Questões de Concurso Sobre pcn's - parâmetros curriculares nacionais e temas transversais em pedagogia

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Q1159505 Pedagogia
No início do 3° ciclo do Ensino Fundamental, de acordo com os Parâmetros curriculares nacionais – 3° e 4° ciclos do Ensino Fundamental: Educação Física (1998), observa-se que os alunos estão em processo de busca de identificação e afirmação pessoal, construção da autoimagem e da autoestima. Nessa construção, as experiências corporais adquirem uma dimensão significativa, cercada de dúvidas, conflitos, desejos, expectativas e inseguranças. Diante disso, quando o professor de Educação Física pensa em maneiras de ensinar, precisa ser capaz de estimular os alunos a viverem essa diversidade de forma proveitosa e, saber que as experiências corporais podem ser positivas para eles se forem
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Q1159504 Pedagogia

A abordagem crítico-emancipatória na Educação Física está associada ao nome de Elenor Kunz que a fundamentou.


Nessa abordagem,

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Q1159503 Pedagogia
Os Parâmetros curriculares nacionais – 3° e 4° ciclos do Ensino Fundamental: Educação Física (1998), quando tratam do trabalho com o Tema Transversal – Orientação Sexual nas aulas de Educação Física, destacam que é importante que os alunos convivam, observem-se, descubram-se, aprendam a ser tolerantes, a não discriminar e a compreender as diferenças. Para que esses objetivos sejam atingidos, defendem que, na escola, as turmas sejam
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Q1157493 Pedagogia
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's), a organização da escolaridade em ciclos contribui para
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Q1150991 Pedagogia
Para se falar de Quadro Curricular, é importante debater sobre a relação dos PCN com a organização escolar. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
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Q1147906 Pedagogia
A escola é concebida como espaço social marcado pela manifestação de práticas contraditórias, que apontam para a luta e/ou acomodação de todos os envolvidos na organização do trabalho pedagógico. Nesse sentido, nas discussões relativas ao currículo, o Departamento de Educação Municipal de Iguape deve considerá-lo como um importante elemento constitutivo da organização escolar, o que implica necessariamente a
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Q1147897 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs têm a função de orientar o sistema educacional uma vez que compreendem uma proposta aberta e flexível a ser concretizada nas decisões regionais e locais. Com tal preocupação, também fazem parte dos PCNs os temas transversais que
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Q1140577 Pedagogia

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a pedagogia __________________ tem suas origens nos movimentos de educação popular que ocorreram no final dos anos 50 e início dos anos 60. Nessa proposta, a atividade escolar pauta-se em discussões de temas sociais e políticos e em ações sobre a realidade social imediata. O professor é um coordenador de atividades que organiza e atua conjuntamente com os alunos.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Q1140575 Pedagogia
Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais, os conteúdos são abordados em três grandes categorias: conceituais, procedimentais e atitudinais. Os conteúdos atitudinais envolvem:
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Q1140574 Pedagogia

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, a Escola _____________ destaca o princípio da aprendizagem por descoberta e estabelece que a atitude de aprendizagem parte do interesse dos alunos, que, por sua vez, aprendem fundamentalmente pela experiência, ou seja, pelo que descobrem por si mesmos.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

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Q1139168 Pedagogia

                                                 TEXTO II

                                                 A caçada


      Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.

      Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.

      Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.

      Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.

      Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas que, descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.

      Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.

      Perto dele estava atirada ao chão uma clavina tauxiada, uma pequena bolsa de couro que devia conter munições, e uma rica faca flamenga, cujo uso foi depois proibido em Portugal e no Brasil.

      Nesse instante erguia a cabeça e fitava os olhos numa sebe de folhas que se elevava a vinte passos de distância, e se agitava imperceptivelmente.

      Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.

      Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.

      Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.

      O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.

      Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.

      Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pêlo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.

      O índio, que ao movimento da onça acurvara ligeiramente os joelhos e apertara o forcado, endireitou-se de novo; sem deixar a sua posição, nem tirar os olhos do animal, viu a banda que parara à sua direita.

      Estendeu o braço e fez com a mão um gesto de rei, que rei das florestas ele era, intimando aos cavaleiros que continuassem a sua marcha.

      Como, porém, o italiano, com o arcabuz em face, procurasse fazer a pontaria entre as folhas, o índio bateu com o pé no chão em sinal de impaciência, e exclamou apontando para o tigre, e levando a mão ao peito:

      – É meu!... meu só!

ALENCAR, J. de. O guarani. 20ª ed., São Paulo: Ática, 1996 - com adaptações).

Ainda em conformidade com os Parâmetros Curriculares Nacionais e em relação ao trabalho com o texto literário na escola, é CORRETO afirmar somente que:
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Q1139167 Pedagogia

                                                 TEXTO II

                                                 A caçada


      Quando a cavalgata chegou à margem da clareira, aí se passava uma cena curiosa.

      Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade.

      Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem.

      Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor do cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência.

      Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas que, descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.

      Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.

      Perto dele estava atirada ao chão uma clavina tauxiada, uma pequena bolsa de couro que devia conter munições, e uma rica faca flamenga, cujo uso foi depois proibido em Portugal e no Brasil.

      Nesse instante erguia a cabeça e fitava os olhos numa sebe de folhas que se elevava a vinte passos de distância, e se agitava imperceptivelmente.

      Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.

      Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.

      Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.

      O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.

      Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.

      Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pêlo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque.

      O índio, que ao movimento da onça acurvara ligeiramente os joelhos e apertara o forcado, endireitou-se de novo; sem deixar a sua posição, nem tirar os olhos do animal, viu a banda que parara à sua direita.

      Estendeu o braço e fez com a mão um gesto de rei, que rei das florestas ele era, intimando aos cavaleiros que continuassem a sua marcha.

      Como, porém, o italiano, com o arcabuz em face, procurasse fazer a pontaria entre as folhas, o índio bateu com o pé no chão em sinal de impaciência, e exclamou apontando para o tigre, e levando a mão ao peito:

      – É meu!... meu só!

ALENCAR, J. de. O guarani. 20ª ed., São Paulo: Ática, 1996 - com adaptações).

Conforme o que se afirma nos Parâmetros Curriculares Nacionais, o texto literário deve ser abordado em sala de aula:
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Q1118808 Pedagogia
Faça a leitura a seguir do poema “Nós também amamos a vida. Nós também queremos viver” escrito em 2002 por meninos da Fundação Educacional Meninos e Meninas de Rua Profeta Elias, de Curitiba, e assinale a alternativa INCORRETA, considerando os aspectos educacionais relacionados ao que é específico a cada disciplina, assim como os temas transversais.
Para vocês a vida é bela/ Para nós é favela Para vocês carro do ano/ Para nós resto de pano Para vocês o luxo/ Para nós o lixo Para vocês escola/ Para nós pedir esmola Para vocês ir à lua/ Para nós morar na rua Para vocês coca-cola / Para nós cheirar cola Para vocês avião/ Para nós camburão Para vocês academia/ Para nós delegacia Para vocês piscina/ Para nós chacina Para vocês imobiliária/ Para nós reforma agrária Para vocês compaixão/ Para nós organização Para vocês tá bom, felicidades/ Para nós... igualdade Nós também amamos a vida Nós também queremos viver!

Disponível em: http://alexandramcosta.blogspot.com/2008/07/ns-tambm-queremos-viver-ns-tambmamamos.html/. Acesso em 11 Ago. 2019.
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Q1118766 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino de história constituem um referencial de qualidade, objetivam respeitar diversidades regionais, culturais e políticas existentes no país. É nessa perspectiva que o documento se propõe a ser:
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Q1112621 Pedagogia
No que diz respeito à avaliação, os Parâmetros Curriculares Nacionais PCNs (2001:81) informam que a avaliação deve subsidiar o professor com elementos para uma reflexão constante da sua prática, sobre a criação de novos instrumentos de trabalho e a retomada de aspectos que devem ser revistos, favorecendo, assim a tomada de consciência do aluno e de suas conquistas, dificuldades e possibilidades para a reorganização de seu investimento no interesse de aprender. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. A palavra avaliação nos remete diretamente ao processo de ensino e de aprendizagem porque se constituem em articulações dissociáveis na práxis pedagógica dos docentes. II. As concepções contemporâneas priorizam a avaliação do processo de construção do conhecimento confirmando que esta avaliação se dá através de três momentos: síncrese, análise e síntese. III. A concepção pedagógica tradicional valoriza uma metodologia mais participativa, cuja avaliação é concebida como experiência de vivência; em que o erro no processo ensino-aprendizagem assume o caráter mediador. IV. O momento de avaliar a aprendizagem do aluno não deve ser o ponto de chegada, mas uma oportunidade de parar e observar se a caminhada está ocorrendo com a qualidade previamente estabelecida para esse processo de ensino e aprendizagem, a fim de retomar a prática pedagógica de forma mais adequada.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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Q1112612 Pedagogia
A interdisciplinaridade e a transversalidade foram introduzidas na escola brasileira pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), em 1996. Com relação aos projetos interdisciplinares, assinale a afirmativa correta.
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Q1105512 Pedagogia

Em relação à temática das identidades, há o entendimento de que as diversas heranças culturais convivem na população brasileira e devem estar presentes na escola, no sentido de promover a superação de todas as formas de discriminação e preconceito.

A Pluralidade Cultural é um tema transversal dos Parâmetros Curriculares Nacionais, segundo os quais

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Q1105500 Pedagogia

Nos Parâmetros Curriculares Nacionais: Orientação Sexual, discute-se que, desde muito cedo, são transmitidos padrões de comportamento diferenciados para homens e mulheres. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos. Ou seja, a formulação de tal conceito toma o desenvolvimento das noções de masculino e feminino como construção social.

Assinale a alternativa coerente com a discussão apresentada no referido documento sobre a noção de gênero

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Q1105415 Pedagogia
Sempre que os professores se propõem a ensinar determinados conteúdos escolares ao aluno, colocam em funcionamento, quase sem pretender, uma série complexa de ideias sobre o que significa aprender na escola e como se pode ajudar o estudante nesse processo. Em uma concepção construtiva de conhecimento, segundo Coll et alii (1999), pode-se afirmar corretamente que a
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Q1105005 Pedagogia
Considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais em relação à produção de textos escritos, o professor deve organizar seu trabalho pedagógico na perspectiva de criar as condições para que os alunos consigam operar sobre a sua própria linguagem, alcançando os objetivos propostos.

Nesse
sentido, assinale a alternativa que apresenta um dos objetivos da produção de textos escritos.
Alternativas
Respostas
1161: B
1162: D
1163: A
1164: E
1165: C
1166: A
1167: D
1168: A
1169: D
1170: B
1171: B
1172: D
1173: D
1174: D
1175: D
1176: C
1177: C
1178: B
1179: E
1180: A