Questões de Concurso
Sobre teorias e práticas para o ensino de história em pedagogia
Foram encontradas 920 questões
I - O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), criado no mesmo ano da Universidade de São Paulo (USP), produziu relevantes trabalhos para o ensino da História.
II - A História tem permanecido no currículo das escolas, constituindo o que se chama de saber histórico escolar.
III - Um importante instrumento do professor para avaliar a coerência de seu trabalho e construir um acervo de experiências didáticas, é a produção de relatórios escritos.
I - Saber histórico é a reelaboração do conhecimento produzido no campo da pesquisa, a partir da mediação pedagógica.
II - A historiografia é um campo de estudo fundamental. É a reflexão sobre a produção e a escrita da História.
III - A função da História é fornecer explicações para as sociedades humanas, feitas sobre uma base comum, o tempo e a temporalidade.
I - A História regional e local tem se apresentado como alternativa à História global por se tratar do recorte que está mais próximo dos sujeitos nele inserido.
II - A historiografia regional tem a capacidade de apresentar o concreto e o cotidiano.
III - Segundo Bourdieu, os professores que atuam na educação básica estão em oposição aos professores universitários que pertencem mais ao polo denominado de campo do poder.
I - Ao trabalhar com novas estratégias de aula, o professor consegue solucionar os problemas didático-pedagógicos do processo de ensino-aprendizagem de História.
II - O professor de História consegue alterar as representações sociais e o valor dado ao conhecimento pela sociedade imediatizada.
III - O uso de estratégias em sala de aula deve buscar uma linguagem que possibilite melhor compreensão da História pelos alunos.
I - a História é social e dá-se coletivamente.
II - a História não é produção humana.
III - o professor é o mediador no processo de elaboração conceitual do educando.
I - É no espaço-tempo da disciplina que se inscrevem as abordagens, princípios, e metodologias que envolvem os processos de produção do conhecimento histórico.
II – A sala de aula é um espaço de reflexão, de contradição, de lutas, pois podemos observar diferentes ações, atitudes e posicionamentos que envolvem o aluno e o professor.
III - O currículo se constitui como caminho, mas também como reflexo da sociedade. Traz consigo as ideologias, a cultura, a formação e as relações de poder ligados a ela.
1549 – 1759 – 1889 – 1964 – 1985
Todo conhecimento sobre o passado é também um conhecimento do presente elaborado por distintos sujeitos. O historiador indaga com vistas a identificar, analisar e compreender os significados de diferentes objetos, lugares, circunstâncias, temporalidades, movimentos de pessoas, coisas e saberes. As perguntas e as elaborações de hipóteses variadas fundam não apenas os marcos de memória, mas também as diversas formas narrativas, ambos expressão do tempo, do caráter social e da prática da produção do conhecimento histórico.
Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 23 out. 2022
O texto apresenta diretrizes da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), que nos levam a pensar a História como um saber necessário para a formação das crianças e jovens na escola.
Nesse sentido, essas diretrizes representam corretamente
No ensino de História, os temas de estudos são necessariamente ligados e perpassados por diversas leituras externas às aulas, sendo em muitos casos objetos de debates e de controvérsias que não podem nunca se limitar ao domínio epistemológico da lógica formal [...]. A apresentação dos temas de estudo de História suscitará, em maior ou menor escala, dependendo do nível e da composição social da classe, uma avaliação inicial por parte dos alunos, que possuem, invariavelmente, um conhecimento prévio sobre temas e conceitos propostos para estudo.
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2005. p. 240.
O texto levanta uma importante discussão que pode ser relacionada ao planejamento das aulas de História.
Considerando esse entendimento sobre o processo de ensino e aprendizagem, os docentes devem
É possível ser neutro frente à violência da conquista da América? É possível ser neutro frente ao trabalho escravo? É possível ser neutro frente aos campos de extermínio nazistas? É possível ser neutro frente ao bombardeio de Hiroshima e Nagasaki? Ora, é impossível trabalhar esses temas com a mesma isenção do professor que ensina a regência dos verbos, o que não significa que este professor e aqueles das demais disciplinas não tenham compromisso com a educação dos futuros cidadãos. A diferença é que ensinar História também significa comprometer-se com uma estética de mundo, onde guerras, massacres e outras formas de violência precisam ser tratados de modo crítico.
MICELI, Paulo. Uma pedagogia da história? O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2009. p. 41.
De acordo com o texto, o ensino da História se difere das demais disciplinas na medida em que