Questões de Concurso
Sobre inclusão e exclusão - diversidade, desigualdade e diferença em pedagogia
Foram encontradas 5.483 questões
( ) É um serviço oferecido aos alunos com deficiências e que tem seu enfoque na disponibilização de recursos, materiais, equipamentos e estratégias destinados a eliminar ou superar as barreiras.
( ) É o local onde os conteúdos escolares são trabalhados, por meio de atividades variadas, que atendem ao estilo e ao ritmo de aprender de cada aluno, possibilitando a eliminação dos problemas que temporariamente estão dificultando a aprendizagem.
( ) O aluno que frequenta não tem deficiências específicas, mas dificuldades em assimilar alguns conteúdos escolares, em decorrência de diversos fatores, como infrequência, condições sociais e culturais adversas.
( ) Tem o grande desafio de resgatar o aluno e tirá-lo da passividade, da posição do não saber e instigá-lo a tornar-se um ser que pensa, capaz de aprender.
( ) Disponibiliza programas de enriquecimento curricular, ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação, ajudas técnicas e recursos de tecnologia assistiva, dentre outros.
Assinale a sequência correta.
( ) Os recursos de CAA e os demais recursos pedagógicos de acessibilidade serão eficientes se permitirem que a participação do aluno e seu acesso à comunicação sejam garantidos, de modo que possa atuar em todas as atividades escolares, sem nenhum tipo de restrição.
( ) Os recursos de CAA devem ser facilitadores na realização das tarefas escolares; nas salas de aula comum, são eles que vão eliminar as barreiras impostas pela deficiência e / ou pelo meio, para que os alunos possam participar de todas as atividades escolares.
( ) Com os recursos de CAA, o professor pode oferecer, aos alunos com deficiência, atividades diferenciadas, na sala de aula, que podem ser realizadas ao mesmo tempo em que a turma realizará a outra atividade proposta.
( ) As atividades escolares para os alunos com deficiência são planejadas pelo professor da classe comum juntamente com o professor do AEE. Ambos, juntos, confeccionarão ou ajudarão na aquisição dos recursos que permitirão aos alunos com deficiência a plena participação nas aulas.
Assinale a sequência correta.
Ao respeito da acessibilidade, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I.
COLUNA I
1. Acessibilidade arquitetônica 2. Acessibilidade comunicacional 3. Acessibilidade metodológica 4. Acessibilidade instrumental 5. Acessibilidade programática 6. Acessibilidade atitudinal
COLUNA II
( ) Sem barreiras nos utensílios de atividades da vida diária e em qualquer âmbito.
( ) Sem barreiras ambientais físicas nos recintos internos e externos e nos transportes coletivos.
( ) Por meio de programas e práticas de sensibilização e de conscientização da convivência humana.
( ) Sem barreiras nas técnicas curriculares.
( ) Sem barreiras em políticas, regulamentos em normas de modo geral.
( ) Sem barreiras na interação interpessoal, escrita e virtual.
Assinale a sequência correta.
( ) A elaboração, a execução e a avaliação do plano de AEE do aluno, com a definição do cronograma e das atividades do atendimento deste, é uma atribuição do professor do Atendimento Educacional Especializado.
( ) A organização de estratégias pedagógicas e a identificação e produção de recursos acessíveis constituem uma atribuição do professor do Atendimento Educacional Especializado.
( ) O ensino e o desenvolvimento de atividades como Libras, Braille, mobilidade, Língua Portuguesa para surdos; informática acessível; Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) são uma atribuição do professor do AEE.
( ) O acompanhamento da funcionalidade e da usabilidade dos recursos de tecnologia assistiva na sala de AEE constitui uma atribuição do professor do Atendimento Educacional Especializado.
( ) A articulação com os professores das classes comuns nas diferentes etapas e modalidades de ensino é uma atribuição do professor do AEE.
( ) A realização de interface com as áreas da saúde, assistência, trabalho e outras não é uma atribuição do professor do AEE.
Assinale a sequência correta.
O professor do ___________deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e a formação específica na educação___________ e tem como função realizar o atendimento de alunos com deficiência, de forma ____________ou suplementar à escolarização, considerando as habilidades e as necessidades específicas dos alunos público alvo da educação _____________, em salas de ______________providas de materiais didáticos, pedagógicos e de____________ .
Assinale a alternativa cujas palavras completam, correta e respectivamente, os espaços da afirmativa anterior.
I. A Educação Especial é compreendida como um campo de conhecimento e modalidade transversal de ensino, que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades educacionais.
II. A Educação Especial constitui-se como complemento da formação de todos os estudantes com e sem deficiência, e propõe, também, um currículo mais programático e com adaptações curriculares.
III. A Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva perde sua condição de substituta do ensino comum em escolas e classes especiais e propõe, também, um currículo flexível, dinâmico e acessível.
IV. A Educação Especial significa uma proposta educacional que reconhece e garante o direito de todos os alunos com e sem deficiência e deles estarem na escola regular de acordo com suas potencialidades.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Portanto, o papel da escola é
De acordo com as reflexões da autora sobre a inclusão, assinale a alternativa incorreta.

(IBGE. Pnad 2019. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/media/14026/file/cenario-da-exclusao-escolar-no-brasil.pdf. Adaptado.)
NÃO condiz com a informação dada:
I - Os profissionais de apoio executam as atividades de locomoção, higiene, alimentação, prestam auxílio individualizado aos estudantes que não realizam essas atividades com independência. Esse apoio ocorre conforme as especificidades apresentadas pelo estudante, relacionadas à sua condição de funcionalidade e não à condição de deficiência. II - A demanda de um profissional de apoio se justifica quando a necessidade específica do estudante público-alvo da Educação Especial for atendida no contexto geral dos cuidados disponibilizados aos demais estudantes. III - O profissional de apoio deve atuar de forma articulada com os professores do aluno público-alvo da Educação Especial da sala de aula comum e da sala de recursos multifuncionais, entre outros profissionais no contexto da escola.
Assinale:
Caso Félix
Felix tinha paralisia cerebral e, desde o nascimento, frequentou um serviço de estimulação precoce no qual recebeu atendimento de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psicóloga. Eram profissionais que o assistiam na clínica e na escola. Quando tinha 2 anos, sua família recebeu orientações da equipe sobre as vantagens e desvantagens de escolarizá-lo em escola comum ou em instituições especializadas. A família ponderou as opções e decidiu pela colocação em escola comum e assim ele ingressou numa creche, onde foi muito bem recebido. Felix foi avançando em seu processo de escolarização, apoiado por profissionais de um serviço de reabilitação (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga) que o assistiam na clínica e na escola. Na classe comum, Felix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores. Na pré-escola, Felix aprendeu a usar recursos de tecnologia computadorizada, de modo que, por meio do computador e com recursos de acesso (mouse adaptado, tela sensível ao toque e software com sintetizador de voz), ele conseguia conversar, fazer tarefas pedagógicas, estudar, ler, escrever e brincar nas horas vagas. Ele aprendeu também a usar uma cadeira de rodas motorizada e com ela fazia sucesso locomovendo-se pela escola. E, assim, Felix foi avançando e acompanhando sua turma, suas dificuldades eram corriqueiras, ou seja, as mesmas da maioria de seus colegas sem deficiência. Ele fez amigos, foi muito bem aceito, avançou academicamente em seu percurso e adorou ir à escola. Aos 18 anos, Felix teve pela frente a perspectiva de prestar vestibular, passou e ingressou num curso de análise de sistemas, pois amava computadores. Felix estava triste por deixar a escola e os amigos, mas excitado e apreensivo pela possibilidade de ingressar na universidade. Felix frequentou quatro anos de universidade, fez amigos, participou de festas e conseguiu concluir seu curso sem dificuldades. Depois de formado, Felix conseguiu um emprego bem remunerado numa empresa de informática, beneficiando-se da lei de cotas, e hoje contribui para desenvolver softwares industriais e educacionais. Atualmente ele continua em contato com seus amigos da escola e da universidade através das redes sociais e ocasionalmente se encontram para colocar as novidades em dia.
Fonte: MENDES, ENICEIA GONÇALVES. Sobre alunos "incluídos" ou da "inclusão", reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In: Sonia Lopes Victor; Alexandro Braga Vieria; Ivone Martins de Oliveira. (Org.). Educação Especial Inclusiva: conceituações, medicalização e politicas. 1ed.Campos de Goytacazes (RJ): Brasil Multicultural, 2017, v. 1, p. 60-83.
Caso Félix
Felix tinha paralisia cerebral e, desde o nascimento, frequentou um serviço de estimulação precoce no qual recebeu atendimento de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, fonoaudióloga e psicóloga. Eram profissionais que o assistiam na clínica e na escola. Quando tinha 2 anos, sua família recebeu orientações da equipe sobre as vantagens e desvantagens de escolarizá-lo em escola comum ou em instituições especializadas. A família ponderou as opções e decidiu pela colocação em escola comum e assim ele ingressou numa creche, onde foi muito bem recebido. Felix foi avançando em seu processo de escolarização, apoiado por profissionais de um serviço de reabilitação (fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudióloga) que o assistiam na clínica e na escola. Na classe comum, Felix, ao longo de todo seu percurso de escolarização, recebeu ainda suporte de um profissional que o auxiliava nas atividades de vida diária, porque ele não tinha independência, em razão de seus impedimentos motores. Na pré-escola, Felix aprendeu a usar recursos de tecnologia computadorizada, de modo que, por meio do computador e com recursos de acesso (mouse adaptado, tela sensível ao toque e software com sintetizador de voz), ele conseguia conversar, fazer tarefas pedagógicas, estudar, ler, escrever e brincar nas horas vagas. Ele aprendeu também a usar uma cadeira de rodas motorizada e com ela fazia sucesso locomovendo-se pela escola. E, assim, Felix foi avançando e acompanhando sua turma, suas dificuldades eram corriqueiras, ou seja, as mesmas da maioria de seus colegas sem deficiência. Ele fez amigos, foi muito bem aceito, avançou academicamente em seu percurso e adorou ir à escola. Aos 18 anos, Felix teve pela frente a perspectiva de prestar vestibular, passou e ingressou num curso de análise de sistemas, pois amava computadores. Felix estava triste por deixar a escola e os amigos, mas excitado e apreensivo pela possibilidade de ingressar na universidade. Felix frequentou quatro anos de universidade, fez amigos, participou de festas e conseguiu concluir seu curso sem dificuldades. Depois de formado, Felix conseguiu um emprego bem remunerado numa empresa de informática, beneficiando-se da lei de cotas, e hoje contribui para desenvolver softwares industriais e educacionais. Atualmente ele continua em contato com seus amigos da escola e da universidade através das redes sociais e ocasionalmente se encontram para colocar as novidades em dia.
Fonte: MENDES, ENICEIA GONÇALVES. Sobre alunos "incluídos" ou da "inclusão", reflexões sobre o conceito de inclusão escolar. In: Sonia Lopes Victor; Alexandro Braga Vieria; Ivone Martins de Oliveira. (Org.). Educação Especial Inclusiva: conceituações, medicalização e politicas. 1ed.Campos de Goytacazes (RJ): Brasil Multicultural, 2017, v. 1, p. 60-83.

https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4862013/mod_resource/content/1/TA%20para%20a%20pr%C3%A1tica%20do%20T O.pdf
“O caráter de cientificidade e neutralidade do discurso da _______________ encobre a questão política da _____________, que é definida como _______________ e recebe a conotação de uma variante aceitável na perspectiva da ________________. Os discursos oficiais empregam o termo diversidade como estratégia que tenta aprisionar o sentido das diferenças culturais” (MARQUEZAN, Reinoldo. O deficiente no discurso da Legislação. 1ª. ed. Campinas SP: papirus, 2009. 160p ).
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas do fragmento acima: