Questões de Concurso
Sobre teorias curriculares em pedagogia
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Com as teorias críticas aprendemos que o currículo é: mobilizou a
(___) Ideologia Reprodução cultural e social Poder Classe social Capitalismo Relações sociais de produção Conscientização Emancipação e libertação Currículo oculto Resistência (___) Ensino Aprendizagem Avaliação Metodologia Didática Organização Planejamento Eficiência Objetivos (___) Identidade, Alteridade, Diferença Subjetividade Significação e discurso Saber-poder Representação Cultura Gênero- raça-etnia-sexualidade Multiculturalismo.
Respectivamente temos:
I. Identidade, alteridade e diferença II. Subjetividade III. Significação e discurso IV. Saber-poder V. Representação VI. Cultura VII. Gênero, raça, etnia e sexualidade VIII. Multiculturalismo
I. O currículo formal refere-se aquele que é estabelecido pelos sistemas de ensino ou instituição educacional a estrutura do currículo é fundamentada essencialmente no PPP de cada ambiente escolar. II. O Currículo real é o que passa a ser realidade no espaço escolar com docentes e alunos, a cada momento em consequência de um projeto político pedagógico e dos propósitos de ensino. III. O currículo oculto são os princípios e os valores que estão implícitos, mas, são efetivamente ensinados nas escolas, no entanto não é hábito mencioná-los ao declarar as finalidades e os objetivos que são formulados pelos docentes. IV. O currículo formal é a transposição pragmática do currículo real, é a interpretação que professores e alunos constroem juntos, no exercício cotidiano, sejam conceituais, materiais ou na interação entre professor e alunos.
É correto o que se afirma
I. A relação entre didática e currículo é clara, de forma que a disposição das disciplinas no currículo deve seguir uma certa orientação didática e filosófica. II. O currículo das disciplinas em sala de aula tem que incorporar as formas de aprendizagens intra e extra escolares – a prática social viva –, de forma interdisciplinar. III. O currículo tem que ser dinâmico, seguindo um movimento de transformação constante, buscando também incorporar os saberes que foram silenciados ou deslocados em prol de outros com mais prestígio. IV. O currículo precisa contemplar o conteúdo estipulado para cada nível. O professor precisa cumprir o currículo priorizando o ensino do máximo de conteúdo possível.
É correto o que se afirma
( ) Teorias pós-críticas: têm como objetivo principal preparar para aquisição de habilidades intelectuais através de práticas de memorização, baseadas nos princípios de Taylor, que igualavam o sistema educacional ao modelo organizacional e administrativo das empresas. ( ) Teorias tradicionais: argumentam que não existe uma teoria neutra, já que toda teoria está baseada nas relações de poder. ( ) Teorias críticas: nessa perspectiva o currículo é tido como algo que produz uma relação de gêneros, pois predomina a cultura patriarcal. Essa teoria critica a desvalorização do desenvolvimento cultural e histórico de alguns grupos étnicos e os conceitos da modernidade, como razão e ciência.
A partir da conceituação atribuída, pode-se afirmar que a sequência correta é:
Para a Profª Sônia Barreira (Escola da Vila/SP), escola forte em conteúdo é aquela que expande a noção de conteúdo para além dos conceitos e fatos, e que entende que as escolhas na forma de ensinar não são neutras, elas têm impacto sobre o tipo e o grau de aprendizagem em curso.
Quando uma escola baseia suas escolhas curriculares na tradição e nos livros didáticos pode passar a impressão de estabilidade e garantia de que essa escolha contempla melhor as necessidades atuais e futuras do aluno. Na prática, isso não acontece. Em um mundo em mutação intensa e constante, as decisões curriculares precisam ser dinâmicas e acompanhadas de profunda reflexão sobre os parâmetros que utiliza para seleção dos conteúdos a serem ensinados.
A ordem em que os conteúdos aparecem no currículo da escola revela os valores do projeto pedagógico. E os métodos não são apenas formas distintas para se ensinar o mesmo.
Para o ensino:
Na obra A prática educativa: como ensinar (2002), Zabala discute a necessidade de instrumentos teóricos que façam com que a análise da prática seja realmente reflexiva e resume esses instrumentos na função social do ensino e no conhecimento do como se aprende. O autor faz referência a quatro fontes do currículo: a sociológica ou socioantropológica, a epistemológica, a didática e a psicológica e adverte que “nem todas elas se situam no mesmo plano.” As fontes psicológica e didática, explica Zabala, estão estreitamente inter-relacionadas, e, “nesta perspectiva integradora, o conhecimento, que provém da fonte psicológica, sobre os níveis de desenvolvimento, os estilos cognitivos, os ritmos de aprendizagem, as estratégias de aprendizagem, etc., é essencial para precisar as referências que se devem levar em conta ao
Em artigo da obra “Escola, Currículo e Avaliação”, Ana Lúcia Souza de Freitas, in Esteban (2005), analisa a introdução das concepções da “Escola Cidadã”, no Município de Porto Alegre, por volta dos anos 90. De acordo com a autora, “O pressuposto de que todo (a) aluno (a) não só tem o direito, mas também é capaz de aprender e traz consigo saberes para a situação de aprendizagem, orientou o processo de reestruturação curricular da rede municipal de Porto Alegre, no intuito de superar a lógica excludente da seriação e estabelecer uma nova organização dos espaços e tempos escolares capaz de flexibilizar-se em função do compromisso coletivo com a aprendizagem efetiva de todos os alunos.” Para isso, a Escola Cidadã propôs, entre outras intervenções, uma organização curricular voltada para o sucesso escolar que se estrutura a partir de quatro aspectos essenciais, a saber, a eliminação dos mecanismos que institucionalizam a exclusão; a criação de mecanismos institucionais de inclusão; a gestão democrática e a