Questões de Concurso Comentadas sobre teorias e práticas para o ensino de língua portuguesa  em pedagogia

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Q1856012 Pedagogia
O papel fundamental da educação no desenvolvimento das pessoas e das sociedades amplia-se ainda mais no despertar do novo milênio e aponta para a necessidade de se construir uma escola voltada para a formação de cidadãos. (...) Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram elaborados procurando, de um lado, respeitar diversidades regionais, culturais, políticas existentes no país e, de outro, considerar a necessidade de construir referências nacionais comuns ao processo educativo em todas as regiões brasileiras. Com isso, pretende-se criar condições, nas escolas, que permitam aos nossos jovens ter acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessários ao exercício da cidadania. (...)A finalidade dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa é constituir-se em referência para as discussões curriculares da área em curso há vários anos em muitos estados e municípios e contribuir com técnicos e professores no processo de revisão e elaboração de propostas didáticas. (...) (http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/portugues.pdf)
Sobre as "Questões Éticas, Culturais e Cidadãs no Ensino da Língua Portuguesa" - analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso:
(__) O ensino de Língua Portuguesa tem sido, desde os anos 70, o centro da discussão acerca da necessidade de melhorar a qualidade de ensino no país. O eixo dessa discussão no ensino fundamental centra-se, principalmente, no domínio da leitura e da escrita pelos alunos, responsável pelo fracasso escolar que se expressa com clareza nos dois funis em que se concentra a maior parte da repetência: na primeira série (ou nas duas primeiras) e na quinta série. No primeiro, pela dificuldade de alfabetizar, no segundo, por não se conseguir levar os alunos ao uso apropriado de padrões da linguagem escrita, condição primordial para que continuem a progredir.
(__)O domínio da linguagem, como atividade discursiva e cognitiva, e o domínio da língua, como sistema simbólico utilizado por uma comunidade linguística, são condições de possibilidade de plena participação social. Pela linguagem, os homens e as mulheres se comunicam, têm acesso à informação, expressam e defendem pontos de vista, partilham ou constroem visões de mundo, produzem cultura.
(__)Sem negar a importância dos textos que respondem a exigências das situações privadas de interlocução, em função dos compromissos de assegurar ao aluno o exercício pleno da cidadania, é preciso que as situações escolares de ensino de Língua Portuguesa priorizem os textos que caracterizam os usos públicos da linguagem. Os textos a serem selecionados são aqueles que, por suas características e usos, podem favorecer a reflexão crítica, o exercício de formas de pensamento mais elaboradas e abstratas, bem como a fruição estética dos usos artísticos da linguagem, ou seja, os mais vitais para a plena participação numa sociedade letrada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q1854481 Pedagogia
A Linguagem é uma forma de ação interindividual orientada por uma finalidade específica, um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos da sua história.
Em relação à Linguagem, é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q1854479 Pedagogia

A intervenção pedagógica do professor tem valor decisivo no processo de aprendizagem e, por isso, é preciso avaliar sistematicamente se ela está adequada, se está contribuindo para as aprendizagens que se espera alcançar. (PCN Língua Portuguesa).

A respeito da intervenção pedagógica do professor, julgue as afirmativas abaixo:


I.Em se tratando da área de Língua Portuguesa, o professor tem um papel fundamental: o de modelo.

II.Não há necessidade de o professor ensinar o valor que a língua tem, demonstrando o valor que tem para si.

III.Se o professor é um usuário da escrita de fato, se tem boa e prazerosa relação com a leitura, se gosta verdadeiramente de escrever, funcionará como um excelente modelo para seus alunos.

IV.Quando os alunos provêm de comunidades pouco letradas, onde não participam de atos de leitura e escrita junto com adultos experientes, muito provavelmente o professor será a única referência.


Qual(is) afirmativa(s) está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q1853062 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


Devido a demandas relacionadas a falhas nas estratégias de ensino-aprendizagem, a concepção e as estratégias para o ensino de língua portuguesa foram mudando ao longo do tempo, o que incluiu, por exemplo, a ruptura em relação ao ensino tradicional, que se fundamentava no ensino da gramática; por essa razão, atualmente, deve-se dar ênfase à esfera didática em detrimento da esfera normativa. 

Alternativas
Q1853061 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


No que se refere às práticas de linguagem, nos anos iniciais do ensino fundamental, deve-se dar ênfase aos processos de análise linguística/semiótica (alfabetização e ortografização), ao passo que, nos anos finais do ensino fundamental, há outros tipos de conhecimentos que são importantes, como o conhecimento da situação de comunicação, do gênero textual e do funcionamento dos recursos da língua.

Alternativas
Q1853060 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


O ReCAL foi concebido como um documento somente norteador, pois cabe a cada escola de Alagoas reformular o seu projeto político-pedagógico em consonância com as consolidações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a qual prevê o diálogo apenas com questões globais, devendo ser obedecidas as competências e as habilidades específicas do componente, que são comuns e devem estar presentes em todas as unidades escolares de ensino do estado. 

Alternativas
Q1853059 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


As competências específicas de linguagens para o ensino fundamental incluem a competência de compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.

Alternativas
Q1853058 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


Um dos conceitos previstos no ReCAL é o de multiletramentos, cuja ideia está centrada em ampliar os modos de letramento, considerando-se o ensino da língua nas mais diversas formas em que ela se manifesta na escola, tanto no que se refere às novas tecnologias, os gêneros digitais inseridos no contexto escolar, quanto no que se refere às práticas de linguagem presentes no cotidiano dos estudantes. 

Alternativas
Q1852303 Pedagogia
    O Referencial Curricular de Alagoas também estabelece que as diversidades que constituem a sociedade brasileira e alagoana abrangem os jeitos de ser, viver e pensar. O currículo escolar deve abordar as diversidades como parte integrante das temáticas que constituem as relações sociais. Dessa maneira, o caminho para a efetivação de uma sociedade democrática, em que as diferenças sejam respeitadas e os direitos dos diferentes sujeitos e grupos sociais sejam garantidos em suas representações, na organização social, política, econômica e cultural do país, só é possível por um processo educativo que considere e respeite as diversidades das construções humanas.

Secretária de Educação de Alagoas. Referencial Curricular de Alagoas, 2019, pág. 40.

Com relação ao Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL), julgue o próximo item.


O currículo escolar está centrado nas habilidades básicas, com ênfase nos conteúdos de português e matemática. 

Alternativas
Q1850795 Pedagogia
De acordo com Cademartori (2010), a literatura infantil é um gênero literário definido pelo público a que se destina. Certos textos são considerados pelos adultos como próprios à leitura pela criança e é a partir desse juízo que recebem a definição de gênero e passam a ocupar determinado lugar entre os demais livros. Portanto, o que é classificado como literatura infantil não independe da concepção que a sociedade tem da criança e de seu entendimento do que seja infância, mas os dois conceitos são instáveis, uma vez que variam em diferentes épocas e culturas.
A partir desta afirmação julgue, a seguir, os itens: I. Estimular o senso crítico das crianças não deve ser um objetivo das obras haja vista que, involuntariamente, as crianças acabam contrapondo, por si só, os mundos imaginários à realidade em que vivem. II. Em respeito ao desenvolvimento cognitivo e emocional, as obras infantis devem possuir um texto adequado à competência linguística da criança para que possa ler os signos, assim como às suas experiências de vida. III. É importante que as obras apresentem uma representação do mundo que seja capaz de estimular a imaginação, a sensibilidade, a imaginação e a inteligência da criança. IV. É um objetivo da literatura infantil promover, na criança, uma atitude otimista e autoconfiante que, ao se identificar com heróis, por exemplo, conseguirá solucionar seus conflitos interiores e reunir forças para superar sua dependência infantil.
Estão corretas as seguintes alternativas:
Alternativas
Q1850517 Pedagogia
Habilidade metalinguística importante para auxiliar na compreensão de que a escrita, a fala e que cada estrutura fonética da fala pode ser representada por uma letra distinta. Trata-se da: 
Alternativas
Q1849997 Pedagogia

Em conformidade com FERREIRO, sobre o processo da escrita, analisar a sentença abaixo:


A escrita pode ser considerada como uma representação da linguagem ou como um código de transcrição gráfica das unidades sonoras (1ª parte). A construção de qualquer sistema de representação envolve um processo de diferenciação dos elementos e das relações reconhecidas no objeto a ser apresentado e uma seleção daqueles elementos e daquelas relações que serão retidos na representação (2ª parte). A invenção da escrita não foi um processo histórico de construção de um sistema de representação, mas sim um processo de codificação (3ª parte).


A sentença está:

Alternativas
Q1848227 Pedagogia
Com base na perspectiva de Soares (2003) alfabetizar na perspectiva do letramento significa
Alternativas
Q1848224 Pedagogia

O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) [...] a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história” (BRASIL, 1998, p. 20). (BRASIL, BASE NACIONALCOMUM CURRICULAR, 2017, p. 67).

Sobre o que caracteriza a prática educativa interdisciplinar marque a alternativa que responde CORRETAMENTE. 
Alternativas
Q1848223 Pedagogia

O componente Língua Portuguesa da BNCC dialoga com documentos e orientações curriculares produzidos nas últimas décadas, buscando atualizá-los em relação às pesquisas recentes da área e às transformações das práticas de linguagem ocorridas neste século, devidas em grande parte ao desenvolvimento das tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC) [...] a linguagem é “uma forma de ação interindividual orientada para uma finalidade específica; um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes numa sociedade, nos distintos momentos de sua história” (BRASIL, 1998, p. 20). (BRASIL, BASE NACIONALCOMUM CURRICULAR, 2017, p. 67).

Na perspectiva de linguagem da BNCC, variados tipos de textos e gêneros podem ser trabalhados nos eixos de analise linguística/semiótica e produção de textos. Avalie as sentenças abaixo e coloque (V) verdadeiras ou (F) falsas.


( ) Informativos/científicos, literários, cartas, mensagens, memes, gifs, instrucionais, recados, emogis, vlogs.

( ) Informativos, instrucionais, científicos, whatsapp, memes, e-mails, emogis, recados, cartas, tirinhas, revistas e jornais.

( ) Instrucionais, científicos, informativos, tirinhas, editoriais, mensagens, cartas, recados, receitas, charges, posts de redes sócias.


O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa: 

Alternativas
Q1847930 Pedagogia
São exemplos de gêneros orais e escritos referente ao relatar como representação pelo discurso de experiências vividas, situadas no tempo.
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q1845758 Pedagogia
Por isso desde muito pequena a criança precisa conviver com práticas sociais de leitura e da escrita, é importante saber que a história da escrita começa muito cedo na vida da criança.
Acerca da linguagem oral, julgue as afirmativas que seguem: I.A linguagem oral tem uma função essencial no desenvolvimento da criança. II.A linguagem oral é o principal meio de comunicação das crianças. II.É por meio da linguagem oral que a criança amplia seu contato com o mundo de pessoas e objetos que a rodeiam. IV.A linguagem oral é importante para a internalização de condutas, atua também na constituição da memória, da imaginação e é ela que forma as bases para a memória. V.A linguagem oral atua também na constituição da memória, da imaginação e é ela que forma as bases para a memória.
Quantas afirmativas estão CORRETAS?
Alternativas
Q1845756 Pedagogia
A linguagem é dialógica por natureza não pode ser individual, ela é algo social, ocorre por interação de duas ou mais pessoas. Sobre esse tema, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1845371 Pedagogia
A leitura é um processo de compreensão abrangente que envolve aspectos neurológicos, naturais, econômicos e políticos. Acerca desse, julgue as afirmativas que seguem: I.A leitura é definida como uma maneira de comunicar-se com o texto impresso por meio da busca de compreensão. II.A leitura é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. III.A leitura favorece a remoção das barreiras educacionais de que tanto se fala, concedendo oportunidades mais justas de educação principalmente pela promoção do desenvolvimento da linguagem e do exercício intelectual, e aumenta a possibilidade de normalização da situação pessoal de um indivíduo. IV.Considerando a premissa de que a leitura implica compreensão, mesmo que uma pessoa seja capaz de simplesmente decodificar as palavras, sem alcançar o entendimento da ideia nelas contida, ainda assim pode ser considerado alguém que realmente lê. Estão corretas APENAS as afirmativas:
Alternativas
Q1845102 Pedagogia
A psicolinguista argentina desvendou os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e escrever, o que levou os educadores a rever radicalmente seus métodos. Sua obra "Psicogênese da Língua Escrita" é a mais importante - não apresentam nenhum método pedagógico, mas revelam os processos de aprendizado das crianças, levando a conclusões que puseram em questão os métodos tradicionais de ensino da leitura e da escrita.
Marque a alternativa CORRETA do educador que está relacionado ao contexto acima:
Alternativas
Respostas
661: C
662: A
663: B
664: E
665: C
666: E
667: C
668: C
669: E
670: A
671: A
672: B
673: E
674: E
675: B
676: A
677: C
678: A
679: A
680: A