Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Napolitano aponta como um desses pecados capitais
A História do Brasil, diante de tal postura, é compreendida como parte menos substantiva e apenas complementar de um mundo capitalista maior e seu estudo visa, sobretudo, entender o papel que o país desempenha como nação emergente e os caminhos que tem percorrido nessa condição sob o impacto do denominado neoliberalismo. Essa tendência fica evidenciada em projetos educacionais recentes, sendo facilmente percebida em determinadas propostas curriculares e está expressa em várias obras didáticas. A História do Brasil aparece como apêndice da História global e sua existência deve-se ao desenvolvimento do capitalismo comercial, com base na expansão marítima europeia. A macro-história é a lógica e a chave para a compreensão da nossa condição de país permanentemente periférico do sistema econômico capitalista.
(BITTENCOURT, Circe. História do Brasil. Em: KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2015. Adaptado)
O texto apresenta a produção didática denominada História
Os itinerários formativos têm como objetivo consolidar e aprofundar conhecimentos, preparar o estudante para os desafios do mundo do trabalho e da cidadania na contemporaneidade e aprimorar a formação ética, além de promover uma postura ativa frente ao conhecimento científico, filosófico e a produção artística e literária.
(SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo: SEDUC, 2020.)
Em relação aos itinerários formativos em Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, espera-se que os docentes considerem
Para a autora, essas noções auxiliarão o aluno a
Dessa forma, a reflexão sobre seu lugar, as implicações ou a significação desse lugar, a compreensão de que outros lugares são diferentes, exige que o aluno
Apesar da antiguidade do uso do rótulo Geografia, que foi mesmo incorporado ao vocabulário cotidiano (qualquer pessoa poderia dar uma explicação do seu significado), em termos científicos há uma imensa controvérsia sobre a matéria tratada por esta disciplina.
(MORAES, Antonio Carlos Robert. Geografia: pequena história crítica. São Paulo: HUCITEC, 1985)
Para Moraes (1985), a controvérsia manifesta-se na
Apresenta em sua estrutura uma concepção [de ensino-aprendizagem] e entende que o processo de conhecimento que ocorre no ensino como uma construção que envolve o aluno (sujeito) e o saber escolar (objeto), na qual ambos são ativos e estão em interação.
(Lana de Souza Cavalcanti, Geografia, escola e construção de conhecimentos, 2003. Adaptado)
Esse conceito é definido como
Até o final do século XVIII, não era possível falar de conhecimento geográfico, como algo padronizado, com um mínimo que seja de unidade temática, e de continuidade nas formulações. Designam-se como Geografia: relatos de viagem, escritos em tom literário; compêndios de curiosidades, sobre lugares exóticos; áridos relatórios estatísticos de órgãos de administração; obras sintéticas, agrupando os conhecimentos existentes a respeito dos fenômenos naturais; catálogos sistemáticos, sobre os continentes e os países do Globo etc. Na verdade, trata-se de todo um período de dispersão do conhecimento geográfico, onde é impossível falar dessa disciplina como um todo sistematizado e particularizado.
(Antonio Carlos Robert Moraes, Geografia: pequena história crítica, 1985. Adaptado)
Esse período é definido, pelos autores, como a
Consiste em um conceito estruturante da geografia e refere-se a uma linguagem com um papel importante no processo de aprendizagem, no sentido de contribuir para o desenvolvimento de habilidades necessárias para o entendimento das interações, dinâmicas, relações e dos fenômenos geográficos em diferentes escalas e para a formação da cidadania e da criticidade e autonomia do estudante.
(Estado de São Paulo, Secretaria da Educação, Currículo Paulista. Adaptado)
O conceito apresentado no texto refere-se à
Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informação e comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração, simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão.
(Estado de São Paulo, Secretaria da Educação, Currículo Paulista. Adaptado)
O texto refere-se a um conjunto de encaminhamentos que resultam no desenvolvimento de