Questões de Concurso
Sobre pcn's - parâmetros curriculares nacionais e temas transversais em pedagogia
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a pedagogia __________________ tem suas origens nos movimentos de educação popular que ocorreram no final dos anos 50 e início dos anos 60. Nessa proposta, a atividade escolar pauta-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações sobre a realidade social imediata. O professor é um coordenador de atividades que organiza e atua conjuntamente com os alunos.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Escola _____________ destaca o princípio da aprendizagem por descoberta e estabelece que a atitude de aprendizagem parte do interesse dos alunos, que, por sua vez, aprendem fundamentalmente pela experiência, ou seja, pelo que descobrem por si mesmos.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
TEXTO II
A caçada
Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.
Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.
Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.
Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.
Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas que, descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.
Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.
Perto dele estava atirada ao chão uma clavina tauxiada, uma pequena bolsa de couro que devia conter munições, e uma rica faca flamenga, cujo uso foi depois proibido em Portugal e no Brasil.
Nesse instante erguia a cabeça e fitava os olhos numa sebe de folhas que se elevava a vinte passos de distância, e se agitava imperceptivelmente.
Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.
Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.
Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.
O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.
Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.
Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pêlo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.
O índio, que ao movimento da onça acurvara ligeiramente os joelhos e apertara o forcado, endireitou-se de novo; sem deixar a sua posição, nem tirar os olhos do animal, viu a banda que parara à sua direita.
Estendeu o braço e fez com a mão um gesto de rei, que rei das florestas ele era, intimando aos cavaleiros que continuassem a sua marcha.
Como, porém, o italiano, com o arcabuz em face, procurasse fazer a pontaria entre as folhas, o índio bateu com o pé no chão em sinal de impaciência, e exclamou apontando para o tigre, e levando a mão ao peito:
– É meu!... meu só!
ALENCAR, J. de. O guarani. 20ª ed., São Paulo:
Ática, 1996 - com adaptações).
TEXTO II
A caçada
Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.
Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.
Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.
Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.
Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas que, descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.
Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.
Perto dele estava atirada ao chão uma clavina tauxiada, uma pequena bolsa de couro que devia conter munições, e uma rica faca flamenga, cujo uso foi depois proibido em Portugal e no Brasil.
Nesse instante erguia a cabeça e fitava os olhos numa sebe de folhas que se elevava a vinte passos de distância, e se agitava imperceptivelmente.
Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.
Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.
Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.
O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.
Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.
Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pêlo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.
O índio, que ao movimento da onça acurvara ligeiramente os joelhos e apertara o forcado, endireitou-se de novo; sem deixar a sua posição, nem tirar os olhos do animal, viu a banda que parara à sua direita.
Estendeu o braço e fez com a mão um gesto de rei, que rei das florestas ele era, intimando aos cavaleiros que continuassem a sua marcha.
Como, porém, o italiano, com o arcabuz em face, procurasse fazer a pontaria entre as folhas, o índio bateu com o pé no chão em sinal de impaciência, e exclamou apontando para o tigre, e levando a mão ao peito:
– É meu!... meu só!
ALENCAR, J. de. O guarani. 20ª ed., São Paulo:
Ática, 1996 - com adaptações).
Para vocês a vida é bela/ Para nós é favela Para vocês carro do ano/ Para nós resto de pano Para vocês o luxo/ Para nós o lixo Para vocês escola/ Para nós pedir esmola Para vocês ir à lua/ Para nós morar na rua Para vocês coca-cola / Para nós cheirar cola Para vocês avião/ Para nós camburão Para vocês academia/ Para nós delegacia Para vocês piscina/ Para nós chacina Para vocês imobiliária/ Para nós reforma agrária Para vocês compaixão/ Para nós organização Para vocês tá bom, felicidades/ Para nós... igualdade Nós também amamos a vida Nós também queremos viver!
Disponível em: http://alexandramcosta.blogspot.com/2008/07/ns-tambm-queremos-viver-ns-tambmamamos.html/. Acesso em 11 Ago. 2019.
I. A palavra avaliação nos remete diretamente ao processo de ensino e de aprendizagem porque se constituem em articulações dissociáveis na práxis pedagógica dos docentes. II. As concepções contemporâneas priorizam a avaliação do processo de construção do conhecimento confirmando que esta avaliação se dá através de três momentos: síncrese, análise e síntese. III. A concepção pedagógica tradicional valoriza uma metodologia mais participativa, cuja avaliação é concebida como experiência de vivência; em que o erro no processo ensino-aprendizagem assume o caráter mediador. IV. O momento de avaliar a aprendizagem do aluno não deve ser o ponto de chegada, mas uma oportunidade de parar e observar se a caminhada está ocorrendo com a qualidade previamente estabelecida para esse processo de ensino e aprendizagem, a fim de retomar a prática pedagógica de forma mais adequada.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Em relação à temática das identidades, há o entendimento de que as diversas heranças culturais convivem na população brasileira e devem estar presentes na escola, no sentido de promover a superação de todas as formas de discriminação e preconceito.
A Pluralidade Cultural é um tema transversal dos Parâmetros Curriculares Nacionais, segundo os quais
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais: Orientação Sexual, discute-se que, desde muito cedo, são transmitidos padrões de comportamento diferenciados para homens e mulheres. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. Ou seja, a formulação de tal conceito toma o desenvolvimento das noções de masculino e feminino como construção social.
Assinale a alternativa coerente com a discussão apresentada no referido documento sobre a noção de gênero
Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta um dos objetivos da produção de textos escritos.
“Os Parâmetros Curriculares Nacionais (BRASIL, 1998) para a Educação Física no Ensino Básico, sustentam que os conteúdos presentes no percurso curricular do aluno devem travar intenso diálogo com o contexto social no qual escola e aluno estão inseridos, além de promover uma socialização positiva e democrática. Neste sentido, no mesmo documento, observamos uma proposta que almeja estabelecer um diálogo interdisciplinar e, com efeito, a promoção da relação escola-sociedade-mundo.”
Tendo como referência o texto acima, analise as afirmativas a seguir.
I. Aspectos sobre a socialização, no seio escolar, devem levar em conta os princípios da inclusão e da diversidade. II. A proposta de diálogo interdisciplinar pode ocorrer a partir dos temas transversais, como, entre outros, pluralidade cultural, meio ambiente, ética, orientação sexual e saúde. III. Os princípios que regem a socialização escolar devem se estabelecer a partir da inclusão e da democracia; a proposta interdisciplinar se desenvolve a partir do bloco de conteúdos (jogos, esportes, danças e ginásticas; conhecimentos sobre o corpo; atividade rítmicas e expressivas).
Está correto o que se afirma em
I. expressar, representar ideias, emoções, sensações por meio da articulação de poéticas pessoais, desenvolvendo trabalhos individuais e grupais. II. interagir com variedade de materiais naturais e fabricados, multimídia (computador, vídeo, holografia, cinema, fotografia), percebendo, analisando e produzindo trabalhos de arte. III. frequentar e saber utilizar as fontes de documentação de arte, valorizando os modos de preservação, conservação e restauração dos acervos dos acervos presentes em variados meios culturais, físicos e virtuais. IV. conhecer e situar profissões e os profissionais de Artes Visuais, observando o momento presente, as transformações históricas já ocorridas, e pensar sobre o cenário profissional do futuro.
Para os PCNs, são objetivos gerais do ensino de artes visuais,
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) para o ensino de música, os conteúdos são divididos em três eixos, cada um incluindo doze tópicos: ____________ em música, com atividades de improvisação, composição e interpretação; ____________ em música, com atividades de escuta, envolvimento e compreensão da linguagem musical; e ____________ da música como produto cultural e histórico.
Assinale a opção que apresenta os termos que completam corretamente as lacunas do fragmento acima.
(1) Facilidade (2) Compreensão (3) Estratégia utilizada (4) Possibilidade de descrição ( ) Possibilidade de construir uma estratégia vencedora. ( ) Capacidade de comparar com as previsões ou hipóteses. ( ) Capacidade de comunicar o procedimento seguido e da maneira de atuar. ( ) Entendimento do processo do jogo, assim como o autocontrole e o respeito a si próprio.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Acerca de uma aula de Matemática baseada na abordagem metodológica da resolução de problema, de acordo com os princípios propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) de Matemática, publicados em 1998, analise as assertivas e identifique com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A metodologia de resolução de problema certamente é um exercício em que o aluno aplica, de forma mecânica, uma fórmula ou um processo operatório. ( ) A resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se pode apreender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas. ( ) Aproximações sucessivas de um conceito são construídas para resolver um certo tipo de problema; num outro momento, o aluno utiliza o que aprendeu para resolver outros, o que exige transferências, retificações, rupturas, segundo um processo análogo ao que se pode observar na História da Matemática. ( ) Um conceito matemático se constrói articulado com outros conceitos, por meio de uma série de retificações e generalizações. Assim, pode-se afirmar que o aluno constrói um campo de conceitos que toma sentido num campo de problemas, e não um conceito isolado em resposta a um problema particular. ( ) A situação-problema é o ponto de partida da atividade matemática e não a definição. No processo de ensino e aprendizagem, conceitos, ideias e métodos matemáticos devem ser abordados mediante a exploração de problemas, ou seja, de situações em que os alunos precisem desenvolver algum tipo de estratégia para resolvê-las.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
( ) Valide seus procedimentos. ( ) Tente pensar produtivamente. ( ) Elabore um ou vários procedimentos de resolução. ( ) Compare seus resultados com os de outros alunos. ( ) Pesquise sobre conceitos e procedimentos algébricos mais complexos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é