pés estavam frios. Deixei de ouvir o que meus amigos falavam e só conseguia prestar atenção ao que estava sentindo. Respirava mais profundamente, sentia-me sufocado e pedi para abrirem as janelas do carro. Meu medo só aumentava e não sabia exatamente do que tinha medo. Pensei que fosse desmaiar ou que estivesse tendo um ataque de alguma coisa е que pudesse morrer. Não queria que meus amigos soubessem o que se passava comigo, mas finalmente e com muito esforço disse-lhes que não estava bem. Fomos a um pronto-socorro e enquanto esperávamos pelo atendimento comecei a sentir-me melhor, apenas um pouco tenso. O médico concluiu que meus sintomas se deviam a um excesso de sol. Episódios semelhantes voltaram a ocorrer e tornaram-se progressivamente mais frequentes. Começou a faltar muito ao serviço, com medo de ter crises. Deixou de sair com os amigos e passou a evitar passeios e atividades externas, passando seus períodos de lazer em casa, onde nunca teve crises. Fez inúmeras consultas e exames, tendo sido tratado com diversos benzodiazepínicos sem resultado satisfatório.


Zuardi, AW (2017). Medicina (Ribeirão Preto, Online.)
Quais as estruturas neuroanatômicas e fisiopatológicas envolvidas no aparecimento dos sintomas do paciente?
Alternativas
Q3606066 Psiquiatria
Paciente feminina, 57 anos, tabagista, sobrepeso, menopausa aos 47 anos, diagnosticada com câncer da mama recentemente. Submetida a quimioterapia e mastectomia há 3 meses com esvaziamento axilar à direita. Foi encaminhada para avaliação psiquiátrica por ter sido identificado quadro ansioso grave, com dificuldade inclusive de manter frequências às consultas de seguimento visto que o ambiente hospitalar tornou-se aversivo e um gatilho para ataques de pânico. Encontra-se em psicoterapia há 3 meses com pouca resposta. Do inventário medicamentoso atual, em uso de tamoxifeno e melatonina.

Qual é o tratamento medicamentoso de primeira linha para o caso
Alternativas
Q3606065 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, negro, 51 anos, o dia anterior havia dado entrada pronto atendimento de emergência médica com dor torácica (sem irradiação), dispneia, taquicardia (FC = 110 bpm), sudorese profusa, tremores. Ao exame fisico, normotenso, FC = 110 bpm, FR = 22 ipm, SatO2 = 92%, ausculta cardíaca e respiratória sem alterações dignas de nota. Exames laboratoriais, incluindo dosagem de enzimas cardíacas e ECG também sem alterações. Já é a quinta vez nos últimos três meses que o paciente procura o pronto atendimento de emergência médica por motivos semelhantes. Como antecedentes médicos patológicos nega hipertensão, diabetes, dislipidemia. Apresenta bronquite asmática leve controlada, sendo a última crise há 2 anos. Não faz uso de medicamentos. Durante a adolescência, quando mudou-se do interior para trabalhar teve episódios parecidos com remissão espontânea após estabilidade no primeiro emprego. Reside com esposa de 42 anos e com filhos de 17 e 21 anos no Distrito Federal. Há cinco meses encontra-se com assistência do seguro-desemprego, que vence no próximo mês. E há um mês houve piora significativa de suas relações familiares e conjugais. Foi orientado a procurar atendimento especializado ambulatorial em psiquiatria com a maior brevidade possível.
Qual é a melhor opção de esquema medicamentoso para o caso em questão:
Alternativas
Q3606063 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, negro, 51 anos, o dia anterior havia dado entrada pronto atendimento de emergência médica com dor torácica (sem irradiação), dispneia, taquicardia (FC = 110 bpm), sudorese profusa, tremores. Ao exame fisico, normotenso, FC = 110 bpm, FR = 22 ipm, SatO2 = 92%, ausculta cardíaca e respiratória sem alterações dignas de nota. Exames laboratoriais, incluindo dosagem de enzimas cardíacas e ECG também sem alterações. Já é a quinta vez nos últimos três meses que o paciente procura o pronto atendimento de emergência médica por motivos semelhantes. Como antecedentes médicos patológicos nega hipertensão, diabetes, dislipidemia. Apresenta bronquite asmática leve controlada, sendo a última crise há 2 anos. Não faz uso de medicamentos. Durante a adolescência, quando mudou-se do interior para trabalhar teve episódios parecidos com remissão espontânea após estabilidade no primeiro emprego. Reside com esposa de 42 anos e com filhos de 17 e 21 anos no Distrito Federal. Há cinco meses encontra-se com assistência do seguro-desemprego, que vence no próximo mês. E há um mês houve piora significativa de suas relações familiares e conjugais. Foi orientado a procurar atendimento especializado ambulatorial em psiquiatria com a maior brevidade possível.
A respeito do diagnóstico mais provável para o caso, é correto afirmar:
Alternativas
Q3606061 Psiquiatria
O tipo de personalidade mais frequentemente associado ao transtorno manifesto pela paciente é:
Alternativas
Q3606060 Psiquiatria
A conduta mais apropriada neste caso é:
Alternativas
Q3606058 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 11 anos, compareceu para atendimento com queixas da mãe quanto a dificuldade acadêmica e demora para conclusão das tarefas escolares de casa no domicílio. Pelo relato, sempre foi uma garota de temperamento difícil, e os assuntos ligados à escola tem se tornado cada vez mais aversivos para a criança. Realizar as atividades escolares domésticas é motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação entre elas. Uma avaliação neuropsicológica feita a pedido da escola concluiu por quoeficiente de inteligência pela escala WISC igual a 75 e dificuldade na atenção sustentada. A mãe acrescentou que a menina frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e com frequência omite comportamentos e situações que podem desagradar os pais. As mentiras são o fator de maior preocupação da família no momento por que estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. O médico decidiu pela prescrição de metilfenidato 10mg 1 comprimido antes da escola associado a risperidona 1 mL à noite.
O que deve ser considerado quanto à associação da risperidona e metilfenidato:
Alternativas
Q3606057 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 11 anos, compareceu para atendimento com queixas da mãe quanto a dificuldade acadêmica e demora para conclusão das tarefas escolares de casa no domicílio. Pelo relato, sempre foi uma garota de temperamento difícil, e os assuntos ligados à escola tem se tornado cada vez mais aversivos para a criança. Realizar as atividades escolares domésticas é motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação entre elas. Uma avaliação neuropsicológica feita a pedido da escola concluiu por quoeficiente de inteligência pela escala WISC igual a 75 e dificuldade na atenção sustentada. A mãe acrescentou que a menina frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e com frequência omite comportamentos e situações que podem desagradar os pais. As mentiras são o fator de maior preocupação da família no momento por que estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. O médico decidiu pela prescrição de metilfenidato 10mg 1 comprimido antes da escola associado a risperidona 1 mL à noite.
O que deveria ter sido considerado quanto à prescrição do estimulante pelo médico?
Alternativas
Q3606056 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 11 anos, compareceu para atendimento com queixas da mãe quanto a dificuldade acadêmica e demora para conclusão das tarefas escolares de casa no domicílio. Pelo relato, sempre foi uma garota de temperamento difícil, e os assuntos ligados à escola tem se tornado cada vez mais aversivos para a criança. Realizar as atividades escolares domésticas é motivo de conflitos diários entre a mãe e a criança, comprometendo a relação entre elas. Uma avaliação neuropsicológica feita a pedido da escola concluiu por quoeficiente de inteligência pela escala WISC igual a 75 e dificuldade na atenção sustentada. A mãe acrescentou que a menina frequentemente perde as coisas, não atende às normas e regras do lar e da escola e com frequência omite comportamentos e situações que podem desagradar os pais. As mentiras são o fator de maior preocupação da família no momento por que estão mais frequentes e sobre assuntos mais graves. O médico decidiu pela prescrição de metilfenidato 10mg 1 comprimido antes da escola associado a risperidona 1 mL à noite.
Considerando o quadro descrito, escolha a melhor opção sobre o caso
Alternativas
Q3606055 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 23 anos, havia ido ao cinema para a estreia de um filme muito esperado. Enquanto esperava o filme começar, um jovem usando uma máscara do personagem principal do filme subitamente apareceu na frente da tela empunhando duas armas de fogo automática e atirou na plateia. Ela viu várias pessoas levarem tiros, incluindo sua amiga a seu lado. Ela conseguiu escapar sem ferimentos. Nos dias que se seguiram, apesar de estar grata por estar viva, sentia-se ansiosa e agitada. Assustava-se com barulho usuais, buscava informações o dia todo sobre o tiroteio mas cada vez que assistia imagens do ocorrido parecia ter sintomas de "pânico": começava a suar, não conseguia se acalmar e não parava de pensar sobre O ocorrido. Ela não conseguia dormir à noite por causa de pesadelos e, durante o dia, se via tomada por memórias indesejadas de tiros, gritos e do seu próprio medo de morrer naquele dia no cinema. Duas semanas depois, a paciente havia retomado sua rotina, resgatou relação com os amigos e familiares e conseguia frequentar ambientes públicos. Embora lembranças traumáticas do tiroteio às vezes a levassem a uma reação breve de pânico, elas não se sentia aprisionada pelos pensamentos. Não tinha mais pesadelos. Sabia que jamais esqueceria o que acontecera no cinema, mas, no geral, sua vida estava voltando ao normal e retomava o curso que estava seguindo antes da ocorrência do tiroteio.
Um homem de 25 anos foi à mesma sessão. Ele também temeu por sua vida. Ficou escondido atrás de uma fila de assentos e embora estivesse coberto de sangue escapou sem ferimentos. Nos dias que se seguiram apresentou o mesmíssimo padrão de comportamento e sentimentos descrito pela paciente anterior, no entanto, não havia se recuperado depois de duas semanas. Sentia-se tenso, o humor estava persistentemente deprimido, não conseguia se concentrar no trabalho, tinha vários despertares noturnos e pesadelos frequentes. Ele evitava informações ou coisas que o lembrassem do tiroteio mas não parava de lhe aparecer no pensamento a memória do som dos tiros, dos gritos e da sensação grudenta do sangue sobre ele. Havia momentos em que se sentia desconectado do mundo e de si mesmo. Disse que sua vida havia mudado definitivamente após esse trauma.

Qual é o recurso psicológico deficitário que implicou maior risco para a evolução desse paciente de forma diferente da anterior?
Alternativas
Q3606054 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente feminina, 23 anos, havia ido ao cinema para a estreia de um filme muito esperado. Enquanto esperava o filme começar, um jovem usando uma máscara do personagem principal do filme subitamente apareceu na frente da tela empunhando duas armas de fogo automática e atirou na plateia. Ela viu várias pessoas levarem tiros, incluindo sua amiga a seu lado. Ela conseguiu escapar sem ferimentos. Nos dias que se seguiram, apesar de estar grata por estar viva, sentia-se ansiosa e agitada. Assustava-se com barulho usuais, buscava informações o dia todo sobre o tiroteio mas cada vez que assistia imagens do ocorrido parecia ter sintomas de "pânico": começava a suar, não conseguia se acalmar e não parava de pensar sobre O ocorrido. Ela não conseguia dormir à noite por causa de pesadelos e, durante o dia, se via tomada por memórias indesejadas de tiros, gritos e do seu próprio medo de morrer naquele dia no cinema. Duas semanas depois, a paciente havia retomado sua rotina, resgatou relação com os amigos e familiares e conseguia frequentar ambientes públicos. Embora lembranças traumáticas do tiroteio às vezes a levassem a uma reação breve de pânico, elas não se sentia aprisionada pelos pensamentos. Não tinha mais pesadelos. Sabia que jamais esqueceria o que acontecera no cinema, mas, no geral, sua vida estava voltando ao normal e retomava o curso que estava seguindo antes da ocorrência do tiroteio.
Qual é a opção mais provável para a paciente?
Alternativas
Q3606052 Psiquiatria
      O sujeito não recorda coisa alguma do que esqueceu ou reprimiu, mas expressa-o pela atuação e atua-o. Ele o reproduz não como lembrança, mas como ação; repete-o, sem naturalmente saber o que está repetindo.

Sigmund Freud

Nessa afirmação, Freud se refere a que mecanismo de defesa do ego?
Alternativas
Q3606051 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Jonas e Tiago, 33 e 32 anos, compareceram para terapia de casais a fim de lidar com o conflito crescente envolvendo a questão de morarem juntos. Jonas descreveu uma busca por apartamento que durou vários meses e que considerou "angustiante" devido à rigidez de Tiago no cumprimento do seu horário de trabalho e à sua lista "interminável" de requisitos para o apartamento. Eles não conseguiam tomar uma decisão e, por fim, resolveram simplesmente dividir o apartamento em que Tiago já morava. Para a mudança do parceiro para seu apartamento, Tiago se recusou a contratar uma empresa de mudanças para levar os pertences do namorado e insistiu em embalar pessoalmente e fazer um inventário de todos os itens que o namorado estava levando. Assim que os objetos foram transportados para o apartamento do casal, Jonas começou a reclamar das "regras malucas" de Tiago sobre onde os objetos poderiam ser colocados na prateleira, para qual direção os cabides do armário deveriam ficar voltados, e se suas roupas podiam se misturar. Além disso, um problema particularmente significativo era a queixa de Jonas que mal havia espaço para seus pertences porque Tiago nunca jogava nada fora. Ambos negaram história familiar de doença mental.
A melhor estratégia para ajudar Tiago a lidar com seus sintomas e favorecer o sucesso da relação conjugal é:
Alternativas
Q3606050 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Jonas e Tiago, 33 e 32 anos, compareceram para terapia de casais a fim de lidar com o conflito crescente envolvendo a questão de morarem juntos. Jonas descreveu uma busca por apartamento que durou vários meses e que considerou "angustiante" devido à rigidez de Tiago no cumprimento do seu horário de trabalho e à sua lista "interminável" de requisitos para o apartamento. Eles não conseguiam tomar uma decisão e, por fim, resolveram simplesmente dividir o apartamento em que Tiago já morava. Para a mudança do parceiro para seu apartamento, Tiago se recusou a contratar uma empresa de mudanças para levar os pertences do namorado e insistiu em embalar pessoalmente e fazer um inventário de todos os itens que o namorado estava levando. Assim que os objetos foram transportados para o apartamento do casal, Jonas começou a reclamar das "regras malucas" de Tiago sobre onde os objetos poderiam ser colocados na prateleira, para qual direção os cabides do armário deveriam ficar voltados, e se suas roupas podiam se misturar. Além disso, um problema particularmente significativo era a queixa de Jonas que mal havia espaço para seus pertences porque Tiago nunca jogava nada fora. Ambos negaram história familiar de doença mental.
Qual o diagnóstico mais provável?
Alternativas
Q3606049 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes de morar na rua trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola", e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack, para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para transferência do paciente para o CAPSad do território.
No caso de transferência do paciente para um CAPS, qual deveria ser a melhor modalidade para assumir o cuidado este paciente?
Alternativas
Q3606048 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes de morar na rua trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola", e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack, para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para transferência do paciente para o CAPSad do território.
A intoxicação pelo crack descrita no caso admite o seguinte mecanismo:
Alternativas
Q3606047 Psiquiatria
Caso clínico para responder à questão.


Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes de morar na rua trabalhava como frentista de posto de combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola", e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack, para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para transferência do paciente para o CAPSad do território.
Qual é o diagnóstico mais provável apresentado pelo paciente durante a internação?
Alternativas
Respostas
4501: D
4502: D
4503: B
4504: A
4505: D
4506: A
4507: C
4508: A
4509: A
4510: D
4511: C
4512: D
4513: B
4514: A
4515: B
4516: C
4517: B
4518: B
4519: D
4520: B