Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
Foram encontradas 58.196 questões
No contexto do Ensino Religioso, essa abordagem ética que privilegia o cumprimento do dever moral independentemente das consequências denomina-se:
( ) O pentecostalismo teve origem no início do século XX, inserido no contexto de intensos avivamentos religiosos nos Estados Unidos, particularmente na chamada Rua Azusa, em Los Angeles, sob a liderança do pastor afroamericano William J. Seymour, em 1906.
( ) O movimento neopentecostal chegou no Brasil em 1910, com a fundação da Congregação Cristã no Brasil, em São Paulo, por Luigi Francescon, e, em 1911, da Assembleia de Deus, em Belém do Pará, por missionários suecos.
( ) As igrejas neopentecostais se caracterizaram por sua organização comunitária, pela rejeição a práticas consideradas mundanas e pela ênfase na pregação itinerante, alcançando rapidamente regiões periféricas e populações excluídas.
A sequência correta é:
Assinale a alternativa que indica corretamente o termo filosófico que designa especificamente essa tentativa racional de justificar a bondade divina diante da realidade do sofrimento e do mal no mundo.
Nessa perspectiva, a aplicação do conceito de "transversalidade" no Ensino Religioso implica a:
Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta.
Sobre esses períodos, assinale a alternativa correta.
Coluna 1
1. Dimensão preventiva.
2. Dimensão política.
3. Dimensão inclusiva.
4. Dimensão comunitária.
5. Dimensão formativa.
Coluna 2
( ) Favorecer mediação entre família e escola.
( ) Estimular iniciativas de participação estudantil (grêmio, representantes de turma).
( ) Acompanhar alunos com necessidades especiais, articulando com professores.
( ) Promover atividades voltadas à formação ética e cidadã.
( ) Realizar diagnóstico da escola e do entorno social.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Coluna 1
1. Tradicional.
2. Tecnicista.
3. Libertadora.
4. Humanista.
5. Construtivista.
Coluna 2
( ) Construção de saberes pela interação ativa do sujeito.
( ) Conhecimento como transmissão hierárquica.
( ) Valorização da subjetividade e afetividade.
( ) Ênfase em objetivos mensuráveis e eficiência.
( ) Aprendizagem como ato político e emancipador.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
TEXTO 1
Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.
[...]
Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.
Mas a sorte é que um dia ela disse:
— Desculpe, mas acho que não.
Todo mundo se espantou muito.
A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.
O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.
— Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.
MACHADO, A. M. A princesa que escolhia.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
TEXTO 2
— Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.
— Não, obrigada.
— Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.
Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?
É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]
“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”
REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada
e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.
A proposta didática da professora apresenta abordagem metodológica que
TEXTO 1
Era uma vez uma princesa muito boazinha e bem-comportada. Boazinha até demais, sabe? Obedecia a tudo. Concordava com todos. Uma verdadeira maria vai com as outras.
[...]
Ainda bem que isso não durou muito, porque senão a gente não ia ter história. Ou só ia ter uma história muito chata, sem graça nenhuma.
Mas a sorte é que um dia ela disse:
— Desculpe, mas acho que não.
Todo mundo se espantou muito.
A mãe, que também era boazinha demais, quase desmaiou de susto.
O pai dela, que era todo metido a mandachuva, ficou furioso. Ele era do tipo que achava que príncipe serve para andar a cavalo, enfrentar gigantes e matar dragões, mas que princesa só serve para ficar aprendendo a ser linda e boazinha, enquanto seu príncipe não vem. Então resolveu botar a princesinha de castigo.
— Vai ficar trancada na torre! Só sai de lá quando voltar a ser boazinha.
MACHADO, A. M. A princesa que escolhia.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2012.
TEXTO 2
— Quer ajuda, Tetê? — ofereceu Valentina, toda dissimulada.
— Não, obrigada.
— Eu tenho uma camiseta que trago para colocar depois da aula de Educação Física. Até te emprestaria, mas certamente não cabe em você. Sou P e você deve ser GG – ela fez questão de falar para jogar na minha cara. — Na maioria das lojas eu sou M... — disse, tímida, triste, com raiva, com tudo de ruim corroendo meu peito ao mesmo tempo.
Desgraçada. Será que ia começar tudo de novo nessa escola? Será que meu pesadelo ia ter início novamente?
É... Estava tudo indo bem demais para ser verdade mesmo. [...]
“Aprendi também que a nossa história fortalece a gente. Tudo muda o tempo todo, já cantou o Lulu. E muda quando menos esperamos. Um dia, quando a menina que mora em mim, que se sentiu por muito tempo excluída, tiver coragem de mostrar em palavras o que passou e se isso ajudar alguém, nem que seja só uma pessoa, já vai ter valido a pena, como diz meu maravilhoso namorado, Dudu.”
REBOUÇAS, T. Confissões de uma garota excluída, mal-amada
e (um pouco) dramática. São Paulo: Arqueiro, 2016.
Considerando o papel social da literatura infantojuvenil no processo de formação de leitor crítico, essa proposta pedagógica
TEXTO 1
Iracema Tabajara
Sou Auritha Tabajara,
Nascida longe da praia,
Fascinada pelas rimas
E melodia da jandaia.
No Ceará foi a festa,
Meu leito foi a floresta
Nas folhas de samambaia.
A minha essência ancestral
Me encontra cordelizando,
Faz me existir resistindo,
Ao mundo eu vou contando;
Que minha forma de amar
Ninguém vai colonizar,
Da arte sempre vou me armando.
[...]
Eu não sou como Iracema
A de José de Alencar,
Sou do povo TABAJARA
Onde canta o sabiá
Minha aldeia tem imburana
Minha terra é soberana
Pelo toque do maracá.
TABAJARA, A. Disponível em: www.sescsp.org.br.
Acesso em: 12 maio 2025 (fragmento).
TEXTO 2
Pankararu
Sabem, meus filhos...
Nós somos marginais das famílias
Somos marginais das cidades
Marginais das palhoças...
E da história?
Não somos daqui
Nem de acolá
Estamos sempre ENTRE
Entre este ou aquele
Entre isto ou aquilo!
Até onde aguentaremos, meus filhos?...
POTIGUARA, E. Disponível em: www.tyrannusmelancholicus.com.br.
Acesso em: 12 maio 2025.
Considerando a perspectiva de uma pedagogia intercultural crítica e os domínios cognitivos esperados para estudantes no Ensino Médio, assinale a alternativa que justifica o caráter formativo dessa proposta.
Um professor de Língua Portuguesa do 8º ano, em uma escola pública localizada em uma cidade brasileira de fronteira, recebe, no início do ano letivo, alguns alunos migrantes hispanofalantes que chegaram recentemente ao Brasil. Enquanto alguns já demonstram certa desenvoltura em português, outros têm o contato com o idioma pela primeira vez.
Alejandro, um dos estudantes, compreende o português em nível básico, mas ainda se comunica majoritariamente em espanhol e apresenta dificuldades tanto na oralidade quanto na escrita.
Durante uma atividade em sala, ao perguntar sobre os desejos e sonhos dos estudantes, o professor ouve Alejandro, visivelmente emocionado, tentar se expressar:
— Eu quiero una casa.
Parte da turma ri e um dos estudantes comenta:
— Ele disse que quer uma caça? Tipo ir caçar?
Percebendo o mal-entendido e a intenção de ridicularizar o colega, o professor intervém com gentileza:
— Esperem um pouco, pessoal. Acho que houve um equívoco aqui.
Voltando-se para o estudante migrante, pergunta com calma:
— Você quis dizer que gostaria de ter uma casa, um lugar para morar, certo?
Alejandro balança a cabeça, confirmando.