Questões de Concurso Sobre pcn's - parâmetros curriculares nacionais e temas transversais em pedagogia

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Q3077540 Pedagogia
De acordo com os Parâmetros Nacionais Curriculares para língua inglesa, um dos objetivos principais do ensino de inglês na escola é:
Alternativas
Q3077522 Pedagogia
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, o ensino de Arte deverá organizar-se de modo que, ao longo do ensino fundamental, os alunos sejam capazes de, exceto:
Alternativas
Q3077521 Pedagogia
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, no transcorrer do ensino fundamental, espera-se que os alunos, progressivamente, adquiram competências de sensibilidade e de cognição em: 
Alternativas
Q3077172 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são documentos que estabelecem diretrizes para a educação básica no Brasil, com o objetivo de garantir a qualidade e a equidade no ensino. Considerando as orientações e princípios dos PCNs, qual das seguintes afirmações está correta em relação aos objetivos da educação fundamental segundo esses parâmetros?
Alternativas
Q3071797 Pedagogia

Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) de Língua Portuguesa estabelecem competências específicas que devem ser desenvolvidas ao longo do ensino fundamental. Considerando essas competências, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3069783 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) auxiliam o professor na tarefa de reflexão e discussão de aspectos do cotidiano da prática pedagógica, a serem transformados continuamente pelo professor. Dada a abrangência dos assuntos abordados e a forma como estão organizados, os PCNs podem ser utilizados com objetivos diferentes, de acordo com a necessidade de cada realidade e de cada momento.

(Brasil – MEC, 1997.)

Analise o contexto apresentado a seguir.
A professora Júlia, do grupo 4, trouxe para sua roda de conversa, no início da aula, uma questão social do bairro: mosquitos. Era verão e havia muitos mosquitos no bairro, consequentemente, na escola. A professora então perguntou: quem viu mosquito em casa? E cada criança tinha um fato pra contar, desde as providências que as famílias tomavam para eliminar os mosquitos, até relatos de alergias, coceiras sem fim, entre outros. Ela então perguntou se elas sabiam como acabar com os mosquitos em todas as casas. As crianças falaram diversas coisas e a professora pôde, então, identificar qual o conhecimento que elas possuíam acerca do tema. A partir de então, ela organizou uma pesquisa sobre o assunto. Convidou uma pessoa da Secretaria de Saúde para explicar como os mosquitos se reproduzem, o que cada família pode fazer, o que a Prefeitura deve fazer e o que está fazendo. O palestrante também falou sobre as doenças que mosquitos trazem. Além disso, Júlia sugeriu uma aula de campo pelo entorno da escola para verificar possíveis focos de mosquito. Finalizaram o pequeno projeto com uma aula que as crianças organizaram e ministraram para suas famílias e convidados (sob a coordenação e intervenção da professora), explicando tudo o que aprenderam e como devem fazer para não aumentar a quantidade de mosquitos em sua casa e também na escola, entre outras questões. Mostraram cartazes com imagens e fotos que fizeram durante o projeto. A professora escreveu no material o que os alunos ditaram para ela.


Considerando o exposto, é possível afirmar que o trabalho:
Alternativas
Q3069711 Pedagogia
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), a área da matemática está pautada por princípios decorrentes de estudos, pesquisas, práticas e debates desenvolvidos nos últimos anos. Dentre esses princípios, assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3069696 Pedagogia
    Posso pensar que os PCNs não inauguram um novo objeto para o ensino de português, eles mesmos se veem como uma espécie de síntese do que foi possível aprender e avançar nessas três últimas décadas a partir de questões do tipo: para que ensino o que ensino? Para quem se ensina? Em que ordem social isto acontece? A quais exigências da sociedade a escola pretende responder?

   A discussão sobre o ensino de língua portuguesa, nos PCNs, como também nas propostas curriculares estaduais produzidas nos anos 80, é orientada por fatores de caráter social, “externo” à própria disciplina como, por exemplo, a presença na escola de uma clientela diferente daquela que veio frequentando os bancos escolares até a década de 60; a questão da ordem social assumida a partir da década de 80 após anos de ditadura; e, pela constatação mais uma vez do fracasso da escola no enfrentamento de problemas relacionados à evasão, repetência e analfabetismo. No bojo das discussões um discurso voltado para uma “pedagogia sociológica”, cuja vertente dialético-marxista enfoca as contradições da escola democrática, seu desejo de transformação e de superação em busca da emancipação das camadas populares da sociedade.

     Por outro lado, o ensino de língua portuguesa passa a ser repensado por razões internas (inerentes ao desenvolvimento de novos paradigmas no campo das ciências e da linguagem) que orientam a discussão a partir de conhecimentos sobre quem ensina e quem aprende; sobre como se ensina e como se aprende; sobre linguagem e língua. Pesquisas na área interdisciplinar, como psicologia, sociologia, linguística, psicolinguística e sociolinguística, desencadeiam um esforço de revisão das práticas de ensino da língua, na direção de orientá-las para a ressignificação das noções de erro construtivo, de conflito cognitivo, de conhecimento prévio que o aluno traz para a escola, de construção do conhecimento de natureza conceitual através da interação com o objeto etc. Por outro lado, o campo das ciências da linguagem (em substituição ao estruturalismo e teoria da comunicação) aponta para a concepção da linguagem como forma de interação mediadora e constitutiva das relações sociais, para a percepção das diferenças dialetais, para a necessidade de se ensinar a partir da diversidade textual, para adoção das práticas de leitura e produção e de análise linguística em suas condições de uso e de reflexão como conteúdo da disciplina.

    Nesse discurso assumido pelos PCNs pode-se ler uma crítica velada e explícita ao ensino tradicional, entendido como aquele que desconsidera a realidade e os interesses dos alunos, a excessiva escolarização das atividades de leitura e de escrita, artificialidade e fragmentação dos trabalhos, a visão de língua como sistema fixo e imutável de regras, o uso do texto como pretexto para o ensino da gramática e para a inculcação de valores morais, a excessiva valorização da gramática normativa e das regras de exceção, o preconceito contra as formas de oralidade e contra as variedades não padrão, o ensino descontextualizado da metalinguagem apoiado em fragmentos linguísticos e frases soltas. Nessa perspectiva a finalidade do ensino de língua portuguesa, segundo o documento, deixa de ser exclusivamente o desenvolvimento de habilidades de leitura e de produção ou o domínio da língua escrita padrão, para passar a ser o domínio da competência textual além dos limites escolares, na solução dos problemas da vida como no acesso aos bens culturais e à participação plena no mundo letrado.


(FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. Ainda uma Leitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa. Disponível em: https://www.fe.unicamp.br/alle/textos/ Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
Na escola Viva Educação, os professores de língua portuguesa estão reavaliando os seus métodos de avaliação para alinhar-se melhor aos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). Eles observam que os alunos têm dificuldades em aplicar habilidades de leitura e produção textual em contextos diversos. Para melhorar a eficácia das avaliações, os professores decidem implementar novos métodos que considerem não apenas a gramática normativa, mas também a capacidade dos alunos de utilizar a linguagem de forma funcional e crítica em situações reais de comunicação. Com base no caso hipotético apresentado, trata-se de ação que os professores podem adotar para alinhar suas avaliações às diretrizes dos PCNs:
Alternativas
Q3069695 Pedagogia
    Posso pensar que os PCNs não inauguram um novo objeto para o ensino de português, eles mesmos se veem como uma espécie de síntese do que foi possível aprender e avançar nessas três últimas décadas a partir de questões do tipo: para que ensino o que ensino? Para quem se ensina? Em que ordem social isto acontece? A quais exigências da sociedade a escola pretende responder?

   A discussão sobre o ensino de língua portuguesa, nos PCNs, como também nas propostas curriculares estaduais produzidas nos anos 80, é orientada por fatores de caráter social, “externo” à própria disciplina como, por exemplo, a presença na escola de uma clientela diferente daquela que veio frequentando os bancos escolares até a década de 60; a questão da ordem social assumida a partir da década de 80 após anos de ditadura; e, pela constatação mais uma vez do fracasso da escola no enfrentamento de problemas relacionados à evasão, repetência e analfabetismo. No bojo das discussões um discurso voltado para uma “pedagogia sociológica”, cuja vertente dialético-marxista enfoca as contradições da escola democrática, seu desejo de transformação e de superação em busca da emancipação das camadas populares da sociedade.

     Por outro lado, o ensino de língua portuguesa passa a ser repensado por razões internas (inerentes ao desenvolvimento de novos paradigmas no campo das ciências e da linguagem) que orientam a discussão a partir de conhecimentos sobre quem ensina e quem aprende; sobre como se ensina e como se aprende; sobre linguagem e língua. Pesquisas na área interdisciplinar, como psicologia, sociologia, linguística, psicolinguística e sociolinguística, desencadeiam um esforço de revisão das práticas de ensino da língua, na direção de orientá-las para a ressignificação das noções de erro construtivo, de conflito cognitivo, de conhecimento prévio que o aluno traz para a escola, de construção do conhecimento de natureza conceitual através da interação com o objeto etc. Por outro lado, o campo das ciências da linguagem (em substituição ao estruturalismo e teoria da comunicação) aponta para a concepção da linguagem como forma de interação mediadora e constitutiva das relações sociais, para a percepção das diferenças dialetais, para a necessidade de se ensinar a partir da diversidade textual, para adoção das práticas de leitura e produção e de análise linguística em suas condições de uso e de reflexão como conteúdo da disciplina.

    Nesse discurso assumido pelos PCNs pode-se ler uma crítica velada e explícita ao ensino tradicional, entendido como aquele que desconsidera a realidade e os interesses dos alunos, a excessiva escolarização das atividades de leitura e de escrita, artificialidade e fragmentação dos trabalhos, a visão de língua como sistema fixo e imutável de regras, o uso do texto como pretexto para o ensino da gramática e para a inculcação de valores morais, a excessiva valorização da gramática normativa e das regras de exceção, o preconceito contra as formas de oralidade e contra as variedades não padrão, o ensino descontextualizado da metalinguagem apoiado em fragmentos linguísticos e frases soltas. Nessa perspectiva a finalidade do ensino de língua portuguesa, segundo o documento, deixa de ser exclusivamente o desenvolvimento de habilidades de leitura e de produção ou o domínio da língua escrita padrão, para passar a ser o domínio da competência textual além dos limites escolares, na solução dos problemas da vida como no acesso aos bens culturais e à participação plena no mundo letrado.


(FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. Ainda uma Leitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa. Disponível em: https://www.fe.unicamp.br/alle/textos/ Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
Em uma turma do 9º ano, os alunos estão com dificuldades em aplicar corretamente as regras de concordância verbal e nominal. O professor de língua portuguesa decide implementar atividades que envolvem análise de textos, exercícios de reescrita e criação de frases que exigem atenção à concordância. De acordo com essa situação hipotética e com base nos PCNs, trata-se de competência que o professor está priorizando ao planejar as atividades: 
Alternativas
Q3069693 Pedagogia
    Posso pensar que os PCNs não inauguram um novo objeto para o ensino de português, eles mesmos se veem como uma espécie de síntese do que foi possível aprender e avançar nessas três últimas décadas a partir de questões do tipo: para que ensino o que ensino? Para quem se ensina? Em que ordem social isto acontece? A quais exigências da sociedade a escola pretende responder?

   A discussão sobre o ensino de língua portuguesa, nos PCNs, como também nas propostas curriculares estaduais produzidas nos anos 80, é orientada por fatores de caráter social, “externo” à própria disciplina como, por exemplo, a presença na escola de uma clientela diferente daquela que veio frequentando os bancos escolares até a década de 60; a questão da ordem social assumida a partir da década de 80 após anos de ditadura; e, pela constatação mais uma vez do fracasso da escola no enfrentamento de problemas relacionados à evasão, repetência e analfabetismo. No bojo das discussões um discurso voltado para uma “pedagogia sociológica”, cuja vertente dialético-marxista enfoca as contradições da escola democrática, seu desejo de transformação e de superação em busca da emancipação das camadas populares da sociedade.

     Por outro lado, o ensino de língua portuguesa passa a ser repensado por razões internas (inerentes ao desenvolvimento de novos paradigmas no campo das ciências e da linguagem) que orientam a discussão a partir de conhecimentos sobre quem ensina e quem aprende; sobre como se ensina e como se aprende; sobre linguagem e língua. Pesquisas na área interdisciplinar, como psicologia, sociologia, linguística, psicolinguística e sociolinguística, desencadeiam um esforço de revisão das práticas de ensino da língua, na direção de orientá-las para a ressignificação das noções de erro construtivo, de conflito cognitivo, de conhecimento prévio que o aluno traz para a escola, de construção do conhecimento de natureza conceitual através da interação com o objeto etc. Por outro lado, o campo das ciências da linguagem (em substituição ao estruturalismo e teoria da comunicação) aponta para a concepção da linguagem como forma de interação mediadora e constitutiva das relações sociais, para a percepção das diferenças dialetais, para a necessidade de se ensinar a partir da diversidade textual, para adoção das práticas de leitura e produção e de análise linguística em suas condições de uso e de reflexão como conteúdo da disciplina.

    Nesse discurso assumido pelos PCNs pode-se ler uma crítica velada e explícita ao ensino tradicional, entendido como aquele que desconsidera a realidade e os interesses dos alunos, a excessiva escolarização das atividades de leitura e de escrita, artificialidade e fragmentação dos trabalhos, a visão de língua como sistema fixo e imutável de regras, o uso do texto como pretexto para o ensino da gramática e para a inculcação de valores morais, a excessiva valorização da gramática normativa e das regras de exceção, o preconceito contra as formas de oralidade e contra as variedades não padrão, o ensino descontextualizado da metalinguagem apoiado em fragmentos linguísticos e frases soltas. Nessa perspectiva a finalidade do ensino de língua portuguesa, segundo o documento, deixa de ser exclusivamente o desenvolvimento de habilidades de leitura e de produção ou o domínio da língua escrita padrão, para passar a ser o domínio da competência textual além dos limites escolares, na solução dos problemas da vida como no acesso aos bens culturais e à participação plena no mundo letrado.


(FERREIRA, Norma Sandra de Almeida. Ainda uma Leitura dos Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa. Disponível em: https://www.fe.unicamp.br/alle/textos/ Acesso em: agosto de 2024. Fragmento.)
Na escola estadual Nova Geração, os professores de língua portuguesa estão revisando o currículo à luz dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O objetivo é tornar o ensino mais relevante e adaptado às necessidades sociais contemporâneas. Os professores se deparam com questões sobre como ensinar a disciplina de forma que responda às demandas da sociedade atual, levando em consideração tanto fatores sociais quanto avanços nas ciências da linguagem. Considerando o caso hipotético apresentado, refere-se a uma ação que os professores podem implementar para alinhar seu ensino às diretrizes dos PCNs:
Alternativas
Q3069583 Pedagogia
O cinema não deve ser visto apenas como mais um recurso didático-pedagógico, mas também como forma de socialização, assim como a educação. Nesse sentido e, ainda, seguindo o que afirmam os PCNs: “a história não é ensinada apenas no espaço escolar, os alunos têm acesso a inúmeras informações e imagens transmitidas por diversos meios – rádio, livros, enciclopédias, jornais, revistas, televisão, cinema, vídeo e computadores –, que também difundem personagens, fatos, datas, cenários e costumes que os instigam a pensar sobre diferentes contextos e vivências”.

(MOCELLIN, 2003, p. 11.)

Uma série de obras e teorias embasam teoricamente o uso de filmes em sala de aula e destacam sua importância. Essa mídia, entre outras, pode e deve ser usada pelo professor de história, pois:
Alternativas
Q3068379 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) são documentos orientadores para a educação brasileira que estabelecem diretrizes, objetivos e conteúdos para o ensino fundamental e médio. Dentre os temas transversais abordados nos PCNs, a ética é um dos mais significativos e relevantes. A inclusão da ética nos PCNs reflete o reconhecimento de sua importância na formação dos estudantes e na construção de uma sociedade mais justa e ética. Sobre os aspectos relacionados à ética nos PCN, analise as afirmativas a seguir.
I. Destaca a relevância da prática pedagógica ética por parte dos educadores, que devem promover um ambiente no qual os estudantes se sintam confortáveis para expressar suas opiniões, questionar, debater e refletir sobre questões éticas.
II. Os conteúdos relacionados ao tema devem ser responsabilidade das disciplinas de filosofia e sociologia, pois são as áreas mais adequadas para abordar temas morais. A ética é vista como um componente essencial do processo educacional dessas áreas do conhecimento.
III. Um dos principais objetivos de sua abordagem é ensinar aos alunos um conjunto de regras morais a serem seguidas em todas as situações.
IV. Os PCNs enfatizam a importância de se discutir temas éticos contemporâneos, assim educação ética não se limita a questões abstratas, mas está diretamente ligada aos dilemas éticos do mundo real.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3068286 Pedagogia
São funções dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) no contexto da educação no Ensino Fundamental no Brasil:
I. Impor um currículo homogêneo a todas as escolas do país, sem considerar as particularidades regionais.
II. Oferecer uma proposta flexível, que serve como referência para orientar decisões regionais e locais sobre currículos.
III. Substituir a competência dos Estados e Municípios na definição de programas educacionais.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q3068215 Pedagogia
A forma como a orientação sexual é implementada nas escolas deve considerar a natureza pedagógica e coletiva da intervenção, sem invadir a privacidade dos alunos. Considerando os Parâmetros Curriculares Nacionais, assinale a afirmativa que reflete, adequadamente, a abordagem da orientação sexual nas escolas.
Alternativas
Q3067966 Pedagogia
Na estrutura organizacional dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), os Objetivos Gerais do Ensino Fundamental desempenham um papel central na definição de áreas e temas. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente esses objetivos?
Alternativas
Q3066530 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) consistem em um referencial de qualidade para a educação em todo o Brasil, tendo a função de orientar e garantir a coerência dos investimentos no sistema educacional, bem como socializar discussões, pesquisas e recomendações. Avalie as afirmativas a seguir sobre os PCN.

I - Os critérios de avaliação, nos PCN, conferem importância à classificação dos alunos por meio de um processo corretivo, eliminando subjetividade e evitando injustiças na contagem de erros e acertos.
II - Os PCN constituem uma proposta flexível que deve ser adaptada às decisões regionais e locais sobre currículos e programas, possibilitando transformações na realidade educacional conduzidas por autoridades governamentais e comunidade escolar.
III - Os objetivos propostos, nos PCN, materializam intenções educativas em termos de capacidades cognitivas, físicas, afetivas, de relação interpessoal, inserção social, ética e estética, buscando um desenvolvimento abrangente ao longo da escolaridade dos alunos.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Q3066476 Pedagogia
Considerando as formas para aplicar as metodologias de ensino das diferentes linguagens – Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Ciências, Educação Física e Artes – na perspectiva dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), nas afirmativas a seguir, assinale (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.

( ) A flexibilidade nas estratégias de ensino, de acordo com os PCN, é essencial para atender à diversidade de aprendizagem dos alunos.
( ) Os PCN preconizam que a abordagem de temas transversais é dispensável para o desenvolvimento integral dos estudantes.
( ) A interdisciplinaridade, conforme orientação dos PCN, é desencorajada na condução das aulas das diferentes disciplinas.
( ) A valorização da cultura local e regional é essencial para o ensino de História e Geografia, de acordo com as diretrizes dos PCN.
( ) As orientações dos PCN para Educação Física incluem apenas atividades esportivas, excluindo outras manifestações corporais e expressivas.

Marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3065983 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular adota uma determinada perspectiva de linguagem, já assumida em outros documentos, como é o caso dos Parâmetros Curriculares Nacionais. Essa perspectiva denomina-se:
Alternativas
Q3064030 Pedagogia
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN’s) do componente curricular Arte, no Brasil, as disciplinas voltadas para o estudo da arte estavam, na primeira metade do século XX, majoritariamente voltadas para as elites nacionais. Tendo em vista essa afirmação, observe as assertivas a seguir:

I - Na escola tradicional, valorizavam-se principalmente as habilidades manuais, os “dons artísticos”, os hábitos de organização e precisão, mostrando ao mesmo tempo uma visão utilitarista e imediatista da arte. II - As atividades de teatro e dança não estavam incluídas no currículo escolar como práticas obrigatórias, e somente eram reconhecidas quando faziam parte das festividades escolares na celebração de datas como Natal, Páscoa ou Independência, ou nas festas de final de período escolar. III - Depois de cerca de 60 anos de atividades em todo o Brasil, o Canto Orfeônico foi substituído pela Educação Musical, criada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira de 1981, vigorando efetivamente a partir de meados da década de 1980.
Alternativas
Q3053618 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais, (PCNs), para a área de Educação Física Escolar trazem como contribuição para a reflexão e discussão da prática pedagógica alguns aspectos fundamentais, dentre eles, o da categoria de conteúdo, sendo:

I- A sistematização de objetivos, conteúdos e avaliação têm como meta a integração do aluno na postura corporal de movimento, por meio da participação e reflexão concretas e efetivas. 
II- Aplica-se na estruturação dos processos de ensino e aprendizagem visando a ampliar as relações entre os conhecimentos da cultura corporal de movimento.
III- Busca-se retornar o quadro histórico da área de seleção entre indivíduos aptos e inaptos para as práticas corporais, resultante da valorização exacerbada do desempenho.
IV- São apresentados segundo sua categoria conceitual (fatos, conceitos e princípios), procedimental (ligados ao fazer) e atitudinal (normas, valores e atitudes).

Qual(is) item(ns) apresenta(m) características desse princípio?
Alternativas
Respostas
281: C
282: A
283: D
284: B
285: C
286: A
287: D
288: D
289: A
290: D
291: D
292: B
293: B
294: A
295: C
296: C
297: E
298: D
299: D
300: A