Paciente masculino, 48 anos, morador de rua, deu entrada na
emergência da unidade de queimaduras de um hospital geral
após queimar-se com cachimbo de crack. Contou que antes
de morar na rua trabalhava como frentista de posto de
combustível e tinha hábito de fazer uso de bebida alcoólica
diariamente após o expediente. Com o tempo, passou a
ingerir álcool combustível, que “era mais barato e fazia efeito
mais rápido". Após a morte de sua esposa, perdeu tudo e
passou a viver nas ruas, e foi quando passou a cheirar "cola",
e quando esta não dava mais "um barato", aderiu ao crack,
para "disfarçar a fome" - usava tudo o que ganhava de
esmola para comprar droga. Foi internado para tratamento da
queimadura e já nos primeiros dias apresentou humor
deprimido e sensação de fadiga. Tentou evadir inúmeras
vezes da unidade hospitalar. Solicitava a todo o tempo que
precisava sair para resolver problemas pessoais, e foi
flagrado uma ou duas vezes nas escadas de incêndio
fumando cigarro. Houve grande mobilização da equipe para
transferência do paciente para o CAPSad do território.
No caso de transferência do paciente para um CAPS, qual
deveria ser a melhor modalidade para assumir o cuidado este
paciente?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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