Questões de Concurso Sobre pedagogia
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Nos paradigmas atuais da educação, em que o estudante deixa de ser um mero receptor de conhecimento e passa a ser um ser ativo no processo de ensino-aprendizagem, as variadas abordagens englobam, muitas vezes, uma visão de mundo por parte do estudante que vai muito além dos limites colocados em uma determinada área do conhecimento ou disciplina escolar.
O texto fala sobre ensino
A presença das geotecnologias – como os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e o Sensoriamento Remoto – no dia a dia da escola tem como objetivo ir além das metodologias tradicionais, que se limitam a localizar fenômenos em mapas fixos. Ao trabalhar com imagens de satélite e ferramentas de mapeamento digital, o ensino de Geografia se torna mais dinâmico, abrindo espaço para analisar processos espaciais em diferentes escalas e momentos no tempo.
Considerando as contribuições pedagógicas das geotecnologias na educação básica, qual é o principal objetivo da utilização desses recursos no ensino de Geografia?
No tocante à epistemologia construtivista, percebe-se nitidamente uma mudança na forma como se estabelece a relação entre sujeito e objeto. As estruturas do conhecimento resultam de um processo de interação entre o mundo do sujeito e o mundo do objeto. Nesse sentido, não é o objeto que determina o sujeito nem o sujeito que determina o objeto, mas ambos interagem e determinam-se mutuamente.
SANTOS, L. P.; MENEZES, V. S.; COSTELLA, R. Z. Piaget Pedagogo? A criança, o espaço geográfico e a epistemologia do professor. Revista Itinerarius Reflectionis, v. 14, n. 2, 2018. Disponivel em: https://www.researchgate.net/publication/326279116_PIAGET_PEDAGOGO_A _crianca_o_espaco_geografico_e_a_epistemologia_do_professor. Acesso em: 20 jan. 2026. [Adaptado].
Considerando a Epistemologia Genética de Jean Piaget aplicada ao ensino de Geografia, como se caracteriza a construção do conhecimento pelo aluno?
A experiência pedagógica nos ensina que o ensino direto de conceitos sempre se mostra impossível e pedagogicamente estéril. O professor que envereda por esse caminho costuma não conseguir senão uma assimilação vazia de palavras, um verbalismo puro e simples que estimula e imita a existência dos respectivos conceitos na criança, mas, na prática, esconde o vazio.
CAVALCANTI, L. de S. Cotidiano, mediação pedagógica e formação de conceitos: uma contribuição de Vygotsky ao ensino de Geografia. Cadernos Cedes, v. 25, n. 66, 2005. Disponvel em: https://repositorio.bc.ufg.br/riserver/api/core/bitstreams/03c6ad6e-9810- 4748-92da-194e0d08a42f/content. Acesso em: 19 jan. 2026. [Adaptado].
No contexto do ensino de Geografia na educação básica fundamentado na teoria histórico-cultural, como se caracteriza o processo de formação de conceitos geográficos?
¿Cómo enseñar español a extranjeros?
Enseñar español a extranjeros es una tarea gratificante pero desafiante que requiere habilidades específicas y enfoques pedagógicos adaptados. En este artículo te mostraremos diversas estrategias y métodos para enseñar español a extranjeros: 1. Conocer el perfil de los estudiantes y establecer objetivos claros; 2. Desarrollar la comunicación oral y escrita, utilizando situaciones y contextos reales para que los estudiantes desarrollen sus habilidades lingüísticas, pragmáticas y sociales, de manera significativa y práctica; 3. Inmersión en el idioma, uso de recursos multimedia e incorporar la cultura hispana; 4. Práctica de la escritura, proporcionar retroalimentación constructiva y fomentar la interacción entre estudiantes y 5. Ser creativo y flexible, evaluar el progreso y fomentar la autonomía.
Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales – Universidad Isabel I. ¿Cómo enseñar español a extranjeros? Disponível em: https://www.ui1.es/blogui1/como-ensenar-espanol-extranjeros. Acesso em: 22 dez. 2025. [Adaptado].
Das cinco recomendações para o ensino da língua espanhola a estrangeiros, infere-se que na proposta apresentada predomina
M.P. é professora no terceiro ano do Ensino Fundamental em uma escola da rede pública municipal. Após ter elaborado e lecionado um conjunto de aulas sobre o conteúdo de Ciências naquele trimestre, ela aplicou, ao final do referido período, uma prova tendo em vista apurar o aprendizado dos alunos. Essa foi a única avaliação que ela realizou no trimestre.
O caso apresentado mostra uma situação em que se emprega avaliação do tipo
A escola tal como a conhecemos é o produto de uma evolução histórica bastante longa, que iniciou aproximadamente no século XVI com as “escolinhas de caridade” e os primeiros colégios. Mas é somente no fim do século XVIII que essa nova organização social se consolida e se difunde realmente, enquanto os séculos XIX e XX garantem sua expansão pelo viés da estatização, da obrigatoriedade escolar e da democratização do ensino. (p. 56)
MAURICE Tardif; CLAUDE Lessard. O trabalho docente: elementos para uma teoria da docência como profissão de interações humanas. Petrópolis: Vozes, 2005.
O texto trata da história de uma instituição que vai se tornar, depois do século XIX, a forma dominante de realização da educação formal: a escola. O referido percurso histórico da educação escolar mostra que a escola parte de uma instituição
Leia o texto a seguir.
Considerando que, na Educação Infantil, as aprendizagens e o desenvolvimento das crianças têm como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, assegurando-lhes os direitos de conviver, brincar, participar, explorar, expressar-se e conhecer se, a organização curricular da Educação Infantil na BNCC está estruturada em cinco campos de experiências, no âmbito dos quais são definidos os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento. (p. 40)
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, 2018.
Tematizando a aprendizagem e o desenvolvimento da criança na Educação Infantil, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe para essa etapa cinco campos de experiências. Na BNCC, os referidos campos de experiência são assim descritos:
Enfatiza-se, aqui, o papel do professor, relegando-se para segundo plano a intervenção do aluno no seu próprio processo de aprendizagem. Se um aluno sabe falar e escrever numa dada área, subentende-se, então, que compreendeu a matéria dessa área de conhecimento. A valorização do aluno como transformador dessa informação não aparece suficientemente representada nesta abordagem [...] tendo como objetivo principal alcançar comportamentos apropriados por parte dos alunos, basicamente entendidos como apropriação e modificação de respostas. Assim, se a resposta emitida for desejada, haverá reforço, cuja natureza dependerá, necessariamente, do nível etário e do esforço dos alunos, por exemplo. (p. 12)
VASCONCELOS, Clara, PRAIA, João F., ALMEIDA, Leandro. Teorias de aprendizagem e o ensino/aprendizagem das ciências: da instrução à aprendizagem. Psicologia Escolar e Educacional, Vol. 7 N. 1, 11-19, 2003.
O excerto tematiza um assunto de grande relevância para a área da educação, o das teorias da aprendizagem. Considerando as diferentes teorias da aprendizagem, o excerto aborda especificamente a teoria
O Decreto nº 66.600, de 20 de maio de 1970, assinado pelo Presidente Médici, estabeleceu a criação do Grupo de Trabalho para estudar, planejar e propor medidas para a atualização e expansão do Ensino Fundamental e do Colegial. O anteprojeto da Reforma foi encaminhado pelo Ministro Passarinho ao Conselho Federal de Educação (CFE), que apresentou emendas. Em um segundo momento, foram utilizadas ideias da reunião com os Conselhos Estaduais de Educação (CEE), criando um “texto integrado”. O anteprojeto passou de 66 para 86 artigos; os acréscimos ocorreram, principalmente, no capítulo “Do financiamento”. O relatório e o anteprojeto da Lei foram encaminhados ao Congresso em 14 de agosto de 1970, que formou uma Comissão para análise composta por dez senadores e oito deputados da ARENA, um senador e três deputados do MDB. (p. 3).
FREIRE, L. A reforma do ensino básico na Ditadura Civil-Militar: a Lei 5692/71. RBEB, 9, Número Especial - O Golpe de 1964 e a Ditadura Civil-Militar na escola básica brasileira, p.1-9, jul. 2024.
O excerto do texto em destaque apresenta o quadro normativo e as ações do governo brasileiro e do poder legislativo no decorrer do que se tornará a Lei nº 5.692/1971, lei essa que efetuará uma ampla reforma na primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação, datada de 1961. A Lei nº 5.692/1971 se propôs a reformar a educação escolar brasileira e, entre as diversas mudanças, estabeleceu o período de escolarização obrigatória com duração de