Questões de Concurso
Sobre inclusão e exclusão - diversidade, desigualdade e diferença em pedagogia
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“Mesmo não sendo estabelecida distinção formal entre meninos e meninas, as pesquisas apontam que, na escola, há reprodução e fortalecimento de modelos simbólicos e traços de gênero.”
(Pereira e Souza, 2011.)
É fundamental se pensar em práticas pedagógicas inclusivas nas aulas de educação física, em especial no que diz respeito às questões de sexualidade e gênero, ou seja, aulas para meninos e aulas para meninas. NÃO se caracteriza como um procedimento didático‐pedagógico correto para se trabalhar as questões de gênero nas aulas de educação física:
( ) Alunos surdos: no momento da execução das tarefas, organize‐os em duplas para que um auxilie o outro no entendimento das atividades. Também utilize materiais para delimitar, de forma concreta, o espaço que será ocupado no jogo, bem como substituir os recursos auditivos por pistas visuais. ( ) Alunos cegos: o comando não verbal é o primeiro passo para um bom entendimento entre o professor‐aluno e aluno‐professor. Sendo assim, as atividades devem ser explicadas de forma clara e objetiva. O docente não deve mudar de lugar ou local para que os alunos não percam a direção de onde se origina a informação. ( ) Alunos com deficiência mental: exemplifique e demonstre a atividade de forma sequencial apenas uma vez para que os discentes despertem a iniciativa por realizar a tarefa. Contemple atividades motoras de baixa complexidade e oportunize formas diversificadas de vivências, pois muitos destes alunos poderão apresentar comprometimento motor em função da distorção idade cronológica e idade mental. ( ) Alunos com deficiência física: oferecer atividades que estimulem a velocidade, a consciência corporal, inclusive no nível da cinesfera. Fazer uso de brincadeiras que não exijam mudança de direção e orientações espaciais extremas. Atividades relacionadas à motricidade fina têm resultados melhores que as atividades de coordenação motora ampla.
A sequência está correta em
De acordo com a cultura surda e relatos de experiências visuais da comunidade, podemos afirmar que os alunos:

Não esqueçamos que os padrões de funcionamento da escolarização tendem à homogeneização. A escola tem sido e é um mecanismo de normatização. [...] A escola tem-se configurado, em sua ideologia e em seus usos organizativos e pedagógicos, como um instrumento de homogeneização e de assimilação à cultura dominante.
SACRISTÁN, José Gimeno. Currículo e diversidade cultural, In:
Territórios contestados: o currículo e os novos mapas políticos
e culturais. Petrópolis: Vozes, 1995, p. 82-113. Adaptado.
Enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando: − Não é ninguém, é o padeiro! Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? "Então você não é ninguém?" Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: "não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...
As ideias contidas no conto de Rubem Braga nos alerta, numa concepção crítica de educação, que