Questões de Concurso Sobre terapia nutricional, enteral e parenteral em nutrição

Foram encontradas 1.386 questões

Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1235033 Nutrição
Considere um mesmo volume de três diferentes dietas industrializadas para uso via enteral: Dieta I - densidade calórica = 2,0 Kcal/ml; Dieta II – densidade calórica de 1,5 Kcal/ml e Dieta III – densidade calórica de 1,0 Kcal/ml. NÃO podemos dizer que:
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEMGE - BA
Q1227353 Nutrição
Os medicamentos de uso parenteral apresentam especificidades em relação ao processo produtivo e às características do produto final, entre elas, encontram-se a esterilidade, o pH e a ausência de pirogênios.
Nesses termos, tem-se que
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEMGE - BA
Q1189305 Nutrição
As dietas enterais devem ser preparadas em salas específicas para essa finalidade.
A legislação vigente estabelece que
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Q1385782 Nutrição
No que se refere à participação de macronutrientes em dietas especiais, julgue o item subsecutivo.
Não se recomenda a administração de dose de glicose parenteral superior a 5 mg/kg A min a pacientes críticos, com falência respiratória, visto que isso provoca o aumento do consumo de oxigênio, da produção de CO2 — com elevação do quociente respiratório — e da lipogênese.
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Q1378585 Nutrição

No que se refere a nutrição parenteral periférica (NPP) e nutrição parenteral total (NPT), julgue o próximo item.


A formulação que combina a emulsão lipídica com a solução de dextrose e aminoácidos é chamada de mistura total, embora, nesse caso, os eletrólitos, as vitaminas e os elementos-traço não sejam acrescentados na solução parenteral.

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Q1378584 Nutrição

No que se refere a nutrição parenteral periférica (NPP) e nutrição parenteral total (NPT), julgue o próximo item.


Para indivíduos que pesam 60 kg, a prescrição de carboidrato da NPT deve estar entre 300 e 600 mg/min, sob o risco de não se fornecer energia suficiente ao indivíduo ou ocasionar-lhe hiperglicemia, anormalidades hepáticas e aumento do esforço ventilatório.

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Q1378583 Nutrição

No que se refere a nutrição parenteral periférica (NPP) e nutrição parenteral total (NPT), julgue o próximo item.


Na NPT, 500 mL de uma solução com 10% de aminoácidos cristalinos essenciais e não essenciais fornecem 50 g de proteínas, aproximadamente 200 kcal e osmolaridade de 500mOsm.

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Q1378582 Nutrição

No que se refere a nutrição parenteral periférica (NPP) e nutrição parenteral total (NPT), julgue o próximo item.


A pacientes com insuficiência cardiopulmonar, renal ou hepática recomenda-se a NPP, uma vez que, por essa via, as soluções prescritas são menos concentradas.

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Q1378540 Nutrição
    A nutrição enteral objetiva a ingestão controlada de nutrientes que são utilizados na síntese e manutenção de tecidos, órgãos ou sistemas. Os nutrientes podem ser administrados isoladamente ou em combinações com outros constituintes químicos. Para tal finalidade, os alimentos são especialmente formulados e elaborados para uso por sondas, ou por via oral, podendo ou não ser industrializados, usados exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. A tabela a seguir apresenta alguns dados obtidos de vários ensaios biológicos desenvolvidos a partir da utilização de produtos de soja na preparação dessas dietas. Nessa tabela, P1 indica formulado composto de extrato solúvel de soja, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante; e P2, formulado composto de extrato solúvel de soja desengordurada, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante.



NS – não significativo;
médias seguidas de pelo menos uma mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade (p > 0,05).

P. F. Shons et al. Lentil (Lens culinaris) protein efficiency in the development of wistar rats. In: Alim. Nutr., Araraquara, v. 20, n.º 2, p. 255-260, abr./jun 2009; J.B.R. Monteiro et al. Avaliação da qualidade proteica de dois formulados em pó, à base de soja enriquecidos com zinco, selênio e magnésio para utilização em nutrição enteral. In: Ciênc. Tecnol. Aliment. v. 24, n.º 1, Campinas, jan.-mar./2004; Portaria n.º 337/1999 (MS/Brasil); RDC n.º 63/2000 Anvisa/MS/Brasil (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas acima, julgue o item a seguir.
O controle da osmolalidade é fator secundário na nutrição enteral. Os problemas de natureza mecânica que podem implicar o fornecimento inadequado de nutrientes e de calorias, entre outros aspectos, são devidos ao calibre das sondas ou à formação de complexos insolúveis entre fórmula e medicamento.
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Q1378539 Nutrição
    A nutrição enteral objetiva a ingestão controlada de nutrientes que são utilizados na síntese e manutenção de tecidos, órgãos ou sistemas. Os nutrientes podem ser administrados isoladamente ou em combinações com outros constituintes químicos. Para tal finalidade, os alimentos são especialmente formulados e elaborados para uso por sondas, ou por via oral, podendo ou não ser industrializados, usados exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. A tabela a seguir apresenta alguns dados obtidos de vários ensaios biológicos desenvolvidos a partir da utilização de produtos de soja na preparação dessas dietas. Nessa tabela, P1 indica formulado composto de extrato solúvel de soja, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante; e P2, formulado composto de extrato solúvel de soja desengordurada, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante.



NS – não significativo;
médias seguidas de pelo menos uma mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade (p > 0,05).

P. F. Shons et al. Lentil (Lens culinaris) protein efficiency in the development of wistar rats. In: Alim. Nutr., Araraquara, v. 20, n.º 2, p. 255-260, abr./jun 2009; J.B.R. Monteiro et al. Avaliação da qualidade proteica de dois formulados em pó, à base de soja enriquecidos com zinco, selênio e magnésio para utilização em nutrição enteral. In: Ciênc. Tecnol. Aliment. v. 24, n.º 1, Campinas, jan.-mar./2004; Portaria n.º 337/1999 (MS/Brasil); RDC n.º 63/2000 Anvisa/MS/Brasil (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas acima, julgue o item a seguir.
Os formulados P1 e P2 tiveram maior viscosidade que o padrão. São isotônicos e, quanto ao gotejamento gravitacional, mostraram-se adequados. É provável que os maiores valores de osmolalidade de P1 e P2 se devam à adição de sal iodado, uma vez que o sódio tem a propriedade de se dissociar em partículas menores.
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Q1378538 Nutrição
    A nutrição enteral objetiva a ingestão controlada de nutrientes que são utilizados na síntese e manutenção de tecidos, órgãos ou sistemas. Os nutrientes podem ser administrados isoladamente ou em combinações com outros constituintes químicos. Para tal finalidade, os alimentos são especialmente formulados e elaborados para uso por sondas, ou por via oral, podendo ou não ser industrializados, usados exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. A tabela a seguir apresenta alguns dados obtidos de vários ensaios biológicos desenvolvidos a partir da utilização de produtos de soja na preparação dessas dietas. Nessa tabela, P1 indica formulado composto de extrato solúvel de soja, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante; e P2, formulado composto de extrato solúvel de soja desengordurada, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante.



NS – não significativo;
médias seguidas de pelo menos uma mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade (p > 0,05).

P. F. Shons et al. Lentil (Lens culinaris) protein efficiency in the development of wistar rats. In: Alim. Nutr., Araraquara, v. 20, n.º 2, p. 255-260, abr./jun 2009; J.B.R. Monteiro et al. Avaliação da qualidade proteica de dois formulados em pó, à base de soja enriquecidos com zinco, selênio e magnésio para utilização em nutrição enteral. In: Ciênc. Tecnol. Aliment. v. 24, n.º 1, Campinas, jan.-mar./2004; Portaria n.º 337/1999 (MS/Brasil); RDC n.º 63/2000 Anvisa/MS/Brasil (com adaptações).

Considerando as informações apresentadas acima, julgue o item a seguir.


Os resultados obtidos para os valores de digestibilidade devem-se às diferenças intrínsecas das proteínas utilizadas na preparação dos formulados, à presença de fatores dietéticos que modificam a digestão e as reações bioquímicas responsáveis pela liberação de aminoácidos.

Alternativas
Q1378537 Nutrição
    A nutrição enteral objetiva a ingestão controlada de nutrientes que são utilizados na síntese e manutenção de tecidos, órgãos ou sistemas. Os nutrientes podem ser administrados isoladamente ou em combinações com outros constituintes químicos. Para tal finalidade, os alimentos são especialmente formulados e elaborados para uso por sondas, ou por via oral, podendo ou não ser industrializados, usados exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. A tabela a seguir apresenta alguns dados obtidos de vários ensaios biológicos desenvolvidos a partir da utilização de produtos de soja na preparação dessas dietas. Nessa tabela, P1 indica formulado composto de extrato solúvel de soja, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante; e P2, formulado composto de extrato solúvel de soja desengordurada, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante.



NS – não significativo;
médias seguidas de pelo menos uma mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade (p > 0,05).

P. F. Shons et al. Lentil (Lens culinaris) protein efficiency in the development of wistar rats. In: Alim. Nutr., Araraquara, v. 20, n.º 2, p. 255-260, abr./jun 2009; J.B.R. Monteiro et al. Avaliação da qualidade proteica de dois formulados em pó, à base de soja enriquecidos com zinco, selênio e magnésio para utilização em nutrição enteral. In: Ciênc. Tecnol. Aliment. v. 24, n.º 1, Campinas, jan.-mar./2004; Portaria n.º 337/1999 (MS/Brasil); RDC n.º 63/2000 Anvisa/MS/Brasil (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas acima, julgue o item a seguir.
A determinação de NPR e NPU possibilita diferenciar, respectivamente, a relação de nitrogênio ingerido, que foi retido pelo organismo, e a relação de proteína ingerida que foi usada para o crescimento animal. A determinação da relação da eficiência proteica indica a qualidade da proteína.
Alternativas
Q1378536 Nutrição
    A nutrição enteral objetiva a ingestão controlada de nutrientes que são utilizados na síntese e manutenção de tecidos, órgãos ou sistemas. Os nutrientes podem ser administrados isoladamente ou em combinações com outros constituintes químicos. Para tal finalidade, os alimentos são especialmente formulados e elaborados para uso por sondas, ou por via oral, podendo ou não ser industrializados, usados exclusiva ou parcialmente para substituir ou complementar a alimentação oral em pacientes desnutridos ou não, conforme suas necessidades nutricionais, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar. A tabela a seguir apresenta alguns dados obtidos de vários ensaios biológicos desenvolvidos a partir da utilização de produtos de soja na preparação dessas dietas. Nessa tabela, P1 indica formulado composto de extrato solúvel de soja, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante; e P2, formulado composto de extrato solúvel de soja desengordurada, clara de ovo desidratada, maltodextrina, óleo de soja, óleo de canola, gordura de coco, mistura de vitaminas, mistura de minerais, sal iodado, estabilizante.



NS – não significativo;
médias seguidas de pelo menos uma mesma letra, na coluna, não diferem entre si pelo teste de Duncan em nível de 5% de probabilidade (p > 0,05).

P. F. Shons et al. Lentil (Lens culinaris) protein efficiency in the development of wistar rats. In: Alim. Nutr., Araraquara, v. 20, n.º 2, p. 255-260, abr./jun 2009; J.B.R. Monteiro et al. Avaliação da qualidade proteica de dois formulados em pó, à base de soja enriquecidos com zinco, selênio e magnésio para utilização em nutrição enteral. In: Ciênc. Tecnol. Aliment. v. 24, n.º 1, Campinas, jan.-mar./2004; Portaria n.º 337/1999 (MS/Brasil); RDC n.º 63/2000 Anvisa/MS/Brasil (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas acima, julgue o item a seguir.
Os dados obtidos para NPR e NPU indicam que a mistura da proteína de origem animal com a proteína da soja resultou em um produto de alta qualidade proteica, apesar de a proteína da soja ser deficiente em aminoácidos sulfurados e a digestibilidade dos formulados P1 e P2 ter sido inferior à da caseína.
Alternativas
Q568388 Nutrição
Na transição da alimentação enteral por sonda para a oral aconselha-se uma dieta:
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Q568384 Nutrição
Assinale a alternativa que indica os casos em que a terapia nutricional enteral é contra-indicada.
Alternativas
Q306551 Nutrição
Em relação à nutrição enteral, é correto afirmar que:
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Q258506 Nutrição
A nutrição parenteral (NP) consiste na infusão de uma solução estéril de nutrientes por via intravenosa. Sobre isso, analise as proposições abaixo.


1) A NP periférica é a via de administração de escolha em casos de períodos curtos de terapia e em pacientes com ausência de desnutrição grave.


2) Diferentemente da nutrição enteral, a NP pode ser indicada para pacientes hemodinamicamente instáveis.


3) A NP é indicada se o trato digestório não funciona, está obstruído ou inacessível e antecipa-se que esta condição continue por pelo menos 14 dias.


4) A NP dois em um é definida como a que possui lipídeos e proteínas em sua composição, e a NP três em um a que possui proteínas, carboidratos e lipídeos.


5) A glicose na NP encontra-se, sobretudo nas formas de dextrose. A solução padrão de aminoácidos encontra-se geralmente na concentração 8,5 a 15%. As emulsões lipídicas são isotônicas, o que permite que seja administrada por via periférica.


Está(ão) correta(s), apenas:

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Q258487 Nutrição
No uso da terapia nutricional enteral, o nutricionista realiza a prescrição dietética, que significa a escolha do tipo de dieta que será administrada ao paciente. A dieta enteral do tipo oligomérica é:

Alternativas
Q65496 Nutrição
A terapia nutricional parenteral (TNP), quando prescrita para
pacientes gravemente desnutridos, tem o objetivo de oferecer
conforto, adequado suporte energético e evitar depleção de fluidos,
dos depósitos de glicogênio e de eletrólitos. Contudo, esses
pacientes apresentam frequentemente risco de complicações, sendo
a síndrome de realimentação uma das mais importantes. Acerca
desse assunto, julgue os itens seguintes.

O tratamento baseia-se na suspensão da TNP ou em casos menos graves, na retirada da glicose e na manutenção da infusão de solução lipídica e de aminoácidos.
Alternativas
Q65495 Nutrição
A terapia nutricional parenteral (TNP), quando prescrita para
pacientes gravemente desnutridos, tem o objetivo de oferecer
conforto, adequado suporte energético e evitar depleção de fluidos,
dos depósitos de glicogênio e de eletrólitos. Contudo, esses
pacientes apresentam frequentemente risco de complicações, sendo
a síndrome de realimentação uma das mais importantes. Acerca
desse assunto, julgue os itens seguintes.

As complicações potenciais da síndrome incluem arritmia ventricular, insuficiência cardíaca e respiratória e alterações hematológicas.
Alternativas
Respostas
1341: B
1342: B
1343: B
1344: C
1345: E
1346: E
1347: C
1348: E
1349: E
1350: C
1351: C
1352: E
1353: C
1354: C
1355: C
1356: A
1357: C
1358: E
1359: E
1360: C